:: ‘Leny Ferreira’
Musical do Ano Novo

Leny Ferreira
Amor meu
Encanto-te nos meus sonhos
Em pensamentos de dois mil e vinte e seis
Um novo ciclo surge, o tempo refaz as leis
no Edital musical do nosso amor eternizado
em nossos corações
Aguardo o nosso encontro, com um vestido sonhado
Em figurino divino, o amor anunciado.
Encanto-te no romance, hipnotizando
Nos meus sonhos
No reino da esperança, nasceu.
Vestida com a grife do amor e da paixão
Sinto a brisa suave tocar meu coração.
Cântico Luz Boreal
Giro do Amor
Amado meu Sonhei contigo no Castelo do sol nascente ,
Num esplêndido cenário
De exímia beleza do Criador
Onde acontece o nosso encontro de amor
à saciar as saudades no Iate romântico das Estrelas
Contemplando nas janelas do pôr -do sol,
as borboletas douradas, filmando:
A Primavera florindo a terra,
Cantando o musical noites de luar
O nosso amor circula nos aromas musicais das flores,
Como as estações do ano.
No coração do céu da terra e dos oceanos
Este ciclo divino ocorre através do
nosso amor sublime, tão profundo na força da paixão
Que impulsiona No Movimento de Translação
Da Terra ao redor do Sol
Para o sol encontrar -se com a lua
Flauta do Luar
.

A lua cheia nasce no mar de São Jorge de Ilhéus (foto José Nazal)
Leny Ferreira
Amado meu, amor da minha vida,
o nosso amor é o transcender
poético da existência,
no âmago da alma, uma polifonia suave
nos cenários do amor vivido em cada encontro.
Nos espaços divinos e românticos
acendiam-se os encantos do teu olhar,
iluminando-me de paixão.
Em cada instante compartilhado,
florescia o amor um amor que transcendia,
tocando-me nos sonhos como flautas de lua
entoando a música divina que
nasce das flores dos vales, das montanhas e colinas,
perfumando as praias de Ilhéus.
São esses lugares sagrados que
inspiram os poemas de amor na Terra.
Sinfonia do Sol Nascente
Leny Ferreira
Amor da minha vida
Meu sol
Sou a Lua esperando o teu raio dourado.
Nas janelas do Sol Nascente,
onde a saudade arde,
nosso amor é a maré que nunca tem fim
teu sol é meu guia
No oceano da saudade,
minha alma irradia
Na Sinfonia Musical
Ouço o recital do teu coração
em cada pulsar do meu.
Musical Flor do Sol

Leny Ferreira
Meu amor Amor da minha vida
Eu sou a tua flor sedenta do teu amor
Qual abelha no pólen, ou beija-flor no néctar.
Eu sonhando no icônico castelo das
majestosas águias de Ilhéus
Orquestrando as melodias de amor por ti
Agonizo, como abelha desmaiada de frio
À espera da Luz que afasta a névoa e a brisa.
meu príncipe, anseio tua volta urgente
Tal como a Lua anela encontrar o Sol.
Tu és o músico, o Polinizador da minha alma,
que poliniza o teu amor em mim
Volte depressa para dessa viagem
a saciar-me de amor.
Noites frias sem ti

Leny Ferreira
Amor, minha vida, meu amado.
Em cada noite sem teu calor
Minha alma congela, no seio da noite
no silêncio do orvalho das névoas
e da brisa esquiando no gelo
das minhas lágrimas
Como as abelhas choram com
frio distante das colmeias
precisando respirar
as poesias das flores
O Balé musical da flor
Leny Ferreira
Amado meu
Na janela da casa do Sítio de Ilhéus
Contemplo o jardim que floresce,
E no céu, o amor a se expressar:
É o coração da flor saudosa no jardim que o Sol aquece.
Envolvo-me nas canções poéticas
Que o Beija-Flor, gentil, me oferece,
No mais romântico amar, de ações proféticas,
Polinizando a vida que nos engrandece.
O Balé e a Eternidade
Eternizando-nos em voo sutil,
Bailamos, felizes, amando-nos,
No eterno balé: Pólen e Amor,
Beija-flor tocando piano as músicas
Das praias de ilhéus nos palcos poéticos dos oceanos
Onde a inspiração dos mais lindos romances
Nasce e renasce. No cenário poético da nossa existência,
Onde floresce a vida, vestida de esperança,
Nas infinitas sementes de paixão.
Aroma do Amor

Leny Ferreira
Amado meu,
em silêncio, minha alma chora sem ti entre os perfumes dos buquês de rosas de auroras,
sentindo teu amor espalhar-se com o perfume da brisa na essência da minha alma no jardim divino.
Na melodia do teu coração orquestrando no meu coração
As garças de Ilhéus e Itabuna oram nas margens dos rios no tempo aromas do amor
eu, na janela da solidão, recordo teu olhar de amor sublime nos meus olhos amando-te
No seu terno a realeza em linho púrpura, brilho de eternidade.
No cabide, tua ausência repousa.
A camisa azul de seda da Pérsia no guarda roupa a calça de linho, o perfume saudade.
Saudosa dos ciúmes de ti das roupas que adornava a tua pele
O vento sopra poesias de amor
Leny Ferreira
Amado meu
Estou sentindo muito frio,
Sem ti para aquecer-me
Hoje em Itabuna
O frio vestiu um terno de gelo.
O vento, sopra poesias da Antártida
De traje gelado,
Sopra neve em Itabuna;
O frio floresce,
Competindo com a elegância
Do sol florido,
Mesmo no manto gélido
Que veste o ar da atmosfera.
O sol sente a saudade da lua,
Enquanto ela, num capote gélido de névoa,
Chora querendo encontrar o sol.
Encontro-te, amor, no Hotel Encantado da Primavera

Leny Ferreira
Amado meu,
O som lírico e suave da orquestra das saudades,
no concerto musical das cachoeiras, anuncia o trovão do outono;
folhas soltam-se dos galhos das árvores,
plantas de todas as espécies abraçam o chão.
O rei outono, coroado de flores, entrega o seu reinado
inspirado em nossos encontros de amor e paixão.
No ritual sublime do nosso amor,
despede-se cantando: chegou a transição de um novo ciclo florido.
Os rouxinóis orquestram as músicas das garças de Ilhéus e de Itabuna,
nos lagos românticos da primavera.
Sutilmente surge o sol, desfilando no céu
e cantando nas chuvas da esperança —
chuvas serôdias do coração primaveril,
com as fragrâncias poéticas das flores dos jardins sonoros e musicais,
aromatizados pela primavera.
O sol, de terno verde, canta as canções de amor
nas janelas da lua: o amor eterno,
que transcende no céu e na terra,
nos cânticos sonoros do alvorecer,
na orquestra sinfônica das estrelas.













