{"id":184854,"date":"2026-02-19T07:00:46","date_gmt":"2026-02-19T10:00:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/?p=184854"},"modified":"2026-02-18T15:43:06","modified_gmt":"2026-02-18T18:43:06","slug":"fevereiro-laranja-chama-atencao-para-a-leucemia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/2026\/02\/19\/fevereiro-laranja-chama-atencao-para-a-leucemia\/","title":{"rendered":"Fevereiro Laranja chama aten\u00e7\u00e3o para a leucemia"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_184855\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignright\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-184855\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-184855\" src=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Hematologista-Liliana-Borges-coordenadora-do-servico-de-hematologia-do-Hospital-Mater-Dei-Salvador-1-300x244.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"244\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Hematologista-Liliana-Borges-coordenadora-do-servico-de-hematologia-do-Hospital-Mater-Dei-Salvador-1-300x244.jpg 300w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Hematologista-Liliana-Borges-coordenadora-do-servico-de-hematologia-do-Hospital-Mater-Dei-Salvador-1.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><p id=\"caption-attachment-184855\" class=\"wp-caption-text\">Hematologista Liliana Borges, coordenadora do servi\u00e7o de hematologia do Hospital Mater Dei Salvador<\/p><\/div>\n<p>Fevereiro ganha a cor laranja para alertar a popula\u00e7\u00e3o sobre a leucemia, c\u00e2ncer que afeta o sangue e a medula \u00f3ssea e pode evoluir de forma silenciosa. Na Bahia, a m\u00e9dia \u00e9 de cerca de 927 mortes por leucemia por ano, segundo levantamento da Secretaria da Sa\u00fade do Estado, um indicador que refor\u00e7a a import\u00e2ncia da informa\u00e7\u00e3o, do diagn\u00f3stico precoce e do acesso r\u00e1pido ao tratamento.<\/p>\n<p>No Brasil, a leucemia soma cerca de 11 mil novos casos anuais, segundo estimativas do Instituto Nacional de C\u00e2ncer (INCA), mantendo-se entre as neoplasias hematol\u00f3gicas mais incidentes do pa\u00eds. A doen\u00e7a pode atingir pessoas de todas as idades, com maior preval\u00eancia entre crian\u00e7as e idosos, e apresenta diferentes tipos, com variados comportamentos e respostas ao tratamento.<\/p>\n<p>Sinais que n\u00e3o devem ser ignorados<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Para a hematologista Liliana Borges, coordenadora do servi\u00e7o de hematologia do Hospital Mater Dei Salvador (HMDS), a aten\u00e7\u00e3o aos sinais iniciais faz toda a diferen\u00e7a. \u201cA leucemia pode come\u00e7ar com sintomas comuns, como cansa\u00e7o persistente, palidez, infec\u00e7\u00f5es recorrentes, febre sem causa aparente e sangramentos ou manchas roxas pelo corpo. Muitas vezes, um simples hemograma j\u00e1 levanta suspeitas importantes\u201d, explica.<\/p>\n<p>Segundo a especialista, a demora na procura por atendimento ainda \u00e9 um dos principais desafios. \u201cMuitos pacientes chegam ao servi\u00e7o especializado com a doen\u00e7a em est\u00e1gio avan\u00e7ado. O Fevereiro Laranja cumpre um papel fundamental ao levar informa\u00e7\u00e3o clara \u00e0 popula\u00e7\u00e3o e estimular a realiza\u00e7\u00e3o de exames de rotina\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Diagn\u00f3stico precoce e tratamento adequado<\/p>\n<p>Embora n\u00e3o exista uma forma espec\u00edfica de preven\u00e7\u00e3o para a leucemia, h\u00e1bitos saud\u00e1veis \u2014 como evitar o tabagismo, reduzir a exposi\u00e7\u00e3o a agentes qu\u00edmicos, manter alimenta\u00e7\u00e3o equilibrada e realizar acompanhamento m\u00e9dico regular \u2014 ajudam a reduzir riscos e a fortalecer o organismo. O diagn\u00f3stico \u00e9 feito por exames laboratoriais, especialmente o hemograma, e, quando necess\u00e1rio, pela an\u00e1lise da medula \u00f3ssea, que permite identificar o tipo da doen\u00e7a e orientar o tratamento adequado.<\/p>\n<p>O tratamento da leucemia varia conforme o tipo, a fase da doen\u00e7a e as caracter\u00edsticas do paciente. As abordagens podem incluir quimioterapia, utilizada para destruir c\u00e9lulas cancer\u00edgenas; terapias-alvo, que agem de forma mais espec\u00edfica sobre altera\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas das c\u00e9lulas doentes; e imunoterapia, que estimula o sistema imunol\u00f3gico a combater o c\u00e2ncer. Em casos selecionados, o transplante de medula \u00f3ssea \u00e9 indicado e pode representar a principal chance de cura, sobretudo em leucemias mais agressivas ou resistentes ao tratamento convencional.<\/p>\n<p>Doa\u00e7\u00e3o de medulas<\/p>\n<p>Segundo Liliana Borges, ampliar o n\u00famero de doadores \u00e9 t\u00e3o importante quanto diagnosticar cedo. \u201cCada novo cadastro aumenta a possibilidade de encontrar um doador compat\u00edvel. Doar medula \u00e9 um ato de solidariedade que pode representar a continuidade da vida para algu\u00e9m\u201d, destaca a hematologista do HMDS. No Brasil, o cadastro de doadores \u00e9 realizado por meio do Registro Nacional de Doadores de Medula \u00d3ssea (REDOME).<\/p>\n<p>No cen\u00e1rio mundial, a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) aponta que, apesar dos avan\u00e7os terap\u00eauticos, as leucemias ainda figuram entre as principais causas de morte por c\u00e2ncer hematol\u00f3gico. Diante desse contexto, o Fevereiro Laranja surge como um chamado coletivo para transformar informa\u00e7\u00e3o em atitude, fortalecendo o cuidado, a preven\u00e7\u00e3o poss\u00edvel e a empatia com quem enfrenta a doen\u00e7a.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fevereiro ganha a cor laranja para alertar a popula\u00e7\u00e3o sobre a leucemia, c\u00e2ncer que afeta o sangue e a medula \u00f3ssea e pode evoluir de forma silenciosa. Na Bahia, a m\u00e9dia \u00e9 de cerca de 927 mortes por leucemia por ano, segundo levantamento da Secretaria da Sa\u00fade do Estado, um indicador que refor\u00e7a a import\u00e2ncia [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":184855,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[33436],"tags":[41580,5137],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/184854"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=184854"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/184854\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":184856,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/184854\/revisions\/184856"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/media\/184855"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=184854"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=184854"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=184854"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}