{"id":158107,"date":"2023-12-23T09:06:51","date_gmt":"2023-12-23T12:06:51","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/?p=158107"},"modified":"2023-12-21T09:17:41","modified_gmt":"2023-12-21T12:17:41","slug":"medicina-integrativa-nao-despreza-diagnostico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/2023\/12\/23\/medicina-integrativa-nao-despreza-diagnostico\/","title":{"rendered":"Medicina Integrativa n\u00e3o despreza diagn\u00f3stico"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-158109\" src=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/PHOTO-2023-12-21-09-13-46.jpg\" alt=\"\" width=\"513\" height=\"230\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/PHOTO-2023-12-21-09-13-46.jpg 600w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/PHOTO-2023-12-21-09-13-46-300x135.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 513px) 100vw, 513px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Lina Dantas<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignright  wp-image-158108\" src=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/Lina-D.jpg\" alt=\"\" width=\"298\" height=\"274\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/Lina-D.jpg 538w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/Lina-D-300x275.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 298px) 100vw, 298px\" \/>A nomenclatura \u201cMedicina Integrativa\u201d, trazida primeiramente pelo Dr.\u00a0Andrew Weil\u00a0\u00a0nos Estados Unidos em 1990, compactua com o conceito de integrar as pr\u00e1ticas complementares, terapias alternativas e outras medicinas ancestrais e populares, com a alopatia. N\u00e3o se trata de uma especialidade m\u00e9dica. Diferentemente do conceito da medicina alternativa surgido na contra-cultura, a medicina integrativa n\u00e3o descarta ou subjuga o diagn\u00f3stico, metodologias e tratamentos da medicina ocidental. A Integratividade provoca a inclus\u00e3o das diferen\u00e7as, dos v\u00e1rios aspectos do indiv\u00edduo humano, bem como uma reformula\u00e7\u00e3o na forma como o ser humano \u00e9 acolhido e tratado em suas enfermidades. Na corrente ativista da medicina integrativa h\u00e1 uma reivindica\u00e7\u00e3o de estudos cient\u00edficos para embasar e respaldar as pr\u00e1ticas complementares e tecnologias ancestrais.<\/p>\n<p>A luta do Dr. Weil trouxe resultados, e desde 1991, os Estados Unidos contam com\u00a0 o Centro Nacional de Sa\u00fade Complementar e Integrativa (NCCIH). Uma ag\u00eancia governamental que explora a medicina complementar e alternativa (CAM) e promove investimentos para desenvolvimento de pesquisas norte-americanas nessa \u00e1rea. Atrav\u00e9s de investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica rigorosa, a NCCIH visa definir a utilidade e seguran\u00e7a das interven\u00e7\u00f5es complementares e integrativas, seu papel na melhoria da sa\u00fade e da assist\u00eancia em\u00a0sa\u00fade.<\/p>\n<p>A medicina integrativa se ancora na consci\u00eancia da co-responsabilidade do enfermo em se curar. Uma inova\u00e7\u00e3o na conservadora postura hier\u00e1rquica do m\u00e9dico. H\u00e1 uma parceria do m\u00e9dico e seu paciente para a\u00a0manuten\u00e7\u00e3o da sa\u00fade, onde a empatia, a paci\u00eancia e a humaniza\u00e7\u00e3o no atendimento s\u00e3o essenciais. O paciente deixa de receber passivamente o tratamento para uma doen\u00e7a e passa a participar ativamente no processo, como ator principal de sua pr\u00f3pria sa\u00fade. Para tanto, alguns profissionais defendem o termo \u2018\u2019interagente\u2019\u2019 ao inv\u00e9s de paciente ou cliente, a fim de ancorar a ressignifica\u00e7\u00e3o dessa passividade, sem pendular para a mercantiliza\u00e7\u00e3o. Afinal, a sa\u00fade n\u00e3o \u00e9 um produto, e sim um direito de todos, e um dever do Estado.