{"id":171718,"date":"2025-01-18T09:00:32","date_gmt":"2025-01-18T12:00:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/?p=171718"},"modified":"2025-01-18T08:44:11","modified_gmt":"2025-01-18T11:44:11","slug":"fotografo-baiano-lanca-livro-documentario-com-o-cotidiano-do-povo-em-situacao-de-rua-nas-cidades-de-juazeiro-petrolina-e-sao-paulo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/2025\/01\/18\/fotografo-baiano-lanca-livro-documentario-com-o-cotidiano-do-povo-em-situacao-de-rua-nas-cidades-de-juazeiro-petrolina-e-sao-paulo\/","title":{"rendered":"Fot\u00f3grafo baiano lan\u00e7a livro-document\u00e1rio com o cotidiano do povo em situa\u00e7\u00e3o de rua nas cidades de Juazeiro, Petrolina e S\u00e3o Paulo"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_171719\" style=\"width: 298px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-171719\" loading=\"lazy\" class=\" wp-image-171719\" src=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/PHOTO-2025-01-18-06-40-43.jpg\" alt=\"\" width=\"288\" height=\"384\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/PHOTO-2025-01-18-06-40-43.jpg 384w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/PHOTO-2025-01-18-06-40-43-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 288px) 100vw, 288px\" \/><p id=\"caption-attachment-171719\" class=\"wp-caption-text\">Heitor Rodrigues com o padre J\u00falio Lancelotti<\/p><\/div>\n<p>Com previs\u00e3o de lan\u00e7amento para mar\u00e7o, o livro-document\u00e1rio [\u00e0s] Margens do Olhar, do fot\u00f3grafo documentarista baiano Heitor Rodrigues, 30 anos, envolve a reconstru\u00e7\u00e3o das representa\u00e7\u00f5es imag\u00e9ticas de pessoas em situa\u00e7\u00e3o de rua, atrav\u00e9s da fotografia, tendo em vista que esses sujeitos est\u00e3o mergulhados no mar da invisibilidade social.<\/p>\n<p>O seu novo livro contar\u00e1 com imagens da realidade das pessoas em situa\u00e7\u00e3o de rua dos munic\u00edpios de Juazeiro (Bahia), Petrolina (Pernambuco) e S\u00e3o Paulo (capital). O pref\u00e1cio da obra \u00e9 de autoria do agente social, o padre J\u00falio Lancelotti, p\u00e1roco episcopal da Pastoral do Povo de Rua da Arquidiocese de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-171720\" src=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/PHOTO-2025-01-18-06-41-01.jpg\" alt=\"\" width=\"357\" height=\"268\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/PHOTO-2025-01-18-06-41-01.jpg 600w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/PHOTO-2025-01-18-06-41-01-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 357px) 100vw, 357px\" \/><\/p>\n<p>Segundo o fot\u00f3grafo, a obra conduz a um ganho da percep\u00e7\u00e3o enquanto um Ser com direitos sociais. \u201cEsse modo de adentrar nesse mundo repleto de vulnerabilidade, a partir da fotografia, contribui para emergir um olhar mais sens\u00edvel e reflexivo com essas pessoas\u201d, comenta.<\/p>\n<p>\u201cAfinal \u00e9 imprescind\u00edvel discutir sobre uma parcela da popula\u00e7\u00e3o que sempre foi marginalizada, provocando novas percep\u00e7\u00f5es em torno da sua exist\u00eancia\u201d, afirma Heitor Rodrigues.<\/p>\n<p>Ainda segundo Rodrigues, o trabalho teve concep\u00e7\u00e3o e capta\u00e7\u00e3o de imagens h\u00e1 mais de dois anos e foi bastante impactante. Al\u00e9m de captar o cotidiano das pessoas em situa\u00e7\u00e3o de rua, em Juazeiro e Petrolina, o livro tamb\u00e9m traz o cen\u00e1rio do povo de rua da maior metr\u00f3pole da Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>\u201cSem sombra de d\u00favidas, ter presenciado a realidade da Cracol\u00e2ndia na capital de S\u00e3o Paulo foi extremamente impactante, por perceber o quanto que o poder p\u00fablico falhou com aquelas pessoas e com a sociedade como um todo. No cora\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo, onde deveria existir vida e afeto, h\u00e1 invisibilidade, desigualdade e dor\u201d, desabafa Rodrigues.<\/p>\n<p>O profissional faz um comparativo com a realidade de Juazeiro, no norte baiano, onde reside. \u201cFazendo uma ponte com a cidade de Juazeiro, no Norte da Bahia, percebo a exist\u00eancia de tantas hist\u00f3rias de vida humanas que est\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de rua e que se cruzam em semelhan\u00e7as, j\u00e1 que em muitos casos houve na vida deles a fome, o abandono, a droga, a aus\u00eancia da fam\u00edlia\u201d, atesta.<\/p>\n<p>Este \u00e9 o terceiro livro-document\u00e1rio do fot\u00f3grafo Heitor Rodrigues. O primeiro, Juazeiro: Luz e Sombras, publicado em e-book no ano de 2020. O segundo \u201cPirilampos da Caatinga\u201d, lan\u00e7ado em 2021, que traz um mergulho na cultura de vaqueiros de Uau\u00e1, cidade tamb\u00e9m do norte da Bahia, a 430 km de Salvador.<\/p>\n<p>[\u00e0s] Margens do Olhar \u00e9 um projeto que foi contemplado nos Editais da Lei Paulo Gustavo Bahia e tem apoio financeiro do Governo do Estado, atrav\u00e9s da Secretaria de Cultura da Bahia, direcionada pelo Minist\u00e9rio da Cultura.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>(Fotos Victor \u00c2ngelo)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com previs\u00e3o de lan\u00e7amento para mar\u00e7o, o livro-document\u00e1rio [\u00e0s] Margens do Olhar, do fot\u00f3grafo documentarista baiano Heitor Rodrigues, 30 anos, envolve a reconstru\u00e7\u00e3o das representa\u00e7\u00f5es imag\u00e9ticas de pessoas em situa\u00e7\u00e3o de rua, atrav\u00e9s da fotografia, tendo em vista que esses sujeitos est\u00e3o mergulhados no mar da invisibilidade social. 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