{"id":113143,"date":"2021-02-22T14:23:27","date_gmt":"2021-02-22T17:23:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/?p=113143"},"modified":"2021-02-22T11:36:20","modified_gmt":"2021-02-22T14:36:20","slug":"divulgados-os-50-filmes-selecionados-para-o-7o-festival-de-cinema-baiano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/2021\/02\/22\/divulgados-os-50-filmes-selecionados-para-o-7o-festival-de-cinema-baiano\/","title":{"rendered":"Divulgados os 50 filmes selecionados  para o 7\u00ba Festival de Cinema Baiano"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-medium wp-image-113145\" src=\"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/feciba1-300x300.png\" alt=\"feciba\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/feciba1-300x300.png 300w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/feciba1-150x150.png 150w, https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/feciba1.png 698w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>O 7\u00ba Festival de Cinema Baiano (FECIBA) divulgou nesta sexta-feira (19) a lista dos 50 filmes que ser\u00e3o exibidos na edi\u00e7\u00e3o deste ano. Ser\u00e3o 10 longas, 10 m\u00e9dias e 30 curtas-metragens produzidos por baianos nos \u00faltimos cinco anos, ampliando o p\u00fablico para essas produ\u00e7\u00f5es e fortalecendo o cinema do estado.<\/p>\n<p>Os filmes escolhidos foram produzidos entre 2016 e 2021, exatamente durante os cinco anos em que a Bahia ficou sem o FECIBA. Entre as 190 obras inscritas, est\u00e3o 149 curtas, 24 m\u00e9dias e 17 longas-metragens. A maioria \u00e9 do g\u00eanero fic\u00e7\u00e3o e document\u00e1rio, mas h\u00e1 tamb\u00e9m anima\u00e7\u00f5es e filmes h\u00edbridos. Os realizadores que tiveram seus filmes selecionados tamb\u00e9m\u00a0integrar\u00e3o a programa\u00e7\u00e3o das lives\/debates do evento.<\/p>\n<p>O produtor executivo e diretor art\u00edstico, Edson Bastos, ressalta que \u00e9\u00a0uma tarefa muito dif\u00edcil escolher os filmes que v\u00e3o participar de um evento, pois sempre algumas obras muito boas ficam de fora. \u201cMas a curadoria do FECIBA fez um excelente trabalho. Uma equipe diversa e competente que se dedicou durante dias de visionamento e horas de di\u00e1logos intensos para chegarem ao resultado dos 50 filmes que v\u00e3o fazer parte desta edi\u00e7\u00e3o do festival\u201d, reitera.<\/p>\n<p>O tema deste ano &#8220;Dentro de casa,\u00a0asa&#8221;, reflete bem o que o p\u00fablico poder\u00e1 esperar das mostras deste FECIBA.\u00a0Devido \u00e0 pandemia da COVID-19, a programa\u00e7\u00e3o deste ano ser\u00e1 totalmente online, al\u00e9m de gratuita, incluindo as mostras, quatro oficinas e 20 lives\/debates. A programa\u00e7\u00e3o acontece de 15 a 26 de mar\u00e7o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><!