{"id":68250,"date":"2017-10-17T17:00:48","date_gmt":"2017-10-17T20:00:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/?p=68250"},"modified":"2017-10-17T14:38:47","modified_gmt":"2017-10-17T17:38:47","slug":"com-r-148-bilhao-em-investimentos-bahia-mantem-segundo-lugar-no-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/2017\/10\/17\/com-r-148-bilhao-em-investimentos-bahia-mantem-segundo-lugar-no-pais\/","title":{"rendered":"Com R$ 1,48 bilh\u00e3o em investimentos, Bahia mant\u00e9m segundo lugar no pa\u00eds"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-medium wp-image-68251\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/sefaz-300x225.jpg\" alt=\"sefaz\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/sefaz-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/sefaz.jpg 1024w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>A Bahia investiu R$ 1,48 bilh\u00e3o entre janeiro e agosto, mantendo-se em segundo lugar no pa\u00eds neste quesito, atr\u00e1s apenas de S\u00e3o Paulo. Ao apresentar o balan\u00e7o na audi\u00eancia p\u00fablica de avalia\u00e7\u00e3o das metas fiscais do governo baiano, nesta ter\u00e7a-feira (17), na Assembleia Legislativa, o secret\u00e1rio da Fazenda do Estado, Manoel Vit\u00f3rio, destacou que em termos proporcionais as despesas do setor p\u00fablico na Bahia com obras e a\u00e7\u00f5es que beneficiam diretamente a popula\u00e7\u00e3o tornam-se mais significativas, j\u00e1 que S\u00e3o Paulo, com um or\u00e7amento bem maior, investiu pouco mais que o dobro no mesmo per\u00edodo: R$ 3,5 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>De acordo com o secret\u00e1rio, o investimento baiano ficou acima daquele registrado pelas demais grandes economias do pa\u00eds, como Paran\u00e1 (R$ 844,6 milh\u00f5es), Minas Gerais (R$ 625,9 milh\u00f5es), Rio Grande do Sul (R$ 312,5 milh\u00f5es) e Rio de Janeiro (R$ 248,5 milh\u00f5es). No Nordeste, o Cear\u00e1 investiu no per\u00edodo R$ 1,041 bilh\u00e3o e Pernambuco chegou a R$ 564,6 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>\u201cA Bahia, sob a lideran\u00e7a do governador Rui Costa, conseguiu manter volume expressivo de investimentos, com recursos majoritariamente pr\u00f3prios a despeito da crise econ\u00f4mica, gra\u00e7as ao equil\u00edbrio fiscal que vem sendo preservado com muito esfor\u00e7o\u201d, destacou Manoel Vit\u00f3rio. \u201cO equil\u00edbrio nas contas, al\u00e9m disso, \u00e9 que possibilita ao Estado continuar pagando rigorosamente em dia os sal\u00e1rios dos servidores, honrando os compromissos com fornecedores e mantendo a d\u00edvida sob controle. Temos que continuar em alerta e trabalhando, pois o momento ainda inspira cuidados\u201d, observou.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Empr\u00e9stimo do Banco do Brasil<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio lamentou as dificuldades enfrentadas pela Bahia para a capta\u00e7\u00e3o de recursos via opera\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito, ainda que o governo baiano esteja em dia com todos os requisitos legais para fazer jus a esses financiamentos. O maior exemplo \u00e9 o empr\u00e9stimo de R$ 600 milh\u00f5es junto ao Banco do Brasil: \u201cmesmo com o contrato j\u00e1 assinado, ou seja, com todas as etapas legais j\u00e1 cumpridas, o desembolso ainda n\u00e3o aconteceu, o que \u00e9 absolutamente at\u00edpico\u201d, afirmou o secret\u00e1rio.<\/p>\n<p>S\u00e3o exemplos de investimentos do Estado as obras de expans\u00e3o do metr\u00f4 de Salvador, que completou 29 quil\u00f4metros de extens\u00e3o ao chegar, no \u00faltimo m\u00eas de setembro, at\u00e9 a esta\u00e7\u00e3o Mussurunga, as vias estruturantes como as avenidas 29 de mar\u00e7o e Gal Costa, os novos hospitais regionais da Chapada e do Cacau, a rede de policl\u00ednicas no interior, a constru\u00e7\u00e3o e a recupera\u00e7\u00e3o de estradas, a constru\u00e7\u00e3o de barragens e outras obras de seguran\u00e7a h\u00eddrica, a constru\u00e7\u00e3o e a recupera\u00e7\u00e3o de escolas.