{"id":13707,"date":"2012-10-16T11:11:41","date_gmt":"2012-10-16T14:11:41","guid":{"rendered":"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/?p=13707"},"modified":"2012-10-16T11:11:41","modified_gmt":"2012-10-16T14:11:41","slug":"globo-rural-mostra-crescimento-da-lavoura-de-cacau-no-para","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/2012\/10\/16\/globo-rural-mostra-crescimento-da-lavoura-de-cacau-no-para\/","title":{"rendered":"GLOBO RURAL MOSTRA CRESCIMENTO DA LAVOURA DE CACAU NO PAR\u00c1"},"content":{"rendered":"<p>Reportagem da revista Globo Rural revela expans\u00e3o da lavoura cacaueira no Par\u00e1. Sul da Bahia pode ficar para tr\u00e1s.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h1>Cacau volta \u00e0 Amaz\u00f4nia<\/h1>\n<h2><\/h2>\n<h2>O Par\u00e1, Estado onde o cultivo cresce mais r\u00e1pido no pa\u00eds, registra o triplo da produtividade da Bahia<\/h2>\n<address>por Luciana Franco | Fotos Ernesto de Souza<\/address>\n<p>\u00a0<a href=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/par\u00e1-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-13708\" title=\"par\u00e1 1\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/par\u00e1-1-300x184.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"184\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/par\u00e1-1-300x184.jpg 300w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/par\u00e1-1.jpg 650w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p>O Brasil, que nas \u00faltimas d\u00e9cadas viu a produ\u00e7\u00e3o interna de\u00a0<strong>cacau<\/strong>\u00a0despencar, por conta principalmente da alta incid\u00eancia do fungo que causa a\u00a0<strong>vassoura de bruxa<\/strong>, ensaia um movimento de recupera\u00e7\u00e3o que j\u00e1 na safra atual pode somar 200.000 toneladas, uma alta de 17% em compara\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo anterior. Al\u00e9m da retomada da safra na\u00a0<strong>Bahia<\/strong>, que responde por 70% da colheita nacional, o\u00a0<strong>Par\u00e1<\/strong>, que hoje se destaca como segundo maior produtor do pa\u00eds, tem grande potencial de expans\u00e3o para a cultura. \u201c\u00c9 no Par\u00e1 onde a produ\u00e7\u00e3o mais cresce no Brasil\u201d, avalia\u00a0<strong>Thomas Hartmann<\/strong>, analista da\u00a0<strong>TH Consultoria<\/strong>. Segundo ele, a Bahia tem grande import\u00e2ncia hist\u00f3rica para o cacau, mas \u00e9 no Par\u00e1 que est\u00e1 o futuro da am\u00eandoa. A import\u00e2ncia da cultura \u00e9 t\u00e3o grande que o Estado j\u00e1 tem sua pr\u00f3pria \u201ccapital do cacau\u201d: o munic\u00edpio de\u00a0<strong>Medicil\u00e2ndia<\/strong>, situado \u00e0s margens da\u00a0<strong>Rodovia Transamaz\u00f4nica<\/strong>, onde 70% da popula\u00e7\u00e3o, estimada em 27 mil habitantes, reside na\u00a0<strong>\u00e1rea rural<\/strong>.<\/p>\n<p>Medicil\u00e2ndia conta hoje com 27 milh\u00f5es de p\u00e9s de cacau, ou 1.000 p\u00e9s por habitante, e h\u00e1 mais de tr\u00eas d\u00e9cadas \u00e9 o destino certo para quem quer se aventurar na produ\u00e7\u00e3o da\u00a0<strong>am\u00eandoa<\/strong>. Com infraestrutura prec\u00e1ria, economia em desenvolvimento e PIB per capita de R$ 4.300, o pequeno munic\u00edpio, fundado em maio de 1989, parece ter as mesmas caracter\u00edsticas da\u00a0<strong>Ilh\u00e9us<\/strong>\u00a0do in\u00edcio do s\u00e9culo passado:\u00a0<strong>terra<\/strong>\u00a0boa e\u00a0<strong>agricultores<\/strong>\u00a0\u00e1vidos por riqueza. \u201cNa d\u00e9cada de 1970, desenvolvemos um programa para que o cacau retornasse \u00e0 sua origem, que \u00e9 a\u00a0<strong>regi\u00e3o amaz\u00f4nica<\/strong>, e foi elaborado um material h\u00edbrido altamente produtivo para ser cultivado no Par\u00e1\u201d, diz\u00a0<strong>Paulo Henrique Fernandes Santos<\/strong>, coordenador da \u00e1rea de pesquisa de cacau da\u00a0<strong>Comiss\u00e3o Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira<\/strong>\u00a0(<strong>Ceplac<\/strong>) de\u00a0<strong>Altamira<\/strong>\u00a0(PA).