{"id":184319,"date":"2026-01-31T06:02:21","date_gmt":"2026-01-31T09:02:21","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/?p=184319"},"modified":"2026-01-30T15:07:55","modified_gmt":"2026-01-30T18:07:55","slug":"o-conhecimento-sua-difusao-na-sociedade-e-a-uesc","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/2026\/01\/31\/o-conhecimento-sua-difusao-na-sociedade-e-a-uesc\/","title":{"rendered":"O conhecimento, sua difus\u00e3o na sociedade e a Uesc"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_184320\" style=\"width: 382px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-184320\" loading=\"lazy\" class=\" wp-image-184320\" src=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/ale.jpg\" alt=\"\" width=\"372\" height=\"248\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/ale.jpg 512w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/ale-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 372px) 100vw, 372px\" \/><p id=\"caption-attachment-184320\" class=\"wp-caption-text\">Alessandro Fernandes, reitor da Uesc<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Walmir Ros\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignright  wp-image-157192\" src=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Walmir-2-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"268\" height=\"201\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Walmir-2-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Walmir-2.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 268px) 100vw, 268px\" \/>Agora em Itabuna, estou mais perto da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), respirando os ares da sabedoria emanados daquele centro de conhecimento, que vem acumulando trof\u00e9us e t\u00edtulos de excel\u00eancia. Felizmente a Uesc tomou um caminho bem diferente de outras institui\u00e7\u00f5es de ensino superior, que descem ladeira abaixo neste Brasil contempor\u00e2neo.<\/p>\n<p>De pronto, dou pleno conhecimento p\u00fablico que n\u00e3o estou alisando os bancos de nenhum curso superior, o que me faria bem, mas t\u00e3o somente bisbilhotando o Centro de Documenta\u00e7\u00e3o (Cedoc). Quase todos os dias, munido de m\u00e1scara contra a poeira e \u00e1caros, e luvas para me livrar das velhas tintas gr\u00e1ficas, estou espreitando, conferindo as p\u00e1ginas dos jornais antigos de Ilh\u00e9us e Itabuna.<\/p>\n<p>S\u00e3o edi\u00e7\u00f5es incompletas em determinados anos, mas permite pesquisar o que acontecia em \u00e9pocas passadas. As minhas visitas seriam apenas (n\u00e3o s\u00e3o mais) para rever as gl\u00f3rias do futebol de Itabuna, por meio dos seus times e da eterna vencedora Sele\u00e7\u00e3o de Itabuna, assuntos para futuros livros, com a miss\u00e3o de informar aos que n\u00e3o tiveram a felicidade de viver \u00e0quela \u00e9poca.<\/p>\n<p>Com a m\u00e3o nas p\u00e1ginas, relembro fatos tantos vividos pela sociedade pret\u00e9rita em Itabuna, Ilh\u00e9us e regi\u00e3o sobre a economia, as agruras sofridas pela cacauicultura, bem como os bons tempos em que a tonelada de cacau era vendida nas bolsas de Nova Iorque e Londres a pre\u00e7os compensadores, coisa de US$ 4,5 mil at\u00e9 US$ 5 mil, tudo contado em d\u00f3lares.<\/p>\n<p>A sociedade mantinha um padr\u00e3o de vida bem confort\u00e1vel e Itabuna se dava ao luxo de tocar os discos em LPs e compactos (poucos sabem o que \u00e9 isso) em lan\u00e7amentos simult\u00e2neos com o Rio de Janeiro, S\u00e3o Paulo e Salvador. Mas como nem tudo s\u00e3o flores, os protestos e reclama\u00e7\u00f5es apareciam estampados nas p\u00e1ginas de nossos jornais sem a menor cerim\u00f4nia.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>O que acontecia na pol\u00edtica ganhava destaque, inclusive os aumentos de impostos que pesavam sobre o cacau, figurinha carimbada nos tempos ruins, a salva\u00e7\u00e3o da lavoura do governo do estado para pagar os gastos feitos em outras regi\u00f5es. A conta n\u00e3o era nossa, mas o governador jurava que deveria ser paga por todos. E como o cacau faturava, sentava-se \u00e0 cabeceira da mesa.<\/p>\n<p>E a Uesc vem assumindo uma responsabilidade com a sociedade sul-baiana ao guardar, manter intacto, catalogar e disponibilizar toda a produ\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o de \u00e9pocas passadas, mantendo viva a hist\u00f3ria do povo grapi\u00fana. Al\u00e9m de jornais, a Uesc tamb\u00e9m registra em seu acervo a hist\u00f3ria do Poder Judici\u00e1rio em Ilh\u00e9us e milhares de documentos hist\u00f3ricos importantes. Se tornou a guardi\u00e3 da nossa hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>No Centro de Documenta\u00e7\u00e3o est\u00e3o dispon\u00edveis, por exemplo, os jornais Di\u00e1rio da Tarde, de Ilh\u00e9us; o Tabu, de Canavieiras; o Di\u00e1rio de Itabuna e o Agora, de Itabuna, este atrav\u00e9s de um esfor\u00e7o rec\u00edproco da sociedade. E o Reitor Alessandro Fernandes de Santana acolheu o pleito, sens\u00edvel que \u00e9 aos reclames da sociedade, sobretudo do que diz respeito \u00e0s quest\u00f5es sociais, sobretudo \u00e0 educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Sei que a Uesc muito ainda tem que caminhar, mas os louros obtidos nesse trajeto \u00e9 um sinal bastante positivo, o que nos leva a crer e vislumbrar uma universidade \u201ccoladinha\u201d com a sociedade. A Uesc pode e deve ser o carro-chefe do pensamento regional, com poderes para influir na renova\u00e7\u00e3o da tecnologia e nas mudan\u00e7as que levem ao desenvolvimento.<\/p>\n<p>O Magn\u00edfico Reitor Alessandro Fernandes tem ao seu lado cabe\u00e7as pensantes capazes de elaborar e tocar projetos em todas as \u00e1reas do conhecimento, notadamente na comunica\u00e7\u00e3o. Se a Uesc tem gente \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m possui pr\u00e9dios herdados do Instituto de Cacau da Bahia (ICB) que podem abrigar esses novos servi\u00e7os \u00e0 sociedade.<\/p>\n<p>Quem sabe, todo esse acervo de comunica\u00e7\u00e3o poder\u00e1 ser reunido num grande projeto disponibilizado \u00e0 sociedade ap\u00f3s a digitaliza\u00e7\u00e3o, tratamento gr\u00e1fico com o que existe de mais moderno na inform\u00e1tica. De casa, do escrit\u00f3rio, aqui no Sul da Bahia, Estados Unidos ou Jap\u00e3o estar\u00e1 dispon\u00edvel em apenas alguns cliques. Afinal, uma universidade \u00e9 um centro de sabedoria com a miss\u00e3o de tornar as pessoas mais inteligentes. E a hora \u00e9 agora.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p>Walmir Ros\u00e1rio \u00e9 radialista, jornalista e advogado<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Walmir Ros\u00e1rio &nbsp; Agora em Itabuna, estou mais perto da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), respirando os ares da sabedoria emanados daquele centro de conhecimento, que vem acumulando trof\u00e9us e t\u00edtulos de excel\u00eancia. 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