{"id":36198,"date":"2015-01-12T18:29:31","date_gmt":"2015-01-12T21:29:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/?p=36198"},"modified":"2015-01-12T15:34:10","modified_gmt":"2015-01-12T18:34:10","slug":"diabeticos-usam-tatuagens-para-identificacao-em-caso-de-emergencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/2015\/01\/12\/diabeticos-usam-tatuagens-para-identificacao-em-caso-de-emergencia\/","title":{"rendered":"Diab\u00e9ticos usam tatuagens para identifica\u00e7\u00e3o  em caso de emerg\u00eancia"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-36200\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/diabeticos-tatuagem-2-300x192.jpg\" alt=\"diabeticos tatuagem 2\" width=\"375\" height=\"240\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/diabeticos-tatuagem-2-300x192.jpg 300w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/diabeticos-tatuagem-2.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 375px) 100vw, 375px\" \/><\/p>\n<p>M\u00e9dicos recomendam que todo diab\u00e9tico leve consigo algum acess\u00f3rio que identifique que ele tem a doen\u00e7a, medida que facilita o atendimento m\u00e9dico no caso de uma emerg\u00eancia. Pode ser um colar, uma pulseira ou um cart\u00e3o que traga a inscri\u00e7\u00e3o &#8220;sou diab\u00e9tico&#8221;, por exemplo. Mas alguns pacientes t\u00eam adotado uma forma mais radical de se identificarem: a tatuagem.<\/p>\n<p>Uma campanha promovida pela associa\u00e7\u00e3o ADJ Diabetes Brasil est\u00e1 divulgando a experi\u00eancia de pacientes que aderiram \u00e0 estrat\u00e9gia. \u00c9 o caso do atleta e professor de educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica Emerson Bisan, de 40 anos. Diagnosticado com diabetes tipo 1 quando tinha 21 anos, ele fez uma tatuagem que o identifica como diab\u00e9tico h\u00e1 duas semanas.<\/p>\n<p>&#8220;Sabemos que um dos cuidados que temos que tomar \u00e9 sempre andar com uma identifica\u00e7\u00e3o. Nada melhor do que uma identifica\u00e7\u00e3o que nunca vai sair do seu corpo&#8221;. Antes da tatuagem, ele usava uma medalha que informava sobre a doen\u00e7a e fornecia um telefone de emerg\u00eancia.<\/p>\n<p>Como ele se relaciona com outros pacientes \u2013 o atleta lidera um grupo de corrida formado por diab\u00e9ticos \u2013 Emerson tamb\u00e9m v\u00ea a tatuagem como uma das forma de incentivar as pessoas a aceitar e assumir a doen\u00e7a e o tratamento.<\/p>\n<p>Para a m\u00e9dica Denise Franco, diretora de educa\u00e7\u00e3o da ADJ, ter uma forma de se identificar como diab\u00e9tico \u00e9 importante. &#8220;Se algu\u00e9m chega desacordado a uma emerg\u00eancia de um hospital e o profissional tem a informa\u00e7\u00e3o r\u00e1pida de que a pessoa tem diabetes, ele vai fazer o exame de ponta de dedo e entrar rapidamente com glicose endovenosa em caso de hipoglicemia, procedimento que pode salvar vidas&#8221;, diz.<\/p>\n<p>&#8216;QUER UMA \u00c1GUA?&#8217;<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-full wp-image-36201\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/diabaticos-tatuagem-1.jpg\" alt=\"diabaticos tatuagem 1\" width=\"300\" height=\"225\" \/>A dona de casa Telma Valezin, de 50 anos, j\u00e1 sofreu por n\u00e3o ser identificada como diab\u00e9tica. Uma vez estava no shopping com sua sobrinha quando come\u00e7ou a passar mal e perder a consci\u00eancia. &#8220;Minha sobrinha pediu a ajuda de um seguran\u00e7a. Ele achou que eu tinha bebido, n\u00e3o imaginou que fosse hipoglicemia, e n\u00e3o ajudou.&#8221;<\/p>\n<p>Segundo ela, a tatuagem que a identifica como diab\u00e9tica tipo 2 j\u00e1 mudou a forma como as pessoas se relacionam com ela. Em uma de suas crises de hipoglicemia, por exemplo, ela estava encostada em seu carro, comendo um churro para elevar a taxa de a\u00e7\u00facar do sangue, quando foi abordada por um morador da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;O mo\u00e7o que estava dentro de uma casa disse: &#8216;N\u00e3o tenho bola de cristal, mas estou vendo que voc\u00ea \u00e9 diab\u00e9tica. Se est\u00e1 comendo doce, \u00e9 porque a taxa de a\u00e7\u00facar baixou. Quer uma \u00e1gua, quer sentar?&#8217;.&#8221; Telma conta que n\u00e3o acreditava que n\u00e3o tinha nem precisado pedir ajuda.<\/p>\n<p>Outro que adotou a tatuagem foi o estudante Jo\u00e3o Francisco Gentile Fink, de 18 anos. &#8220;N\u00e3o foi dif\u00edcil tomar essa decis\u00e3o. J\u00e1 tinha uma tatuagem e achei a campanha muito interessante.&#8221; Ele escolheu desenhar um frasco de insulina no bra\u00e7o, al\u00e9m da informa\u00e7\u00e3o de que tem diabetes tipo 1. O desenho foi inspirado em uma ilustra\u00e7\u00e3o presente na nota de 100 d\u00f3lares canadenses. &#8220;Fiz interc\u00e2mbio no Canad\u00e1 e l\u00e1 foi o primeiro lugar em que sintetizaram a insulina em laborat\u00f3rio&#8221;, conta.<\/p>\n<p>A m\u00e9dica Denise Franco observa que a tatuagem \u00e9 apenas mais uma forma de se identificar como diab\u00e9tico e que, caso o paciente opte por ela, \u00e9 importante escolher um estabelecimento seguro, al\u00e9m de consultar seu m\u00e9dico para saber se ele pode se submeter ao procedimento. &#8220;\u00c9 preciso ver se o controle glic\u00eamico est\u00e1 bom. Caso n\u00e3o esteja, h\u00e1 mais risco de ter uma infec\u00e7\u00e3o secund\u00e1ria devido \u00e0 tatuagem.&#8221; (com informa\u00e7\u00f5es do G1)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; M\u00e9dicos recomendam que todo diab\u00e9tico leve consigo algum acess\u00f3rio que identifique que ele tem a doen\u00e7a, medida que facilita o atendimento m\u00e9dico no caso de uma emerg\u00eancia. Pode ser um colar, uma pulseira ou um cart\u00e3o que traga a inscri\u00e7\u00e3o &#8220;sou diab\u00e9tico&#8221;, por exemplo. 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