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>O m\u00e9dico integrativo durante uma anamnese, observa e analisa muitos aspectos envolvidos no adoecer do indiv\u00edduo. Durante a forma\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s da histologia, fisiologia, embriologia, patologia, biologia molecular celular, um estudante de medicina vai construindo seu racioc\u00ednio sobre o ser humano s\u00e3o e adoecido. Sistemas, \u00f3rg\u00e3os, c\u00e9lulas, suas rea\u00e7\u00f5es enzim\u00e1ticas, muitos detalhes relevantes sobre o corpo f\u00edsico, enquanto outros aspectos do ser s\u00e3o abordados com superficialidade. Contudo na vida, o m\u00e9dico rec\u00e9m formado logo percebe que s\u00e3o muitos outros fatores envolvidos no adoecimento. Tenta aplicar os protocolos aprendidos, por\u00e9m sem preparo para uma abordagem multifatorial, \u00e9 comum se deparar com respostas insatisfat\u00f3rias,\u00a0 e o sentimento de frustra\u00e7\u00e3o e des\u00e2nimo.<\/p>\n<p>O ser humano completo \u00e9 muito mais que seu corpo f\u00edsico, \u00f3rg\u00e3os e sistemas, ele possui ainda os corpos: emocional, mental, e espiritual (energ\u00e9tico), que apesar de divididos didaticamente, est\u00e3o intrinsecamente interligados. O Ser Humano completo tamb\u00e9m\u00a0 interage a todo instante com os fatores externos, ambientais, sociais, familiares, culturais, globais e universais. O que amplifica a complexidade etiol\u00f3gica de cada adoecimento.<\/p>\n<p>A separa\u00e7\u00e3o \u00e9 uma ilus\u00e3o. \u00c9 preciso entender que enquanto o separatismo \u00e9 uma ferramenta did\u00e1tica, que garante o entendimento aprofundado de cada parte ou especialidade, a integratividade visa acolher a complexidade do ser humano como um todo, na sua vida di\u00e1ria.<\/p>\n<p>Muito mais do que defender a relev\u00e2ncia e o acesso \u00e0s pr\u00e1ticas complementares no tratamento, a medicina integrativa visiona uma necess\u00e1ria revolu\u00e7\u00e3o no sistema de sa\u00fade ocidental, onde os profissionais \u2018\u2019da doen\u00e7a\u2019\u2019 passam a ser profissionais da sa\u00fade. Humildemente, Andrew Weil, nega ter sido o inventor da medicina integrativa, mas afirma ter dado um termo que melhor representaria este prop\u00f3sito, e cita alguns de seus professores que o inspiraram nesse caminho, nos anos 90. H\u00e1 12 anos atr\u00e1s j\u00e1 salientava para um poss\u00edvel colapso no sistema de sa\u00fade americano, criticando os Estados Unidos por n\u00e3o custear a sa\u00fade de seus cidad\u00e3os, e por onerados or\u00e7amentos do estado em tecnologia e sa\u00fade, sem satisfat\u00f3ria resolutividade.<\/p>\n<p>O Brasil \u00e9 refer\u00eancia mundial na \u00e1rea de pr\u00e1ticas integrativas e complementares na aten\u00e7\u00e3o b\u00e1sica. O Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS), nosso modelo de assist\u00eancia cl\u00ednica universalista, lan\u00e7ou as Pol\u00edticas Nacionais de Pr\u00e1ticas Integrativas Complementares, pela primeira vez atrav\u00e9s da PORTARIA N\u00ba 971, em 03 DE MAIO DE 2006, com a inclus\u00e3o da Acupuntura, Homeopatia, Fitoterapia, Termalismo no SUS. Depois de 11 anos, a Portaria N\u00ba 849, de 27 de mar\u00e7o de 2017, inclui 14 novas pr\u00e1ticas na PNPIC. No ano seguinte, a Portaria\u00a0n\u00b0 702, incluiu em 28 de setembro de 2017, 10 novas pr\u00e1ticas na PNPIC. Atualmente s\u00e3o 29 pr\u00e1ticas reconhecidas, e sendo praticadas na aten\u00e7\u00e3o b\u00e1sica e hospitalar. As mais recentes\u00a0Portarias n\u00ba 42, de 13 de julho de 2021\u00a0e\u00a0n\u00ba 43, de 11 de julho de 2023\u00a0Institu\u00edram a C\u00e2mara T\u00e9cnica Assessora em Pr\u00e1ticas Integrativas e Complementares em Sa\u00fade (CTA-PICS) e a C\u00e2mara T\u00e9cnica Assessora da Pol\u00edtica Nacional de Pr\u00e1ticas Integrativas e Complementares no SUS (CTA-PNPIC), respectivamente.<\/p>\n<p>Outro marco legislativo relevante \u00e9 a\u00a0Portaria GM n.