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livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘“Personagens de Ipiaú – os folclóricos e outras figuras”’

José Américo lança livro que resgata a memória cultural de Ipiaú

“Personagens de Ipiaú – os folclóricos e outras figuras” é o nome do livro do jornalista e poeta José Américo Castro, que será lançado nesta sexta-feira (4), às 18h30, no Casarão José Américo, centro de Ipiaú. A obra, uma publicação do Selo Alba Cultural, projeto da Assembleia Legislativa da Bahia, é uma coletânea de crônicas em que o autor resgata personagens, relata “causos” verídicos ou inventados e passeia sobre ambientes da querida terra onde nasceu. Zé Américo, como é carinhosamente chamado, eterniza, nas 345 páginas do livro, histórias brilhantes da cidade, com narrativas recheadas de humor, poesia e antropologia.

Logo na apresentação do seu livro, o escritor José Américo, filho da educadora Emerentina da Matta Castro e do pequeno fazendeiro Américo de Almeida Castro, “descreve os primeiros anos da infância e seu gosto pelo fabuloso universo da literatura, quando devorava os livros de Monteiro Lobato e Machado de Assis”. Sob o título “Eu, meu pai, Castro Alves e as vacas”, o menestrel de Ipiaú lembra do tempo “da doce idade, a idade da graça, das coisas ingênuas”, da época em que, por decisão paterna, deixou de tirar leite da vaca e passou a declamar versos do Poeta dos Escravos, em plena longarina do curral: “Deus, Oh Deus, onde estás que não respondes? A praça é do povo como o céu é do condor! Oh! Bendito o que semeia livros”.

José Américo, o jovem inquieto do Ginásio de Rio Novo, que rabiscava versos e produzia textos para jornais e murais, sempre foi engajado no movimento cultural de Ipiaú. A imaginação fértil do poeta “ganhou ainda mais asas” no Colégio de Viçosa, município de Minas Gerais, onde estudou no início da década de 70. Mas foi em Salvador, nas salas, corredores e na Cantina de Beré, da antiga Escola de Biblioteconomia e Comunicação (EBC da Ufba), que ele ampliou os conhecimentos técnicos da profissão. Conviveu com renomados jornalistas das derradeiras redações do Diário de Notícias e também trabalhou na equipe do caderno “A Tarde Municípios”, produzindo matérias sobre o Território de Identidade do Médio Rio de Contas.

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