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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

junho 2024
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“Tyrone Perrucho – o homem que colecionava amigos” , na Amazon

O livro Tyrone Perrucho – o homem que colecionava amigos, de autoria de Walmir Rosário, já se encontra em pré-vendas na livraria Amazon e estará disponível para os leitores a partir desta  quinta-feira (20). Inicialmente, o livro poderá ser adquirido em formato e-book, no link https://amzn.to/3VMxFQS no site da Amazon local em que se encontram outros livros do autor.

Este livro não tem a pretensão de apresentar ou reconstruir a história de Tyrone Carlos de Carvalho Perrucho. Por não ter a formação em história, o autor ressalta falta de conhecimento científico para realizar um trabalho que o homenageado tenha por merecimento, portanto, deixará esta obrigação aos competentes profissionais desta área, sabedores de como construir, palavra por palavra, fato por fato, o resultado das entrevistas e a vista de documentos.

O que Walmir Rosário apresenta é fruto da convivência no tempo em que militavam na Ceplac, na comunicação regional, nas visitas aos muitos botequins de Itabuna e de Canavieiras, cidade em que fincou moradia a partir de 2013. São histórias, muitas que podem ser entendidas como estórias, mas que na verdade são fatos bem vividos e que podem ser provados facilmente com os amigos.

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Itabuna acolhe estudantes afegãs na rede municipal de ensino

Recomeço, nova história em outro país bem diferente da origem, mas onde a empatia e o acolhimento são presentes no dia a dia. Assim tem sido a vida de três estudantes com idade entre 10 e 14 anos, refugiadas da cidade de Kandahar, no Afeganistão. Elas e a família tiveram acolhidas humanitárias pela Prefeitura de Itabuna.

A Prefeitura tem tratado o assunto de forma oficial por meio do Comitê Intersetorial para Migrantes e/ou Refugiados, que foi instituído pelo prefeito Augusto Castro (PSD), através da Portaria de nº 10.416, de 8 de novembro de 2023.

O Comitê conta com representantes das secretarias municipais de Governo, Educação, Saúde, Promoção Social e Combate à Pobreza, Segurança e Ordem Pública, Fazenda e Orçamento, Procuradoria-Geral do Município e de Relações Institucionais e Comunicação.

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Forças de segurança da Bahia prendem mais de 400 pessoas na 13ª Fase da Operação Unum Corpus

A Secretaria da Segurança Pública apresentou, nesta terça-feira (18), o balanço parcial da 13ª fase da Operação Unum Corpus, deflagrada em toda a Bahia. Com 424 prisões, as ações foram realizadas no interior do estado, em Salvador e na Região Metropolitana.

O secretário Marcelo Werner, destacou a importância dessa fase da Unum Corpus ocorrer no período junino com o objetivo de reduzir a atuação dos grupos criminosos na capital e no interior do estado. “É uma operação importante, que vem em um momento muito propício, na prévia do São João, para que toda população baiana e os turistas que chegam, tenham um São João de paz e tranqüilidade”, disse Werner.

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Governo da Bahia fortalece Educação Indígena com novos investimentos no valor de R$ 1,1 milhão

Uma série de ações implementadas pelo Governo da Bahia, através da Secretaria da Educação do Estado (SEC), vem fortalecendo a cultura dos povos originários nas escolas estaduais. São investimentos na construção, ampliação e modernização das escolas; valorização do magistério indígena, a partir da contratação de novos professores e coordenadores pedagógicos; sanção do projeto de lei que moderniza a carreira desses profissionais; e aporte de mais de R$ 1,1 milhão para a execução do projeto Tecendo Saberes Ancestrais, que destaca a contribuição histórica dos povos originários e promove a educação ambiental, a interação cultural e as práticas esportivas nas escolas.

