{"id":93242,"date":"2019-08-07T13:00:49","date_gmt":"2019-08-07T16:00:49","guid":{"rendered":"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/?p=93242"},"modified":"2019-08-06T17:30:53","modified_gmt":"2019-08-06T20:30:53","slug":"pesquisa-da-ufsb-investiga-a-arquitetura-praieira-de-olivenca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/2019\/08\/07\/pesquisa-da-ufsb-investiga-a-arquitetura-praieira-de-olivenca\/","title":{"rendered":"Pesquisa da UFSB investiga a arquitetura  praieira de Oliven\u00e7a"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_93245\" style=\"width: 431px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-93245\" loading=\"lazy\" class=\" wp-image-93245\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/pesq-ufsb-3-1024x768.jpg\" alt=\"Cobertura de uma das casas estudada pela equipe em Oliven\u00e7a (Fotos: Acervo pessoal S\u00edlvia Kimo Costa) \" width=\"421\" height=\"315\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/pesq-ufsb-3.jpg 1024w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/pesq-ufsb-3-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 421px) 100vw, 421px\" \/><p id=\"caption-attachment-93245\" class=\"wp-caption-text\">Cobertura de uma das casas estudada pela equipe em Oliven\u00e7a (Fotos: Acervo pessoal S\u00edlvia Kimo Costa)<\/p><\/div>\n<p>Os processos e os materiais usados pela popula\u00e7\u00e3o da comunidade tradicional da\u00a0Aldeia Ind\u00edgena Itapo\u00e3 Tupinamb\u00e1, no distrito de Oliven\u00e7a, em Ilh\u00e9us para construir suas casas s\u00e3o o tema do projeto de pesquisa\u00a0Arquitetura vernacular de edifica\u00e7\u00f5es habitacionais como express\u00e3o ambiental e cultural no Litoral Sul do Estado da Bahia, Brasil, proposto e coordenado pela professora,\u00a0arquiteta e urbanista\u00a0S\u00edlvia Kimo Costa, vinculada ao Centro de Forma\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias Agroflorestais da Universidade Federal do Sul da Bahia- UFSB, no Campus Jorge Amado, em Itabuna.<\/p>\n<p>O assunto interessa devido \u00e0 pr\u00e1tica sustent\u00e1vel empregada nesse tipo de constru\u00e7\u00e3o, fonte potencial de solu\u00e7\u00f5es de baixo custo para problemas como o conforto t\u00e9rmico e a umidade, por exemplo. Interessa tamb\u00e9m pelo cen\u00e1rio de gradual substitui\u00e7\u00e3o dessas constru\u00e7\u00f5es pelas resid\u00eancias feitas com alvenaria, marcando mudan\u00e7as na cultura e no ambiente em que vivem as comunidades tradicionais.<\/p>\n<p>O projeto foi contemplado com bolsa de Inicia\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica (IC) pelo Programa de Inicia\u00e7\u00e3o \u00e0 Pesquisa, Cria\u00e7\u00e3o e Inova\u00e7\u00e3o (PIPCI), gerido pela Pr\u00f3-Reitoria de Pesquisa e P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o (PROPPG). A professora S\u00edlvia fala a respeito do trabalho desenvolvido pela equipe at\u00e9 o momento e explica a relev\u00e2ncia do assunto.<\/p>\n<p>De que trata a pesquisa?<\/p>\n<p><!--more--><br \/>\nA pesquisa aborda o processo construtivo de habita\u00e7\u00f5es vernaculares considerando aspectos ambientais e culturais em Comunidades Tradicionais no Litoral Sul da Bahia.