<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/par\u00e1-2.-jpg.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-medium wp-image-13709\" title=\"par\u00e1 2. jpg\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/par\u00e1-2.-jpg-300x184.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"184\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/par\u00e1-2.-jpg-300x184.jpg 300w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/par\u00e1-2.-jpg.jpg 650w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p>E, assim como aconteceu na Bahia no final do s\u00e9culo XIX, o governo brasileiro doava terras para quem quisesse plantar cacau no Par\u00e1. Em meados da d\u00e9cada de 1970, quem ganhasse um lote de 100 hectares e o desmatasse em, no m\u00e1ximo, um ano recebia outro do mesmo tamanho. Foi dessa maneira que, aos poucos, a regi\u00e3o antes ocupada por exemplares nativos foi cedendo espa\u00e7o \u00e0\u00a0<strong>cacauicultura<\/strong>. E hoje na\u00a0<strong>terra roxa<\/strong>\u00a0do Par\u00e1 o cacau convive harmoniosamente com esp\u00e9cies nativas. A recomenda\u00e7\u00e3o da Ceplac \u00e9 que as lavouras sejam instaladas sob um sombreiro provis\u00f3rio \u2013 a\u00a0<strong>banana<\/strong>, posteriormente retirada \u2013 e cultivadas junto com ess\u00eancias nativas, como\u00a0<strong>mogno<\/strong>,\u00a0<strong>ip\u00ea<\/strong>,<strong>cumaru<\/strong>,\u00a0<strong>andiroba<\/strong>,\u00a0<strong>jatob\u00e1<\/strong>, entre outras esp\u00e9cies da Amaz\u00f4nia, que ser\u00e3o usadas para o sombreamento permanente das lavouras.<\/p>\n<p>O agricultor Antonio Teixeira de Lira foi um dos primeiros a chegar \u00e0 regi\u00e3o, em 1970. \u201cVim sem destino certo e meu primeiro trabalho foi a derrubada de\u00a0<strong>\u00e1rvores<\/strong>\u00a0para os\u00a0<strong>\u00edndios<\/strong>\u201d, diz. Em 1976, ele come\u00e7ou a trabalhar nas ro\u00e7as de cacau e lembra-se de ter cultivado em viveiros as primeiras mudas criadas pela Ceplac. Em 1986, montou sua pr\u00f3pria lavoura e hoje cultiva 100 hectares consorciados com\u00a0<strong>caf\u00e9<\/strong>\u00a0e\u00a0<strong>a\u00e7a\u00ed<\/strong>. \u201cNeste ano, estou colhendo 1 quilo por p\u00e9, mas sei que d\u00e1 para melhorar\u201d, diz Antonio, que tem como principal m\u00e3o de obra nas lavouras seus filhos e parentes. \u201cCom a constru\u00e7\u00e3o da\u00a0<strong>Usina Belo Monte<\/strong>\u00a0aqui na regi\u00e3o, os trabalhadores n\u00e3o querem mais ficar no campo\u201d, diz Lira.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/par\u00e1-3.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-13710\" title=\"par\u00e1 3\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/par\u00e1-3-300x184.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"184\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/par\u00e1-3-300x184.jpg 300w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/par\u00e1-3.jpg 650w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><br \/>\nA predomin\u00e2ncia da m\u00e3o de obra familiar \u00e9 uma forte caracter\u00edstica das lavouras do norte do pa\u00eds. Nessa regi\u00e3o, a sucess\u00e3o familiar \u00e9 comum e os filhos dos\u00a0<strong>propriet\u00e1rios de terras<\/strong><strong>\u00a0<\/strong>ou assumem a gest\u00e3o das fazendas junto com os pais ou adquirem seus pr\u00f3prios lotes. \u00c9 o caso de Ivan Gotardo, de 22 anos, que j\u00e1 tem, h\u00e1 dois anos, sua pr\u00f3pria ro\u00e7a de cacau, com 10 mil p\u00e9s. Seu irm\u00e3o, Ivanilson, de 17 anos, tamb\u00e9m