{"id":88401,"date":"2019-03-29T16:30:34","date_gmt":"2019-03-29T19:30:34","guid":{"rendered":"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/?p=88401"},"modified":"2019-03-29T10:16:28","modified_gmt":"2019-03-29T13:16:28","slug":"financas-da-bahia-estao-em-boa-situacao-diz-estudo-divulgado-pelo-valor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/2019\/03\/29\/financas-da-bahia-estao-em-boa-situacao-diz-estudo-divulgado-pelo-valor\/","title":{"rendered":"Finan\u00e7as da Bahia est\u00e3o em boa  situa\u00e7\u00e3o, diz estudo divulgado pelo Valor"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-medium wp-image-88403\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/finan\u00e7as-300x154.jpg\" alt=\"finan\u00e7as\" width=\"300\" height=\"154\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/finan\u00e7as-300x154.jpg 300w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/finan\u00e7as.jpg 700w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>Levantamento sobre a capacidade financeira dos Estados divulgado pelo jornal Valor Econ\u00f4mico classifica como boa a situa\u00e7\u00e3o da Bahia, que obteve 276 pontos, apenas 12 abaixo da pontua\u00e7\u00e3o m\u00e1xima registrada no ranking elaborado sob a coordena\u00e7\u00e3o do economista Paulo Rabello de Castro. O estudo considerou dez indicadores para montar o ranking de sa\u00fade financeira dos Estados.<\/p>\n<p>Oito governos estaduais aparecem no topo, que \u00e9 liderado por Paran\u00e1 e Par\u00e1, seguidos por Distrito Federal, Cear\u00e1, Bahia, Esp\u00edrito Santo, Amazonas e Santa Catarina. Entre os maiores estados do pa\u00eds, S\u00e3o Paulo ficou bem abaixo na escala, com 198 pontos, e teve o perfil classificado como razo\u00e1vel. Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais obtiveram classifica\u00e7\u00e3o ruim, respectivamente com 143, 131 e 128 pontos. Roraima, com 81 pontos, foi o \u00fanico a apresentar situa\u00e7\u00e3o considerada p\u00e9ssima.<\/p>\n<p>O estudo aferiu ainda a propor\u00e7\u00e3o entre a receita dispon\u00edvel e a receita corrente l\u00edquida, e a Bahia, com 83%, alcan\u00e7ou 22 pontos, cinco abaixo do m\u00e1ximo registrado. Neste quesito, S\u00e3o Paulo fez apenas oito pontos, figurando entre os estados em pior situa\u00e7\u00e3o. Rio Grande do Sul, com tr\u00eas pontos, Rio de Janeiro, com dois, e Minas Gerais, com apenas um, ocuparam os tr\u00eas \u00faltimos lugares neste segundo ranking, liderado pelo Distrito Federal.<\/p>\n<p>\u201cDizer que todos os estados est\u00e3o quebrados \u00e9 uma simplifica\u00e7\u00e3o perigosa e at\u00e9 danosa para a an\u00e1lise da situa\u00e7\u00e3o fiscal brasileira. Fica parecendo que s\u00e3o todos farinha do mesmo saco\u201d, afirma Paulo Rabello de Castro na reportagem do Valor, publicada na edi\u00e7\u00e3o que circulou s\u00e1bado (23), domingo (24) e segunda-feira (25).<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Modelo de gest\u00e3o<\/p>\n<p>Em conson\u00e2ncia com o estudo divulgado pelo Valor, na \u00faltima ter\u00e7a-feira (26), o secret\u00e1rio da Fazenda da Bahia, Manoel Vit\u00f3rio, demonstrou em audi\u00eancia p\u00fablica na Assembleia Legislativa do Estado (Alba) que as contas do Estado encerraram o ano de 2018 em equil\u00edbrio fiscal gra\u00e7as ao bom desempenho da arrecada\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria e ao controle dos gastos. A Bahia, de acordo com o secret\u00e1rio, consolidou o seu modelo de gest\u00e3o ao investir R$ 2,6 bilh\u00f5es no ano de 2018, alcan\u00e7ando R$ 10,3 bilh\u00f5es no per\u00edodo 2015-2018 e mantendo-se entre os l\u00edderes nacionais no setor. Permaneceu ainda entre os poucos estados a pagar os sal\u00e1rios rigorosamente em dia e seguiu com uma das d\u00edvidas mais baixas do pa\u00eds.<\/p>\n<p>\u201cO dinheiro economizado e os ganhos de arrecada\u00e7\u00e3o ajudaram a preservar o equil\u00edbrio das contas e a ampliar os investimentos p\u00fablicos, consolidando o modelo de gest\u00e3o implementado sob a lideran\u00e7a do governador Rui Costa, que busca conciliar a sa\u00fade financeira setor p\u00fablico com a preserva\u00e7\u00e3o de sua capacidade de atuar pelo desenvolvimento da Bahia e pelo atendimento de suas hist\u00f3ricas demandas sociais\u201d, afirmou Vit\u00f3rio.<\/p>\n<p>Um indicador importante quanto ao equil\u00edbrio fiscal do Estado, de acordo com o secret\u00e1rio Manoel Vit\u00f3rio, \u00e9 a d\u00edvida p\u00fablica, que permanece entre as mais baixas do pa\u00eds: a rela\u00e7\u00e3o d\u00edvida consolidada l\u00edquida \/ receita corrente l\u00edquida encerrou 2018 em 64%, a despeito da forte alta do d\u00f3lar ocorrida a partir de 2017. Este n\u00famero situa o governo baiano em patamar confort\u00e1vel com rela\u00e7\u00e3o aos par\u00e2metros da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), segundo a qual a d\u00edvida de um Estado n\u00e3o pode ultrapassar o limite de duas vezes a sua receita. A situa\u00e7\u00e3o do governo baiano contrasta com a dos maiores estados do pa\u00eds, que t\u00eam d\u00edvidas muito mais elevadas: Rio de Janeiro (262%) e Rio Grande do Sul (223%) j\u00e1 ultrapassaram o teto estabelecido pela LRF, enquanto Minas Gerais (189%) e S\u00e3o Paulo (174%) est\u00e3o pr\u00f3ximos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Levantamento sobre a capacidade financeira dos Estados divulgado pelo jornal Valor Econ\u00f4mico classifica como boa a situa\u00e7\u00e3o da Bahia, que obteve 276 pontos, apenas 12 abaixo da pontua\u00e7\u00e3o m\u00e1xima registrada no ranking elaborado sob a coordena\u00e7\u00e3o do economista Paulo Rabello de Castro. 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