<\/p>\n<p>As atividades foram organizadas em dois planos de trabalho. O PT1, iniciado no per\u00edodo 2016-2017, tratou da identifica\u00e7\u00e3o e an\u00e1lise descritiva do processo construtivo vernacular. A\u00a0discente Soraia Costa dos Santos, que\u00a0hoje\u00a0cursa o 2\u00ba Ciclo no Bacharelado em Medicina no CPF, foi a bolsista de Inicia\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica que colaborou nesse plano &#8211; que resultou em um primeiro artigo intitulado\u00a0Arquitetura Vernacular ou popular brasileira: conceitos, aspectos construtivos e identidade cultural local,\u00a0publicado na revista Arquitetura e Urbanismo da PUC Minas. J\u00e1 o\u00a0PT2, ainda em andamento, \u00e9 uma pesquisa-a\u00e7\u00e3o objetivando a melhoria de tal processo por meio da capacita\u00e7\u00e3o da comunidade quanto ao uso de tecnologias bioconstrutivas, que est\u00e1 sendo realizado com o apoio do engenheiro civil e discente da Especializa\u00e7\u00e3o em Engenharia Ambiental Urbana da UFSB, Leandro Ricardo dos Santos Souza. Integram a equipe a partir de 2018, al\u00e9m de Leandro, a discente\u00a0Calline Chaves de Jesus, bolsista de IC, que est\u00e1 encerrando as atividades de um Plano de Trabalho sobre avalia\u00e7\u00e3o preliminar do ciclo de vida de materiais que \u00e9 vinculada \u00e0 pesquisa, e a ge\u00f3grafa e discente do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Ensino e Rela\u00e7\u00f5es \u00c9tnico-raciais, Vanessa Rodrigues.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-93244\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/pesq-ufsb-2-300x225.jpg\" alt=\"pesq ufsb 2\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/pesq-ufsb-2-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/pesq-ufsb-2.jpg 1024w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>\u00a0 \u00a0Em termos conceituais, a Arquitetura Vernacular \u00e9 aquela cujo processo construtivo de edifica\u00e7\u00f5es envolve a extra\u00e7\u00e3o e utiliza\u00e7\u00e3o de materiais oriundos dos recursos naturais locais, assim como estrat\u00e9gias arquitet\u00f4nicas bioclim\u00e1ticas intuitivas. A constru\u00e7\u00e3o ocorre de maneira coletiva e o conhecimento \u201cdo construir vernaculamente\u201d \u00e9 passado de pai\/ m\u00e3e para filha\/ filho atrav\u00e9s das gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Por esse motivo, as caracter\u00edsticas de tal arquitetura dependem de e refletem condi\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas, clim\u00e1ticas e aspectos socioculturais e ambientais espec\u00edficos, tornando-a singular em diferentes partes do mundo. Em comunidades tradicionais brasileiras, como as aldeias ind\u00edgenas, o construir vernaculamente \u00e9 extremamente importante para a manuten\u00e7\u00e3o cultural da comunidade e envolve rituais de celebra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Considerando o exposto, o primeiro Plano de Trabalho (PT1) objetivou identificar, catalogar e analisar habita\u00e7\u00f5es vernaculares constru\u00eddas em comunidades tradicionais entre os munic\u00edpios de Itacar\u00e9 e Una, BA. Partiu-se da hip\u00f3tese de que o processo construtivo vernacular vem sendo substitu\u00eddo por tecnologias construtivas convencionais e materiais tais como: o concreto, argamassa \u00e0 base de cimento e tijolos cer\u00e2micos. A substitui\u00e7\u00e3o de um processo construtivo por outro n\u00e3o s\u00f3 interfere na preserva\u00e7\u00e3o do\u00a0habitus\u00a0cultural das comunidades tradicionais como tamb\u00e9m potencializa o impacto ambiental advindo da constru\u00e7\u00e3o civil.<\/p>\n<p>A Aldeia Ind\u00edgena Itapo\u00e3 Tupinamb\u00e1, localizada no Distrito de Oliven\u00e7a, Ilh\u00e9us, Bahia, foi escolhida para coleta das informa\u00e7\u00f5es por ser a comunidade tradicional que apresentou a maior quantidade de habita\u00e7\u00f5es identificadas como vernaculares na \u00e1rea de abrang\u00eancia da pesquisa. A tipologia construtiva predominante, na referida aldeia, \u00e9 a Arquitetura Vernacular Praieira, caracterizada pela estrutura em pau-a-pique com cobertura de pia\u00e7ava.