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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘Notícias’

Um pouco de futebol, pelo amor de Deus

No seu livro “Futebol ao sol e à sombra”, uma deliciosa crônica sobre a história do esporte mais popular do planeta, que atrai a paixão de bilhões de pessoas, o escritor uruguaio Eduardo Galeando (autor da célebre obra “As veias abertas da América Latina”), relembra os craques do passado, os times de antologia, faz um ´passeio´ pelas Copas do Mundo e revela seu desencanto atual com a falta de magia e de talentos.

A certa altura, Galeano diz que de transformou numa espécie de ´pedinte´, a perambular pelos estádios de futebol mundo afora, implorando por um drible, um passe preciso, um golaço daqueles que desafiam os pulmões dos narradores.

É uma alegoria perfeita para o estágio de um tipo de futebol em que o talento foi substituído pela correria, em que prevalecem os esquemas táticos e 0x0 é comemorado como goleada.

O livro de Galeano vem a propósito por conta do jogo deste final de semana entre Argentina e Brasil, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2010.

Desde que o futebol rompeu as barreiras da elite inglesa e chegou à São Paulo e às margens do Rio Prata, brasileiros e argentinos deram ao esporte bretão o status de arte.

De seus campos de várzea brotaram gênios da estirpe de um Di Stéfano, um Nestor Rossi, um Pedernera, um Freidenreich, um Didi, um Zizinho, um Domingos da Guia.

Brotou um semi-deus chamado Diego Armando Maradona.

Brotou um deus chamado Pelé.

Desde os tempos imemoriais, Brasil e Argentina são sinônimos de bom futebol, de toque refinado, passes milimétricos e gols espetaculares.

Como o gol de Pelé na Copa de 58, deixando o zagueiro do País de Gales tonto com um chapéu espetacular e tocando suavemente para as redes.

Ou o gol de Maradona na Copa de 86, driblando o time inteiro da Inglaterra, o juiz, os bandeirinhas e parte da torcida, antes de fazer a bola beijar as redes como o amante beija a amada.

Se os tempos são outros, se os craques escasseiam e vivamos ´zapeando´ os canais de televisão, jogo após jogo, a procura de algo que remotamente lembre futebol, Brasil e Argentina, mesmo sem a magia de outrora, nos oferece essa chance rara.

Não que estejam recheados de craques, mas ainda assim estão acima de média da mediocridade futebolística mundial.

E ainda vestem camisas míticas, que rememoram um passado glorioso, cinco títulos mundiais do Brasil, dois da Argentina.

Na Argentina há um Messi com lampejos de Maradona, espécie de gênio fora de seu tempo, porque insiste em driblar, fazer gols espetaculares.

No Brasil, nenhum fenômeno, mas jogadores capazes de produzir momentos de brilho, como Kaká e, quem sabe, Robinho e o redivivo Adriano.

Por isso tudo, fica a expectativa de que Brasil e Argentina, se optarem pelo jogo e não pela provocação e pancadaria nos ofereçam essa iguaria rara, chamada futebol-arte.

Matarão a nossa fome ou contribuirão para nos deixar ainda mais esqueléticos nessa paixão pelo futebol, que virou regime forçado?

DEUS E O DIABO NA TERRA DO PRÉ-SAL


O que poderia ser (e é) a melhor notícia dos últimos anos para os brasileiros, com a descoberta e exploração de imensas reservas de petróleo na camada conhecida como Pré-Sal, está se transformando numa inacreditável queda de braço, que tem como pano de fundo o interesse eleitoral. Mais precisamente, as eleições presidenciais de 2010.

A exploração do Pré-Sal, que insere o Brasil como um dos maiores produtores de petróleo do planeta, irá gerar recursos que, se aplicados como deseja o presidente Lula, contribuirão para reduzir as desigualdades sociais num país que, a despeito dos avanços dos últimos anos, tem gente que vive dentro de padrões europeus e norte-americanos e gente que sobrevive em condições africanas.

A exploração dessa riqueza deveria ser motivo de orgulho, unir o país e fazer, ainda que momentaneamente, com se esqueçam diferenças político-partidárias, que tantos danos vêm causando ao desenvolvimento do Brasil.

Deveria, mas não é motivo de orgulho, muito menos de união.

Ocorre justamente o contrário.

Como o início da exploração de petróleo depende de regulamentação e o processo passa necessariamente pelo Congresso Nacional, trava-se uma disputa em que o que menos interessa são os benefícios gerados pela extração das reservas localizadas no mar territorial brasileiro.

E o que mais interessa é a eleição de 2010.

Entra em cena, de novo, a dupla DEM-PSDB (este com seu apêndice, o PPS), disposta a emperrar a aprovação da regulamentação, por considerar o processo apressado e a proposta enviada pelo governo exageradamente nacionalista.

