{"id":99222,"date":"2020-02-07T12:23:52","date_gmt":"2020-02-07T15:23:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/?p=99222"},"modified":"2020-02-07T15:01:22","modified_gmt":"2020-02-07T18:01:22","slug":"hospital-costa-do-cacau-tem-atendimento-organizado-com-protocolo-de-classificacao-de-risco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/2020\/02\/07\/hospital-costa-do-cacau-tem-atendimento-organizado-com-protocolo-de-classificacao-de-risco\/","title":{"rendered":"Hospital Costa do Cacau tem atendimento organizado com protocolo de Classifica\u00e7\u00e3o de Risco"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignright  wp-image-99223\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Classifica\u00e7\u00e3o-de-Risco.jpeg\" alt=\"Classifica\u00e7\u00e3o de Risco\" width=\"331\" height=\"248\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Classifica\u00e7\u00e3o-de-Risco.jpeg 1280w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Classifica\u00e7\u00e3o-de-Risco-300x225.jpeg 300w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Classifica\u00e7\u00e3o-de-Risco-1024x768.jpeg 1024w\" sizes=\"(max-width: 331px) 100vw, 331px\" \/>O setor de emerg\u00eancia do Hospital Regional Costa do Cacau (HRCC), em Ilh\u00e9us, organiza o atendimento aos pacientes por meio do Protocolo Estadual de Classifica\u00e7\u00e3o de Risco. Esse procedimento, utilizado para acolher e classificar o risco dos pacientes, tem como base o Protocolo de Manchester, m\u00e9todo de triagem que estabelece escala de urg\u00eancia para atendimento de enfermos, criado em 1997, na Inglaterra.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Anderson Franco, gerente de Enfermagem do HRCC, destaca que essa ferramenta de organiza\u00e7\u00e3o das chamadas &#8220;filas de espera&#8221; no servi\u00e7o de sa\u00fade, tem como finalidade priorizar os atendimentos por potencial de risco, agravo \u00e0 sa\u00fade ou grau de sofrimento, de acordo com os sinais e sintomas apresentados pelos pacientes, garantindo um atendimento resolutivo e humanizado.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>A classifica\u00e7\u00e3o do estado do paciente \u00e9 realizada por enfermeiro capacitado, que ao avaliar individualmente, por ordem de prioridade e chegada do mesmo, faz classifica\u00e7\u00e3o por gravidade e tempo de atendimento. O atendido recebe uma pulseira com a colora\u00e7\u00e3o correspondente ao seu agravo e tempo de espera. O protocolo, no HRCC, possui quatro cores: azul, verde, amarelo e vermelho.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Pacientes classificados na cor azul dever\u00e3o ser atendidos em at\u00e9 4 horas, apresentam baixo risco de agravamento de sa\u00fade, n\u00e3o urgente. A cor verde significa que o enfermo dever\u00e1 ser atendido em at\u00e9 2 horas, apresenta baixo risco de agravamento de sa\u00fade, pouco urgente. Classificado com a pulseira amarela, o paciente dever\u00e1 ser encaminhado ao atendimento m\u00e9dico em at\u00e9 1 hora, condi\u00e7\u00e3o que pode agravar sem atendimento, urgente. A pulseira vermelha indica atendimento imediato, com encaminhamento \u00e0 sala de reanima\u00e7\u00e3o e acionamento da equipe m\u00e9dica, urgente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em 2019, a Emerg\u00eancia do hospital acolheu mais de 44 mil pacientes. A recep\u00e7\u00e3o do setor realiza o cadastro e identifica\u00e7\u00e3o dos atendidos. Em seguida, \u00e9 feita a classifica\u00e7\u00e3o de risco por enfermeiro com compet\u00eancia t\u00e9cnica para esse procedimento, que direciona o enfermo \u00e0s especialidades m\u00e9dicas de acordo as queixas e os quadros apresentados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o preenchimento da ficha de atendimento, um painel central exibe todos os nomes que aguardam a classifica\u00e7\u00e3o de risco. Com a defini\u00e7\u00e3o da gravidade e enquadramento da cor indicada para o paciente, duas telas de apoio apresentam o nome, a colora\u00e7\u00e3o\/gravidade, o consult\u00f3rio e especialidade que o mesmo dever\u00e1 ser encaminhado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Almir Gon\u00e7alves, diretor assistencial do HRCC, ressaltou o trabalho realizado pela equipe de profissionais do HRCC. &#8220;Especialistas presenciais no plant\u00e3o como neurocirurgi\u00f5es, ortopedistas e cirurgi\u00e3o trabalham de forma harm\u00f4nica com a equipe de enfermagem&#8221;, disse.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O diretor assistencial assegurou que a amplia\u00e7\u00e3o na estrutura da unidade refor\u00e7ou o atendimento. &#8220;Aumento em 50 por cento do n\u00famero de leitos de terapia intensiva e de salas do centro cir\u00fargico proporcionaram condi\u00e7\u00f5es em atender cada vez melhor os pacientes graves. Estamos atendendo a determina\u00e7\u00e3o da SESAB que batalha cotidianamente no intuito de fornecer as melhores condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade para a popula\u00e7\u00e3o&#8221;, enfatizou.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A paciente Valdeci Ferreira Santos Souza, de 64 anos, moradora de Itabuna, relatou que apareceu com o olho amarelo e foi a um posto, depois a outro hospital, levou os exames ao m\u00e9dico do bairro e teve que procurar o atendimento de imediato. &#8220;Vim aqui e meu atendimento est\u00e1 \u00f3timo, todo mundo aqui \u00e9 maravilhoso, estou gostando muito daqui, tenho todo o acompanhamento&#8221;, revelou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O setor de emerg\u00eancia do Hospital Regional Costa do Cacau (HRCC), em Ilh\u00e9us, organiza o atendimento aos pacientes por meio do Protocolo Estadual de Classifica\u00e7\u00e3o de Risco. 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