--more--><br \/>\nOs 11 curadores do 7\u00ba FECIBA<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para a tarefa de escolher entre as produ\u00e7\u00f5es inscritas, entrou em cena um time de 11 curadores escolhidos em sele\u00e7\u00e3o realizada entre janeiro e fevereiro. Foram eles: Cl\u00e1udio Lyrio (Itabuna), Enoe Lopes Pontes (Salvador), Euclides Santos Mendes (Pinda\u00ed), Jhefferson Jhekson\u00a0(Cruz das Almas), Jos\u00e9 Araripe J\u00fanior (Salvador), Lecco Fran\u00e7a (Salvador), Marialva Monteiro (Rio de Janeiro), Marise Urbano (Salvador), Michel Santos (Luiz Eduardo Magalh\u00e3es), Naira \u00c9vine\u00a0(Salvador) e\u00a0Ruthe Maciel\u00a0(Juazeiro).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Araripe J\u00fanior, um dos curadores dos longas-metragens, comenta emocionado o processo de sele\u00e7\u00e3o das obras: \u201cVer o retorno do FECIBA com uma safra de produ\u00e7\u00f5es t\u00e3o criativas, impactantes e comprometidas com o contexto cultural, hist\u00f3rico e social da Bahia, n\u00e3o enche apenas os olhos do curador; faz bater mais forte o cora\u00e7\u00e3o do cin\u00e9filo\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Foram, ao todo, 60 horas de filmes inscritos. A curadora Marise Urbano foi uma das que se dedicaram \u00e0 escolha dos curtas. \u201cEu pude, em poucos dias, assistir a mais de 100 produ\u00e7\u00f5es baianas de diversas regi\u00f5es, o que me atualizou sobre\u00a0 o contexto dos \u00faltimos anos. Sinto que os filmes selecionados d\u00e3o conta de caracterizar as produ\u00e7\u00f5es do nosso estado. Priorizamos uma perspectiva descentralizada e decolonial de se fazer cinema. Julgamos ter, em nossa sele\u00e7\u00e3o, uma infinita diversidade de formas e conte\u00fados, o reflexo de uma sociedade diversa e rica como \u00e9 a Bahia\u201d, conta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1 a curadora Naira \u00c9vine, que tamb\u00e9m se debru\u00e7ou sobre a sele\u00e7\u00e3o dos m\u00e9dia-metragens inscritos, destaca como o cinema baiano tem ampliado o seu repert\u00f3rio. \u201cHoje temos uma diversidade de pessoas com a c\u00e2mera na m\u00e3o e uma ideia na cabe\u00e7a e isso n\u00e3o tem mais volta. Notamos que os baianos tem muito a falar, quer falar e est\u00e1 falando. Engana-se quem resume esse estado a apenas um jeito de ser e pensar. Conheci a fundo novas hist\u00f3rias, manifesta\u00e7\u00f5es culturais, mem\u00f3rias e protestos\u201d, relata.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os 50 filmes do 7\u00ba FECIBA<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Longas-metragens<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cAbra\u00e7o\u201d,\u00a0de Deivison Fiuza (Salvador)<br \/>\n\u201c\u00c0k\u00e0r\u00e0 no fogo da intoler\u00e2ncia\u201d,\u00a0de Claudia Ch\u00e1vez (Salvador)<br \/>\n\u201cAnjos de Ipanema\u201d,\u00a0de Maria da Concei\u00e7\u00e3o Seixas Nunes Senna (Rio de Janeiro)<br \/>\n\u201cDi\u00e1rios de Classe\u201d,\u00a0de Maria Carolina Gon\u00e7alves da Silva (Salvador)<br \/>\n\u201cDorivando Sarav\u00e1, O Preto que Virou Mar\u201d,\u00a0de Henrique Dantas (Salvador)<br \/>\n\u201cMem\u00f3rias Afro-Atl\u00e2nticas\u201d,\u00a0de Cassio Leonardo Nobre de Souza Lima (Salvador e Cachoeira)<br \/>\n\u201cO poeta da saudade &#8211; Humberto Porto\u201d,\u00a0de La\u00eds Nogueira de Almeida Lopes (Salvador)<br \/>\n\u201cQual a cor do trem?