{"id":25165,"date":"2013-11-05T07:34:39","date_gmt":"2013-11-05T10:34:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/?p=25165"},"modified":"2013-11-04T17:38:31","modified_gmt":"2013-11-04T20:38:31","slug":"eduardo-salles-afirma-que-corte-de-verbas-pode-comprometer-vacinacao-contra-febre-aftosa-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/2013\/11\/05\/eduardo-salles-afirma-que-corte-de-verbas-pode-comprometer-vacinacao-contra-febre-aftosa-no-brasil\/","title":{"rendered":"Eduardo Salles afirma que corte de verbas pode comprometer vacina\u00e7\u00e3o contra Febre Aftosa no Brasil"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/salles-vacina1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-25166\" alt=\"salles vacina\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/salles-vacina1-300x174.jpg\" width=\"300\" height=\"174\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/salles-vacina1-300x174.jpg 300w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/salles-vacina1.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A segunda etapa de 2013 de vacina\u00e7\u00e3o contra a Febre Aftosa j\u00e1 come\u00e7ou, contando com o esfor\u00e7o das ag\u00eancias estaduais de defesa agropecu\u00e1ria e com a participa\u00e7\u00e3o, sensibilidade e responsabilidade dos pecuaristas, mas o processo pode estar comprometido em todo Pa\u00eds.<\/p>\n<p>O alerta \u00e9 do secret\u00e1rio da Agricultura da Bahia (Seagri) e presidente do Conselho Nacional dos Secret\u00e1rios de Agricultura (Conseagri), engenheiro agr\u00f4nomo Eduardo Salles (foto), que desde a primeira semana do m\u00eas de setembro deste ano vem desenvolvendo a\u00e7\u00f5es com o objetivo de reverter a decis\u00e3o do governo federal de cancelar os conv\u00eanios plurianuais firmados entre o Minist\u00e9rio da Agricultura (Mapa) e estados do Brasil destinado \u00e0 defesa agropecu\u00e1ria animal e vegetal.<\/p>\n<p>De acordo com Salles, \u201co cancelamento destes conv\u00eanios n\u00e3o s\u00f3 compromete a campanha da Aftosa e o sonho da Bahia e dos estados nordestinos de alcan\u00e7ar o status de livre de Aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o, como abre as fronteiras do Pa\u00eds, especialmente com os estados do Norte, para a entrada de in\u00fameras pragas que podem trazer preju\u00edzos incalcul\u00e1veis \u00e0 agropecu\u00e1ria e \u00e0 economia nacional\u201d.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Mesmo em viagem de f\u00e9rias, no final de outubro, na condi\u00e7\u00e3o de presidente do Conseagri, o secret\u00e1rio encaminhou of\u00edcio \u00e0 presidente Dilma Rousseff reiterando correspond\u00eancia enviada anteriormente, expondo a grave situa\u00e7\u00e3o da defesa sanit\u00e1ria animal e vegetal ocasionada pela rescis\u00e3o dos conv\u00eanios plurianuais, e solicitando audi\u00eancia para tratar do assunto, motivo de muita afli\u00e7\u00e3o para setor agropecu\u00e1rio brasileiro.<\/p>\n<p>De acordo com os conv\u00eanios, no que se refere \u00e0 Bahia, deveriam ser liberados recursos da ordem de R$ 25 milh\u00f5es para serem aplicados na defesa sanit\u00e1ria animal, referente ao per\u00edodo de 2011 a 2015, mas nos \u00faltimos dois anos foram liberados apenas R$ 8 milh\u00f5es. J\u00e1 para a defesa sanit\u00e1ria vegetal, o conv\u00eanio vigente de 2012 a 2015, no valor de R$ 12 milh\u00f5es, teve repasse para a Bahia de apenas R$ 1 milh\u00e3o.