Além de estar alinhado às diretrizes curriculares nacionais e à Lei Federal n° 11.645/08 – que torna obrigatório o estudo da história e cultura indígena e afro-brasileira nas unidades de ensinos Fundamental e Médio -, o projeto contribui para a formação de cidadãos indígenas conscientes e críticos, comprometidos com a preservação de sua cultura e com o desenvolvimento sustentável. “O projeto se configura como uma iniciativa transformadora, com o potencial de gerar impactos positivos e duradouros na vida dos estudantes indígenas e em suas comunidades”, reforça a diretora de Educação dos Povos e Comunidades Tradicionais da SEC, Poliana Reis.

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Kàwé promove aula aberta sobre “desafios no enfrentamento ao racismo religioso”

Professora Luzi Borges profere aula sobre enfrentamento ao racismo religioso

O Kàwé – Núcleo de Estudos Afro-Baianos Regionais, da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) promove Aula-Aberta com a professora Drª. Luzineide Miranda Borges, Diretora de Políticas para povos e Comunidades Tradicionais de matriz africana de Terreiros, do Ministério da Igualdade Racial. O evento, abordando “Política Nacional para Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana de Terreiros no Brasil: os desafios no enfrentamento ao racismo religioso”, será às 9 horas do dia 20 de junho, no auditório Jorge Amado e no período da tarde, às 13h30min, no mesmo auditório, ocorrerá o Cine KÀWÉ, com a exibição do filme “Àkàrà: no fogo da intolerância”.

A professora doutora Luzi Borges, do Departamento de Ciências da Educação (DCIE) da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), é diretora de Políticas para Povos e Comunidade de Terreiro de Matriz Africana e Povos de Terreiro, cargo vinculado ao Ministério da Igualdade Racial, do Ministério da Igualdade Racial.

A professora é doutora em Educação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), mestre em Educação e Contemporaneidade pela Universidade do Estado da Bahia (2008), especialista em Metodologia do Ensino Superior, graduada em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia, além de professora adjunta e do quadro permanente do Programa de Pós-Graduação Mestrado Profissional em Educação (PPGE) da Uesc.

Na Bahia, Luzi já foi coordenadora de Projetos Sociodigitais, na Secretaria Estadual de Ciências e Tecnologia e, na Uesc, foi coordenadora de curso de licenciatura EaD, coordenadora do Programa Universidade para Todos, coordenadora Institucional do Programa Residência Pedagógica e vice coordenadora do Programa de Pós-Graduação Mestrado Profissional em Educação (PPGE).

Isaquias Queiróz prevê briga por recorde individual de medalhas nas Olimpíadas de Paris

Isaquias prevê disputa acirrada por medalhas na França || Foto COB

O Brasil busca, nos Jogos de Paris 2024, superar a marca coletiva de maior número de medalhas em uma mesma edição. Em paralelo, dois atletas disputam o privilégio de ocupar o posto de esportista olímpico mais vencedor do país. O canoísta baiano Isaquias Queiroz e a ginasta Rebeca Andrade são os favoritos para desbancar Robert Scheidt e Torben Grael como maiores medalhistas.

Os atletas da vela, ambos aposentados das competições, tem cinco medalhas cada. Rebeca Andrade conquistou duas, mas chega com possibilidades reais de subir ao pódio mais quatro vezes na próxima Olimpíada. Isaquias Queiroz têm quatro no currículo e está focado em conseguir outras, mas sabe que tem uma “rival” muito qualificada nessa disputa.

“Tem uma pessoa aí que pode me superar, que é a Rebeca. Ela terá cinco provas na Olimpíada e pode conseguir mais medalhas do que eu. Vou focar na execução do meu trabalho. E a consequência do resultado é o que eu treinei. Jesus [Morlán, ex-técnico] sempre falava, e eu levo isso para mim, que a canoagem não é basquete. Você pode estar perdendo de dois pontos ali. Faltando um décimo, arremessa uma bola de três e ganha o jogo. Na canoagem, o que você faz no treino você vai fazer na competição. Não tem milagre”, explica Isaquias.

