{"id":180371,"date":"2025-09-29T12:49:38","date_gmt":"2025-09-29T15:49:38","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/?p=180371"},"modified":"2025-09-29T17:53:06","modified_gmt":"2025-09-29T20:53:06","slug":"evento-reune-meliponicultores-de-cinco-municipios-para-discutir-a-criacao-de-abelhas-sem-ferrao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/2025\/09\/29\/evento-reune-meliponicultores-de-cinco-municipios-para-discutir-a-criacao-de-abelhas-sem-ferrao\/","title":{"rendered":"Evento re\u00fane meliponicultores de cinco munic\u00edpios para discutir a cria\u00e7\u00e3o de abelhas sem ferr\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-180372\" src=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/PHOTO-2025-09-26-13-28-09.jpg\" alt=\"\" width=\"320\" height=\"213\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/PHOTO-2025-09-26-13-28-09.jpg 320w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/PHOTO-2025-09-26-13-28-09-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 320px) 100vw, 320px\" \/>A profissionaliza\u00e7\u00e3o da meliponicultura \u2013 nome dado \u00e0 cria\u00e7\u00e3o racional de abelhas sem ferr\u00e3o \u2013 foi o foco dos debates realizados na terceira edi\u00e7\u00e3o do Encontro Uru\u00e7u na Cabruca, que reuniu cerca de 200 pessoas, entre meliponicultores, especialistas e convidados,\u00a0 em Uru\u00e7uca. A programa\u00e7\u00e3o foi marcada por rodas de conversa e oficinas sobre boas pr\u00e1ticas no manejo de abelhas nativas sem ferr\u00e3o no contexto da agricultura familiar no Sul da Bahia.<\/p>\n<p>O evento foi promovido pela Tab\u00f4a Fortalecimento Comunit\u00e1rio e pelo Instituto Federal de Educa\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia \u2013 Campus Uru\u00e7uca, com apoio do Minist\u00e9rio P\u00fablico do Estado da Bahia, Instituto humanize e Sebrae, e \u00e9 parte do projeto Uru\u00e7u na Cabruca, que, desde 2019, j\u00e1 alcan\u00e7ou mais de 170 agricultoras e agricultores familiares nos munic\u00edpios de Ilh\u00e9us, Itacar\u00e9, Uru\u00e7uca, Camamu e Ibirapitanga. Por meio da iniciativa, apoia-se fam\u00edlias agricultoras na pr\u00e1tica da meliponicultura, associada a outras atividades agr\u00edcolas que j\u00e1 desenvolvem, a exemplo do cultivo de cacau cabruca, contribuindo para maior empoderamento econ\u00f4mico, seguran\u00e7a alimentar e tamb\u00e9m para a prote\u00e7\u00e3o da biodiversidade, uma vez que as abelhas s\u00e3o fundamentais para o equil\u00edbrio dos ecossistemas locais.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>O tema do encontro realizado nesta semana alinha-se \u00e0 proposta de fomentar o potencial socioecon\u00f4mico e ambiental da cria\u00e7\u00e3o de abelhas da esp\u00e9cie Melipona mondury, conhecidas como Uru\u00e7u Amarela. \u201cFoi um momento para abordar conceitos importantes para a profissionaliza\u00e7\u00e3o da pr\u00e1tica entre os participantes da iniciativa, para que gerem renda a partir de produtos e subprodutos da meliponicultura, como o mel, pr\u00f3polis, venda de col\u00f4nias, ou mesmo, ter, entre os participantes, futuros extensionistas que possam formar outros meliponicultores \u201d, comenta Felipe Humberto, gerente de Restaura\u00e7\u00e3o e Cadeias Produtivas, da Tab\u00f4a.<\/p>\n<p>Julianna Torres, respons\u00e1vel pelo setor de meliponicultura do IF Baiano e integrante da coordena\u00e7\u00e3o do projeto, junto com a Tab\u00f4a, ressaltou a import\u00e2ncia da atualiza\u00e7\u00e3o de conhecimentos e do interc\u00e2mbio de experi\u00eancias proporcionados pelo encontro. \u201cCada comunidade tem suas caracter\u00edsticas, suas particularidades. Ent\u00e3o, quando a gente re\u00fane v\u00e1rias comunidades em um \u00fanico ambiente, \u00e9 um momento de muitas trocas. Boa parte dos grupos j\u00e1 tem produ\u00e7\u00e3o de mel e essa foi uma oportunidade para os que est\u00e3o chegando agora perceberem melhor o potencial da pr\u00e1tica\u201d, explica.<\/p>\n<p>A implanta\u00e7\u00e3o de pastos melit\u00f3filos e t\u00e9cnicas para colheita e extra\u00e7\u00e3o de mel foram alguns dos temas debatidos no encontro, valorizando o di\u00e1logo entre os diversos tipos de conhecimentos. \u201cEsse \u00e9 o momento de troca de saberes entre os meliponicultores e entre os convidados da \u00e1rea de meliponicultura, e tamb\u00e9m \u00e9 uma oportunidade de fortalecer os v\u00ednculos entre aqueles que est\u00e3o h\u00e1 mais tempo no projeto e os que chegaram mais recentemente. \u00c9 um marco anual onde \u00e9 poss\u00edvel renovar as experi\u00eancias do dia a dia da pr\u00e1tica\u201d, destaca Leia Dias, coordenadora de meliponicultura na Tab\u00f4a.<\/p>\n<p>Sobre o Uru\u00e7u na Cabruca &#8211; Por meio de atividades formativas, apoio para implanta\u00e7\u00e3o de melipon\u00e1rios e acompanhamento t\u00e9cnico especializado para fam\u00edlias agricultoras, o projeto visa fomentar a cria\u00e7\u00e3o de um polo regional de meliponicultura, gerando alternativa de renda complementar para agricultores(as) familiares e disseminando pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis para a preserva\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica e da abelha Uru\u00e7u Amarela. O Uru\u00e7u na Cabruca \u00e9 realizado em parceria pela Tab\u00f4a Fortalecimento Comunit\u00e1rio e pelo IF Baiano \u2013 Campus Uru\u00e7uca. E conta com os apoios do Minist\u00e9rio P\u00fablico do Estado da Bahia, que tamb\u00e9m participou de sua concep\u00e7\u00e3o, e do Instituto humanize.<\/p>\n<p>(Foto: Acervo Tab\u00f4a)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A profissionaliza\u00e7\u00e3o da meliponicultura \u2013 nome dado \u00e0 cria\u00e7\u00e3o racional de abelhas sem ferr\u00e3o \u2013 foi o foco dos debates realizados na terceira edi\u00e7\u00e3o do Encontro Uru\u00e7u na Cabruca, que reuniu cerca de 200 pessoas, entre meliponicultores, especialistas e convidados,\u00a0 em Uru\u00e7uca. 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