<\/p>\n<p>O presidente da Sociedade Brasileira de Defesa Agropecu\u00e1ria (SBDA) e diretor geral da Ag\u00eancia de Defesa Agropecu\u00e1ria da Bahia (Adab), vinculada \u00e0 Seagri, Paulo Em\u00edlio Torres, refor\u00e7a a preocupa\u00e7\u00e3o do presidente do Conseagri, e explica que os recursos oriundos do conv\u00eanio s\u00e3o utilizados em a\u00e7\u00f5es fiscalizadoras e educativas nos diversos programas da Adab. Ele afirma que \u201ccom o cancelamento do conv\u00eanio, a dificuldade dos estados brasileiros ser\u00e1 enorme, podendo implicar em uma s\u00e9rie de problemas, pois fazemos a defesa agropecu\u00e1ria para o produtor e com a ajuda dele, mas esse trabalho s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel ser feito com recursos financeiro e humano, que dependem em grande parte de verba federal\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Preju\u00edzos podem ser enormes<\/b><\/p>\n<p>Destacando os riscos que o Pa\u00eds poder\u00e1 correr se o conv\u00eanio n\u00e3o for retomado, o secret\u00e1rio lembra que o fim dos repasses de verbas aconteceu praticamente no mesmo momento em que o Mapa anunciou a mudan\u00e7a de status do norte do Par\u00e1 e de sete estados do Nordeste, que passaram a ser considerados livres de Aftosa com vacina\u00e7\u00e3o. Eduardo Salles alerta que o fim dos repasses comprometer\u00e1, entre outras a\u00e7\u00f5es, as campanhas de vacina\u00e7\u00e3o contra Febre Aftosa, principalmente nos acompanhamentos diretos das vacina\u00e7\u00f5es fiscalizadas, assistidas e oficiais realizadas em assentamentos e \u00e1reas ind\u00edgenas, comprometendo as metas estipuladas pelo pr\u00f3prio Minist\u00e9rio da Agricultura (Mapa) e a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Animal (OIE).<\/p>\n<p>A falta dos conv\u00eanios vai gerar ainda a redu\u00e7\u00e3o das atividades de vigil\u00e2ncia epidemiol\u00f3gica e preven\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as que causam impactos econ\u00f4micos e sociais comprometendo o Estado e o Pa\u00eds, atrav\u00e9s de sans\u00f5es sanit\u00e1rias; e provocar a redu\u00e7\u00e3o das fiscaliza\u00e7\u00f5es m\u00f3veis, principalmente nas \u00e1reas de divisa do Estado e eventos agropecu\u00e1rios, comprometendo o status sanit\u00e1rio alcan\u00e7ado pela Bahia, exemplo de Livre de Febre Aftosa com Vacina\u00e7\u00e3o com reconhecimento Internacional, <i>Livre de Peste <\/i>Su\u00edna Cl\u00e1ssica, Livre de Influ\u00eancia Aviaria e Doen\u00e7a de Newcastle em criat\u00f3rios industriais.<\/p>\n<p>Vai causar tamb\u00e9m grave preju\u00edzo na renova\u00e7\u00e3o da frota de ve\u00edculos, ocasionando possibilidade de risco sanit\u00e1rio a vigil\u00e2ncia e fiscaliza\u00e7\u00e3o, al\u00e9m da redu\u00e7\u00e3o das atividades de programas delegados pelo Mapa \u00e0 Adab, colocando em risco sanit\u00e1rio o rebanho da Bahia, e a sa\u00fade p\u00fablica da popula\u00e7\u00e3o, notadamente no combate a Raiva, a fiscaliza\u00e7\u00e3o da Encefalopatia Espongiforme Bovina, \u201cMal da Vaca Louca,\u201d e as principais zoonoses como Influenza Aviaria (gripe av\u00edcola), Brucelose, Tuberculose e mais recentemente a introdu\u00e7\u00e3o do Mormo no Estado.<\/p>\n<p>O impacto negativo de uma enfermidade como a febre aftosa em um pa\u00eds fica em torno de US$ 7 bilh\u00f5es\/ano e de US$ 73 milh\u00f5es \/ano quando se refere a Influenza avi\u00e1ria. O \u00faltimo foco de Aftosa ocorrido no Brasil (Mato Grosso do Sul e Paran\u00e1) ocasionou a perda de 78 mil cabe\u00e7as e custo financeiro direto superior a R$ 47 milh\u00f5es nas a\u00e7\u00f5es de saneamento.<\/p>\n<p>Na \u00e1rea vegetal, oficialmente listada pelo Mapa, h\u00e1 500 pragas quarenten\u00e1rias. Ou seja, \u00e9 muito grande o risco real de que algumas delas possam atacar de forma sistem\u00e1tica e devastar lavouras, como o que ocorreu com a Helicoverpa Armigera, que causou preju\u00edzos da ordem de R$ 11 bilh\u00f5es aos agricultores de soja e algod\u00e3o do Brasil.