{"id":163921,"date":"2024-06-11T06:15:16","date_gmt":"2024-06-11T09:15:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/?p=163921"},"modified":"2024-06-10T16:32:49","modified_gmt":"2024-06-10T19:32:49","slug":"biblioteca-florisvaldo-mattos-recebe-mais-quatro-autores-e-devera-receber-livros-de-outros-50-jornalistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/2024\/06\/11\/biblioteca-florisvaldo-mattos-recebe-mais-quatro-autores-e-devera-receber-livros-de-outros-50-jornalistas\/","title":{"rendered":"Biblioteca Florisvaldo Mattos recebe mais quatro autores e dever\u00e1 receber livros de outros 50 jornalistas"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-163922\" src=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/sinjorba-2.jpeg\" alt=\"\" width=\"452\" height=\"302\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/sinjorba-2.jpeg 585w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/sinjorba-2-300x201.jpeg 300w\" sizes=\"(max-width: 452px) 100vw, 452px\" \/><\/p>\n<p>A Biblioteca Florisvaldo Mattos, na sede do Sindicato dos Jornalistas da Bahia, j\u00e1 tem agendadas as visitas de mais de 50 jornalistas-escritores, que ir\u00e3o levar pessoalmente suas obras ao endere\u00e7o da Rua Chile, 22. As presen\u00e7as mais recentes s\u00e3o de A\u00e9cio Pamponet, Antonio Matos, Hel\u00f4 Sampaio e Luis Guilherme Pontes Tavares. Suas obras ir\u00e3o dividir espa\u00e7o com os livros de Florisvaldo Mattos, Ruy Espinheira, Fernando Vita, Nelson Cadena, Elieser Cesar, Jorge Ramos, Carlos Navarro, Joana D\u2018 Arck, Tasso Franco, Joa?o Carlos Teixeira Gomes, S\u00e9rgio Mattos, Cau Gomez, Alessandra Nascimento, Jaciara Santos, Emiliano Jos\u00e9, Z\u00e9deJesus Barreto, Franciel Cruz, Alberto Freitas, Lu\u00eds Pimentel, C\u00e9sar Rasec, L\u00facia Correia Lima, Jari Cardoso, Jolivaldo Freitas, Ari Donato, Vanda Amorim, Chico Muniz, Roberto Mac\u00eado, Aurora Vasconcelos, N\u00edlson Galva?o e Carlos Ribeiro.<\/p>\n<p>A\u00c9CIO PAMPONET<\/p>\n<p>A\u00e9cio Pamponet Sampaio, estudante de Ci\u00eancias Sociais da Universidade Federal da Bahia foi preso no Congresso da UNE, em Ibi\u00fana\/SP, e indiciado, em 21 de fevereiro de 1969, por pr\u00e1tica de delito contra seguran\u00e7a nacional \u2013 ainda seria preso por mais duas vezes. Alguns dias antes, a ditadura determinara que sua matr\u00edcula na UFBA fosse recusada. Torcedor apaixonado do Bahia e l\u00edder estudantil, era \u201ccarism\u00e1tico, leve, a fala clara, firme, tomando as assembleias estudantis nas m\u00e3os\u201d, como relembra o jornalista Emiliano Jos\u00e9.<\/p>\n<p>Liderou, por meses, a ocupa\u00e7\u00e3o da Faculdade de Ci\u00eancias Sociais, que funcionava no bairro de Nazar\u00e9, em Salvador, quase em frente \u00e0 Academia Baiana de Letras. Virou cobrador de um laborat\u00f3rio farmac\u00eautico, batendo \u00e0s portas de farm\u00e1cias de Salvador com uma pasta 007 nas m\u00e3os. Um dos editores do jornalzinho Fil\u00f3 &amp; Sofia, foi ser jornalista na Tribuna da Bahia. No entanto, como era um \u201cagitador e comunista perigoso\u201d, segundo o regime militar, n\u00e3o poderia atuar na atuar em Pol\u00edtica.