{"id":60237,"date":"2017-03-15T16:01:32","date_gmt":"2017-03-15T19:01:32","guid":{"rendered":"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/?p=60237"},"modified":"2017-03-15T15:40:44","modified_gmt":"2017-03-15T18:40:44","slug":"estudo-de-professor-do-icb-pode-abrir-caminho-para-cultivo-em-laboratorio-de-celulas-tronco-hematopoieticas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/2017\/03\/15\/estudo-de-professor-do-icb-pode-abrir-caminho-para-cultivo-em-laboratorio-de-celulas-tronco-hematopoieticas\/","title":{"rendered":"Estudo de professor do ICB pode abrir caminho para cultivo em laborat\u00f3rio de c\u00e9lulas-tronco hematopoi\u00e9ticas"},"content":{"rendered":"<p class=\"primeiroparagrafo\" style=\"line-height: 12.0pt; background: white;\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-60243\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/alexander-1024x682.jpg\" alt=\"alexander\" width=\"464\" height=\"309\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/alexander-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/alexander-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/alexander.jpg 1460w\" sizes=\"(max-width: 464px) 100vw, 464px\" \/><\/p>\n<p class=\"primeiroparagrafo\" style=\"line-height: 12.0pt; background: white;\"><span style=\"font-size: 10.0pt; font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: black;\">Realizado com o objetivo de reconstituir os componentes do sangue de pacientes submetidos a processos agressivos como a quimioterapia, o transplante de medula \u00f3ssea nem sempre alcan\u00e7a esse objetivo em sua plenitude, devido ao baixo n\u00famero de c\u00e9lulas-tronco hematopoi\u00e9ticas obtido nesse procedimento \u2013 apesar de seu enorme potencial, elas existem em quantidades reduzidas em cada organismo. No entanto, come\u00e7am a ser desvendados os sinais qu\u00edmicos respons\u00e1veis pela reprodu\u00e7\u00e3o dessas c\u00e9lulas-tronco \u2013 que originam todas as c\u00e9lulas do sangue \u2013, o que abre caminho para seu cultivo em laborat\u00f3rio.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 12.0pt; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; text-align: start; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px;\"><span style=\"font-size: 10.0pt; font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: black;\"><br \/>\nEssa descoberta foi descrita em artigo rec\u00e9m-publicado na revista Nature Cell Biology pelo professor Alexander Birbrair, graduado pela Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), do Departamento de Patologia do Instituto de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas (ICB) da Universidade Federal de Minas Gerais. Fruto de colabora\u00e7\u00e3o com pesquisadores de institui\u00e7\u00f5es dos Estados Unidos e do Jap\u00e3o, o trabalho identifica aspectos at\u00e9 ent\u00e3o desconhecidos de microambientes dos ossos, onde se localizam dois tipos de c\u00e9lulas-tronco hematopoi\u00e9ticas. Uma, mais potente, permanece &#8220;adormecida&#8221; na medula at\u00e9 o momento em que precisa formar c\u00e9lulas iguais a ela. A outra \u00e9 acionada em casos de emerg\u00eancia para o organismo e se diferencia em v\u00e1rios tipos de c\u00e9lulas mais maduras, como macr\u00f3fagos e linf\u00f3citos, capazes de eliminar micro-organismos e v\u00edrus. &#8220;Descobrimos basicamente a comunica\u00e7\u00e3o existente entre os microambientes vasculares e essas c\u00e9lulas na medula \u00f3ssea&#8221;, comenta Birbrair.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 12.0pt; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; text-align: start; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px;\"><span style=\"font-size: 10.0pt; font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: black;\">O pesquisador explica que, diferentemente de outras c\u00e9lulas-tronco, as hematopoi\u00e9ticas ainda n\u00e3o s\u00e3o obtidas eficientemente por multiplica\u00e7\u00e3o in vitro, j\u00e1 que, quando reproduzidas artificialmente, perdem a capacidade de formar todas as c\u00e9lulas sangu\u00edneas. &#8220;Para criar esse ambiente artificial, precisamos compreender muito bem como funcionam no organismo vivo. Por isso, temos estudado os nichos onde elas se localizam, j\u00e1 que o osso \u00e9 formado de v\u00e1rias estruturas e possui diferentes tipos de c\u00e9lulas&#8221;, diz.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 12.0pt; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; text-align: start; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px;\"><!--more--><\/p>\n<p style=\"line-height: 12.0pt; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; text-align: start; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px;\"><span style=\"font-size: 10.0pt; font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: black;\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-thumbnail wp-image-60239\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/alex-1-150x150.jpg\" alt=\"alex 1\" width=\"150\" height=\"150\" \/>Entre as descobertas do trabalho est\u00e1 a presen\u00e7a, em locais espec\u00edficos da estrutura \u00f3ssea, de um tipo especial de c\u00e9lula, os pericitos. &#8220;As c\u00e9lulas se comunicam entre si por emiss\u00e3o de v\u00e1rios sinais qu\u00edmicos, como prote\u00ednas e citocinas. Observamos que os pericitos localizados nas arter\u00edolas e nos sinusoides dos ossos se comunicam respectivamente com um dos tipos de c\u00e9lulas-tronco hematopoi\u00e9ticas e enviam mensagens diferentes, levando a comportamentos distintos&#8221;, informa Birbrair. De acordo com o trabalho, as c\u00e9lulas-tronco hematopoi\u00e9ticas dormentes ficam especificamente perto das arter\u00edolas, e as outras, pr\u00f3ximas aos sinusoides.