<\/p>\n<p>A doen\u00e7a denominada mon\u00edliase do cacau, que at\u00e9 2010 se encontrava restrita ao oeste da Cordilheira dos Andes, j\u00e1 dizimou planta\u00e7\u00f5es de cacau no Peru e no Equador. Especialistas afirmam que essa doen\u00e7a pode romper a fronteira do Brasil em apenas dois anos. Ademais, pragas como a mosca branca e a ferrugem asi\u00e1tica, j\u00e1 presentes no Estado, est\u00e3o em risco de ficar fora do controle.<\/p>\n<p><b>Ministro foi alertado<\/b><\/p>\n<p>Lembrando que h\u00e1 anos o governo federal repassou aos estados a responsabilidade pela defesa agropecu\u00e1ria, que por for\u00e7a da Constitui\u00e7\u00e3o \u00e9 dele, os secret\u00e1rios estaduais de Agricultura reuniram-se em Bras\u00edlia, no dia 17 de setembro \u00faltimo, e discutiram a quest\u00e3o com o ministro da Agricultura, Antonio Andrade, alertando para a gravidade do problema. \u00a0\u201cA sensa\u00e7\u00e3o que se tem \u00e9 como se os estados recebessem um filho que n\u00e3o \u00e9 deles e uma mesada para cri\u00e1-lo e, de uma hora para outra, o governo federal corta a mesada, e quer que continuemos cuidando do filho dele\u201d, comparou Salles<\/p>\n<p>O alerta dos presidentes do Conseagri e da Sociedade Brasileira de Defesa Agropecu\u00e1ria \u00e9 tamb\u00e9m para que pragas de pa\u00edses que fazem fronteira com o Brasil n\u00e3o migrem, estando entre elas doen\u00e7as graves como a Monil\u00edase do Cacaueiro, mais devastadora que a vassoura-de-bruxa; a Mosca da Carambola, uma das mais destrutivas dos frutos carnosos, atacando mais de 30 esp\u00e9cies de fruteiras de import\u00e2ncia econ\u00f4mica; o Acaro Vermelho das Palmeiras, que agride o coco, a banana, o dend\u00ea e o Palmito, e a Sigatoka Negra, que pode prejudicar muito a cultura da banana, dentre outras.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Aftosa na Bahia<\/b><\/p>\n<p>A Bahia \u00e9 detentora do maior rebanho bovino da regi\u00e3o Nordeste, com 11.173.003 cabe\u00e7as, e tem apresentado, nos \u00faltimos anos, estabilidade sanit\u00e1ria referenciada nacionalmente.\u00a0Com a altera\u00e7\u00e3o da estrat\u00e9gia de vacina\u00e7\u00e3o contra a febre aftosa no Estado, o rebanho da Bahia passa a ter as mesmas condi\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias dos rebanhos dos estados de RS, PR, SP, MG, ES, MS, GO, TO, MT e RO. \u201cEssa \u00e9 mais uma conquista decorrente das a\u00e7\u00f5es permanentes de vigil\u00e2ncia veterin\u00e1ria, dos \u00edndices crescentes de vacina\u00e7\u00e3o dos animais e da efici\u00eancia na fiscaliza\u00e7\u00e3o do tr\u00e2nsito\u201d, apontou o Diretor Geral da Adab, Paulo Em\u00edlio Torres, salientando que o planejamento da Defesa Agropecu\u00e1ria baiana est\u00e1 alinhado com as diretrizes do Mapa dentro do Programa Nacional de Erradica\u00e7\u00e3o e Preven\u00e7\u00e3o da Febre Aftosa (PNEFA).<\/p>\n<p>A Bahia foi um dos estados pioneiros na implanta\u00e7\u00e3o do programa contra a Febre Aftosa em 1968 atrav\u00e9s do Grupo Executivo para Erradica\u00e7\u00e3o da Febre Aftosa na Bahia (Gerfab). At\u00e9 1992, ap\u00f3s a cria\u00e7\u00e3o dos circuitos pecu\u00e1rios, a participa\u00e7\u00e3o efetiva do Estado, produtores, setor privado e sob a orienta\u00e7\u00e3o do Mapa, as a\u00e7\u00f5es tomaram novas perspectivas.