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Foi para a Editoria de Esportes, sob a batuta do jornalista Antonio Matos \u2013 tempos em que Jo\u00e3o Ubaldo Ribeiro reunia a reda\u00e7\u00e3o para dar aula de Filosofia, enquanto Ruy Espinheira Filho copidescava. Na equipe de Matos, A\u00e9cio teve a sua primeira experi\u00eancia com o jornalismo esportivo moderno, de qualidade, l\u00fadico, longe dos chav\u00f5es da boleiragem \u00e0 \u00e9poca.<\/p>\n<p>Em 21 de janeiro de 1968, foi apresentado ao reitor Roberto Santos, no vel\u00f3rio de Isa\u00edas Alves, no sal\u00e3o nobre da antiga Faculdade de Ci\u00eancias Humanas, pelo diretor Joaquim Batista Neves. O Magn\u00edfico o convidou para participar das reuni\u00f5es do Conselho Universit\u00e1rio, apesar das posi\u00e7\u00f5es de esquerda e antirregime de Pamponet. J\u00e1 governador da Bahia, entre 1975 e 1979, Roberto o nomeou como diretor-t\u00e9cnico do Instituto de Urbanismo e Administra\u00e7\u00e3o Municipal, da Secretaria de Planejamento, comandada por Edson Pitta Lima.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em 1986, integrou a segunda gest\u00e3o de M\u00e1rio Kert\u00e9sz na Prefeitura de Salvador, atuando como secret\u00e1rio municipal de Abastecimento. Entre 1993 e 1996, o soci\u00f3logo, jornalista poeta e cronista exerceu o cargo de prefeito de Macajuba, terra onde nasceu, em 1944, na Fazenda Lagoa do Morro. Hoje, Pamponet se dedica \u00e0s orqu\u00eddeas e ao replantio de plantas da caatinga nas terras da Fazenda Garajau, entre os munic\u00edpios de Ruy Barbosa e Macajuba \u2013 onde tamb\u00e9m implantou o Museu de Arte Popular Juraci D\u00f3rea.<\/p>\n<p>Para a Biblioteca Florisvaldo Mattos, na sede do SINJORBA, Pamponet entregou \u201cRetalhos\u201d, de 2019, autobiografia onde conta os sonhos e ilus\u00f5es com a milit\u00e2ncia pol\u00edtica na ditadura militar; a passagem pelo jornalismo esportivo; e a experi\u00eancia como prefeito de Macajuba; e \u201cVagabundo, Gra\u00e7as a Deus\u201d, 2023, continua\u00e7\u00e3o de suas mem\u00f3rias, com grande inspira\u00e7\u00e3o em Guimar\u00e3es Rosa e Manuel de Barros.<\/p>\n<p>ANTONIO MATOS<\/p>\n<p>Antonio Matos, o jornalista e radialista \u201cNininho\u201d, \u00e9 bacharel em Direito, diplomado pela Universidade Federal da Bahia, na turma de 1970. Em 1968, era rep\u00f3rter esportivo na R\u00e1dio Cruzeiro. Um ano depois, aos 22 anos, era editor de Esportes na equipe fundadora da Tribuna da Bahia \u2013 onde permaneceu at\u00e9 junho de 1974 \u2013 comandada pelo brilhantismo de Quintino de Carvalho, com larga experi\u00eancia no Jornal do Brasil, ex-integrante do PCB, com atua\u00e7\u00e3o destacada em O Momento, jornal do Partid\u00e3o na Bahia, diversas vezes empastelado pela ditadura.