{"id":20571,"date":"2013-05-28T12:10:11","date_gmt":"2013-05-28T15:10:11","guid":{"rendered":"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/?p=20571"},"modified":"2013-05-28T12:21:11","modified_gmt":"2013-05-28T15:21:11","slug":"brasil-x-italia5-de-julho-de-1982-o-dia-em-que-perdemos-mas-ganhamos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/2013\/05\/28\/brasil-x-italia5-de-julho-de-1982-o-dia-em-que-perdemos-mas-ganhamos\/","title":{"rendered":"Brasil x It\u00e1lia,5 de Julho de 1982. O dia em que perdemos,  mas ganhamos"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/um-dia-de-choro.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-medium wp-image-20574\" title=\"um dia de choro\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/um-dia-de-choro-197x300.jpg\" alt=\"\" width=\"197\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/um-dia-de-choro-197x300.jpg 197w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/um-dia-de-choro.jpg 349w\" sizes=\"(max-width: 197px) 100vw, 197px\" \/><\/a>5 de julho de 1982. Quem assistiu aquele Brasil e It\u00e1lia disputado no est\u00e1dio do Sarri\u00e1 durante a Copa da Espanha, jamais esquecer\u00e1. A partida \u00e9pica terminaria separando o destino das duas sele\u00e7\u00f5es: a Brasileira, eliminada, que encantava pela maneira de jogar e a Italiana, em crise, que terminaria se consagrando como tricampe\u00e3 do mundo. O lan\u00e7amento de\u00a082 &#8211; uma Copa, quinze hist\u00f3rias\u00a0acontece no dia\u00a020 de junho (quinta-feira), \u00e0s 19h,\u00a0no Instituto Cultural Brasil-Alemanha, em Salvador, dois dias antes de Brasil X It\u00e1lia na Arena Fonte Nova, v\u00e1lido pela Copa das Confedera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Quinze autores brasileiros apresentam suas vers\u00f5es liter\u00e1rias em torno de uma das mais doloridas derrotas nacionais, s\u00f3 compar\u00e1vel em dramaticidade com o\u00a0<em>Maracana\u00e7o<\/em>\u00a0de 1950. Para o organizador da colet\u00e2nea, Mayrant Gallo, \u201c\u00e9 um livro de v\u00e1rias hist\u00f3rias, com v\u00e1rios estilos, v\u00e1rios tons, v\u00e1rios pontos de vista. H\u00e1 contos para todo e qualquer gosto. S\u00f3 o assunto \u00e9 o mesmo, o sarria\u00e7o de 1982\u201d .<\/p>\n<p>J\u00e1 o editor da Casar\u00e3o do Verbo, Rosel Soares, afirma que o projeto \u00e9 um meio de eliminar os fantasmas que ainda resistem, passados mais de trinta anos. \u201cO livro vai tocar a gera\u00e7\u00e3o que viveu aquele drama e tamb\u00e9m os mais jovens, que v\u00e3o entender o significado de uma sele\u00e7\u00e3o m\u00e1gica como aquela ter sido derrotada\u201d.<\/p>\n<p>Em\u00a0\u201c82\u201d, os estilos e ambienta\u00e7\u00f5es s\u00e3o diversificados e devem arrebatar os leitores com hist\u00f3rias que ultrapassam os limites do esporte: h\u00e1 dramas familiares, desilus\u00f5es amorosas e mem\u00f3rias de uma inf\u00e2ncia que remetem \u00e0 \u00e9poca de cada um. Quem assina a orelha \u00e9 o craque da bola e da palavra, o mestre Tost\u00e3o, campe\u00e3o do mundo na Copa do M\u00e9xico em 1970.<\/p>\n<p><strong>Os autores<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Carlos Barbosa,\u00a0Carlos Ribeiro,\u00a0Carlos Vilarinho, D\u00eanisson Padilha Filho,\u00a0Elieser Cesar,\u00a0Flamarion Silva,\u00a0\u00a0Gustavo Rios, Igor Rossoni,\u00a0Lima Trindade,\u00a0Lu\u00eds Pimentel,\u00a0Lupeu Lacerda, \u00a0Mayrant Gallo, Rodrigo Melo,\u00a0Sidney Rocha\u00a0 e\u00a0Tom Correia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>5 de julho de 1982. Quem assistiu aquele Brasil e It\u00e1lia disputado no est\u00e1dio do Sarri\u00e1 durante a Copa da Espanha, jamais esquecer\u00e1. A partida \u00e9pica terminaria separando o destino das duas sele\u00e7\u00f5es: a Brasileira, eliminada, que encantava pela maneira de jogar e a Italiana, em crise, que terminaria se consagrando como tricampe\u00e3 do mundo. 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