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livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘Notícias’

SUCO DE CORRUPÇÃO

se espremer, sai dinheiro sujo

Pedreiro que vive de favor na casa da irmã tem 8 milhões na conta bancária.

 Funcionário de locadora de veículos é dono de patrimônio de 10 milhões.

 Empregada doméstica recebe R$ 2 milhões por consultoria ao Governo Federal.

 Office boy  é dono de retransmissora da Rede Globo.

 Nunca antes na história desse país se produziu tantos laranjas.

 O problema é que, em vez de vitamina C, esse suco tem mesmo é corrupção em dosagem avassaladora.

JIMI, JANIS, AMY…

Jimi Hendrix, Janes Joplin, Amy Winenhouse. E ainda Curt Cobain e Jim Morrisson.

Todos eles  ícones da música, símbolos da rebeldia e da contestação.

Todos eles misturando música, fama, álcool e drogas pesadas.

Mortos aos 27 anos.

Alguns poetas chamam isso de “a bela morte”, no esplendor da juventude.

Bobagem. Bela mesmo é a vida, com seus altos e baixos, como os acordes de uma bela canção.

ONZE CONTRA DOIS. E DEU EMPATE!

Com a ajuda de Garcia, ela parou o Brasil

Rádio Difusora Oeste, Osasco (SP), 1985. Para quem trabalha em radio pequena, cobrir uma partida da Seleção Brasileira é a glória. Assim, até um jogo mulambento entre Brasil e Bolívia no Estádio do Morumbi, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 86, no México, ganhava ares de decisão.

O Brasil, dirigido pelo saudoso Telê Santana, já estava classificado e o time era recheado de jogadores do São Paulo, como Oscar, Silas, Careca, Muller, Sidney e um Falcão já em fase outonal. Enfim, a velha e boa média com a sempre exigente torcida paulista.

Para nós da aguerrida Difusora Oeste, era a chance rara de poder contar (como estou contando aqui) que cobrimos um jogo da Seleção Brasileira. Grande m…, dirão alguns, diante da maneira como o nosso time nacional foi banalizado e transformado em mercadoria para as nikes e cbfs da vida. Mas, naquele tempo a Seleção ainda era uma instuição quase sagrada.

A equipe da rádio para o jogo em questão tinha Alceu de Castro na narração, Carlos Roberto nos comentários e eu como repórter de pista. Os “famosos quem?”.

Alceu,  era um sujeito simplório, vindo do interior, que adorava imitar o Fiori Giglioti. Sem muito estudo, quando cismava com uma palavra bonita usava toda hora, mesmo que ela não fizesse o menor sentido na transmissão.

Ao receber a escalação da Bolívia, com aqueles nomes todos em espanhol, parecia que Alceu havia se deparado com a escalação de um time grego ou polonês, com seus nomes impronunciáveis.

Vendo a dificuldade do narrador, Carlos Roberto passou a dica:

-Ô Alceu, pega uns cinco ou seis nomes mais fáceis e toca a transmissão numa boa.

Alceu acatou a sugestão, mas talvez empolgado por estar narrando um jogo da Seleção Brasileira, em vez de cinco ou seis, ele só guardou o nome de dois jogadores da Bolívia: Garcia e Vaca.

E era um tal de “Garcia toca para Vaca”, “Vaca lança para Garcia”, “Vaca faz falta feia em Careca”, recheados pelo “bola com o número 8”, “olha o número 5 avançando pela ponta”. E a gente sem querer ou poder “escalar” mais alguns jogadores da Bolívia, com medo de que Alceu chutasse o pau da bandeira e a transmissão desandasse de vez.

O fato é que, jogando “só” com Garcia e Vaca, a Bolívia encarou o Brasil de igual para igual e arrancou um heróico empate em 2×2. Naquele tempo, empatar com o Brasil merecia o apodo “heróico”. Hoje, até Venezuela empata com gente sem que Hugo Chavez decrete feriado nacional.

Encerrada a transmissão, fomos todos tomar nosso fogo paulista (uma mistura de cachaça com groselha, verdadeira bomba, mas era o que o orçamento minguado permitia) em paz.