<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o ao bom perfil de endividamento da Bahia, Manoel Vit\u00f3rio demonstrou que a rela\u00e7\u00e3o entre D\u00edvida Consolidada L\u00edquida (DCL) e Receita Corrente L\u00edquida (RCL), continua melhorando. No final de 2016, essa rela\u00e7\u00e3o era de 0,56, passou para 0,51 no primeiro quadrimestre e agora recuou para 0,49. A Bahia segue, assim, com um perfil bem mais ajustado que o dos grandes estados brasileiros. As d\u00edvidas de Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro representam acima de duas vezes a receita, ultrapassando o limite fixado na legisla\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo e Minas Gerais est\u00e3o pr\u00f3ximos deste limite.<\/p>\n<p>Receitas<\/p>\n<p>As receitas da Bahia ao final do segundo quadrimestre totalizaram R$ 29,01 bilh\u00f5es, apresentando varia\u00e7\u00e3o positiva de 8,73%. Montante mais significativo do grupo de receitas, aquelas oriundas da arrecada\u00e7\u00e3o de tributos atingiram o patamar de R$ 14,22 bilh\u00f5es, com um incremento de 6,7% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado. \u201cO crescimento foi um pouco acima da infla\u00e7\u00e3o, o que mostra o quanto o esfor\u00e7o na arrecada\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria foi fundamental para a preserva\u00e7\u00e3o do equil\u00edbrio fiscal, tendo em vista que esta \u00e9 a principal fonte de receitas do Estado\u201d, ressaltou o secret\u00e1rio Manoel Vit\u00f3rio.<\/p>\n<p>As transfer\u00eancias correntes, frutos dos repasses da Uni\u00e3o, cresceram menos que as receitas tribut\u00e1rias, com varia\u00e7\u00e3o de 6,1%. O secret\u00e1rio lembrou, a respeito desta importante fonte de recursos, que nos anos anteriores o Estado acumulou preju\u00edzos com a queda expressiva nas transfer\u00eancias do governo federal, atenuada apenas, no final de 2016, com as receitas extraordin\u00e1rias acrescentadas ao Fundo de Participa\u00e7\u00e3o dos Estados (FPE) em decorr\u00eancia da repatria\u00e7\u00e3o de recursos do exterior.<\/p>\n<p>Despesas sob controle<br \/>\nAs despesas realizadas at\u00e9 o 2\u00ba quadrimestre totalizaram R$ 28,21 bilh\u00f5es, ou 56,95% do valor or\u00e7ado. Em valores nominais, houve um aumento de 7,3%, comparando-se com o mesmo per\u00edodo do ano anterior. Este item \u00e9 composto pelas despesas correntes, que inclui, por exemplo, gastos com pessoal e encargos sociais, e pelas de capital, incluindo a amortiza\u00e7\u00e3o da d\u00edvida. As despesas com pessoal somaram R$ 12,61 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>As despesas com sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o ficaram, no segundo quadrimestre, acima dos patamares estabelecidos pela legisla\u00e7\u00e3o. At\u00e9 agosto, as despesas com Manuten\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento do Ensino totalizaram R$ 4,33 bilh\u00f5es, o equivalente a 25,48% da receita, patamar que ficou acima dos 25% prescritos pela Constitui\u00e7\u00e3o Federal para este tipo de gasto.<\/p>\n<p>Na \u00e1rea de sa\u00fade, o Estado gastou R$ 2,09 bilh\u00f5es entre os meses no per\u00edodo de janeiro a agosto, alcan\u00e7ando 12,33% da receita, \u00edndice tamb\u00e9m acima dos 12% estabelecido pela Lei Complementar n\u00ba 141\/2012.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Bahia investiu R$ 1,48 bilh\u00e3o entre janeiro e agosto, mantendo-se em segundo lugar no pa\u00eds neste quesito, atr\u00e1s apenas de S\u00e3o Paulo. 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