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São João na Bahia: tradição, identidade e economia

Efson Lima

            Os festejos juninos já começaram na Bahia e, certamente, em todo o nordeste. Algumas cidades realizam festas com duração de um mês. Também é razoável que não devemos comparar festas, mas o São João transmite uma sensação de que todo município, pelo menos no nordeste, de algum modo, acende uma fogueira, as pessoas colocam bandeirolas nas ruas e praças ou um trio de sanfoneiro está a embalar as emoções. É sem dúvida a festa do dançar coladinho, mas “não” continua sendo “não”  e vale respeitar as diversas formas de amar.

Em outras cidades, as praças são tomadas por grandes atrações, cujas festas movimentam a economia local, lotando pousadas e hotéis. As casas dos moradores são alugadas, o interior da Bahia é envolvido e as relações econômicas das cidades, inclusive, os processos eleitorais são impactados. Afinal, as eleições estão logo ali: outubro.

Em Salvador, a principal praça de festa junina do Governo do Estado é no Parque de Exposições, inclusive, estive lá recentemente para apreciar as atrações com meu amigo Léliton Andrade, por sinal, esse artigo tem sugestão dele. Sem dúvida, uma festa para agradar os diversos gostos. No dia em que estive, acompanhei Luis Caldas, João Gomes, Psirico e Escandurras. Observei atentamente, Márcio Victor, de Psirico, defender a presença daquela atração no São João ao apontar que a música nordestina é  a que deve estar nas festas juninas. Por sinal, o show dele foi iniciado com duas músicas e uma quadrilha junina, complementava a tríade, o telão exibindo o rei do baião, Luiz Gonzaga. A partir daí, as músicas do grupo levaram o público ao delírio. Preciso confidenciar que dancei.  Gostei muito dos esforços empreendidos para articular os ritmos e promover uma mistura necessária aos ouvidos, inclusive, o visual dos bailarinos. A roupa usada por Márcio Victor também trazia os elementos nordestinos. Perdemos a tradição? Muitos vão dizer que sim. Só o tempo dirá para nós.

As festas privadas em diversas cidades viveram o boom no passado, agora, lamentam com a perda de público e de patrocinadores. Alguns chegam a culpar o Estado e prefeituras por investirem nas festas públicas. As festas públicas são necessárias, elas democratizam o acesso aos artistas. É óbvio que os valores das atrações precisam guardar alguma razoabilidade e proporcionalidade  e a qualidade do recurso público assegurada. Não é crível também entender que a realização de festas é investimento em cultura, quando os grupos teatrais, de danças, cinema e tantas outras manifestações locais ficam à margem ao longo do ano.

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Prefeito Augusto Castro apresenta aos diretores e colaboradores, Marcone Amaral, novo presidente da FASI

No primeiro dia de trabalho à frente da Fundação de Atenção à Saúde de Itabuna (FASI), o diretor-presidente Marcone Amaral Costa Junior foi recepcionado de forma calorosa na manhã desta segunda-feira, dia 17, pelo prefeito Augusto Castro (PSD), secretários de governo, diretores e coordenadores. A instituição é mantenedora do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (HBLEM).

O encontro, no auditório da unidade hospitalar, teve por objetivo apresentar formalmente o novo gestor da FASI a todos os colaboradores. O prefeito Augusto Castro destacou que a chegada de Marcone vem somar ainda mais à equipe do HBLEM e que o esforço de cada profissional contratado nesse momento é fundamental.

“Marcone tem experiência em gestão pública, já foi prefeito de Itajuípe e veio para somar à equipe do Hospital de Base. Esse equipamento já nasceu grande e vai continuar sendo dentro da nossa expectativa com as obras de reforma e ampliação, que estão bem aceleradas. É um hospital de alta complexidade e vamos precisar da contribuição de todos vocês”, destacou Augusto Castro.