Nada a estranhar para quem entregou a Vale do Rio Doce, as empresas da telefonia, as companhias de eletricidade, tudo a preço camarada e ainda com financiamento público.

Mas, não é apenas isso.

Democratas, tucanos e seus penduricalhos partidários temem que o Pré-Sal traga dividendos eleitorais ao presidente Lula e por extensão à sua ungida para sucedê-lo, a ministra Dilma Roussef. Que, além de petróleo, jorrem votos em profusão, capazes de manter o PT mais quatro anos no Palácio do Planalto.

Daí que é melhor deixar o petróleo quietinho nas profundezas do oceano, adiando sua exploração para 2011, 2012, quem sabe não apenas pela brasileira Petrobrás, mas também por empresas estrangeiras, que o tal neoliberalismo, que muitas vezes não apenas rima mas também se confunde com entreguismo, existe é para isso mesmo.

Dane-se que os excluídos continuem excluídos, que a saúde e a educação continuem capengando, já que a se preservar a proposta de Lula, parte dos recursos gerados pelo Pré-Sal serão carreados para esses setores.

O que importa é a política, sempre a política, naquilo que ela tem de pior.

Dane-se, também, o povo brasileiro, que acaba sendo a vítima dessa batalha entre Deus e o Diabo na Terra do Pré-Sal.

ISSO É QUE É MULHER DE PEITO!

—–
Com a colaboração de Wilson Davi

OLHA O BICICLETABANDIDO AÍ, GENTE!


Para o bem e para o mal, Itabuna é mesmo uma cidade que surpreende.

E não é que os motobandidos, que aterrorizam cidade com seus assaltos em série, criaram uma subcategoria, os bicicletabandidos.

No início da tarde desta terça feira (1) um ciclista, simulando estar com um revolver sob a camisa, tentou roubar o celular de um cidadão numa rua próxima à avenida Amélia Amado, centro da cidade.

A vítima percebeu que a “arma” era apenas dedo indicador do meliante pé de chinelo, reagiu e botou o sujeito pra correr.

A regra, entretanto, é não reagir.

A vida vale bem mais do que um celular.

ENCONTROS, DESENCONTROS, 2010


Afinal de contas, a ex-secretária da Receita Federal, Lina Vieira, teve ou não teve uma reunião a portas fechadas com a ministra Dilma Roussef, em que a pré-candidata a presidenta da república pelo PT teria pedido, de forma enviesada, para que uma apuração contra a família Sarney fosse amaciada?

Durante semanas, o encontro que Lina jura ter havido e Dilma garante nunca ter existido, esse tema ocupou o centro do noticiário nacional, ganhou incontáveis minutos no Jornal Nacional, da Rede Globo, além de generosos espaços nos principais jornais e revistas do país.

O cidadão médio, mesmo sem entender direito o que estava ocorrendo, ficou com a impressão de que Dilma havia cometido um delito da maior gravidade, ainda mais que nele estava embutido o sobrenome Sarney, este sim plenamente reconhecido como o que há de pior na política brasileira.

Por associação, se Dilma tem alguma ligação com Sarney é porque na tal reunião cuja existência até agora ninguém provou ter existido, alguma coisa errada a ministra propôs.

Uma exposição negativa de quase um mês nos veículos de comunicação não é pouca coisa, principalmente se for levado em conta que estamos há menos de um ano do início da campanha presidencial e que Dilma é a única ameaça concreta ao governador de São Paulo, José Serra, do PSDB, que parece gozar da preferência dos donos da chamada grande mídia.

E o que está ocorrendo?

Passado o foguetório, a pirotecnia, começam a surgir indícios de que a história contada por Lina Vieira, que serviu de combustível para alimentar o fogaréu contra Dilma, pode mesmo não ser verdadeira, como aliás tem insistido a ministra desde o inicio, sem que tenham lhe dado, ao menos, o benefício da dúvida.

E o que vai ocorrer?

Num passe de mágica, feito o estrago desejado, o assunto vai perder importância até desaparecer do noticiário, sem que se faça o necessário reparo aos estragos causados à imagem da ministra.

Mas, quem é que está interessado em reparar estragos se o interesse foi justamente atingir a eventual candidatura de Dilma, mesmo que à custa de uma história em que não há uma prova cabal que a sustente?

Não foi a primeira e nem será a última vez que se recorre a um “factóide”, que se dá uma dimensão infinitamente superior ao fato em si, com o objetivo de influenciar a opinião pública.

Muitos ainda devem se lembrar do “Escândalo do Dossiê”, em que a exibição das fotos de uma aparente montanha de dinheiro às vésperas do 1º. turno das eleições presidenciais, após uma semana de exploração de um tema menor, levou o pleito ao 2º. turno, onde ao contrário do desejado pelos senhores da mídia, não houve manipulação que impedisse o massacre de Lula sobre Alckmin.