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 12.0pt; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; text-align: start; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px;\"><span style=\"font-size: 10.0pt; font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: black;\">A equipe tamb\u00e9m descobriu que os pericitos localizados nos sinusoides sinalizam com a citocina Stem Cell Factor (SCF), enquanto aqueles alojados nas arter\u00edolas se comunicam com a citocina CXCL12. &#8220;Investigamos se a citocina (ou sinal) CXCL12 \u00e9 importante para a manuten\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas-tronco hematopoi\u00e9ticas derivadas de todos os pericitos e vimos que <img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-thumbnail wp-image-60240\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/alexander3--150x150.jpg\" alt=\"alexander3\" width=\"150\" height=\"150\" \/>n\u00e3o. Cada tipo de pericito \u00e9 importante em seu microambiente vascular&#8221;, observa o pesquisador. Testes foram realizados com modelos de animais transg\u00eanicos, manipulados para evitar que os pericitos arteriolares produzissem a CXCL12. &#8220;Observamos que, quando remov\u00edamos essa citocina dos pericitos arteriolares, as c\u00e9lulas-tronco hematopoi\u00e9ticas desapareciam. Trata-se, pois, de um sinal muito importante para mant\u00ea-las no estado de dorm\u00eancia nas arter\u00edolas&#8221;, conclui.<\/span><\/p>\n<h2 style=\"background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px;\"><span style=\"font-size: 12.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #cc0000;\">Em lugares especiais<img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-thumbnail wp-image-60241\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/alexander-4-150x150.jpg\" alt=\"alexander 4\" width=\"150\" height=\"150\" \/><\/span><\/h2>\n<p style=\"line-height: 12.0pt; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; text-align: start; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px;\"><span style=\"font-size: 10.0pt; font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: black;\">A origem de todas as c\u00e9lulas do sangue \u2013 leuc\u00f3citos, hem\u00e1cias, neutr\u00f3filos, entre outras \u2013 est\u00e1 nas c\u00e9lulas-tronco hematopoi\u00e9ticas, que surgem no desenvolvimento do feto, a partir de c\u00e9lulas endoteliais, e raramente s\u00e3o formadas novamente na fase adulta. &#8220;O organismo as mant\u00e9m protegidas em lugares muito especiais. No indiv\u00edduo adulto, a maior parte delas est\u00e1 na medula \u00f3ssea, e algumas poucas, no ba\u00e7o&#8221;, explica Alexander Birbrair.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 12.0pt; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; text-align: start; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px;\"><span style=\"font-size: 10.0pt; font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: black;\">Ao se multiplicar, as c\u00e9lulas-tronco hematopoi\u00e9ticas superpotentes geram c\u00e9lulas maduras, que t\u00eam pouco tempo de vida \u2013 toda hem\u00e1cia dura apenas 120 dias no sangue \u2013 e forma apenas uma id\u00eantica \u00e0 original, chamada &#8220;superpotente&#8221;, que se mant\u00e9m dormente ou adormecida. &#8220;O organismo sempre tenta manter uma reserva de c\u00e9lulas com esse potencial, mas essa regula\u00e7\u00e3o depende muito do microambiente. Dentro da medula \u00f3ssea, \u00e9 garantido que o processo vai ocorrer. O mesmo n\u00e3o se d\u00e1 no pratinho de laborat\u00f3rio, por isso estamos estudando maneiras para mimetizar esse ambiente, com todas as sinaliza\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas, para vislumbrarmos a possibilidade de um cultivo artificial&#8221;, enfatiza Birbrair.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 12.0pt; background: white;\"><span style=\"font-size: 10.0pt; font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: black;\">Segundo o pesquisador, do ponto de vista evolutivo, pode ser mais vantajosa a diferencia\u00e7\u00e3o em tipos de c\u00e9lulas com fun\u00e7\u00f5es diversas, como prote\u00e7\u00e3o e oxigena\u00e7\u00e3o. Contudo, como nenhuma outra c\u00e9lula no organismo consegue dar origem \u00e0s c\u00e9lulas-tronco hematopoi\u00e9ticas, \u00e9 fundamental que, no processo de prolifera\u00e7\u00e3o, ocorra a forma\u00e7\u00e3o de uma c\u00e9lula igual, que mantenha a caracter\u00edstica de superpot\u00eancia em uma reserva de c\u00e9lulas presentes no organismo, &#8220;uma vez que a diminui\u00e7\u00e3o dessas c\u00e9lulas leva \u00e0 consequente diminui\u00e7\u00e3o de todas as outras c\u00e9lulas do sangue&#8221;, explica.