formou sua planta\u00e7\u00e3o em 2011, com 15 mil p\u00e9s. Ambos, al\u00e9m de cuidarem do manejo de suas lavouras, tamb\u00e9m trabalham nas ro\u00e7as do pai, o agricultor Valmir Gotardo, que foi do\u00a0<strong>Paran\u00e1<\/strong>\u00a0para Medicil\u00e2ndia em 1984 e hoje mant\u00e9m 72 hectares, onde cultiva 72 mil p\u00e9s de cacau. \u201cNeste ano, estamos com uma produtividade bastante alta, de 2 quilos por p\u00e9 de cacau\u201d, diz Valmir. Uma produtividade que chama a aten\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que, em geral, o rendimento no Estado se situa, em m\u00e9dia, em 1 quilo por \u00e1rvore, enquanto na Bahia a m\u00e9dia baixa para 300 gramas por p\u00e9. \u201cA capacidade produtiva da planta \u00e9 ainda maior, de 2,5 quilos por hectare, mas ainda n\u00e3o est\u00e1 sendo aproveitada\u201d, diz Paulo Santos, da Ceplac. Segundo ele, os t\u00e9cnicos da entidade est\u00e3o trabalhando para melhorar o manejo das lavouras a fim de elevar tanto a produtividade das plantas como aprimorar os cuidados p\u00f3s-colheita.<\/p>\n<p><strong><em>LUCRO REINVESTIDO<br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/par\u00e1-4.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-13711\" title=\"par\u00e1 4\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/par\u00e1-4-300x184.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"184\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/par\u00e1-4-300x184.jpg 300w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/par\u00e1-4.jpg 650w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><br \/>\n<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Na regi\u00e3o de Altamira, maior polo de produ\u00e7\u00e3o do Estado \u2013 que contempla os munic\u00edpios de Altamira,\u00a0<strong>Vit\u00f3ria do Xingu<\/strong>, Medicil\u00e2ndia e\u00a0<strong>Brasil Novo<\/strong>\u00a0\u2013, existem cerca de 40.000 hectares cultivados com cacau, que devem render neste ano uma safra de 53.000 toneladas. No Par\u00e1, a \u00e1rea destinada ao cultivo cresce todo ano. \u201cTemos nesta safra uma demanda de 20 milh\u00f5es de sementes, mas nossa capacidade de produ\u00e7\u00e3o \u00e9 de apenas 14 milh\u00f5es de unidades\u201d, diz Santos. Segundo proje\u00e7\u00f5es da Ceplac, 16.000 novos hectares devem ser incorporados ao cultivo no Estado. A produ\u00e7\u00e3o de 2012 est\u00e1 estimada em 85.000 toneladas, alta de 30,7% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 safra de 2011.<\/p>\n<p>Resultado do esfor\u00e7o conjunto dos agricultores, que t\u00eam por h\u00e1bito investir na expans\u00e3o das lavouras quase todo o lucro que a cultura lhes proporciona. A produtora Gabriela Soares, hoje com 78 anos, chegou ao Par\u00e1 em 1980 e come\u00e7ou a plantar cacau em 1982. Atualmente, mant\u00e9m 42 mil p\u00e9s produzindo e est\u00e1 fazendo um trabalho com os t\u00e9cnicos da Ceplac para melhorar a qualidade e a produtividade, em torno de 1 quilo por hectare. \u201cPlantei 6 mil novos p\u00e9s em janeiro de 2010 e vou plantar mais 3 mil p\u00e9s neste ano\u201d, conta Gabriela, que divide a colheita com os sete meeiros que trabalham em sua propriedade. \u201cAcho justo eu ganhar e eles tamb\u00e9m\u201d, diz.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Apesar da queda na\u00a0<strong>moagem<\/strong>\u00a0das processadoras de cacau no segundo trimestre deste ano, a expectativa de que o processamento de cacau nos grandes centros do mundo seja 2% maior neste ano est\u00e1 dando sustenta\u00e7\u00e3o aos pre\u00e7os da am\u00eandoa. No Par\u00e1, as cota\u00e7\u00f5es se situam entre R$ 4,70 e R$ 6 por quilo, menores que as do ano passado, mas remuneradoras.<br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/par\u00e1-5.