:: ‘Josimar Ferreira’
Do anonimato à luta para reconstruir um novo Brasil
Josimar Ferreira
Falar do espaço escolar como ambiente de transformação social também é reconhecer os diversos personagens presentes no cotidiano da escola que, muitas vezes, ficam no anonimato por meio de uma cultura que se criou na sociedade, atribuindo a determinadas categorias uma condição de subalternidade.
Hoje, 16 de maio, é o Dia Mundial do Funcionário e Funcionária da Educação, criado em 2018 pela Internacional de Educação (IE), com o objetivo de incentivar a luta sindical também em prol destes profissionais. Uma categoria formada por merendeiras, merendeiros, bibliotecárias, bibliotecários, técnicas e técnicos de laboratório, secretárias e secretários escolares, auxiliares e agentes administrativos, auxiliares de serviços gerais, de apoio e vigilância, essenciais para o pleno funcionamento da escola.
Esse lugar singular também é feito por homens e mulheres que, mesmo fora da sala de aula, contribuem diariamente no desenvolvimento da educação para a cidadania. É necessário compreender, nesse cenário de intensos ataques aos direitos da classe trabalhadora, da desvalorização da vida e do serviço público, que precisamos unir forças. Não é nos dividindo que vamos atravessar essa quadra difícil da história, mas somando as nossas singularidades e diferentes formas de pensamento podemos transformar o Brasil em uma nação soberana capaz de promover a paz, os direitos sociais e trabalhistas, a qualidade de vida e o bem-estar do seu povo.
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