:: mar/2009
MANÉ RONALDO
Tudo bem. Ronaldo é um cara legal, exemplo de superação, tal e coisa, coisa e tal.
Mas, se aquilo que ele fez nos mais de 25 minutos que esteve em campo contra o Itumbiara foi jogar futebol, então que se exume os restos mortais de Mané Garrincha e bote na ponta-direita de algum time aí.
Com uma boa dose de marketing, Mané (ou a poeira dos seus ossos, vá lá se seja) ainda bate um bolão.
ALAH E A DENGUE
Diante da epidemia de dengue que se abateu sobre Itabuna, Ilhéus e outras cidades, este blog antecipa em absoluta primeira mão (coberta) a tendência da moda outono-inverno no Sul da Bahia.
Trata-se da burka, a tradicional vestimenta islâmica que cobre a pessoa dos pés à cabeça. Uma eficientíssima proteção contra os ataques do aedes aegypt, o mosquito transmissor da dengue.
Vai vender igual água.
Desde que não seja água parada, bem entendido.
Que Alah nos proteja!
CENAS DE GUERRA
No caos que se transformou a epidemia de dengue em Itabuna, uma cena que parece inverossímel, não fosse presenciada por esse blogueiro.
Diante de uma adolescente de 16 anos, com dengue hemorrágica, o médico sugeriu ao pai da garota, seu amigo, que a paciente fosse levada para tratamento em casa.
No hospital superlotado e com casos de dengue contados às centenas, havia o risco da garota pegar uma infecção, que somada à dengue hemorrágica poderia ser fatal.
Felizmente, o pai seguiu o conselho, levou a filha pra casa e ela se recuperou.
Infelizmente, sorte idêntica não tiveram as cinco crianças de Itabuna, uma de Buerarema e outra de Itororó, todas elas vítimas fatais da dengue hemorrágica.
De uma vez por todas, vamos deixar de lado a caça às bruxas e concentrar esforços na caça ao mosquito.
DESCENDO!
Tá feia a crise mesmo.
Num dos prédios de escritórios da área central de Itabuna, quem vai pegar o elevador se depara com o aviso: ascensoristas, porteiros, faxineiros e vigias ameaçam paralisar as atividades a partir do dia 5 de março.
Motivo: eles estão há dois meses sem receber salários.
A empresa terceirizada alega que não recebe o repasse do condomínio, que por sua vez justifica o alto índice de calote, perdão, inadimplência dos condôminos.
A crise (e a corda) sempre arrebenta do lado mais fraco.
Há uma esperança: não deve ser fácil subir e descer dez andares andando…