<\/p>\n<p>No jornal desde 1968, na Escolinha TB \u2013 uma oficina criada por Quintino para os rep\u00f3rteres que iriam trabalhar no jornal \u2013 Matos viveu momentos dif\u00edceis em raz\u00e3o da censura praticada pela ditadura militar. Atrav\u00e9s de bilhetes e telefonemas, o Ex\u00e9rcito \u2013 e, mais tarde, a Pol\u00edcia Federal \u2013 ditava o que podia ou n\u00e3o ser publicado. Al\u00e9m de a\u00e7\u00f5es intimidat\u00f3rias, atrav\u00e9s de \u201cconvites\u201d para que rep\u00f3rteres, redatores, produtores e editores comparecessem ao comando da VI Regi\u00e3o Militar do Ex\u00e9rcito.<\/p>\n<p>Em 1974, trocou a TB pelo Di\u00e1rio de Not\u00edcias, onde foi editor, colunista e redator. De 1978 a 1980, atuou como rep\u00f3rter da sucursal baiana da Manchete Esportiva, al\u00e9m de frila do jornal O Estado de S\u00e3o Paulo. Em 1981, foi para a reda\u00e7\u00e3o de A Tarde, onde ficou por 24 anos, nas fun\u00e7\u00f5es de articulista, redator, editor e chefe de reportagem. Foi subsecret\u00e1rio de Comunica\u00e7\u00e3o Social da Prefeitura de Salvador, tendo o jornalista Fernando Escariz como secret\u00e1rio; assessor de Comunica\u00e7\u00e3o Social da Ordem dos Advogados do Brasil-BA; do Tribunal de Justi\u00e7a do Estado da Bahia; da Secretaria da Seguran\u00e7a P\u00fablica e do Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho. Delegado da Pol\u00edcia Civil, exerceu a presid\u00eancia da Associa\u00e7\u00e3o Bahiana de Cronistas Desportivos (ABCD) e a vice-presid\u00eancia da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Cronistas Esportivos (Abrace). Atualmente, exerce o cargo de diretor financeiro da Associa\u00e7\u00e3o Bahiana de Imprensa (ABI).<\/p>\n<p>Torcedor do Ypiranga, em 2012 come\u00e7ou a esbo\u00e7ar o livro, que finalmente seria lan\u00e7ado em 2018, depois de uma exaustiva pesquisa: \u201cHer\u00f3is de 59: A Hist\u00f3ria do Primeiro T\u00edtulo Brasileiro Conquistado pelo Esporte Clube Bahia\u201d \u2013 na competi\u00e7\u00e3o nacional iniciada em 23 de agosto de 1959 e conclu\u00edda em 29 de mar\u00e7o de 1960, com a participa\u00e7\u00e3o de 16 campe\u00f5es estaduais \u2013 que agora integra a Biblioteca Florisvaldo Mattos, na sede do Sindicato dos Jornalistas da Bahia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com s\u00famulas e detalhes muito precisos, Antonio Matos resgata os 14 jogos realizados pelo Esporte Clube Bahia para sagrar-se primeiro campe\u00e3o do Brasil: dois com o CSA; tr\u00eas (e mais uma prorroga\u00e7\u00e3o) diante do Cear\u00e1 Sporting; tr\u00eas frente ao Sport, inclusive uma goleada sofrida por 6\u00d70 na Ilha do Retiro; tr\u00eas contra o Vasco da Gama; e mais tr\u00eas com o Santos, com a final no Maracan\u00e3, em 29 de mar\u00e7o de 1960: Bahia 3\u00d71 Santos. A motiva\u00e7\u00e3o que o levou a escrever a obra foi o encantamento do garoto de 12 anos com aquele time do Bahia de 1959, que tinha craques como Vicente Arenari, Fl\u00e1vio, Marito e M\u00e1rio, al\u00e9m de contar com o excelente goleiro Nadinho e grandes artilheiros, como L\u00e9o Briglia e Alencar.<\/p>\n<p>Com 266 p\u00e1ginas, o livro tem pref\u00e1cio do jornalista, advogado trabalhista e ex-ministro do Tribunal Superior do Trabalho Roberto Pessoa, e posf\u00e1cio do jornalista Eliezer Varj\u00e3o. A Solisluna Editora prepara uma segunda edi\u00e7\u00e3o, para lan\u00e7\u00e1-la em 2025, quando o Esquadr\u00e3o de A\u00e7o comemora os 65 anos da conquista do primeiro t\u00edtulo brasileiro.