{"id":43899,"date":"2015-10-07T19:48:32","date_gmt":"2015-10-07T22:48:32","guid":{"rendered":"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/?p=43899"},"modified":"2015-10-07T11:50:49","modified_gmt":"2015-10-07T14:50:49","slug":"antonio-torres-e-igor-gielow-abrem-as-mesas-literarias-da-flica-2015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/2015\/10\/07\/antonio-torres-e-igor-gielow-abrem-as-mesas-literarias-da-flica-2015\/","title":{"rendered":"Ant\u00f4nio Torres e Igor Gielow abrem as mesas liter\u00e1rias da Flica 2015"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-medium wp-image-43900\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/abertura-Flica-2015-300x230.jpg\" alt=\"abertura Flica 2015\" width=\"300\" height=\"230\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/abertura-Flica-2015-300x230.jpg 300w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/abertura-Flica-2015.jpg 956w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>Se entre os dias 14 e 18 de outubro a cidade de Cachoeira no Rec\u00f4ncavo Baiano vai respirar literatura sob muitas perspectivas e tem\u00e1ticas, a abertura da Flica 2015 come\u00e7a falando sobre gentes. S\u00e3o os olhos jornal\u00edstico-objetivos e liter\u00e1rio-rom\u00e2nticos de Igor Gielow e Ant\u00f4nio Torres que dar\u00e3o a t\u00f4nica da primeira mesa liter\u00e1ria, \u00e0s 19h, do dia 14 de outubro.<\/p>\n<p>No agitado mundo das reda\u00e7\u00f5es, vivido por Ant\u00f4nio Torres e Igor Gielow em tempos diversos, as gentes passam apressadas. Ali, as letras t\u00eam pressa em traduzi-las, tendem a cuidar apenas de registr\u00e1-las. N\u00e3o ser\u00e1 o caso de um e de outro, fascinados pelo profundo de cada hist\u00f3ria, sempre pessoal, n\u00e3o h\u00e1 fatos sem gentes. Torres, antes das reda\u00e7\u00f5es, contava hist\u00f3rias de viventes de sua terra, Junco, no nordeste baiano, escrevendo cartas dos que n\u00e3o o sabiam fazer a parentes.<\/p>\n<p>Do fasc\u00ednio pelas hist\u00f3rias, num caso e noutro, brotaram os romances, o acrescentar algo mais a hist\u00f3rias que por vezes nas reda\u00e7\u00f5es se apresentam incompletas. Ainda mais incompletas nos cen\u00e1rios de coberturas de guerra, em lugares tensos como o Paquist\u00e3o e o Afeganist\u00e3o, cen\u00e1rios caros a Igor Gielow, contador de hist\u00f3rias internacionais, como Ant\u00f4nio Torres, que do sert\u00e3o trafegou para o urbano e para o global, movido pelas mesmas car\u00eancias, pelos mesmos impulsos.<\/p>\n<p>Como jornalistas, o texto liter\u00e1rio a ultrapassar o mero registro. Como romancistas, o compromisso com a verossimilhan\u00e7a do elemento gente personagem; com o elemento gente leitor atrav\u00e9s do texto fluido e ao mesmo tempo sedutor, a conduzir e abra\u00e7ar n\u00e3o para manipular, mas para dizer \u201cestou aqui\u201d.<\/p>\n<p>Ant\u00f4nio Torres \u00e9 homenageado da edi\u00e7\u00e3o, baiano a orgulhar o estado ber\u00e7o das letras brasileiras na cadeira 23 da Academia Brasileira de Letras. A presen\u00e7a de Igor Gielow, jovem aprendiz perto dele, mas aprendiz aplicado, excelso, \u00e9-lhe parte da homenagem.<\/p>\n<p>A mesa que abre 5\u00aa edi\u00e7\u00e3o da Flica ter\u00e1 media\u00e7\u00e3o de Jorge Portugal.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se entre os dias 14 e 18 de outubro a cidade de Cachoeira no Rec\u00f4ncavo Baiano vai respirar literatura sob muitas perspectivas e tem\u00e1ticas, a abertura da Flica 2015 come\u00e7a falando sobre gentes. 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