{"id":50501,"date":"2016-05-13T17:30:48","date_gmt":"2016-05-13T20:30:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/?p=50501"},"modified":"2016-05-13T15:46:49","modified_gmt":"2016-05-13T18:46:49","slug":"science-publica-pesquisa-de-professor-da-ufsb","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/2016\/05\/13\/science-publica-pesquisa-de-professor-da-ufsb\/","title":{"rendered":"\u201cScience\u201d publica pesquisa de professor da  UFSB"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-50502\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/ufsb-300x200.jpg\" alt=\"ufsb\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/ufsb-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/ufsb.jpg 1024w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>Um artigo publicado na revista Science Advances nesta sexta-feira, 13, traz dados sobre o potencial de sequestro de carbono em florestas secund\u00e1rias em 43 regi\u00f5es da Am\u00e9rica Latina. O estudo internacional \u00e9 assinado por 60 cientistas, e um deles \u00e9 o professor Daniel Piotto, pesquisador e docente na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).<\/p>\n<p>O trabalho estimou as \u00e1reas com menos de mil metros de altitude cobertas por florestas secund\u00e1rias (entre 0 e 60 anos de idade) em 43 regi\u00f5es da Am\u00e9rica Latina. Com isso, a equipe calculou o potencial de estoque de carbono nessas florestas jovens, criando uma proje\u00e7\u00e3o assumindo que essas matas sejam mantidas intactas nos pr\u00f3ximos 40 anos. \u201cEstoque de carbono\u201d, neste caso, indica o ac\u00famulo desse elemento em ra\u00edzes, tronco, galhos e folhas das \u00e1rvores ao longo da vida. Isso ocorre por meio do processo de fotoss\u00edntese, durante o qual os vegetais \u201cconsomem\u201d di\u00f3xido de carbono, o g\u00e1s carb\u00f4nico, e liberam oxig\u00eanio.<\/p>\n<p>Dentre os pa\u00edses estudados, o Brasil lidera em termos de potencial de sequestro de carbono em florestas secund\u00e1rias, detendo 71% do total estimado, seguido pelo M\u00e9xico, Col\u00f4mbia, Venezuela, Bol\u00edvia e Peru. Os dados se referem a \u00e1reas florestais e campos agr\u00edcolas abandonados, conforme medi\u00e7\u00e3o em 2008.<\/p>\n<p>A proje\u00e7\u00e3o apresentada no estudo considera que, se essas florestas secund\u00e1rias forem totalmente preservadas, o total de di\u00f3xido de carbono, ou g\u00e1s carb\u00f4nico, retirado da atmosfera em 2048 por essas matas equivaleria a todas as emiss\u00f5es desse g\u00e1s, da queima de combust\u00edveis f\u00f3sseis aos processos industriais, em todos os pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina e do Caribe de 1993 a 2014 \u2013 um total de 22 anos de lan\u00e7amento massivo de carbono em mais de 30 pa\u00edses.<\/p>\n<p>A regenera\u00e7\u00e3o de florestas ajuda a reduzir a quantidade de g\u00e1s carb\u00f4nico na atmosfera, mas n\u00e3o o bastante para retirar a necessidade de redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es de gases de efeito estufa. Al\u00e9m disso, \u00e1reas de floresta contribuem para a regula\u00e7\u00e3o do ciclo hidrol\u00f3gico. Isso implica, entre outros benef\u00edcios, a regula\u00e7\u00e3o de regimes de chuvas, o que interessa a todos, no meio rural e nas cidades.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um artigo publicado na revista Science Advances nesta sexta-feira, 13, traz dados sobre o potencial de sequestro de carbono em florestas secund\u00e1rias em 43 regi\u00f5es da Am\u00e9rica Latina. O estudo internacional \u00e9 assinado por 60 cientistas, e um deles \u00e9 o professor Daniel Piotto, pesquisador e docente na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). 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