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 Tempos de fogo paulista, pão com mortadela, calça velha azul e desbotada (porque só tinha uma). Não parecia, mas éramos felizes e só viríamos saber bem depois.

 

Adélia Pinheiro é candidatura à reitora da UESC

Adélia Pinheiro: uma mulher no comando da Uesc

A vice-reitora da Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC, professora doutora Adélia Pinheiro, assumiu que é candidata a sucessão do reitor Joaquim Bastos. O anúncio foi feito durante reunião com pró-reitores, assessores e diretores de órgãos suplementares da Universidade.
 
A professora Adélia Pinheiro lançou a sua candidatura motivada pela defesa de um projeto de crescimento da Universidade, da consolidação de um fazer universitário com qualidade e do cumprimento do papel de interação social da instituição. A sua candidatura está fundamentada na sua trajetória como docente, no apoio da comunidade acadêmica e no desejo pessoal de contribuir com o fortalecimento e a expansão da UESC.
 
No próximo dia 2 de agosto, o Conselho Universitário (Consu) estará reunido para escolher a comissão eleitoral que conduzirá o processo sucessório. As eleições para o cargo de reitor da UESC, conforme o atual regimento, acontecem na última semana do próximo mês de novembro. Cerca de 10 mil pessoas, entre estudantes, servidores e professores que formam a comunidade acadêmica ativa, devem votar.

WAGNER NOS 101 ANOS DE ITABUNA

Wagner inaugura obras e investe em educação

 CONFIRMADO: O governador Jaques Wagner participa no dia 28 das comemorações dos 101 anos de emancipação de Itabuna.

 
Wagner inaugura a base de distribuição de gás natural do Gasoduto da Petrobrás, o centro de treinamento do Sesc/Senat e em seguida vai ao Centro Cultural Adonias Filho,onde lança Todos Pela Escola nos 19 municípios da área da Direc 7, um projeto de alfabetização de crianças até oito anos de idade.
 
O governador também anuncia obras em Itabuna e cidades vizinhas.
 

O VERDE QUE ELES ADORAM

verde que te quero (muito) verde

Pra quem não assistiu, vale a pena curtir, às 19 horas desta sexta-feira, a reprise do programa Ponto de Vista, na TV Itabuna, apresentado por Barbosa Filho e com a participação deste blogueiro e de um impagável  “cãomentarista” para assuntos impublicáveis, contratado na China.

 O programa resume, com ironia e bom humor, os temas que marcaram a semana.

 Na edição de hoje, destaque para a opinião do “cãomentarista” sobre a paixão de certos ambientalistas pelo verde.

 O programa pode ser acessado pela internet  aqui no blog que transmite on line a programação da TV Itabuna. É só clicar na tevezinha à direita da tela e assistir.

 

“RATOS DA FLORESTA” SÃO PRESOS NA BAHIA

esse é o lugar dos ratos da corrupção

Uma operação conjunta entre a Secretaria de Segurança Pública, Ministério Público Estadual, Secretaria Estadual do Meio Ambiente, Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o IBAMA está em curso desde a madrugada desta sexta-feira (22), em 12 municípios baianos. No total, estão sendo executados 29 mandados de prisão.

 

Além dos mandados de prisão, a expectativa é que também sejam executados 34 mandados de busca e a apreensão de 50 caminhões. A operação envolvendo cerca de 150 policiais civis, 25 promotores públicos, seis fiscais do Instituto Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia (Inema), além de homens da PRF e do IBAMA, foi iniciada após a descoberta de irregularidades na emissão de crédito de reposição florestal. As prisões visam os envolvidos no esquema fraudulento nos diversos órgãos, produtores e comerciantes de carvão.

O amigo do Rei está nu

Serginho com Romário no sonho das árabias: boleiros, baladas

 

“Eu era milionário. Tinha dinheiro demais. Já peguei carro de dar uma volta, não gostar e vender. Nisso eu perdia 80 mil, 100 mil reais. Imagine a pessoa que teve tudo na vida e chegar um momento em que não tem nem o que comer. Aí eu me perguntava: o que vou fazer da minha vida?”.