Sinal de que o povo pode até assimilar certas práticas, incluindo o lamaçal da política, como normal (o que é lamentável, frise-se), mas não é bobo.

No frigir dos ovos, o imbróglio Dilma Roussef-Lina Vieira é mais um exemplo midiático da célebre Batalha de Itararé, aquela que não houve.

Haverá outras.

Não deu certo em 2002, falhou de novo em 2006.

Entre encontros e desencontros, o foco agora é 2010.

O jogo é bruto, senhoras e senhores!

BARBEIRAGEM OU ARMAÇÃO?

Essa batida de Nelsinho Piquet contra o muro, no GP de Cingapura do ano passado, pode se converter de um dos maiores escândalos da história da Fórmula 1.

Há uma investigação em curso para apurar se o acidente foi proposital, com o objetivo de provocar a bandeira amarela e beneficiar Fernando Alonso, companheiro de
Nelsinho na equipe Renault.

Olhando as imagens, parece coisa de barbeiro. Mas num esporte que envolve milhões de euros, nem tudo é o que parece.

LADRÃO CAVALHEIRO


Na madrugada de domingo para segunda-feira, uma moradora do Pontalzinho em Itabuna teve seu carro arrombado por um ladrão. O sujeito quebrou o vidro do veículo da porta da frente e levou o que dava pra levar.

Qual a novidade? Esse tipo de ocorrência acontece às centenas em Itabuna.

A novidade é que o ladrão em questão teve, digamos, fair play.

Como estava chovendo, o meliante tratou de proteger o vidro quebrado com um pedaço de plástico, pra evitar que molhasse o interior do carro.

Se soubesse que a dona era mulher, muito provavelmente teria deixado uma rosa com cartão de agradecimento.

Não ria.

Eu, você, qualquer um pode ser a próxima vítima. E nem todo ladrão é tão cavalheiro assim.

PROCURA-SE UM FUTEBOL DESAPARECIDO


Depois de encontrar o “desaparecido” cantor Belchior no Uruguai, a equipe do Fantástico está diante de outro desafio: localizar o futebol de Ronaldinho Gaúcho.

Aquele futebol vistoso, de dribles curtos, passes precisos e gols geniais foi visto pela ultima vez em 2005, no Estádio Camp Nou, em Barcelona.

De lá para cá, seja pelo Milan, seja pela Seleção Brasileira, apenas Ronaldinho Gaucho tem entrado em campo. Seu futebol, não.

Conseguirão os intrépidos repórteres do Fantástico encontrar o futebol de Ronaldinho Gaúcho?

AQUI NA TERRA NÃO ESTÃO JOGANDO FUTEBOL


Para os fanáticos por futebol, daqueles que não tiram o olho da televisão nem diante dos “menos piores” momentos de jogos da Série D do Campeonato Brasileiro, poder assistir a um Flamengo x Fluminense numa quarta feira gelada é um presente dos Deuses da Bola.

Mesmo que a partida seja valida pela ainda incipiente Copa Sul Americana, torneio meia boca que reúne as sobras de times da Copa Libertadores, Fla-Flu é sempre Fla-Flu, um clássico do futebol carioca.

Jogo às 10 da noite para não atrapalhar a novela Caminho das Índias, que o filé da programação da Rede Globo, lá estamos nós de olho da tela enquanto aqueles dois times de camisa rubro-negra e camisa tricolor, de tantas glórias e tradições, pisam o gramado do Maracanã, símbolo maior da paixão brasileira pelo futebol.

Dois times que já ostentaram craques/e ou ídolos de antologia: Dida, Zizinho, Zico, Junior, Leandro, Doval, Bebeto e Romário pelo Fla; Castilho, Tim, Gerson, Rivelino, Assis, Washington e Romerito pelo Flu.

Pois não foram necessários nem dez minutos de jogo para que qualquer resquício de encantamento, se é que ele ainda existia, fosse para o vestiário.

O que se viu num Maracanã merecidamente vazio foi o retrato do festival de mediocridade que assola o futebol brasileiro, que exporta seus melhores valores para a Europa, manda os medianos para países da periferia da bola e deixa aqui quem não consegue transferência ou resolve voltar. Tão raros que dá para contá-los nos dedos da mão de Lula, com o perdão da piada politicamente incorreta.

Foram noventa e sete minutos de tortura (o juiz ainda teve a coragem de dar sete minutos de acréscimo), com a bola sendo maltratada por jogadores que em tempos nem tão remotos assim não engraxariam nem a chuteira de um Zico ou um Gerson.

Ou será que alguém colocaria pernas de pau como Willian, Everton, Denis Marques, Fierro, Zé Roberto, Kieza, Conca, Fabinho, Cássio e Diguinho no seu álbum de figurinhas ou no time de futebol de botão?

