{"id":87794,"date":"2019-03-16T07:30:22","date_gmt":"2019-03-16T10:30:22","guid":{"rendered":"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/?p=87794"},"modified":"2019-03-14T11:47:54","modified_gmt":"2019-03-14T14:47:54","slug":"quando-as-mascaras-caem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/2019\/03\/16\/quando-as-mascaras-caem\/","title":{"rendered":"Quando as m\u00e1scaras caem"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><strong>Eulina Lavigne<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignright  wp-image-73321\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/eulina-lavigne1-230x300.jpg\" alt=\"eulina lavigne\" width=\"169\" height=\"220\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/eulina-lavigne1-230x300.jpg 230w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/eulina-lavigne1.jpg 616w\" sizes=\"(max-width: 169px) 100vw, 169px\" \/>Tomemos a vida como um grande teatro, onde encontramos diversos personagens conforme a trama vivida.<\/p>\n<p>E eis que convidados a assumirmos o nosso papel na vida, escolhemos a melhor m\u00e1scara que nos cabe, pois afinal de contas, na grande maioria dos casos, assumirmos quem somos nos gera uma s\u00e9rie de cren\u00e7as distorcidas como: \u201cserei abandonado\u201d, \u201cn\u00e3o serei aceito\u201d, \u201cn\u00e3o serei amado\u201d, \u201cn\u00e3o serei quem sou, pois, o pre\u00e7o a pagar \u00e9 muito alto e n\u00e3o estou disposto a abrir m\u00e3o disso ou daquilo\u201d. Tudo isto de forma bem inconsciente.<\/p>\n<p>Uns acreditam que o amor \u00e9 a melhor m\u00e1scara, outros o poder, outros a serenidade, e a diversidade \u00e9 imensa.<\/p>\n<p>O amor \u00e9, muitas vezes, a melhor forma de resolvermos os problemas que nos afligem e a submiss\u00e3o tamb\u00e9m. Nos tornamos meigos, obedientes, bonzinhos para sermos amados e cedemos aos desejos dos outros para termos os nossos desejos atendidos. Um jogo bastante interessante e quando descoberto \u00e9 preenchido pela vitimiza\u00e7\u00e3o tipo: eu fa\u00e7o tudo por voc\u00ea! eu abro m\u00e3o das minhas coisas para fazer as suas. Eu n\u00e3o mere\u00e7o isto.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft  wp-image-87796\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/mascaras-253x300.jpg\" alt=\"mascaras\" width=\"219\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/mascaras-253x300.jpg 253w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/mascaras-862x1024.jpg 862w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/mascaras.jpg 884w\" sizes=\"(max-width: 219px) 100vw, 219px\" \/>Por traz da m\u00e1scara do amor, est\u00e1 o orgulho, a vergonha, a agressividade e a raiva tamb\u00e9m \u00e9 encontrada.<\/p>\n<p>Quando a m\u00e1scara do amor n\u00e3o nos conv\u00e9m, usamos a do poder. Pois com ela acreditamos que somos respeitados pela posi\u00e7\u00e3o que ocupamos, nos sentimos independentes (balela), autosuficientes, \u201cdonos do nosso nariz\u201d.<\/p>\n<p>Com ela nos despreocupamos se fulano \u00e9 bom ou \u00e9 ruim, mas se nos sentimos queridos e idolatrados j\u00e1 \u00e9 o suficiente.<\/p>\n<p>Se nem a m\u00e1scara do amor e nem a do poder nos cabe, resta a da serenidade, que alguns podem cham\u00e1-la de espiritualidade. Com ela acreditamos que encontramos a paz, que devemos a todos amar e que nada neste mundo nos afetar\u00e1. At\u00e9 que&#8230;..<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Vem a \u00f3bito o neto de um ex-presidente e \u00e9 o suficiente para as redes sociais derrubarem todas as m\u00e1scaras. Ofensas e desrespeitos, desqualifica\u00e7\u00f5es de todos os tipos vem \u00e0 tona, revelando o quanto esta m\u00e1scara pesa sobre o nosso ser. Quanto orgulho e hipocrisia ela encobre.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Com a maturidade aprendemos que as m\u00e1scaras est\u00e3o a\u00ed para serem postas quando acharmos conveniente e que sejam postas de forma consciente.<\/p>\n<p>Penso ser desta forma que podemos ir aos poucos retirando cada uma delas e nos revelando de forma mais humana.<\/p>\n<p>Com a maturidade aprendemos que nos cabem todas as m\u00e1scaras, pois todos esses sentimentos, da raiva, do amor, da impaci\u00eancia, do medo, do orgulho, da hipocrisia fazem parte da nossa ess\u00eancia.<\/p>\n<p>Faz parte da nossa constitui\u00e7\u00e3o um c\u00e9rebro reptiliano, l\u00edmbico, o neocortex, e o c\u00e9rebro pr\u00e9-frontal que permitem-nos acessar os nossos instintos, as emo\u00e7\u00f5es, nosso livre pensar e o divino que existe em n\u00f3s.<\/p>\n<p>A diferen\u00e7a \u00e9 que, cada vez que vamos descobrindo os nossos aspectos sombrios, podemos de forma consciente trabalhar todos esses aspectos. Sem negar. Olhando para cada sentimento que nos toma e compreender o que de fato revela.<\/p>\n<p>Precisamos do autoconhecimento. Somos Humanos! \u00c0s vezes amorosos, \u00e0s vezes poderosos, \u00e0s vezes serenos, \u00e0s vezes impacientes, \u00e0s vezes com raiva. Assim somos n\u00f3s.<\/p>\n<p>Precisamos nos defender quando realmente formos amea\u00e7ados de morte. Amar se eximindo de julgamentos. Desenvolver, cada vez mais, a nossa capacidade de refletir, compreender as coisas e ir acessando o divino que existe em n\u00f3s.<\/p>\n<p>Aprendi tamb\u00e9m que nem todos n\u00f3s podemos variar de m\u00e1scara. Congelamos com uma s\u00f3, pois, tirar a m\u00e1scara \u00e9 como se tirar a bengala de um idoso. Insustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>Sejamos conscientes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eulina Lavigne &nbsp; Tomemos a vida como um grande teatro, onde encontramos diversos personagens conforme a trama vivida. E eis que convidados a assumirmos o nosso papel na vida, escolhemos a melhor m\u00e1scara que nos cabe, pois afinal de contas, na grande maioria dos casos, assumirmos quem somos nos gera uma s\u00e9rie de cren\u00e7as distorcidas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[1],"tags":[20807,20597,23872],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/87794"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=87794"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/87794\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":87798,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/87794\/revisions\/87798"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=87794"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=87794"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=87794"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}