{"id":96717,"date":"2019-11-11T22:10:07","date_gmt":"2019-11-12T01:10:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/?p=96717"},"modified":"2019-11-11T22:10:07","modified_gmt":"2019-11-12T01:10:07","slug":"pesquisadores-da-uesc-desenvolvem-borreador-capaz-de-diluir-petroleo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/2019\/11\/11\/pesquisadores-da-uesc-desenvolvem-borreador-capaz-de-diluir-petroleo\/","title":{"rendered":"Pesquisadores da Uesc desenvolvem borreador capaz de diluir petr\u00f3leo"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_96718\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-96718\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-96718\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/uesc-1-300x200.jpeg\" alt=\"Jo\u00e3o Carlos Dias e Rachel Rezende\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/uesc-1-300x200.jpeg 300w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/uesc-1.jpeg 580w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><p id=\"caption-attachment-96718\" class=\"wp-caption-text\">Jo\u00e3o Carlos Dias e Rachel Rezende<\/p><\/div>\n<p>Os pesquisadores Jo\u00e3o Carlos Dias e Rachel Rezende, professores da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), h\u00e1 quase duas d\u00e9cadas desenvolvem um biorreator que possui potencial para degradar o \u00f3leo encontrado nas praias nordestinas e que come\u00e7a a chegar no Sudeste do Pa\u00eds. A pesquisa \u00e9 desenvolvida com apoio da Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa da Bahia (Fapesb).<\/p>\n<p>Rachel conta que este trabalho teve in\u00edcio h\u00e1 17 anos, em um laborat\u00f3rio da universidade, com o intuito de investigar micro-organismos da Refinaria Landulfo Alves, para orientar o projeto de pesquisa de suas ent\u00e3o alunas Bianca Maciel e Ana Santos. \u201cIsolamos e refrigeramos micro-organismos com potencial de degrada\u00e7\u00e3o. O objetivo era recuperar compostos do petr\u00f3leo para se tornarem reutiliz\u00e1veis\u201d, explicou.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-96719\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/uesc-2-300x200.jpeg\" alt=\"uesc 2\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/uesc-2-300x200.jpeg 300w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/uesc-2.jpeg 580w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>A professora relata que at\u00e9 hoje eles alimentam o biorreator capaz de diluir o material contaminado e ainda tornar o \u00f3leo \u00fatil outra vez. \u201cVale lembrar que tudo isso ainda \u00e9 realizado a n\u00edvel laboratorial. Com mais possibilidades de investimento, poder\u00edamos ampliar a produ\u00e7\u00e3o para, quem sabe, chegar a um n\u00edvel industrial\u201d, ressaltou.<\/p>\n<p>Devido aos recentes acontecimentos com o \u00f3leo que foi encontrado nas praias do Nordeste, o casal decidiu testar se os res\u00edduos poderiam ser degradados neste processo, e eis que em 4 dias o produto se degradou.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>\u201cUm conjunto de micro-organismos atua de forma m\u00fatua utilizando estes compostos como fonte de carbono. Durante a degrada\u00e7\u00e3o, \u00e9 produzido um complexo de origem microbiana que diminui a tens\u00e3o superficial entre \u00f3leo e \u00e1gua, tornando o \u00f3leo mais sol\u00favel na \u00e1gua e facilitando para que os micro-organismos utilizem os compostos de hidrocarboneto\u201d, destacou.<\/p>\n<p><strong><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-96720\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/uesc-3-300x200.jpeg\" alt=\"uesc 3\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/uesc-3-300x200.jpeg 300w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/uesc-3.jpeg 580w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/strong><\/p>\n<p>A pesquisadora vislumbra que, no futuro, os benef\u00edcios deste processo poder\u00e3o ajudar a recuperar \u00e1reas ambientais que sofreram com a contamina\u00e7\u00e3o de res\u00edduos. \u201cOs micro-organismos s\u00e3o os \u00fanicos capazes de fazer este tipo de degrada\u00e7\u00e3o. A gente s\u00f3 precisa estrutur\u00e1-los\u201d, disse.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da Fapesb, a pesquisa recebeu apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq), Refinaria Landulfo Alves e do Plano Nacional de Ci\u00eancia e Tecnologia do Setor Petr\u00f3leo e G\u00e1s Natural (CT \u2013 Petro).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os pesquisadores Jo\u00e3o Carlos Dias e Rachel Rezende, professores da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), h\u00e1 quase duas d\u00e9cadas desenvolvem um biorreator que possui potencial para degradar o \u00f3leo encontrado nas praias nordestinas e que come\u00e7a a chegar no Sudeste do Pa\u00eds. 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