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-13712\" title=\"par\u00e1 5\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/par\u00e1-5-300x184.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"184\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/par\u00e1-5-300x184.jpg 300w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/par\u00e1-5.jpg 650w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><br \/>\nPara a agricultora Maria Concebida Maciel Tabosa, que planta\u00a0<strong>cacau org\u00e2nico<\/strong>, os pre\u00e7os est\u00e3o acima de R$ 6 por quilo de produto certificado. \u201cVendemos parte de nossa produ\u00e7\u00e3o para a\u00a0<strong>Natura<\/strong>, exportamos um pouco para a\u00a0<strong>Su\u00ed\u00e7a<\/strong>\u00a0e o restante vendemos no mercado interno\u201d, diz Maria, que chegou ao Par\u00e1 em 1974 e hoje mant\u00e9m 350 hectares de terras na regi\u00e3o, dos quais cultiva 80 hectares com cacau org\u00e2nico. Seus oito filhos \u00e9 que tomam conta das lavouras. \u201cNeste ano, plantamos mais 2.500 p\u00e9s. O plano \u00e9 continuar investindo em terras e lavouras\u201d, diz a agricultora de 63 anos, que mant\u00e9m 19 meeiros em sua propriedade.<\/p>\n<p>\u00e1 na Bahia, a safra est\u00e1 estimada em 135.000 toneladas para este ano, alta de 6,2% quando comparada ao per\u00edodo anterior. No Estado, s\u00edmbolo da produ\u00e7\u00e3o de cacau no Brasil, os esfor\u00e7os no combate ao fungo causador da doen\u00e7a vassoura de bruxa surtiram efeito e a produ\u00e7\u00e3o come\u00e7a a ser retomada. A Ceplac tem tido papel fundamental nessa retomada, com destaque para um projeto de conserva\u00e7\u00e3o produtiva que visa capacitar produtores para o uso de<strong>tecnologias sustent\u00e1veis<\/strong>.<\/p>\n<p>No cen\u00e1rio internacional, o Brasil se posiciona entre o sexto e s\u00e9timo lugares no ranking dos maiores produtores mundiais, dependendo do volume produzido mundialmente. A\u00a0<strong>Costa do Marfim<\/strong>, maior produtor mundial, deve colher uma safra de 1,41 milh\u00e3o de toneladas na safra 2011\/2012, que come\u00e7a no pr\u00f3ximo m\u00eas de outubro e se encerra em setembro de 2013. No mesmo per\u00edodo, a oferta mundial de cacau deve somar 3,9 milh\u00f5es de toneladas, o que, segundo a\u00a0<strong>International Cocoa Organization<\/strong><strong>\u00a0<\/strong>(<strong>Icco<\/strong>), deve gerar um deficit de 43.000 toneladas entre a oferta e a demanda. Apesar da retra\u00e7\u00e3o nos pa\u00edses desenvolvidos, o aumento do consumo de chocolate nos pa\u00edses emergentes mant\u00e9m a demanda aquecida e d\u00e1 sustenta\u00e7\u00e3o aos pre\u00e7os da\u00a0<strong>commodity<\/strong>.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/par\u00e1-7.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-13714\" title=\"par\u00e1 7\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/par\u00e1-7-300x138.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"138\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/par\u00e1-7-300x138.jpg 300w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/par\u00e1-7.jpg 650w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><a href=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/par\u00e1-6.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-13713\" title=\"par\u00e1 6\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/par\u00e1-6-300x184.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"184\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/par\u00e1-6-300x184.jpg 300w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/par\u00e1-6.jpg 650w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Reportagem da revista Globo Rural revela expans\u00e3o da lavoura cacaueira no Par\u00e1. 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