\u201d,\u00a0de Rodrigo de Carvalho Oliveira e Deniere Rocha Silva (Salvador)<br \/>\n\u201cSol da Bahia\u201d,\u00a0de Orlando Senna (Salvador)<br \/>\n\u201cTudo Tem um Tempo\u201d,\u00a0de Sabrina Alves Mendes (Caetit\u00e9 e Livramento de Nossa Senhora)<br \/>\nM\u00e9dias-metragens<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cA encruzilhada, o cruzeiro e um p\u00e9 de chinelo: cr\u00f4nica de uma guerra\u201d,\u00a0de\u00a0Pl\u00ednio Gomes Soares Neto (Senhor do Bonfim &#8211; Salvador)<br \/>\n\u201cAcervo\u00a0Zumbi\u00a0&#8211;\u00a0 O Levante da Mem\u00f3ria\u201d,\u00a0de\u00a0Iris de Oliveira Teixeira (Salvador)<br \/>\n\u201cC\u00e1 Te Espero no Tumbenci &#8211; Saberes e Fazeres\u201d,\u00a0de Karine Janaina S. Costa (Salvador)<br \/>\n\u201cDevir- Um desvario profundo\u201d,\u00a0de Coletivo Nosotras (Salvador e Canavieiras)<br \/>\n\u201cE agora, Maria?\u201d,\u00a0de Bruna Maria Ferreira de Miranda (Cachoeira)<br \/>\n\u201cEntre o c\u00e9u e o subsolo\u201d,\u00a0de Felipe da Silva Borges (Salvador)<br \/>\n\u201cFesta de Iemanj\u00e1\u201d,\u00a0de Fab\u00edola Aquino Coelho (Salvador)<br \/>\n\u201cGbagbe &#8211; \u00c1rvore das Mem\u00f3rias\u201d,\u00a0de Luiz Fernando J\u00falio Barbosa (Alagoinhas e Salvador)<br \/>\n\u201cMem\u00f3rias de um povo\u201d,\u00a0de Maria da Concei\u00e7\u00e3o Abade da Silva Confessor (Cachoeira)<br \/>\n\u201cNuas &amp; Cruas\u201d,\u00a0de\u00a0Mariana Ayumi Ferreira Hama Shiota (Salvador)<br \/>\nCurtas-metragens<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201c5 Fitas\u201d,\u00a0de Vilma Carla Martins Silva e Heraldo de Deus (Salvador)<br \/>\n\u201cAldeia do Cachimbo\u201d,\u00a0de \u00c2ngelo William do Ros\u00e1rio Ferreira (Aldeia do Cachimbo \/ Ribeir\u00e3o do Largo)<br \/>\n\u201cAquenda\u201d,\u00a0de Florisval Elias Santos Neto (Ilh\u00e9us\/Itabuna)<br \/>\n\u201cComo Um Peixe Fora D&#8217;\u00e1gua\u201d,\u00a0de Arthur Max Bispo Leal (Salvador)<br \/>\n\u201cDela\u201d,\u00a0de Bernard Attal (Itaparica)<br \/>\n\u201cDistopia\u201d,\u00a0de Liliane Curi Soares de Oliveira (Salvador)<br \/>\n\u201cEu n\u00e3o vou ao enterro de painho\u201d,\u00a0de\u00a0Leandro Lopes (Concei\u00e7\u00e3o do Coit\u00e9)<br \/>\n\u201cExperimente a Noite com Drags Amap\u00f4s\u201d,\u00a0de Eduardo Bruno Oliveira Bastos (Salvador)<br \/>\n\u201cLU-MEN\u201d,\u00a0de Andr\u00e9 Ottero Rodrigues (Eun\u00e1polis e Coroa Vermelha)<br \/>\n\u201cManual como Conter uma Ra\u00e7a Poderosa\u201d,\u00a0de Marcelo Ricardo dos Santos (Salvador)<br \/>\n\u201cMaratonista de