 Essa é a história de um jogador que despontou para a fama após encarar muita poeira nos campos de futebol do Sul da Bahia e os zagueiros  nada gentis do Campeonato Intermunicipal, que reúne seleções de todo o estado. A fama foi meteórica para Serginho. Da Seleção de Coaraci para o Corinthians, um dos times mais populares do Brasil, sem escalas.

 No Corinthians, gols de placa, inclusive um antológico de bicicleta contra o rival Palmeiras. Roubou a cena e decidiu um jogo contra o Flamengo de Sávio, Edmundo e Romário. Em cinco jogos pelo Corinthians, cinco gols. Um fenômeno,  cotado para a Seleção Brasileira. Roubou a cena e decidiu um jogo contra o Flamengo de Sávio, Edmundo e Romário. “Fiquei conhecido no Brasil todo.Em São Paulo, não conseguia sair na rua”, conta, entusiasmado e saudoso.

 Os gols trouxeram a fama, dinheiro, mulheres, farras. Muitas farras.

O despreparo para a fama, o temperamento forte a rebeldia abreviaram o idílio corintiano. Passou pelo Vasco, Botafogo e Internacional como um meteoro, onde deixou poucos gols e nenhuma saudade dos torcedores. “Eu não treinava, brigava com os treinadores, achava que eu era o bom”.

 Artilheiro ele era, mas estava queimado para o futebol brasileiro, sem espaço nos grandes clubes. Ainda assim, tirou a sorte grande e foi jogar no Oriente Médio. Um sonho das arábias, que atingiu níveis celestiais quando ele marcou três gols na final da Copa da Ásia de 2001, dando um titulo inédito ao Al-Ittihad. Caiu nas graças do rei da Arábia Saudita, Fahed, para quem dinheiro jorrava literalmente do solo, em forma de petróleo.

“Me deram um carro novo, um palácio pra morar, era tanto dinheiro que nem não saia de onde vinha”. Nesse sonho das mil e uma noites, jogou ao lado de um ídolo, Romário, a quem algumas vezes chegou a deixar no banco de reservas. “Tudo o que pedia para Deus, ele me dava”.

 As mil e uma noites nas areias e nos campos de Alah duraram exatos 11 anos. Ao voltar ao Brasil, o sonho de arrumar um clube para jogar se transformouem pesadelo. Trêsanos, e nem um time que valesse a pena lhe abriu as portas. A rebeldia de seus tempos de meteoro ainda estava viva na memória dos dirigentes.

 O PATRIMÔNIO VIROU POEIRA

 Mas, o dinheiro ganho na Arábia parecia que nunca acabaria. Nunca? “Cheguei a gastar 400 mil dólares em dois meses, nem lembro com o que gastei, achava que ia ter sempre”. No auge do idílio na Arábia, chegou a ter 26 imóveis apenas no Rio de Janeiro, incluindo um apartamento de cobertura num condomínio de luxo na Barra da Tijuca, reduto de artistas, jogadores famosos e endinheirados.

 Em Itabuna, comprou uma mansão no bairro Góes Calmon, outrora meca dos barões do cacau. Numa das festas de São João, desfilou pela cidade num carro avaliado em quase 200 mil reais, o corpo repleto de cordões e pulseiras de ouro e diamantes, pagando todas as despesas para uma turba de amigos de ocasião.

 O dinheiro na conta bancária acabou e os imóveis foram sendo vendidos, um a um, para pagar as contas. O amigo do rei, estava  nu. Passou a andar de ônibus e morar de aluguel. Para sobreviver, teve que pedir emprego a seu ex-empresário Leo Rabelo. “Ele foi salvo aos 45 minutos do segundo tempo”, diz o empresário, num jogo em que nenhum gol imaginário será capaz de devolver o que foi perdido por falta de orientação e de estrutura para encarar a fama passageira.

