{"id":134981,"date":"2022-05-10T11:38:22","date_gmt":"2022-05-10T14:38:22","guid":{"rendered":"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/?p=134981"},"modified":"2022-05-10T12:02:40","modified_gmt":"2022-05-10T15:02:40","slug":"labor-de-poetas-brinda-ao-talento-de-escritores-ate-aqui-anonimos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/2022\/05\/10\/labor-de-poetas-brinda-ao-talento-de-escritores-ate-aqui-anonimos\/","title":{"rendered":"\u201cLabor de Poetas\u201d brinda ao talento de escritores at\u00e9 aqui an\u00f4nimos"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><strong>Celina Santos, no Di\u00e1rio Bahia\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><a href=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/poetas.jpeg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-134982\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/poetas.jpeg\" alt=\"poetas\" width=\"520\" height=\"381\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/poetas.jpeg 736w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/poetas-300x220.jpeg 300w\" sizes=\"(max-width: 520px) 100vw, 520px\" \/><\/a><\/p>\n<p><em>Nestas ligeiras linhas eu venho te falar\/<\/em><\/p>\n<p><em>Na terra grapi\u00fana tem poeta pra a gente babar\/<\/em><\/p>\n<p><em>Eles mostram sentimento que faz nosso cora\u00e7\u00e3o palpitar\/<\/em><\/p>\n<p><em>Gente que nem sabia como a alma lavar\/<\/em><\/p>\n<p><em>Faz nosso sorriso abrir e nosso olho brilhar\/<\/em><\/p>\n<p><em>Como n\u00e3o sou escritora, convido \u00e0 leitura desta obra que imenso orgulho d\u00e1<\/em>.<\/p>\n<p>Pe\u00e7o licen\u00e7a aos leg\u00edtimos artistas da palavra, para contar sobre o livro, lan\u00e7ado no t\u00e9rreo do Espa\u00e7o Cultural Josu\u00e9 Brand\u00e3o, em Itabuna, no feriado de Tiradentes, dia 21 de abril. Voc\u00ea vai entender por que a not\u00edcia \u00e9 atual. Ali\u00e1s, eterna.<\/p>\n<p>Por ironia do tal destino, a obra ora lan\u00e7ada grita para a literatura jamais ser enforcada, nesse turbilh\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es em que um dia fomos mergulhados. O livro, que j\u00e1 se encontra na Biblioteca Municipal Pl\u00ednio de Almeida, foi publicado pela\u00a0<em>Via Litterarum Editora<\/em>\u00a0e ser\u00e1 tema de um sarau na ter\u00e7a-feira (10), \u00e0s 19 horas, no Shopping Jequitib\u00e1.<\/p>\n<p>Egnaldo Fran\u00e7a, organizador da publica\u00e7\u00e3o, \u00e9 ativista, percussionista, cantor, historiador, agente de sa\u00fade, entre tantos atributos. Agora, anfitri\u00e3o neste tempo de lan\u00e7amento. Ele tamb\u00e9m tem poemas naquelas p\u00e1ginas, jogando nas letras parte das tantas causas pelas quais labuta.<\/p>\n<p>Como inspira\u00e7\u00e3o, revela que encontrou o professor Gileno Gon\u00e7alves, outro autor que derrama poesia naquelas p\u00e1ginas. Vamos a mais nomes e voc\u00ea, leitor, h\u00e1 de reconhec\u00ea-los ao ler o livro.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<h4><strong>Para todos os gostos<\/strong><\/h4>\n<p>Vinda da regi\u00e3o sudoeste (deste estado com tamanho de pa\u00eds!), a agente comunit\u00e1ria de sa\u00fade Zayra Lima traz delicadeza ao transferir um pouco da origem dela para a turma do sul baiano.<\/p>\n<p>Dono de um olhar cr\u00edtico, o elegante contador Miguel Cerqueira nem sabia que era escritor e opa! Derrama talento, assim como a professora Nilzete Ara\u00fajo, trazendo nos versos um verdadeiro brado contra o racismo.<\/p>\n<p>Pelo caminho, a tamb\u00e9m professora Cristiane Lyra entrega, em forma de rima, um misto de f\u00e9 e esperan\u00e7a a este mundo t\u00e3o c\u00e9tico.<\/p>\n<p>J\u00e1 Francisco Benevides, que laborou pela concep\u00e7\u00e3o visual desse lindo livro, clama por mais toler\u00e2ncia em um Brasil onde, la-men-ta-vel-men-te, algumas religi\u00f5es acabam sendo crucificadas.<\/p>\n<h4><strong>\u201cPepino\u201d com sorriso, sim!<\/strong><\/h4>\n<p>E Nath\u00e1lia Santos, do alto dos seus 22 anos? At\u00e9 aqui, ela tamb\u00e9m n\u00e3o sonhava o qu\u00e3o profundas s\u00e3o as reflex\u00f5es escondidas nos seus versos. \u00c9 o mesmo com o trabalhador rural e servente de pedreiro Jos\u00e9 Ant\u00f4nio, conhecido como \u201cPepino\u201d no bairro Maria Pinheiro.<\/p>\n<p>Ele tem como nome art\u00edstico HANISTAINE HUSVELT HATSON. Chique, n\u00e3o \u00e9? Dono de uma interpreta\u00e7\u00e3o que nos faz arregalar os olhos, esbanja firmeza ao mastigar cada palavra pronunciada. V\u00ea-lo em cena nos deixa longe de qualquer \u201cpepino\u201d (com o perd\u00e3o da brincadeirinha infame, viu?).<\/p>\n<p>E o Curtis MC garante versos nada curtos, porque o rap traz um olhar profundo sobre as mazelas nossas de todo dia, n\u00e3o \u00e9? Os poemas dele tamb\u00e9m v\u00eam cheios de cr\u00edtica e cutucam as certezas que imagin\u00e1vamos ter.<\/p>\n<p>Cabe esclarecer, por fim, que os recursos para a publica\u00e7\u00e3o foram viabilizados pela Lei Aldir Blanc, executada no munic\u00edpio em parceria com a FICC (Funda\u00e7\u00e3o Itabunense de Cultura e Cidadania). Para garantir o coquetel do primeiro e lind\u00edssimo lan\u00e7amento, uma soma de esfor\u00e7os entre os autores e os amigos deles.<\/p>\n<p>Cada autor escolhido para esse saboroso labor apresenta dez poesias na obra. Quer saber? Fico por aqui, torcendo para que mais e mais amantes da literatura se deliciem com nosso (j\u00e1 \u00e9 de todos os leitores, hein?) \u201cLabor de Poetas\u201d. Porque, como disse o magistral e saudoso Ferreira Gullar, \u201cA arte existe porque a vida n\u00e3o basta\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Celina Santos, no Di\u00e1rio Bahia\u00a0 Nestas ligeiras linhas eu venho te falar\/ Na terra grapi\u00fana tem poeta pra a gente babar\/ Eles mostram sentimento que faz nosso cora\u00e7\u00e3o palpitar\/ Gente que nem sabia como a alma lavar\/ Faz nosso sorriso abrir e nosso olho brilhar\/ Como n\u00e3o sou escritora, convido \u00e0 leitura desta obra que [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[1],"tags":[937,1254,32784],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/134981"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=134981"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/134981\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":134997,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/134981\/revisions\/134997"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=134981"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=134981"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=134981"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}