{"id":101751,"date":"2020-05-06T19:00:14","date_gmt":"2020-05-06T22:00:14","guid":{"rendered":"http:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/?p=101751"},"modified":"2020-05-06T17:16:41","modified_gmt":"2020-05-06T20:16:41","slug":"ufsb-ciencia-artigo-cientifico-traz-primeiros-resultados-sobre-derrame-de-oleo-no-litoral-brasileiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdothame.blog.br\/v1\/2020\/05\/06\/ufsb-ciencia-artigo-cientifico-traz-primeiros-resultados-sobre-derrame-de-oleo-no-litoral-brasileiro\/","title":{"rendered":"UFSB Ci\u00eancia: Artigo cient\u00edfico traz primeiros resultados sobre derrame de \u00f3leo no litoral brasileiro"},"content":{"rendered":"<p>No segundo semestre de 2019 o pa\u00eds, e em especial a regi\u00e3o Nordeste, presenciou o impacto do derramamento de \u00f3leo cru no litoral. Dos danos ambientais e riscos \u00e0 sa\u00fade animal e humana ao preju\u00edzo no setor tur\u00edstico, a presen\u00e7a do petr\u00f3leo nas praias alterou rotinas e planos e trouxe mais incertezas, em especial a d\u00favida sobre a origem do material contaminante e o que fazer caso isso ocorra novamente. Uma pesquisa iniciada naquele per\u00edodo acaba de ter os primeiros resultados publicados em revista cient\u00edfica.<\/p>\n<p>O artigo\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/abs\/pii\/S0025326X20303374?via%3Dihub\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/abs\/pii\/S0025326X20303374?via%253Dihub&amp;source=gmail&amp;ust=1588860168071000&amp;usg=AFQjCNHaV3RPTsR4LuJzjEnro0DbJhntLw\"><em>Mysterious oil spill along Brazil&#8217;s northeast and southeast seaboard (2019\u20132020): Trying to find answers and filling data<\/em>\u00a0<em>gaps<\/em><\/a><\/strong>, constante na edi\u00e7\u00e3o mais recente da revista\u00a0<a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/journal\/0025326X\/156\/supp\/C\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/journal\/0025326X\/156\/supp\/C&amp;source=gmail&amp;ust=1588860168071000&amp;usg=AFQjCNHRQqtQTEZwfyiqGme_VD38Xgc6hw\">Marine Pollution Bulletin<\/a>, \u00e9 assinado pelos pesquisadores<em>\u00a0<\/em>Rafael Andr\u00e9 Louren\u00e7o (Instituto Oceanogr\u00e1fico da Universidade de S\u00e3o Paulo (IO-USP)), Tatiane Combi (Instituto de Geoci\u00eancias da Universidade Federal da Bahia (IGEO-UFBA)), Marcelo da Rosa Alexandre (Departamento de Qu\u00edmica da Universidade Federal de Sergipe (DQI-UFS)), Silvio Tarou Sasaki (Centro de Forma\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias Ambientais da Universidade Federal do Sul da Bahia (CFCAM-UFSB)), Eliete Zanardi-Lamardo e Gilvan Takeshi Yogui (Departamento de Oceanografia da Universidade Federal de Pernambuco (DOCEAN-UFPE)).<\/p>\n<p><img class=\"CToWUd a6T\" tabindex=\"0\" src=\"https:\/\/ci3.googleusercontent.com\/proxy\/ZXWO9DYqMwyog0p4dV-u7wrbctKcg8fbNlBigRDlVGY3gbjymz-w9CxLgH67UDSAqbyneHI1uQp8CYl1_YFmdnAaihPMYTOvxu4Rk6brPSxOyORhf3zdqla2Qr8NViRmSebPxxkgsshZtXZu55Gw45b95KX-Lp7i89pMbp_C9FwkbQ979G2bDI29EhLH_pDCtnu9AQ5dJ4DrBiYqEW3po-ll-ALomtSs=s0-d-e1-ft#https:\/\/ufsb.edu.br\/images\/imagens_noticias\/2020\/abril\/ufsb_ciencia_silvio_sasaki\/figura_1_aspecto_t%C3%ADpico_oleo_nas_praias_extremo_sul_bahia.png\" alt=\"figura 