{"id":153824,"date":"2023-08-23T18:37:45","date_gmt":"2023-08-23T21:37:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/?p=153824"},"modified":"2023-08-23T15:30:13","modified_gmt":"2023-08-23T18:30:13","slug":"os-craques-que-vi-jogar-de-walmir-rosario-na-amazon","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/2023\/08\/23\/os-craques-que-vi-jogar-de-walmir-rosario-na-amazon\/","title":{"rendered":"\u201cOs craques que vi jogar\u201d, de Walmir Ros\u00e1rio, na Amazon"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-153825\" src=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/Os-grandes-craques-que-vi-jogar.jpg\" alt=\"\" width=\"194\" height=\"302\" \/><\/p>\n<p>Os grandes craques que vi jogar \u2013 nos est\u00e1dios e campos de futebol de Itabuna e Canavieiras \u00e9 o mais novo livro do radialista e jornalista Walmir Ros\u00e1rio. Editado pela Ojuob\u00e1 Projetos de Comunica\u00e7\u00e3o, ele tra\u00e7a o perfil dos craques \u201cdas antigas\u201d que tinham verdadeiro dom\u00ednio da bola. Em cada cr\u00f4nica o autor expressa o verdadeiro sentimento desses jogadores amadores ao jogar por suas esquipes e a sele\u00e7\u00e3o de sua cidade.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-150407\" src=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Walmir-Rosario-1-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Walmir-Rosario-1-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Walmir-Rosario-1.jpg 410w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>Bastava envergar o manto sagrado para que esses craques se superassem das defici\u00eancias dos antiquados treinamentos f\u00edsicos e t\u00e1ticos das equipes do interior e entrassem em campo com a finalidade de ganhar o jogo. E com essa sequ\u00eancia de vit\u00f3rias chegavam os t\u00e3o sonhados t\u00edtulos nos campeonatos municipais e intermunicipais, fa\u00e7anha conseguida pela Sele\u00e7\u00e3o de Itabuna ao conquistar o hexacampeonato baiano intermunicipal.<\/p>\n<p>E essa brilhante conquista teve como protagonistas praticamente os mesmos jogadores, entre os anos 1957 e 1965, com um intervalo de tr\u00eas anos sem a disputa do campeonato \u2013 1958, 1959 e 1960 \u2013, retomado em 1961 at\u00e9 1965. E a base dessa sele\u00e7\u00e3o eram os clubes amadores itabunenses Jan\u00edzaros, Fluminense, Gr\u00eamio, Flamengo, Botafogo, Bahia e Corinthians, verdadeiras f\u00e1bricas de craques.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Em Os grandes craques que vi jogar, o autor tamb\u00e9m aborda a transi\u00e7\u00e3o do futebol amador para o profissional, com a cria\u00e7\u00e3o do Itabuna Esporte Clube, conhecido com o slogan Meu Time de F\u00e9. E o Itabuna brilhou no campeonato baiano de profissionais, com equipes competitivas, no in\u00edcio, formadas pelos craques amadores, mais tarde mesclada com profissionais vindos do sul do pa\u00eds.<\/p>\n<p>E o foco principal \u00e9 mostrar a trajet\u00f3ria de cada um desses craques, como iniciaram e foram descobertos nos campinhos de baba (pelada) e seguiram carreira amadora, muitos deles chegando ao profissionalismo. E o espet\u00e1culo rolava solto aos domingos no velho campo da Desportiva, em Itabuna, para a satisfa\u00e7\u00e3o dos torcedores que enchiam o est\u00e1dio para torcer pelos seus times.<\/p>\n<p>E a paix\u00e3o pelo futebol era tamanha que em Itabuna surgiu o primeiro Col\u00e9gio de Futebol Grapi\u00fana, criada pelo vasca\u00edno Demosthenes Prop\u00edcio de Carvalho, cirurgi\u00e3o dentista que influenciou na forma\u00e7\u00e3o de car\u00e1ter e na arte de jogar futebol dos futuros craques. Dessa escolinha sa\u00edram grandes jogadores amadores e profissionais, a exemplo de Perivaldo, que atuou em grandes clubes e at\u00e9 na Sele\u00e7\u00e3o Brasileira.<\/p>\n<p>Algumas cr\u00f4nicas s\u00e3o dedicadas a fatos pitoresco do futebol do interior, como o dia em que o Botafogo itabunense entrou em campo no segundo tempo sem o goleiro Romualdo Cunha, que ficou no vesti\u00e1rio tirando um cochilo. Somente ap\u00f3s 15 minutos sua aus\u00eancia \u00e9 notada por um torcedor. Esse era o mesmo Botafogo dos meios campistas Pedrinha e Mundeco, considerados superiores a Pel\u00e9 e Coutinho, quando o assunto era a tabelinha.<\/p>\n<p>Em outras cr\u00f4nicas o leitor conhecer\u00e1 dois dos grandes craques que se formaram em Canavieiras, no sul da Bahia: Ben\u00e9 (Canavieira, sem o s final) e Boinha Cavaquinho, que jogaram um futebol de gente grande. Canavieira passou pelo Botafogo Carioca nos tempos de Garricha, Didi, N\u00edlton Santos, al\u00e9m de outras equipes. J\u00e1 Boinha Cavaquinho era centroavante goleador, jogava bem nas 11 posi\u00e7\u00f5es do gol \u00e0 ponta-esquerda.<br \/>\nO livro Os grandes craques que vi jogar \u2013 nos est\u00e1dios e campos de futebol de Itabuna e Canavieiras foi editado pela Ojuob\u00e1 Projetos de Comunica\u00e7\u00e3o, com design gr\u00e1fico, editora\u00e7\u00e3o e capa de Tasso Filho e Vit\u00f3ria Giovanini, e est\u00e1 dispon\u00edvel em eBook Kindle, na Amazon, http:\/\/tiny.cc\/bc5avz<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os grandes craques que vi jogar \u2013 nos est\u00e1dios e campos de futebol de Itabuna e Canavieiras \u00e9 o mais novo livro do radialista e jornalista Walmir Ros\u00e1rio. Editado pela Ojuob\u00e1 Projetos de Comunica\u00e7\u00e3o, ele tra\u00e7a o perfil dos craques \u201cdas antigas\u201d que tinham verdadeiro dom\u00ednio da bola. 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