<\/p>\n<p>HEL\u00d4 SAMPAIO<\/p>\n<p>A jornalista Helo\u00edsa Gerbasi Sampaio nasceu em Ibicara\u00ed, no Sul da Bahia, nas terras-do-sem-fim da Regi\u00e3o Cacaueira \u2013 \u201cn\u00e3o importa o ano, meus amores, porque isso n\u00e3o \u00e9 informa\u00e7\u00e3o jornal\u00edstica\u201d, diz a pr\u00f3pria Hel\u00f4, durante 35 anos professora de Diagrama\u00e7\u00e3o de milhares de jornalistas que passaram pelos bancos da Escola de Biblioteconomia e Comunica\u00e7\u00e3o \u2013 hoje, Faculdade de Comunica\u00e7\u00e3o \u2013 da Universidade Federal da Bahia. Ela pr\u00f3pria \u00e9 graduada em Jornalismo pela UFBA, em 1973; e possui Especializa\u00e7\u00e3o em Gest\u00e3o da Informa\u00e7\u00e3o Para Multimeios, pela FTC, em 2003.<\/p>\n<p>No primeiro dia \u00fatil de 1972, 3 de janeiro, uma segunda-feira, a manchete principal de A Tarde era: \u201cAno come\u00e7a mal: com 2 crimes, um inc\u00eandio e 5 mortes\u201d. Foi o ano em que Helo\u00edsa pisou, pela primeira vez, como estagi\u00e1ria da Diagrama\u00e7\u00e3o, na reda\u00e7\u00e3o de A Tarde, na Pra\u00e7a Castro Alves, n\u00famero 5, onde funcionou, de 1930 a 1975, o vespertino di\u00e1rio fundado pelo jornalista Ernesto Sim\u00f5es Filho, em 1912.<\/p>\n<p>Rec\u00e9m-formada, passou para a reportagem policial, cobrindo um homic\u00eddio na ladeira do Cine Pax, tornando-se a primeira mulher baiana a escrever para a Editoria de Pol\u00edcia. Era a \u201cGorda\u201d, em um tempo que ainda n\u00e3o era politicamente incorreto chamar assim os \u201cdesregulados cr\u00f4nicos do apetite\u201d.<\/p>\n<p>Acompanhou todas as mudan\u00e7as gr\u00e1ficas do jornal \u2013 linotipo, off-set, cores e sistemas digitais \u2013 e tamb\u00e9m a mudan\u00e7a f\u00edsica para a nova sede, no Caminho das \u00c1rvores, em 1975 \u2013 dando adeus \u00e0 boemia jornal\u00edstica do Centro antigo de Salvador: Varand\u00e1, Tabaris, O Cacique, Hotel Guaciara e o brega de Maria da Vov\u00f3.<\/p>\n<p>Ao longo dos seus 33 anos em A TARDE foi rep\u00f3rter, editora, diagramadora e autora da coluna \u201cComes &amp; Bebes\u201d, dividindo a reda\u00e7\u00e3o com as salas de aula do curso de Jornalismo, e a atividade sindical, como presidenta do Sindicato dos Jornalistas da Bahia, nos per\u00edodos de 1995 a 1998 e 1998 a 2004, quando promoveu a interioriza\u00e7\u00e3o do SINJORBA. Diretora da Associa\u00e7\u00e3o Bahiana de Imprensa, foi tamb\u00e9m assessora da Secretaria de Turismo e da Faculdade de Tecnologia e Ci\u00eancias (FTC).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na \u00e1rea liter\u00e1ria, aos 15 anos, Hel\u00f4 tinha enveredado pela poesia, mas logo desistiu da carreira. \u201cInfelizmente a minha veia po\u00e9tica se inibiu quando aprofundei a leitura dos grandes escritores. Ou chegamos perto dos mestres com uma poesia que sensibilize, ou \u00e9 melhor cuidar de outra coisa na vida\u201d, disse a pr\u00f3pria, mas que nunca abandonou a cr\u00f4nica e, principalmente, os \u201ccausos\u201d. E se tiver comida, ent\u00e3o, a gulosa Helo\u00edsa, com suas deliciosas receitas, faz de uma simples merenda um \u00e1gape.