<\/p>\n<p>Pontua-se que os principais resultados do referido Plano de Trabalho foram organizados no artigo\u00a0Sustentabilidade do processo construtivo habitacional vernacular na Aldeia Ind\u00edgena Itapo\u00e3 Tupinamb\u00e1 de Oliven\u00e7a, BA, Brasil, em pr\u00e9via da edi\u00e7\u00e3o da Revista Ibero-Americana de Ci\u00eancias Ambientais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Qual a contribui\u00e7\u00e3o dos resultados obtidos no plano de trabalho para o avan\u00e7o do projeto?<\/p>\n<p>O Plano de Trabalho (PT1) gerou uma an\u00e1lise descritiva do processo construtivo das habita\u00e7\u00f5es, possibilitando compreender sua import\u00e2ncia para a sustentabilidade ambiental local e a necessidade, n\u00e3o s\u00f3 do registro, mas tamb\u00e9m de sua preserva\u00e7\u00e3o, uma vez que, infelizmente, constatou-se que a hip\u00f3tese da pesquisa vem sendo corroborada e aos poucos as habita\u00e7\u00f5es est\u00e3o sendo reconstru\u00eddas com tecnologia e materiais convencionais.<\/p>\n<p>Nesse contexto, espera-se que as a\u00e7\u00f5es de capacita\u00e7\u00e3o da comunidade, previstas no Plano de Trabalho 2 (PT2), viabilizem a melhoria do processo construtivo das habita\u00e7\u00f5es por meio da introdu\u00e7\u00e3o de tecnologias da bioconstru\u00e7\u00e3o, contribuindo para reverter tal cen\u00e1rio.<\/p>\n<p>&nbsp;<br \/>\nComo foi feita a pesquisa?<\/p>\n<p>As atividades do PT1 ocorreram em tr\u00eas etapas:<\/p>\n<p>Etapa 1: Mapeamento das habita\u00e7\u00f5es vernaculares entre os munic\u00edpios de Itacar\u00e9 e Una, BA, atrav\u00e9s de viagens realizadas entre agosto de 2017 e fevereiro de 2018. Foram catalogadas cerca de 50 habita\u00e7\u00f5es coletivamente constru\u00eddas em Pau-a-Pique na Aldeia Ind\u00edgena Itapo\u00e3 Tupinamb\u00e1 de Oliven\u00e7a.<\/p>\n<p>Etapa 2: Di\u00e1rio de campo (esbo\u00e7os das habita\u00e7\u00f5es e relat\u00f3rio fotogr\u00e1fico) e an\u00e1lise das habita\u00e7\u00f5es, considerando: a) Posi\u00e7\u00e3o da habita\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 incid\u00eancia solar e dire\u00e7\u00e3o do vento; b) Design da planta da habita\u00e7\u00e3o; c) Tamanho e loca\u00e7\u00e3o de janelas e portas permitindo ventila\u00e7\u00e3o cruzada; d) Materiais de constru\u00e7\u00e3o utilizados visando melhor desempenho t\u00e9rmico com baixo teor energ\u00e9tico agregado; e) Tipo de estrutura do telhado e cobertura; f) Jardins, arbustos e \u00e1rvores pr\u00f3ximas \u00e0s habita\u00e7\u00f5es para promover sombreamento e modera\u00e7\u00e3o do microclima.<\/p>\n<p>Etapa 3: Entrevista semiestruturada com grupo focal constitu\u00eddo pelos construtores anci\u00e3os da aldeia, que s\u00e3o os respons\u00e1veis por transmitir o conhecimento acerca do processo construtivo vernacular das habita\u00e7\u00f5es para as novas gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-medium wp-image-93243\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/pesq-ufsb-1-300x225.jpg\" alt=\"pesq ufsb 1\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/pesq-ufsb-1-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/pesq-ufsb-1.jpg 1024w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>Qual a import\u00e2ncia da pesquisa?<\/p>\n<p>Contribuir para a preserva\u00e7\u00e3o cultural e ambiental do processo construtivo vernacular das habita\u00e7\u00f5es em comunidades tradicionais que se encontram na \u00e1rea de abrang\u00eancia da pesquisa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O que os resultados indicam\/informam?<\/p>\n<p>Os resultados permitiram concluir que o sentido de comunidade e compromisso com a preserva\u00e7\u00e3o do Meio Ambiente e cultura local perpassa por todo processo de planejamento e constru\u00e7\u00e3o das habita\u00e7\u00f5es. Esse processo envolve solidariedade comunit\u00e1ria, rituais de celebra\u00e7\u00e3o, compartilhamento de conhecimento atrav\u00e9s das gera\u00e7\u00f5es e o estabelecimento de uma conex\u00e3o cont\u00ednua com a Natureza.