Num Fla-Flu que poderia muito bem ser receitado como remédio infalível contra a insônia, não se viu uma jogada de efeito, um drible desconcertante, um passe magistral ou mesmo a mais rudimentar organização tática.

Apenas correria, chutões, simulações de faltas, passes errados e a pobre da bola sonhando em receber um afago. Coitada, ficou no sonho…

O placar de 1×1 refletiu o que foi o jogo. O gol do Fluminense foi marcado após um pênalti inexistente. O do Flamengo, numa jogada em que Denis Marques tentou chutar para um lado, a bola bateu num zagueiro do Flu, num atacante do Fla e foi cair dentro da meta..

O típico gol de sorte, obra do acaso.

Sorte, acaso é conseguir assistir a um jogo de futebol no Brasil em que, encerrada a partida, a gente diga: “que pena, acabou”.

Porque a regra, para quem agüenta assistir até o apito final, é “ufa, acabou!”.

Em tempo: o futebol carioca está de dar pena, mas o outro jogo transmitido pela Rede Globo, entre Corinthians e Barueri (quem?) também foi um show de horror.

Enfim, ao contrario do que cantou o genial Chico Buarque, aqui na terra brasilis pode ter muito samba, muito choro e rockin roll. E mais ainda, muito axé music, sertanejo e pagode.

Mas, definitivamente, não estão jogando futebol.

PLANETA HOSPÍCIO


Algumas pessoas são tão excepcionais em suas áreas de atuação que somos tentados a perguntar: de que planeta elas vieram?

Pelé, por exemplo, veio do Planeta Bola.
Usain Bolt, do Planeta Vento.
Airton Senna, do Planeta Carro.
Os Beatles, do Planeta Música.
Michelangelo, do Planeta Arte.
Shakespeare, do Planeta Literatura.

Em sendo assim, e ainda que sob uma ótica nem tão excepcional, cabe perguntar: afinal, de planeta, de que galáxia, de que constelação localizada a bilhões de anos luz da Terra veio o senador Eduardo Suplicy?

A cena patética de Suplicy, dono de uma biografia ilibada (a palavra soa tão estranha quanto seu significado para a esmagadora maioria dos nossos políticos), ao exibir um cartão vermelho para o presidente do Senado José Sarney é digna de entrar para o anedotário.

Ou para o compêndio dos melhores (piores?) momentos daquela outrora respeitável e vetusta Casa de Leis, hoje habitada por uma fauna inacreditável que vai de Renan Calheiros a Fernando Collor de Melo, passando por Edmar Moreira, Wellington Salgado e companhia limitada.

O que levou Suplicy, muito provavelmente recém saído de sua nave espacial e alheio ao que está acontecendo à sua volta, ao cometer o gesto simbólico, universalizado pelo cartão vermelho, de expulsar José Sarney do comando do Senado?

Alguém deveria ter avisado ao senador paulista que foi justamente o seu partido, o PT, que há menos de uma semana-luz salvou a pele de Sarney, que apesar dos inúmeros pontapés na ética parlamentar não recebeu sequer um cartão amarelo e continua ai, todo pimpão,como capitão do time dos pesadelos do eleitor/torcedor brasileiro.

Se Suplicy quis produzir uma cena de impacto, realçando para o país sua indignação contra a armação que juntou a base aliada do governo para tirar Sarney do fogaréu, produziu uma cena ridícula, inoportuna e fora de tom, expondo ainda mais o seu partido, com as feridas ainda abertas pela inusitada bóia de salvação que ofereceu ao coronel maranhense.

Foi, a bem da verdade, magistralmente coadjuvado pelo senador Heráclito Fortes, do DEM, que com sua involuntária aparência de humorista de filme pastelão, produziu um daqueles bate-bocas que estão se tornando comuns no Senado.

Heráclito, diante de um Suplicy transtornado, apoplético e atropelando as palavras, só faltou tomar o cartão vermelho das mãos do colega, para entregá-lo ao presidente Lula, que não é mãe, mas foi colocado no meio da pendenga.

Em determinado momento da refrega pareceu que Suplicy, que em tempos remotos foi lutador de boxe, chamou Fortes para resolver a querela fora do plenário. Literalmente “no braço”.

Não chegaram a tanto, mas está faltando muito pouco para que aquele circo descambe para a briga de rua.

Quem sabe um dia, contaminada pelos eflúvios de um hipotético Planeta Vergonha na Cara, a gente não decida dar um Cartão Vermelho para os maus políticos, elegendo pessoas comprometidas com os interesses do Brasil e dos brasileiros.

Pronto, esse texto acaba de ser contaminado pelo Planeta Sonho ou pelo Planeta Delírio.





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