Marcone disse que se sentiu muito seguro e convicto da vontade que Augusto tem de melhorar o serviço público, de fortalecer o HBLEM, ajudar as pessoas e melhorar os serviços de saúde de alta complexidade. “Agradeço imensamente ao prefeito Augusto Castro pela confiança na missão de cuidar do Hospital de Base que é um instrumento de importância para Itabuna e região. Portanto, aceito esse desafio com muita responsabilidade e vou dar o meu melhor”, declarou.

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Pioneiro no país, Cira já recuperou R$ 560 milhões para a Bahia e adota novas estratégias de combate à sonegação

Doze anos após a sua implantação na Bahia como uma das experiências pioneiras em todo o país de integração de órgãos públicos para o combate à sonegação e aos crimes contra a ordem tributária, o Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira) é hoje referência nacional na área e já recuperou R$ 560 milhões para os cofres públicos baianos. Ao longo deste período, a força-tarefa do Cira realizou ao todo 40 operações especiais. Em outra vertente, os órgãos participantes do Comitê atuam, de forma integrada, para realizar oitivas com contribuintes sob investigação.

O Comitê reúne o Ministério Público Estadual (MPBA), o Tribunal de Justiça (TJBA), as secretarias estaduais da Fazenda, da Segurança Pública (SSP) e da Administração (Saeb) e a Procuradoria-Geral do Estado (PGE). Com sede em Salvador e representações regionais em Feira de Santana, Vitória da Conquista, Itabuna e Barreiras, o Cira está intensificando a sua atuação em todo o estado, e até o final de 2024 a meta é realizar ações com vistas a cobrar o retorno aos cofres públicos de mais R$ 214 milhões em valores sonegados.

O modelo de atuação do Comitê baiano, que tem sido referência para iniciativas similares em outros estados, neste momento evolui e amplifica os processos de trabalho com a adoção de novas estratégias de combate à sonegação. Está entrando em ação, por exemplo, uma nova abordagem de enfrentamento à sonegação fiscal pelo Grupo de Atuação Especial de Combate a Sonegação Fiscal e Crimes Contra a Ordem Tributária (Gaesf), do MPBA, que no âmbito do Cira passará a tratar dos crimes corporativos e terá outras modalidades de recuperação de ativos, como aquela advinda do dano moral coletivo.

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ACI completa 116 anos com muitas conquistas para a classe empresarial

A Associação Comercial e Empresarial de Itabuna (ACI) completa nesta sexta-feira, 14, 116 anos de atuação em defesa da classe empresarial, nos segmentos do comércio, da indústria e de serviços. A frente da entidade centenária, o Presidente Valdino Cunha pontuou uma série de conquistas em parceria com as entidades do comércio e a Prefeitura Municipal de Itabuna em prol do desenvolvimento econômico da cidade.

A ACI permanece como uma entidade forte e com grande poder de atuação na cidade, e, através da participação e o envolvimento dos empresários, conseguiu: a criação do Conselho Municipal do Contribuinte (CMC), em parceria com a CDL, o Sindicom e o Sindicontasul; o retorno da zona azul; o ordenamento do comércio informal (em curso), a reforma do auditório da ACI (em curso), a mudança na legislação do município visando a redução de tributos (Taxa de Fiscalização e Funcionamento).

Alinhado a isso, o Presidente destaca o alinhamento fundamental com as demais entidades representativas do setor produtivo, a melhora na arrecadação, e, consequente melhoria no caixa da entidade, além da implantação do Projeto Crescer em parceria com as demais entidades e a Prefeitura de Itabuna.

Legado

A entidade centenária tem na sua história, um legado de lutas e conquistas que contribuíram para que o associativismo permanecesse forte ao longo dos anos, e hoje, possa influenciar de forma significativa para alcançar as conquistas da classe. “Gratidão e honra definem o momento. Obrigado a todos que dedicam e dedicaram boa parte de suas vidas para o êxito dessa instituição”, declarou o presidente Valdino.





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