{"id":83757,"date":"2018-11-24T08:19:38","date_gmt":"2018-11-24T11:19:38","guid":{"rendered":"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/?p=83757"},"modified":"2018-11-26T08:23:10","modified_gmt":"2018-11-26T11:23:10","slug":"a-morte-uma-grande-aventura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/2018\/11\/24\/a-morte-uma-grande-aventura\/","title":{"rendered":"A morte: uma grande aventura"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Eulina Lavigne<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-thumbnail wp-image-73856\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/eulina-lavigne-150x150.jpg\" alt=\"eulina lavigne\" width=\"150\" height=\"150\" \/>Este \u00e9 o t\u00edtulo do livro compilado por dois estudantes, dos Escritos de Alice Bailey e o mestre Tibetano, Djwhal Khul, que nos convida a assim pensar sobre a morte.<\/p>\n<p>Embora a morte, por enquanto, seja a \u00fanica certeza que temos na vida, o livro nos instiga a pensar a morte como algo que n\u00e3o pode ser evitado, e que \u00e9 o Portador de Mudan\u00e7as. Sendo assim podemos tornar o processo da morte uma parte planejada da totalidade do prop\u00f3sito inteiro de nossa vida.<\/p>\n<p>Segundo eles se assim pensarmos podemos ver a vida com um colorido diferente e com mais leveza.<\/p>\n<p>Para mim esta reflex\u00e3o faz bastante sentido, na medida em que sabendo da nossa imortalidade podemos projetar, programar a nossa vida e esta transi\u00e7\u00e3o como se fossemos para uma aventura sem nada nas m\u00e3os e com a bagagem de experi\u00eancias que a vida nos proporcionou. Neste momento vamos de m\u00e3os vazias e, se espera, com a consci\u00eancia um pouco mais ampliada do que chegamos.<\/p>\n<p>Ao longo da nossa vida, morremos um pouco a cada pensamento novo, a cada mudan\u00e7a de casa, ou de escola, ou de v\u00e1rias ren\u00fancias que fazemos em nossa trajet\u00f3ria.\u00a0 Vamos, aos poucos, vivenciando ren\u00fancias para a chegada da ren\u00fancia maior.\u00a0 A escolha de nos prepararmos para essa grande aventura \u00e9 nossa.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-83761\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/morte1-300x169.jpg\" alt=\"morte\" width=\"300\" height=\"169\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/morte1-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/morte1-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/morte1.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>Podemos sofrer por antecipa\u00e7\u00e3o, quando deixamos de viver o presente na ansiedade de viver o futuro para correr o suficiente para n\u00e3o morrer logo. E terminamos morrendo, e muitas vezes, antes do tempo. Que complica\u00e7\u00e3o!<\/p>\n<p>Isto me lembra uma hist\u00f3ria que li sobre duas lagartas amigas. Um dia, durante as f\u00e9rias, se despediram uma da outra e foram visitar a fam\u00edlia. At\u00e9 chegarem na casa dos seus familiares foi uma longa trajet\u00f3ria a ponto do processo de transforma\u00e7\u00e3o em borboleta se iniciar. Uma das lagartas apressou o seu passo para chegar logo a casa da fam\u00edlia para contar a novidade. O seu corpo estava se transformando, n\u00e3o sabia em que ainda, mais que aquilo deveria ser bastante interessante. Ela contava tudo isto para a fam\u00edlia com muita alegria e desejosa que tudo terminasse logo para ver o resultado. Do resultado j\u00e1 sabemos. A lagarta transformou-se numa linda borboleta azul.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>J\u00e1 a segunda lagarta caminhava com tristeza e peso e ao chegar em casa comentou com os seus pais o quanto estava preocupada com aquilo que estava lhe fazendo mal. Os pais, mais que depressa, levaram a lagarta para arrancar os caro\u00e7os que a incomodavam.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>De volta da casa dos pais, ela encontra uma borboleta serelepe a voar que alegremente conta o que lhe aconteceu. Era a sua amiga que a fez entender que os caro\u00e7os de que se queixava eram as asas que iria receber para se libertar do casulo em que se encontrava. Resultado, a amiga ficou muito doente e se despediu da borboleta que criou asas para voar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Muitas vezes fazemos isto na vida. Ficamos presos aos problemas, sem perceber que o que estamos vivenciando pode ser a solu\u00e7\u00e3o ou o impulso para nos libertarmos de padr\u00f5es preconcebidos. Muitas das nossas doen\u00e7as nos chamam para uma escuta agu\u00e7ada do nosso corpo que se queixa de algo que n\u00e3o pode sustentar mais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>E assim paramos de viver.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Lembro do conselho dos Tit\u00e3s: Quem espera que a vida, seja feita de ilus\u00e3o, pode at\u00e9 ficar maluco ou morrer na solid\u00e3o. \u00c9 preciso ter cuidado pra mais tarde n\u00e3o sofrer. \u00c9 preciso saber viver! &#8230;se o bem e o mal existem voc\u00ea pode escolher. \u00c9 preciso saber viver&#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>E sem ter medo de ser feliz!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Eulina Lavigne Este \u00e9 o t\u00edtulo do livro compilado por dois estudantes, dos Escritos de Alice Bailey e o mestre Tibetano, Djwhal Khul, que nos convida a assim pensar sobre a morte. 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