 “Eu tive tudo e não soube administrar direito. Gastei sem pensar no futuro. Que isso sirva de exemplo para os mais jovens, para que eles ganhem dinheiro, apliquem direito, para que no futuro não venham precisar”. Ou, numa tradução mais literal, “não passem pelo que estou passando”. “Vou tocar minha vida, o que passou, passou. A gente tem que pensar desse jeito. Senão acaba não vivendo”.

 Ou, no caso de  Sergio Ricardo Messias Neves, o Serginho, sobrevivendo.

 (com informações do Sport TV)

 

LANÇADO O PLANO DE SAFRA NA BAHIA

Lula planta, Lula colhe

 

O Plano Safra deste ano será ampliado em 14,7% em relação à safra passada. Do total de recursos que serão investidos, R$ 4,2 bilhões, a agricultura familiar irá receber R$ 1,5 bilhão¸ 50% a mais do que em 2010. O lançamento do Plano Agrícola e Pecuário da Bahia (Plano Safra) 2011/2012 foi realizado  nesta quinta-feira (21), no Hotel Stella Maris, em Salvador, pelo governador Jaques Wagner, e pelo ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA), Ailton Florence, e o secretário estadual  de Agricultura, Eduardo Salles, com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O plano contempla uma série de contribuições para o fortalecimento e a expansão da agropecuária baiana, responsável por 24% do PIB, 30% dos empregos e 37% das exportações estaduais. Entre as várias ações de apoio à agropecuária no estado que são beneficiadas pelo plano estão os programas de Crédito Assistido, Mais Alimentos, Seguro Safra, Desenvolvimento Regional Sustentável e o Programa de Aquisição de Alimentos. Esta é a terceira vez que o Governo do Estado lança um Plano Safra, disponibilizando recursos estaduais e federais, por intermédio dos ministérios do Desenvolvimento Agrário e da Agricultura.

Agricultura familiar

O Plano Safra visa também a ampliação da utilização dos programas e políticas públicas destinadas ao fortalecimento da agricultura familiar, segmento responsável por 70% dos alimentos que chegam às mesas dos consumidores, sem esquecer da agricultura empresarial. A Bahia é o estado com o maior número de agricultores familiares do Brasil, com 665.831 estabelecimentos, 87% do total de unidades produtivas. A produção familiar baiana é responsável por 83% do feijão produzido no estado, 91% da mandioca, 76% dos suínos, 60% das aves e 52% do leite.

CASO NARDONI É TEMA DE DEBATES NA ACADEPOL

a dupla de monstros que matou um anjo

A investigação e a fase processual do homicídio de Isabela Nardoni, ocorrido em 2008, e que tornou-se um dos crimes de maior repercussão no país nos últimos anos, são o tema de três palestras que acontecem entre hoje (21) e amanhã (22), na Academia de Polícia Civil da Bahia (Acadepol), na Mouraria. O ciclo de palestras faz parte do curso de Investigação Policial de Homicídio realizado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), destinado a investigadores e delegados que atuam naquele departamento, localizado no bairro da Pituba.

A palestra de abertura, feita pela delegada Renata Helena da Silva Pontes, da Polícia Civil de São Paulo, aconteceu nesta manhã. Com 14 anos de atuação, Renata foi responsável pelas investigações do caso e considera o evento de grande importância para a capacitação dos profissionais da área. “A troca de experiências engrandece o trabalho de qualquer profissional e na Polícia Civil não é diferente. A análise de casos de grande repercussão pode nos ajudar a lidar mais facilmente com situações extremas e de maior gravidade”, declara.   
Na sexta-feira, as palestras serão realizadas pela perita criminal Rosangela Monteiro, às 8h, e pelo promotor de Justiça Francisco Cembranelli, às 14h. De acordo com a diretora da Acadepol, Patrícia Barreto, o ciclo pretende trazer discussões profícuas a cerca da investigação policial em casos de homicídios. “Além do trabalho investigativo por parte da polícia, o caso Isabela Nardoni teve uma base de investigação pericial muito importante para o seu desfecho. Com este ciclo de palestras, pretendemos mostrar aos participantes como uma investigação eficiente necessita de uma perícia consistente”, afirma.





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