\u00b0 886, de 20 de abril de 2010, que institui a Farm\u00e1cia Viva, um ramo da PIC Fitoterapia, no \u00e2mbito do Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS). Considerando que a Cannabis \u00e9 uma planta medicinal, a janela \u201cFarm\u00e1cia Viva\u201d, se torna o portal para o palco ativista do cultivo da Cannabis no SUS. Um povoado interiorano, carente e remoto, cultivando seus pr\u00f3prios recursos fitoter\u00e1picos a servi\u00e7o da sua comunidade, na pr\u00f3pria Unidade B\u00e1sica de Sa\u00fade (UBS), \u00e9 uma vis\u00e3o que vale a pena sonhar, meditar, acreditar, reivindicar e manifestar.<\/p>\n<p>O professor Nelson Filice de Barros traz um panorama hist\u00f3rico interessante sobre o surgimento da Medicina Integrativa no Brasil. A linha do tempo se inicia nos anos 30 com o acolhimento da medicina popular brasileira, validando institucionalmente costumes e ferramentas populares voltadas \u00e0 sa\u00fade, um primeiro marco para a fitoterapia ancestral. Nos anos 60, com a Contracultura, come\u00e7am a surgir agrupamentos para questionar formas tradicionais de tratamentos em sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o infantil, relacionamentos e economias. Esses movimentos culminaram na cria\u00e7\u00e3o do conceito Medicina Alternativa em 1970, \u201c Por uma vida mais pr\u00f3xima da natureza e sem as artificialidades da vida moderna\u201d. A partir da\u00ed come\u00e7a a dicotomia: Medicina Alternativa X Medicina Ortodoxa. Em 1980, surge o conceito de Medicina Complementar.\u00a0 A estrat\u00e9gia de mudar o nome, visou minimizar o conflito entre as duas propostas: conservadora x alternativa. Uma tentativa sem sucesso e bastante critic\u00e1vel, ao tentar submeter a medicina alternativa ao campo protocolar como algo marginal e complementar. Em 2000 o conceito da Medicina Integrativa, chega ao pa\u00eds, e logo foi incorporado na constru\u00e7\u00e3o de paradigma, sob o princ\u00edpio da inclusividade.<\/p>\n<p>Muitos m\u00e9dicos s\u00e3o perseguidos por se anunciarem m\u00e9dicos integrativos, alguns s\u00e3o denunciados ao conselho por outros colegas, e vetados de seguir com essas publica\u00e7\u00f5es. O argumento: N\u00e3o se trata de uma especialidade m\u00e9dica. Muitos por\u00e9m, somente ap\u00f3s serem submetidos a sindic\u00e2ncia, e sofrerem preju\u00edzo financeiro e moral \u00e9 que conseguem esclarecer que n\u00e3o se trata de uma especialidade m\u00e9dica, e sim um conceito inovador de assist\u00eancia em sa\u00fade, baseado em evid\u00eancias. Hoje s\u00e3o muitas as associa\u00e7\u00f5es\u00a0 m\u00e9dicas de medicina integrativa no mundo, para instruir e apoiar seus associados, no Brasil destaca a AMIBRAS.<\/p>\n<p>E qual a rela\u00e7\u00e3o entre a Medicina Integrativa e a Medicina Canabinoide ?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c9 na fisiologia do sistema endocanabinoide (SEC) que encontramos a resposta. Ambas trabalham para o mesmo fim: A Homeostase, ou o equil\u00edbrio de nossas fun\u00e7\u00f5es org\u00e2nicas intr\u00ednsecas, na rela\u00e7\u00e3o com o ambiente exterior. S\u00e3o muitas as pr\u00e1ticas integrativas que refor\u00e7am o sistema endocanabin\u00f3ide, e \u00e9 evidente o impacto dos endocanabin\u00f3ides e dos fitocanabinoides org\u00e2nicos na integratividade do Ser.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Como uma pedra lan\u00e7ada no lago, os fitocanabinoides s\u00e3o prescritos no foco de um tratamento, mas a reverbera\u00e7\u00e3o em ondas desse impacto, trazem outros resultados. Calma, paz, serenidade, contentamento, alegria, disposi\u00e7\u00e3o, tes\u00e3o, relaxamento, revitaliza\u00e7\u00e3o, significado, prop\u00f3sito e prazer de viver, qualidade de sono, de vida e de morte, s\u00e3o efeitos secund\u00e1rios bem prevalentes no tratamento com a Cannabis Medicinal, assim como, com viv\u00eancia das pr\u00e1ticas integrativas.