1 aspecto t\u00edpico oleo nas praias extremo sul bahia\" \/><\/p>\n<p><em>Aspecto t\u00edpico do \u00f3leo encontrado nas praias do Extremo sul da Bahia (acervo pessoal professor S\u00edlvio Sasaki)<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Na colabora\u00e7\u00e3o interinstitucional, os cientistas conseguiram dados que mostram que as amostras do \u00f3leo encontrado no litoral do Nordeste e do Sudeste brasileiros t\u00eam a mesma composi\u00e7\u00e3o, o que indica que v\u00eam da mesma fonte. Al\u00e9m disso, esse petr\u00f3leo continha hidrocarbonetos leves, o que aumenta a probabilidade de danos aos ecossistemas e organismos da costa atingida. O trabalho traz dados que ser\u00e3o \u00fateis para futuras compara\u00e7\u00f5es, caso novos derramamentos de petr\u00f3leo ocorram na costa brasileira, e v\u00e3o ajudar a entender os efeitos de longo prazo associados com o \u00f3leo encontrado no litoral em 2019.<\/p>\n<p>O professor S\u00edlvio Sasaki, que leciona e pesquisa no Centro de Forma\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias Ambientais da UFSB, no Campus Sos\u00edgenes Costa, em Porto Seguro, fala mais sobre o que foi descoberto pela equipe de cientistas.<\/p>\n<p><strong>O que se sabe na \u00e1rea da geoqu\u00edmica, at\u00e9 o momento, sobre a origem do \u00f3leo que contaminou as praias no Nordeste?<\/strong><\/p>\n<p>Estudos iniciais da Petr\u00f3leo Brasileiro S.A. (Petr\u00f3bras) e do Departamento de Geoci\u00eancias da Universidade Federal da Bahia (UFBA) indicaram que a poss\u00edvel origem do petr\u00f3leo seria a Venezuela, por\u00e9m n\u00e3o tenho informa\u00e7\u00f5es se os \u00f3leos ainda continuam sendo monitorados quanto \u00e0 sua origem em todas as praias do Nordeste. O \u00f3leo chegou na Costa do Descobrimento (Porto Seguro, Santa Cruz Cabr\u00e1lia e Belmonte) e no momento n\u00e3o existem mais fragmentos sendo avistados nas praias, por\u00e9m podem existir particulados no fundo marinho e manguezais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"CToWUd a6T\" tabindex=\"0\" src=\"https:\/\/ci5.googleusercontent.com\/proxy\/JWzRGseXfnhx7YUh0FB5Xn1tA4z9MppTQ8ZDF-59mTYpUMPSAzw36oC33ZTcDg_EnJr8M1WAraxMdFCFm0_fPxJNdVJSA7DkQBcGQq5nvltPoBuSrm9MvfGXuKN8zvg7xrYD-27BMs5VuhmRPLmAiLZ2qJk1W6U1hdA8sak_eiyP3bVSzv94RLaWk56K16WtBtlFtO1FjQ=s0-d-e1-ft#https:\/\/ufsb.edu.br\/images\/imagens_noticias\/2020\/abril\/ufsb_ciencia_silvio_sasaki\/figura_2_amostra_coletada_em_arraial_da_ajuda.jpg\" alt=\"figura 2 amostra coletada em arraial da ajuda\" width=\"600\" height=\"450\" \/><\/p>\n<p><em>Amostra coletada em Arraial da Ajuda na regi\u00e3o da Costa do Descobrimento\u00a0(acervo pessoal professor S\u00edlvio Sasaki)<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Qual o grau de contamina\u00e7\u00e3o que esse \u00f3leo provoca? Que impactos podemos antever para os ecossistemas?<\/strong><\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade p\u00fablica, pode causar n\u00e1useas, v\u00f4mitos, tudo depende do grau de exposi\u00e7\u00e3o da pessoa com o \u00f3leo. Cabe salientar que as comunidades tradicionais e reservas extrativistas de nossa regi\u00e3o foram muito afetadas em rela\u00e7\u00e3o ao derrame do \u00f3leo, pois como n\u00e3o existiam laudos sobre o grau de contamina\u00e7\u00e3o do pescado, muitos pescadores e marisqueiras n\u00e3o conseguiam vender seus produtos. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade ambiental, o \u00f3leo pode ficar dispon\u00edvel no ecossistema marinho e contaminar os diversos organismos do local. Estudos mostram que alguns organismos podem metabolizar os hidrocarbonetos arom\u00e1ticos contidos no \u00f3leo e transform\u00e1-los em compostos mais hidrossol\u00faveis, por\u00e9m mais t\u00f3xicos ao ambiente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"CToWUd a6T\" tabindex=\"0\" src=\"https:\/\/ci6.googleusercontent.com\/proxy\/UUhPGttob51urFa8Bk_4Kp0furZzYuVOIq18_mezbPL3wFBZfhbckeuJErBerKEft1TaaKoffUaZCMF_mOe6wTCeQi3LGjvrT0R_3GlnADR6-NM2VpWuDZNg_NzP8nqsYuvRJqUKkOiBvCuf4zUJFwwgTfOD6KnBXP5iaiQM9Lgn9TolP2U_COo=s0-d-e1-ft#https:\/\/ufsb.edu.br\/images\/imagens_noticias\/2020\/abril\/ufsb_ciencia_silvio_sasaki\/figura_3_amostra_de_oleo_analise.jpg\" alt=\"figura 3 amostra de oleo analise\" width=\"338\" height=\"600\" \/><\/p>\n<p><em>Amostra de \u00f3leo dissolvida em solvente org\u00e2nico (diclorometano) para an\u00e1lise de compostos presentes na amostra\u00a0(acervo pessoal professor S\u00edlvio Sasaki)<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Que t\u00e9cnicas para mitigar ou remediar a contamina\u00e7\u00e3o est\u00e3o acess\u00edveis para o cen\u00e1rio do Nordeste, e do Sul da Bahia?<\/strong><\/p>\n<p>Em Caravelas, aqui no extremo sul, foram usadas barreiras de conten\u00e7\u00e3o para evitar que o \u00f3leo adentrasse nos mangues da regi\u00e3o. A t\u00e9cnica foi satisfat\u00f3ria, pois conseguiu com \u00eaxito impedir que o \u00f3leo atingisse essas regi\u00f5es. O maior problema desse \u00f3leo foi que ele ficava na subsuperf\u00edcie da \u00e1gua, sendo dif\u00edcil sua visualiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>E quanto \u00e0 preven\u00e7\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel evitar ou agir para reduzir os danos em caso de novos epis\u00f3dios?<\/strong><\/p>\n<p>O importante \u00e9 que existam comit\u00eas emergenciais, com protocolos estabelecidos\u00a0e equipamentos de prote\u00e7\u00e3o individual adequados para agir, caso aconte\u00e7am novos derrames nas costas do Brasil.<\/p>\n<p><strong>No\u00a0<a href=\"https:\/\/ufsb.edu.br\/eventos-ufsb\/2022-csc-palestra-geoquimica-forense-a-identificacao-do-dna-do-petroleo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/ufsb.edu.br\/eventos-ufsb\/2022-csc-palestra-geoquimica-forense-a-identificacao-do-dna-do-petroleo&amp;source=gmail&amp;ust=1588860168071000&amp;usg=AFQjCNHWfKp95MRyMWXJ464VbQdv828mCQ\">relato de suas palestras<\/a>, o senhor informou que havia encaminhado amostras para an\u00e1lise no laborat\u00f3rio do Instituto Oceanogr\u00e1fico da USP (IOUSP). J\u00e1 tem informa\u00e7\u00f5es da an\u00e1lise?<\/strong><\/p>\n<p>Sim, j\u00e1 temos os resultados, inclusive fazem parte de um estudo publicado na revista Marine Pollution Bulletin deste m\u00eas (Maio de 2020). O link de acesso \u00e9:\u00a0<a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.marpolbul.2020.111219\" target=\"_blank\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.marpolbul.2020.111219&amp;source=gmail&amp;ust=1588860168071000&amp;usg=AFQjCNFH5Vmw2o2JPz9T-pvEWai5gJIL0Q\">https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.