<\/p>\n<p>Para a Biblioteca Florisvaldo Mattos, Hel\u00f4 entregou um exemplar do saboros\u00edssimo \u201cBem Comida \u2013 Cr\u00f4nicas e Del\u00edcias da Bahia\u201d, 1996, onde, em 204 p\u00e1ginas, sempre bem-humorada, ela conta \u201ccausos\u201d da sua viv\u00eancia como jornalista e nas comilan\u00e7as da gastronomia. E ela mesmo avisa (o que todo mundo j\u00e1 sabe): \u201cGosto de comer, mas n\u00e3o sei cozinhar\u201d.<\/p>\n<p>LUIS GUILHERME<\/p>\n<p>O jornalista Luis Guilherme Pontes Tavares possui gradua\u00e7\u00e3o em Comunica\u00e7\u00e3o pela Universidade Federal da Bahia (1977), mestrado em Jornalismo (1990) e doutorado em Hist\u00f3ria Econ\u00f4mica (1999), ambos pela Universidade de S\u00e3o Paulo (USP). Filho do jornalista e historiador Luis Henrique Dias Tavares, teve no jornalista e escritor Jorge Amado uma das refer\u00eancias na inf\u00e2ncia. Na vida profissional, o seu espelho foi o antrop\u00f3logo Vivaldo da Costa, com quem trabalhou na d\u00e9cada de 1980.<\/p>\n<p>Jornalista, produtor editorial e professor universit\u00e1rio, \u00e9 1\u00ba vice-presidente da ABI, com larga experi\u00eancia na \u00e1rea de Comunica\u00e7\u00e3o, atuando principalmente em temas como jornalismo e tipografia, na Bahia e no Brasil. A sua tese de Doutorado foi intitulada \u201cNome para Compor em Caixa Alta: Arthur Arezio da Fonseca\u201d, sobre o baiano Arthur Arezio da Fonseca (1873-1940), gr\u00e1fico, artista pl\u00e1stico, editor, escritor, dono de uma das primeiras clicherias de Salvador, e fundamental na montagem da Imprensa Oficial do Estado. Foi tamb\u00e9m editor de alguns peri\u00f3dicos, como Malagueta, no final do s\u00e9culo XIX, e Artes e Artistas, na d\u00e9cada de 1920. Antes, no Mestrado, em \u201cA Continuidade Define a Linha\u201d, trata da implanta\u00e7\u00e3o, em 7 de setembro de 1915, da Imprensa Oficial do Estado \u2013 que se transformou, hoje, em Empresa Gr\u00e1fica da Bahia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Professor do Centro Universit\u00e1rio Est\u00e1cio da Bahia \u2013 Est\u00e1cio FIB e, desde 1968, servidor efetivo da Assembleia Legislativa do Estado da Bahia, Luis Guilherme entregou para a Biblioteca Florisvaldo Mattos exemplares de \u201cNome para Compor em Caixa Alta: Arthur Arezio da Fonseca\u201d, 2000, com pref\u00e1cio do jornalista Cid Teixeira; \u201cApontamentos Para a Hist\u00f3ria da Imprensa na Bahia\u201d, 2005, com textos de Aloysio de Carvalho, Aloysio de Carvalho Filho, Antonio Loureiro Souza, Antonio Vianna, Honest\u00edlio Coutinho, Jorge Calmon, Luiz Viana Filho e Octavio Mangabeira; \u201cHAF na TB\u00a0 \u2013 A Passagem de Hamilton Almeida Filho na Tribuna da Bahia, entre 1972 e 1973\u201d, 2009; \u201cAs Variedades ou Ensaios de Literatura\u201d, 2012, edi\u00e7\u00e3o fac-similar da primeira revista brasileira, editada, na Bahia, em 1812. Al\u00e9m delas, Luis Guilherme trouxe para a Biblioteca do Jornalista Baiano o cl\u00e1ssico \u201cA Independ\u00eancia do Brasil na Bahia\u201d, 1977, de autoria do seu pai, Luis Henrique Dias Tavares, autor de outras 27 grandes obras.