{"id":173797,"date":"2025-03-25T08:36:08","date_gmt":"2025-03-25T11:36:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/?p=173797"},"modified":"2025-03-24T11:43:21","modified_gmt":"2025-03-24T14:43:21","slug":"marco-azul-marinho-prevencao-e-diagnostico-precoce-contra-o-cancer-colorretal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/2025\/03\/25\/marco-azul-marinho-prevencao-e-diagnostico-precoce-contra-o-cancer-colorretal\/","title":{"rendered":"Mar\u00e7o Azul-Marinho: preven\u00e7\u00e3o e diagn\u00f3stico precoce contra o c\u00e2ncer colorretal"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Com mais de 45 mil novos casos anuais, campanha <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>alerta para exames preventivos e mudan\u00e7a de h\u00e1bitos<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_173798\" style=\"width: 424px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-173798\" loading=\"lazy\" class=\" wp-image-173798\" src=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/marco-azul.jpg\" alt=\"\" width=\"414\" height=\"276\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/marco-azul.jpg 600w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/marco-azul-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 414px) 100vw, 414px\" \/><p id=\"caption-attachment-173798\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Freepik0<\/p><\/div>\n<p>O Mar\u00e7o Azul-Marinho \u00e9 dedicado \u00e0 conscientiza\u00e7\u00e3o sobre o c\u00e2ncer colorretal, o terceiro tipo de c\u00e2ncer mais comum no Brasil, que afeta homens e mulheres, segundo o Instituto Nacional de C\u00e2ncer (Inca). A campanha destaca a import\u00e2ncia da preven\u00e7\u00e3o, do diagn\u00f3stico precoce e da informa\u00e7\u00e3o para reduzir a incid\u00eancia da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>O c\u00e2ncer colorretal afeta o intestino grosso (c\u00f3lon) e o reto, partes finais do sistema digestivo, e na maioria dos casos se desenvolve a partir de pequenas les\u00f5es benignas que podem crescer e se tornar malignas com o tempo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Inca estima que, entre 2023 e 2025, o Brasil registre 45.630 novos casos de c\u00e2ncer colorretal por ano \u2014 totalizando mais de 135 mil diagn\u00f3sticos no per\u00edodo. O risco \u00e9 de 21,1 casos a cada 100 mil habitantes, afetando 21.970 homens e 23.660 mulheres.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Alexandre Lins, gastroenterologista e professor da UnexMED Itabuna, explica que o c\u00e2ncer colorretal pode ser silencioso nos est\u00e1gios iniciais, o que torna os exames preventivos fundamentais para a detec\u00e7\u00e3o precoce.<\/p>\n<p>Fatores de risco, sintomas de alerta e diagn\u00f3stico<\/p>\n<p>De acordo com o especialista, os principais fatores de risco que aumentam a chance de desenvolver esse tipo de c\u00e2ncer s\u00e3o a obesidade, o alto consumo de carne vermelha, carnes defumadas e ultraprocessados, al\u00e9m do uso excessivo de \u00e1lcool e o tabagismo. Fatores n\u00e3o modific\u00e1veis, como hist\u00f3rico familiar de c\u00e2ncer de intestino ou presen\u00e7a de p\u00f3lipos na fam\u00edlia, tamb\u00e9m elevam o risco.<\/p>\n<p>Os principais sinais de alerta que n\u00e3o devem ser ignorados incluem sangue nas fezes, perda de peso e altera\u00e7\u00f5es no ritmo intestinal, como constipa\u00e7\u00e3o ou diarreia persistente. O diagn\u00f3stico \u00e9 feito por meio da colonoscopia, exame no qual um tubo flex\u00edvel com uma c\u00e2mera \u00e9 inserido pelo reto para examinar o c\u00f3lon e o reto. Durante o procedimento, o profissional de sa\u00fade pode identificar pequenas les\u00f5es ou p\u00f3lipos, removendo-os, se necess\u00e1rio, para an\u00e1lise.<\/p>\n<p>Preven\u00e7\u00e3o e mudan\u00e7a de h\u00e1bitos: o papel da alimenta\u00e7\u00e3o e do estilo de vida<\/p>\n<p>O Inca recomenda que pessoas a partir dos 45 anos realizem exames preventivos regularmente, especialmente aquelas com hist\u00f3rico familiar da doen\u00e7a ou fatores de risco. Quando identificado nos est\u00e1gios iniciais, o c\u00e2ncer colorretal pode ter taxas de cura acima de 90%. \u201cO paciente que tem o diagn\u00f3stico com o tumor precoce tem um risco menor de met\u00e1stase e, nesses casos, a chance de cura \u00e9 muito maior\u201d, refor\u00e7a Dr. Alexandre.<\/p>\n<p>Embora o tratamento em est\u00e1gios avan\u00e7ados envolva cirurgia, quimioterapia e radioterapia, o c\u00e2ncer colorretal pode ser prevenido em grande parte dos casos. Pesquisas cient\u00edficas mostram que mudan\u00e7as no estilo de vida reduzem significativamente os riscos. \u201cOs h\u00e1bitos que podemos adotar para reduzir o risco do c\u00e2ncer de intestino incluem atividade f\u00edsica regular, alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel rica em frutas, verduras, fibras e gr\u00e3os, com menor consumo de carne vermelha, defumada e ultraprocessados\u201d, orienta o gastroenterologista.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A identifica\u00e7\u00e3o precoce do c\u00e2ncer colorretal \u00e9 essencial. Como, no in\u00edcio, ele pode ser assintom\u00e1tico, exames de rastreamento s\u00e3o cruciais. A triagem deve ser iniciada entre 45 e 50 anos para a popula\u00e7\u00e3o geral, variando conforme diretrizes m\u00e9dicas e fatores de risco individuais. Para pessoas com hist\u00f3rico familiar da doen\u00e7a ou condi\u00e7\u00f5es heredit\u00e1rias que aumentam o risco, a triagem deve come\u00e7ar ainda mais cedo.<\/p>\n<p>A campanha Mar\u00e7o Azul-Marinho refor\u00e7a que a informa\u00e7\u00e3o e a preven\u00e7\u00e3o salvam vidas. Consultar um profissional de sa\u00fade para orienta\u00e7\u00f5es personalizadas e manter exames em dia s\u00e3o passos essenciais para evitar o c\u00e2ncer colorretal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com mais de 45 mil novos casos anuais, campanha alerta para exames preventivos e mudan\u00e7a de h\u00e1bitos &nbsp; O Mar\u00e7o Azul-Marinho \u00e9 dedicado \u00e0 conscientiza\u00e7\u00e3o sobre o c\u00e2ncer colorretal, o terceiro tipo de c\u00e2ncer mais comum no Brasil, que afeta homens e mulheres, segundo o Instituto Nacional de C\u00e2ncer (Inca). 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