<wbr><\/wbr>marpolbul.2020.111219<\/a><\/p>\n<p>Foi uma parceria entre o Instituto Oceanogr\u00e1fico da USP (IOUSP), Universidade Federal do sul da Bahia (UFSB), Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Universidade Federal de Sergipe (UFS).<\/p>\n<p>A caracteriza\u00e7\u00e3o qu\u00edmica deste \u00f3leo mostrou que os hidrocarbonetos leves ainda estavam presentes, aumentando a probabilidade de efeitos aos organismos e ecossistemas costeiros ap\u00f3s a libera\u00e7\u00e3o na coluna d&#8217;\u00e1gua. Foi verificado que os \u00f3leos eram provenientes da mesma fonte. Para o futuro, pode-se prever amostragens e compara\u00e7\u00f5es com \u00f3leos encontrados nas regi\u00f5es atingidas e se ainda persistem resqu\u00edcios deste derrame no ambiente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img class=\"CToWUd a6T\" tabindex=\"0\" src=\"https:\/\/ci4.googleusercontent.com\/proxy\/USxLxW0kK3UgX5WD2lM-QdWodgFk7XndwklrmHrKoq4gfBXyThUodCWnnBEZpimWgcO3llvuNVyq5S1xxdrQdxr-A6v5FK6aMEjfyGW-fbDPwKzb-TLfs78gQiJXNyFPtcLrwzgNEi544F91p32f586c1vB7fTQFQ6tfdgm3eqd-OxGH3VeyJiJw0bQs2eg=s0-d-e1-ft#https:\/\/ufsb.edu.br\/images\/imagens_noticias\/2020\/abril\/ufsb_ciencia_silvio_sasaki\/figura_4_injecao_amostras_cromatografo.jpg\" alt=\"figura 4 injecao amostras cromatografo\" \/><\/p>\n<p><em>Inje\u00e7\u00e3o das amostras no cromat\u00f3grafo a g\u00e1s acoplado ao detector de espectrometria de massas, para identifica\u00e7\u00e3o das mol\u00e9culas constituintes dos \u00f3leos<\/em>\u00a0<em>(acervo pessoal professor S\u00edlvio Sasaki)<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Cabe ressaltar que, apesar da diminui\u00e7\u00e3o das verbas destinadas aos \u00f3rg\u00e3os financiadores de ci\u00eancia no Brasil, conseguimos elaborar e publicar os resultados deste estudo. Infelizmente \u00e9 o primeiro e \u00fanico estudo cient\u00edfico publicado em rela\u00e7\u00e3o ao derrame de \u00f3leo.<\/p>\n<p>No artigo, na sess\u00e3o de agradecimentos observa-se a frase \u201c<em>For those who still believe in science<\/em>\u201d (&#8220;Para aqueles que ainda acreditam na ci\u00eancia\u201d), que exemplifica bem o cen\u00e1rio atual em que vivemos e a import\u00e2ncia da divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. Ci\u00eancia \u00e9 realizada com financiamento, muito estudo, extrema dedica\u00e7\u00e3o e objetivando dar respostas a sociedade sobre os diversos questionamentos que existem no cotidiano. Foram esses par\u00e2metros que nortearam este estudo em parceria com grandes institui\u00e7\u00f5es de pesquisa. Caso os leitores necessitem de mais detalhes sobre o estudo ou o artigo na \u00edntegra, podem entrar em contato pelo e-mail\u00a0<a href=\"mailto:sasaki@ufsb.edu.br\" target=\"_blank\">sasaki@ufsb.edu.br<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No segundo semestre de 2019 o pa\u00eds, e em especial a regi\u00e3o Nordeste, presenciou o impacto do derramamento de \u00f3leo cru no litoral. 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