<\/p>\n<p>MAIS JORNALISTAS<\/p>\n<p>A Biblioteca Florisvaldo Mattos quer contar tamb\u00e9m com as obras dos jornalistas-escritores Alben\u00edsio Fonseca, Albino Rubim, Alexandre Lyrio, Ana Paula Ramos, Andr\u00e9 Holanda, Ant\u00f4nio Dias, Ant\u00f4nio Torres, Biaggio Talento, Carla Trabazo, Carlos Barbosa, C\u00e1ssia Candra, C\u00e9sio Oliveira, Chico Ara\u00fajo, Chico Ribeiro Neto, Clara Albuquerque, Cl\u00e1udia Correia, Cl\u00e1udia Quadros, Daniel Thame, Eduardo Bastos, Elias Machado, Elton Serra, Fernando Concei\u00e7\u00e3o, Gabriela de Paula, Gilka Bandeira, Giovanni Giocondo, Gon\u00e7alo Junior, Gutemberg Cruz, Heliana Fraz\u00e3o, H\u00e9rica Lene, Ivana Braga, Itamar Ribeiro, Jan Aline Silva, Jean Willis, Jeremias Mac\u00e1rio, Jessica Smetak, Jo\u00e3o Leite, Jo\u00e3o Santana Filho (Patinhas), Jos\u00e9 Carlos Teixeira, Jos\u00e9lia Aguiar, Juarez Bahia, L\u00edlia Gramacho, L\u00edlian de Souza, Lu\u00eds Gama, , Luiza Torres, Marcelo Dantas, Marcelo Torres, Marcelinho Sim\u00f5es, M\u00e1rcia Luz, Marcos Navarro, Marcos Pal\u00e1cios, Marcos Uzel, Marcus Gusm\u00e3o, Mariana Paiva, Mariluce Moura, Mery Bahia, M\u00f4nica Lima, Muniz Sodr\u00e9, Nelson Cerqueira, Nestor Mendes, Nild\u00e3o, Oleone Coelho Fontes, Orocil Pedreira, Oscar Paris, Othon Jambeiro, Otto Freitas, Paolo Marconi, Patr\u00edcia S\u00e1 Moura, Paulo Leandro, Rog\u00e9rio Menezes, Samuel Celestino, Sebasti\u00e3o Nery, S\u00e9rgio Guerra, S\u00f4nia Serra, Stela Alves, Susana Varj\u00e3o, Symona Gropper, Valber Carvalho, Valter X\u00e9u, Vander Prata, Waldomiro Junior, Washington de Souza Filho, Wilson Midlej, Z\u00e9 Am\u00e9rico Castro, Zez\u00e3o Castro, entre outros.<\/p>\n<p>Entre os fot\u00f3grafos e cartunistas, j\u00e1 est\u00e3o convidados os colegas Agliberto Lima, Anizio Carvalho, Ant\u00f4nio Queir\u00f3s, Borega, Carlos Casaes, El\u00f3i Correia, Gentil, Set\u00fabal, Helder Reis, Marco Aur\u00e9lio, Margarida Neide e Rino Marconi.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m ser\u00e3o contatados os familiares de filiados ilustres do Sinjorba que j\u00e1 faleceram, a exemplo de Ademar Gomes, Adroaldo Ribeiro Costa, Alberto Miranda, Ana Tereza Baptista, An\u00edsio F\u00e9lix, Ant\u00f4nio Jorge Moura, Ariovaldo Matos, B\u00e9u Machado, Chico Bina, Cid Teixeira, Glauber Rocha, H\u00e9lio P\u00f3lvora, James Amado, Jo\u00e3o Ubaldo Ribeiro, Joaquim Cruz Rios, Jorge Amado, Jorge Calmon, Jorge Medauar, Lu\u00eds Henrique Dias Tavares, Maria Jos\u00e9 Quadros, Nilson de Oliva Cezar (Pixox\u00f3), Paulo Gil Soares, Paulo Tavares, Vanderlei Carvalho, entre outros<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Biblioteca Florisvaldo Mattos, na sede do Sindicato dos Jornalistas da Bahia, j\u00e1 tem agendadas as visitas de mais de 50 jornalistas-escritores, que ir\u00e3o levar pessoalmente suas obras ao endere\u00e7o da Rua Chile, 22. 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