{"id":77959,"date":"2018-06-20T15:06:05","date_gmt":"2018-06-20T18:06:05","guid":{"rendered":"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/?p=77959"},"modified":"2018-06-20T15:06:52","modified_gmt":"2018-06-20T18:06:52","slug":"aguardente-e-produzida-na-bahia-com-descarte-100-limpo-do-mel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/2018\/06\/20\/aguardente-e-produzida-na-bahia-com-descarte-100-limpo-do-mel\/","title":{"rendered":"Aguardente \u00e9 produzida na Bahia com descarte 100% limpo do mel"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-77960\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/mel1.jpg\" alt=\"mel\" width=\"484\" height=\"295\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/mel1.jpg 500w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/mel1-300x183.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 484px) 100vw, 484px\" \/><\/p>\n<p>Da preocupa\u00e7\u00e3o com o descarte respons\u00e1vel da produ\u00e7\u00e3o de mel, surgiu em Barra do Cho\u00e7a, no Centro-Sul baiano, o \u00e1lcool etil\u00edco e a aguardente de mel. Realizada por meio de um financiamento da Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), entre 2011 e 2014, voltada para projetos de pesquisas inovadores de empresas privadas, a pesquisa foi realizada pelo apicultor Luiz Jordans, da Apis Jordans, produtora de extrato de pr\u00f3polis que, atualmente, se prepara para comercializar a bebida.<\/p>\n<p>\u201cO extrato de pr\u00f3polis usa como diluente um \u00e1lcool de cereais, ent\u00e3o veio a ideia de produzir o pr\u00f3prio \u00e1lcool e que ele servisse como nosso pr\u00f3prio solvente. Na execu\u00e7\u00e3o do projeto, veio a separa\u00e7\u00e3o: uma parte da destila\u00e7\u00e3o sai realmente com teor de \u00e1lcool e uma parte saiu como aguardente. A pesquisa teve um resultado desdobrado, n\u00f3s quer\u00edamos um produto e conseguimos dois\u201d, explica Jordans. \u201cN\u00f3s fazemos uma comercializa\u00e7\u00e3o de forma artesanal. Estamos fazendo a parte final de desmembramento de uma parte da nossa instala\u00e7\u00e3o f\u00edsica, separando da parte de inspe\u00e7\u00e3o federal e adequando para entrar no setor de bebidas do pr\u00f3prio Minist\u00e9rio da Agricultura\u201d, complementa.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Coordenador da Diretoria de Inova\u00e7\u00e3o da Fapesb, Alzir Mahl conta que esta linha de financiamento existe desde 2007. \u201cA ideia \u00e9 que, ao financiarmos esses projetos, as empresas melhorem a sua produtividade e competitividade, ou seja, tenham uma melhoria de sua receita e com isso o estado tamb\u00e9m saia ganhando com o desenvolvimento socioecon\u00f4mico. Sempre incentivamos tamb\u00e9m a gera\u00e7\u00e3o de novos empregos, produtos, processos ou servi\u00e7os e com isso h\u00e1 um ciclo de ganhos para o empreendedor, o Governo do Estado e toda a Bahia\u201d, contou Mahl.<\/p>\n<p>Terceiro produto<\/p>\n<p>O descarte do mel deu origem ao \u00e1lcool e a aguardente, mas ainda houve um descarte dessa produ\u00e7\u00e3o que continuou incomodando Jordans. Um terceiro produto surgiu da perda: o etanol. \u201cEsse \u00faltimo descarte \u00e9 um destilado contaminado com metais pesados, metanol. Ele serviu como combust\u00edvel. Ent\u00e3o, todo o descarte est\u00e1 sendo utilizado\u201d, disse Jordans que consegue abastecer um dos ve\u00edculos da empresa com este produto, resultando em uma produ\u00e7\u00e3o de mel 100% limpa. \u201cFinanceiramente n\u00e3o \u00e9 rent\u00e1vel, mas n\u00f3s n\u00e3o descartamos nada no meio ambiente. Para mim, teve um efeito muito satisfat\u00f3rio do ponto de vista ambiental, mais do que econ\u00f4mico\u201d, finaliza.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Da preocupa\u00e7\u00e3o com o descarte respons\u00e1vel da produ\u00e7\u00e3o de mel, surgiu em Barra do Cho\u00e7a, no Centro-Sul baiano, o \u00e1lcool etil\u00edco e a aguardente de mel. 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