<\/span><\/p>\n<h2 style=\"background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px;\"><span style=\"font-size: 12.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #cc0000;\">Bancos de c\u00e9lulas<\/span><\/h2>\n<p style=\"line-height: 12.0pt; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; text-align: start; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px;\"><span style=\"font-size: 10.0pt; font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: black;\">A possibilidade de expandir as c\u00e9lulas-tronco hematopoi\u00e9ticas em ambiente artificial pode levar \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de bancos de c\u00e9lulas, o que facilitaria o tratamento de pacientes com leucemia, enfatiza Birbrair. &#8220;Apesar dos avan\u00e7os na \u00e1rea, \u00e9 dif\u00edcil encontrar doador compat\u00edvel, e a quantidade desse material \u00e9 pequena. Algumas pessoas precisam de um segundo transplante de medula&#8221;, ressalta.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 12.0pt; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; text-align: start; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px;\"><span style=\"font-size: 10.0pt; font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: black;\">Birbrair comenta que, se h\u00e1 30 anos a leucemia n\u00e3o tinha tratamento, hoje h\u00e1 medicamentos que eliminam as c\u00e9lulas tumorais, mas tamb\u00e9m as c\u00e9lulas normais do organismo, as quais devem ser reconstitu\u00eddas por meio de transplantes de c\u00e9lulas-tronco hematopoi\u00e9ticas.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 12.0pt; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; text-align: start; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px;\"><span style=\"font-size: 10.0pt; font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: black;\">O procedimento consiste na infus\u00e3o intravenosa dessas c\u00e9lulas, provenientes de um doador compat\u00edvel, com o intuito de restabelecer a fun\u00e7\u00e3o medular e imune. &#8220;Esses transplantes, cujo n\u00famero tem apresentado aumento expressivo, v\u00eam sendo usados para a cura de diversas patologias, como doen\u00e7as hematol\u00f3gicas malignas e n\u00e3o malignas, imunodefici\u00eancias, erros inatos do metabolismo e tumores s\u00f3lidos&#8221;, explica.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 12.0pt; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; text-align: start; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px;\"><span style=\"font-size: 10.0pt; font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: black;\">Para que o enxerto das c\u00e9lulas-tronco hematopoi\u00e9ticas de um doador \u2013 obtidas da medula \u00f3ssea, de sangue perif\u00e9rico ou de cord\u00e3o umbilical \u2013 tenha sucesso, \u00e9 fundamental que as c\u00e9lulas infundidas proliferem e formem todas as c\u00e9lulas do sangue no receptor.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 12.0pt; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; text-align: start; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<\/p>\n<p style=\"line-height: 12.0pt; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; text-align: start; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px;\"><strong>Artigo:<\/strong> <em>Contribui\u00e7\u00e3o diferente de citocinas das c\u00e9lulas perivasculares para os nichos das c\u00e9lulas-tronco hematopoi\u00e9ticas<\/em><br \/>\n<strong>Autores:<\/strong> Noboru Asada, Halley Pierce, Alexander Birbrair e Paul\u00a0S. Frenette, vinculados ao Albert Einstein College of Medicine e ao Mount Sinai Center for Bioinformatics (EUA); Zichen Wang, Nicolas\u00a0F. Fernandez e Avi Ma\u2019ayan, vinculados ao Mount Sinai Center for Bioinformatics (EUA); Yuya Kunisaki, da Kyushu University (Jap\u00e3o)<\/p>\n<p>Informa\u00e7\u00f5es sobre outras pesquisas desenvolvidas no laborat\u00f3rio coordenado pelo professor Alexander Birbrair est\u00e3o dispon\u00edveis no <a href=\"http:\/\/www.icb.ufmg.br\/birbrair\" target=\"_blank\">site<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Realizado com o objetivo de reconstituir os componentes do sangue de pacientes submetidos a processos agressivos como a quimioterapia, o transplante de medula \u00f3ssea nem sempre alcan\u00e7a esse objetivo em sua plenitude, devido ao baixo n\u00famero de c\u00e9lulas-tronco hematopoi\u00e9ticas obtido nesse procedimento \u2013 apesar de seu enorme potencial, elas existem em quantidades reduzidas em cada [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[1],"tags":[17951,17952,17950,17949,16511,16512],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60237"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=60237"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60237\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":60246,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60237\/revisions\/60246"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=60237"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=60237"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=60237"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}