Quarentena\u201d,\u00a0de Antonio Eduardo de Freitas de Tosta Junior (Salvador)<br \/>\n\u201cmarvin.gif PART II\u201d,\u00a0de Marcos Vinicius Pereira da Cruz (Cachoeira)<br \/>\n\u201cMEIA LATA D&#8217;\u00c1GUA OU LAGARTO CAMUFLADO\u201d,\u00a0de Pl\u00ednio Gomes Soares Neto (Salvador)<br \/>\n\u201cNigiro: Meu nome, minha ancestralidade\u201d,\u00a0de Assaggi Pi\u00e1\u00a0(S\u00e3o Francisco do Conde)<br \/>\n\u201cO Abeb\u00e9 Ancestral\u201d,\u00a0de Paulo Roberto Ferreira Filho\u00a0(Ilh\u00e9us)<br \/>\n\u201cO barro n\u00e3o morre na comunidade salgado\u201d,\u00a0de Emerson da Silva Santos\u00a0(Povoado Salgado- Andorinha\/BA)<br \/>\n\u201cO Fantasma de Glauber Rocha\u201d,\u00a0de\u00a0Luiz Henrique Girarde Rodrigues Pedroza (Vit\u00f3ria da Conquista)<br \/>\n\u201cO Que Ficou de Quem se Foi\u201d,\u00a0de Rog\u00e9rio Ferreira Vilaronga (Salvador)<br \/>\n\u201cO retratista\u201d,\u00a0de\u00a0Jaitan Almeida dos Santos (Feira de Santana)<br \/>\n\u201cOlhos de Cachoeira\u201d,\u00a0de Adler Kibe Paz (Comunidade de Coqueiros, na regi\u00e3o do Rec\u00f4ncavo Baiano)<br \/>\n\u201cOnde Tem \u00cdndio Tem Floresta\u201d,\u00a0de Cristiana Fernandes (Salvador)<br \/>\n\u201cOs Porcos e a Reza\u201d,\u00a0de Filipe Brito Gama (Jequi\u00e9, Bahia)<br \/>\n\u201cPele Manchada\u201d,\u00a0de Victor Augusto Oliveira Mota\u00a0 (Salvador)<br \/>\n\u201cPorto e Raiz\u201d,\u00a0de P\u00e2mela Peregrino (Porto Seguro)<br \/>\n\u201cRebento\u201d,\u00a0de Marcus Vinicius Elizario S\u00e1 Barreto (Salvador)<br \/>\n\u201cRedund\u00e2ncia\u201d,\u00a0de Wayner Trist\u00e3o (Juazeiro)<br \/>\n\u201cReisado\u201d,\u00a0de Danilo Victor Ferreira de Oliveira\u00a0(Araci)<br \/>\n\u201cRuas da disc\u00f3rdia\u201d,\u00a0de Gean Carlos Almeida dos Santos\u00a0(Feira de Santana e Salvador)<br \/>\n\u201cSobre nossas cabe\u00e7as\u201d,\u00a0de Susan Pereira da Silva\u00a0(Salvador)<br \/>\n\u201cVander\u201d,\u00a0de Barbara F\u00e9lix Assun\u00e7\u00e3o do Carmo\u00a0(Cachoeira)<\/p>\n<p>O\u00a0FECIBA\u00a0\u00e9 uma\u00a0produ\u00e7\u00e3o do N\u00facleo de Produ\u00e7\u00f5es Art\u00edsticas (N\u00faproart) e da Voo Audiovisual. Esta edi\u00e7\u00e3o tem apoio financeiro do Estado da Bahia atrav\u00e9s da Secretaria de Cultura e da Funda\u00e7\u00e3o Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Minist\u00e9rio do Turismo, Governo Federal. Acompanhe as novidades pelo site\u00a0www.feciba.com.br\u00a0e pelo Instagram e Facebook\u00a0@feciba.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O 7\u00ba Festival de Cinema Baiano (FECIBA) divulgou nesta sexta-feira (19) a lista dos 50 filmes que ser\u00e3o exibidos na edi\u00e7\u00e3o deste ano. Ser\u00e3o 10 longas, 10 m\u00e9dias e 30 curtas-metragens produzidos por baianos nos \u00faltimos cinco anos, ampliando o p\u00fablico para essas produ\u00e7\u00f5es e fortalecendo o cinema do estado. 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