<\/p>\n<p>Nesse sentido, a introdu\u00e7\u00e3o de tecnologias convencionais de constru\u00e7\u00e3o civil altera\u00a0a participa\u00e7\u00e3o da comunidade como um todo, porque s\u00e3o poucos os mais qualificados para trabalhar com o processo construtivo em alvenaria de blocos cer\u00e2micos e argamassa de cimento e areia.\u00a0A constru\u00e7\u00e3o com materiais naturais envolve toda a comunidade, desde a extra\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria prima \u00e0 constru\u00e7\u00e3o da edifica\u00e7\u00e3o (confec\u00e7\u00e3o da estrutura, paredes e cobertura).\u00a0Esse processo \u00e9 inviabilizado quando se utilizam materiais convencionais. Geralmente tijolos cer\u00e2micos, sacos de cimento e areia\u00a0s\u00e3o adquiridos por meio da compra e entregues na aldeia, onde ficam empilhados pr\u00f3ximos \u00e0s habita\u00e7\u00f5es constru\u00eddas de maneira vernacular, que ser\u00e3o desmontadas para serem reconstru\u00eddas com os materiais convencionais. O desmonte da habita\u00e7\u00e3o \u00e9 de responsabilidade do morador, assim como a reconstru\u00e7\u00e3o da mesma.<\/p>\n<p>Os impactos ambientais ocorrem quando os materiais naturais s\u00e3o substitu\u00eddos por materiais cujo ciclo de vida por si s\u00f3 causa impacto ambiental, como \u00e9 o caso do tijolo cer\u00e2mico e do cimento, que possuem alta pegada de carbono. Al\u00e9m disso, o conforto higrot\u00e9rmico das habita\u00e7\u00f5es (conforto ambiental) torna-se ineficiente do ponto de vista energ\u00e9tico, pois os materiais convencionais tornam os ambientes ainda mais quentes, n\u00e3o sendo poss\u00edvel moderar o microclima apenas com a ventila\u00e7\u00e3o cruzada por meio das portas e janelas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Equipe respons\u00e1vel pela pesquisa<\/p>\n<p>Coordena\u00e7\u00e3o: Professora Dr\u00aa Silvia Kimo Costa &#8211; arquiteta e urbanista lotada no Centro de Forma\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias Agroflorestais (CFCAf &#8211; CJA)<\/p>\n<p>Leandro Ricardo dos Santos Souza &#8211;\u00a0Eng. Civil e discente do curso de especializa\u00e7\u00e3o em Engenharia Ambiental Urbana da UFSB<\/p>\n<p>Vanessa Rodrigues\u00a0 &#8211; Ge\u00f3grafa e discente do Mestrado Profissional em Ensino e Rela\u00e7\u00f5es \u00c9tnico-raciais (CJA-UFSB)<\/p>\n<p>Soraia Costa dos Santos &#8211; discente do Bacharelado em Medicina (CPF\/UFSB)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os processos e os materiais usados pela popula\u00e7\u00e3o da comunidade tradicional da\u00a0Aldeia Ind\u00edgena Itapo\u00e3 Tupinamb\u00e1, no distrito de Oliven\u00e7a, em Ilh\u00e9us para construir suas casas s\u00e3o o tema do projeto de pesquisa\u00a0Arquitetura vernacular de edifica\u00e7\u00f5es habitacionais como express\u00e3o ambiental e cultural no Litoral Sul do Estado da Bahia, Brasil, proposto e coordenado pela professora,\u00a0arquiteta e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[1],"tags":[25122,25121,218,766,339,10264],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/93242"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=93242"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/93242\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":93246,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/93242\/revisions\/93246"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=93242"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=93242"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=93242"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}