<\/p>\n<p>\u201cImpulsionadas pelos reconhecimentos nacional e internacional, os trabalhos de combate a esta enfermidade adquiriram import\u00e2ncia t\u00e9cnica administrativa e econ\u00f4mica, registrando o \u00faltimo foco em territ\u00f3rio baiano no ano de 1997. Desde ent\u00e3o n\u00e3o houve epis\u00f3dio sanit\u00e1rio desta doen\u00e7a no Estado\u201d, lembra Valentim Fidalgo, M\u00e9dico Veterin\u00e1rio e ex-diretor de Defesa Sanit\u00e1ria Animal da Adab, que coordenou o programa contra aftosa em n\u00edvel estadual durante 25 anos.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos dez anos, todas as campanhas foram encerradas com \u00edndice vacinal superior a 90%, com a m\u00e9dia de 96%, sendo que no ano de 2011 a marca foi de 98,01%<\/p>\n<p>Sempre em conformidade com as determina\u00e7\u00f5es do Mapa, a Seagri, atrav\u00e9s da Adab, adotou medidas padronizadas e uniformes, contribuindo decisivamente para a evolu\u00e7\u00e3o do Programa, garantindo a efetividade das a\u00e7\u00f5es at\u00e9 conseguir a chancela da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Animal (OIE) com a Certifica\u00e7\u00e3o Internacional, conferindo \u00e0 Bahia o status de Livre de Febre Aftosa com Vacina\u00e7\u00e3o em maio de 2001.<\/p>\n<p>Considerando a posi\u00e7\u00e3o de vanguarda no status sanit\u00e1rio baiano, com reflexos diretos no tr\u00e2nsito, comercializa\u00e7\u00e3o dos rebanhos e produtos agropecu\u00e1rios, o governo do Estado iniciou intenso trabalho para extinguir a Zona Tamp\u00e3o, \u00e1rea composta por oito munic\u00edpios com 10 mil criadores e um rebanho de 255 mil animais, impedidos de comercializar com as demais regi\u00f5es baianas por fazer divisa com PI e PE, classificados \u00e0 \u00e9poca, como risco desconhecido para a febre aftosa.<\/p>\n<p>A campanha pela extin\u00e7\u00e3o da referida \u00e1rea, tornando o neg\u00f3cio pecu\u00e1rio baiano mais igualit\u00e1rio, transformou-se ent\u00e3o numa das metas do governo da Bahia por entender que a atividade estimula o desenvolvimento de outros setores econ\u00f4micos no Brasil e no mundo, melhorando sobremaneira a qualidade de vida do homem do campo. O marco hist\u00f3rico para a mudan\u00e7a do perfil do agroneg\u00f3cio baiano, de apoio \u00e0 agricultura familiar, foi ent\u00e3o\u00a0consolidado no dia 28 de dezembro de 2010 atrav\u00e9s da Instru\u00e7\u00e3o Normativa n\u00ba 45 do Mapa, extinguindo a Zona Tamp\u00e3o\u00a0e ratificando o comprometimento das iniciativas p\u00fablica e privada em prol da agropecu\u00e1ria baiana.<\/p>\n<p>\u201cA homologa\u00e7\u00e3o da Zona de Prote\u00e7\u00e3o, em maio de 2011 pela OIE, constituiu mais uma conquista desse governo rumo \u00e0 meta de tornar o Estado livre da febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o\u201d, lembrou o coordenador do Programa Contra a Febre Aftosa na Bahia, Antonio Maia, destacando o trabalho dos t\u00e9cnicos e fiscais agropecu\u00e1rios da Adab em campo como outro fator para o sucesso das atividades contra a enfermidade.<\/p>\n<p>O passo seguinte foi a redu\u00e7\u00e3o da faixa et\u00e1ria vacinal dos bovinos e bubalinos para at\u00e9 24 meses, conquistada em 2012, para a segunda etapa de vacina\u00e7\u00e3o. \u201cEsta \u00e9 uma conquista de grande import\u00e2ncia no contexto da estrat\u00e9gia de tornar a Bahia livre de aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o\u201d, afirma o secret\u00e1rio Eduardo Salles.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A segunda etapa de 2013 de vacina\u00e7\u00e3o contra a Febre Aftosa j\u00e1 come\u00e7ou, contando com o esfor\u00e7o das ag\u00eancias estaduais de defesa agropecu\u00e1ria e com a participa\u00e7\u00e3o, sensibilidade e responsabilidade dos pecuaristas, mas o processo pode estar comprometido em todo Pa\u00eds. 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