<\/p>\n<p>Se inscreva gratuitamente numa medita\u00e7\u00e3o do Vipassana, medite diariamente e observe. Fa\u00e7a uma viagem dos sonhos para um lugar de natureza exuberante. Dance at\u00e9 soar ao som da m\u00fasica que gosta. Durma bem, receba uma massagem, um reike, um thetahealing. Respire o aroma da floresta, ou um oleo essencial. Fa\u00e7a uma detox alimentar, com ch\u00e1s herbais e alimentos org\u00e2nicos. Beba um cacau gourmet cru e secado ao Sol, na frente de uma fogueira. Contemple as estrelas. Celebre o amor com quem voc\u00ea ama. Fa\u00e7a boas escolhas, cuide da sua fam\u00edlia. Viva bem. Leia essas palavras, feche um pouco os olhos, respire e se sinta como elas reverberam em seu Ser. Fa\u00e7a tudo isso e veja o que acontece com sua sa\u00fade, e sua vitalidade. Agora imagine tudo isso, associado ao tratamento com os fitocanabinoides. \u00c9 sobre isso e para isso que a Uno Clinic Brasil foi fundada. Uma cl\u00ednica com abordagem integrativa com experi\u00eancia no tratamento e acompanhamento de pessoas\u00a0 que buscam a restaura\u00e7\u00e3o da sa\u00fade e da homeostase com os fitocanabinoides e as terapias complementares.<\/p>\n<p>A Medicina Integrativa \u00e9 menos invasiva, e uma interse\u00e7\u00e3o entre o tudo e o nada. Entre o operar ou viver com dor, entre a doen\u00e7a e a morte, ainda h\u00e1 vida, que deve ser vivida com dignidade e qualidade. A medicina integrativa combina tratamentos tradicionais e complementares considerando todos os fatores e ferramentas que promovam a sa\u00fade e bem-estar; estabelece um relacionamento de confian\u00e7a entre m\u00e9dico e paciente; investiga as causas dos desconfortos considerando os 4 corpos (f\u00edsico, mental, emocional e espiritual) e os fatores externos (ambientais, familiares, culturais, ancestrais, sociais e globais). E tudo isso baseado em evid\u00eancias cient\u00edficas, que com paci\u00eancia e perseveran\u00e7a logo ser\u00e3o muitas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p>A Dra. Lina Dantas \u00e9 m\u00e9dica cl\u00ednica com enfoque em sa\u00fade integrativa<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Refer\u00eancias:<\/p>\n<p>Rees L, Weil A. Integrated medicine. BMJ. 2001 Jan 20;322(7279):119-20. doi: 10.1136\/bmj.322.7279.119. PMID: 11159553; PMCID: PMC1119398<\/p>\n<p>Silva, H. K. C., &amp; Lourenco, R. F.. (2023). Cannabinoid therapy within the Unified Health System, perspectives in relation to pain treatment. Brjp, 6, 44\u201348.\u00a0https:\/\/doi.org\/10.5935\/2595-0118.20230004-en<\/p>\n<p>https:\/\/bvsms.saude.gov.br\/bvs\/saudelegis\/anvisa\/2013\/rdc0018_03_04_2013.html<br \/>\nA constru\u00e7\u00e3o da medicina integrativa: um desafio para o campo da sa\u00fade \/ The construction of integrative medicine: a challenge for the field of health<\/p>\n<p>Barros, Nelson Filice de.<\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo; Hucitec; 2008. 311 p. (Sa\u00fade em debate, 172).<\/p>\n<p>Monografia em Portugu\u00eas | LILACS, Sec. Est. Sa\u00fade SP | ID: lil-655566<\/p>\n<p>Biblioteca respons\u00e1vel:\u00a0BR526.1<\/p>\n<p>Localiza\u00e7\u00e3o: BR526.1; 610.696, B277c<\/p>\n<p>https:\/\/bvsms.saude.gov.br\/bvs\/saudelegis\/gm\/2006\/prt0971_03_05_2006.html<br \/>\nhttps:\/\/www.gov.br\/saude\/pt-br\/composicao\/saps\/pics\/legislacao<br \/>\nREVIS\u00c3O SISTEM\u00c1TICA SOBRE A BUSCA E A EFETIVIDADE DAS PR\u00c1TICAS DE MEDICINA INTEGRATIVA E COMPLEMENTAR EM DIFERENTES \u00c1REAS DA MEDICINA CONVENCIONAL THIESEN, Ana Beatriz Tavares. 1 THIESEN, Leticia de Cassia Tavares.2 MAIA, Tatiana Peres de Assis. 3, Anais do 19\u00ba Encontro Cient\u00edfico Cultural Interinstitucional \u2013 2021.https:\/\/www.gov.br\/saude\/pt-br\/centrais-de-conteudo\/arquivos\/praticas-integrativas-pdf<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Lina Dantas &nbsp; A nomenclatura \u201cMedicina Integrativa\u201d, trazida primeiramente pelo Dr.\u00a0Andrew Weil\u00a0\u00a0nos Estados Unidos em 1990, compactua com o conceito de integrar as pr\u00e1ticas complementares, terapias alternativas e outras medicinas ancestrais e populares, com a alopatia. 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