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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: 25/maio/2024 . 12:13

TV Cabrália, ´Faculdade de Comunicação` e a moça do posto de gasolina

Daniel Thame

 

Quando a  TV Cabrália,  primeira televisão do interior do Norte-Nordeste foi implantada em 1987 em Itabuna,  no Sul da Bahia, não havia faculdade de comunicação fora de Salvador.

 

E como gestor que deu vida a essa aventura épica,  Nestor Amazonas, a quem essa região desmemoriada  ainda deve o merecido reconhecimento,  queria trabalhar profissionais de fora,  a opção foi contar com mão de obra local.

 

Que mão de obra local, cara pálida, se a emissora, como se disse, era pioneira.

A primeira loucura-sana de Nestor foi me colocar como Gerente de Jornalismo, responsável entre outras coisas para montar a equipe de repórteres e apresentadores.

 

Jornalista com boa formação em mídia impressa e rádio,  expertise de vida moldada por uma década de mochileiro nas quebradas de nuestra América, mas conhecimento de televisão, zero, zero, zero!

O fato que é, na base da intuição (e também fazendo muita merda, até que um dia Nestor decretou que a cota de merda estava encerrada),  ao longo de uns sete a oito anos, acabei formando uma geração talentosa de profissionais de tevê, que se espalharam por Salvador, Feira de Santana, Conquista, Juazeiro, Santa Catarina, Rio de Janeiro e  São Paulo.

As tevês baianas Aratu, Itapoan e Rede Bahia se fartaram de contratar repórteres e apresentadores da Cabrália, sem que a gente pudesse desfrutar esses talentos por mais tempo.

Por esses acasos do destino e porque (como diria de novo el viejo Nestor, o que me faltava de talento sobrava de capacidade de trabalho, algo do tipo ´burrito, pero cumplidor`), acabei me tornando o que hoje a idade permite dizer sem  ser cabotino, a primeira ´faculdade de comunicação´  destas Terras do Sem Fim.

 

Citei Jorge Amado, mas o fato que levou a esse bolodório todo é digno do realismo mágico de Gabriel Garcia Marquez.

 

Põe no ar:

 

Estava eu numa das ilhas de edição (um trambolho pré-histórico comparado à tecnologia de hoje) preparando as matérias do Jornal do Meio Dia, quando minha atenção é desviada para a ilha de edição ao lado, em que aparecia a imagem de uma moça gravando o sorteio de vales-gasolina, devidamente paramentada com o uniforme do Posto Universal.

 

(Antes que me acusem de um merchan descaradinho, eu nem dirijo e o  isqueiro pra acender meus Cohibas é a gás).

 

Volta pra ilha de edição. Esqueci as matérias, fui pra outra ilha, a da moça do posto, e me bastaram três minutos.

Me dirigi ao estúdio com uma única folha do script do jornal, e diante de uma equipe que não entendeu nada, mandei parar a gravação do sorteio, coloquei a folha no teleprompter (uma máquina com umas letras imensas, onde os apresentadores leem as noticias), pedi pra moça (essa sem entender menos ainda) sentar na mesa de apresentação do telejornal  e assim que eu desse o comando lá da ilha de edição, lesse a nota.

 

Leu uma, leu duas e nem precisou ler três vezes.

 

Voltei ao estúdio e  ainda sem saber o nome dela, decretei:

 

-Moça, avisa o dono do posto pra ele arrumar outra pessoa pra fazer o sorteio de gasolina. Você começa a trabalhar com a gente amanhã.

 

A Nestor Amazonas eu disse apenas: “acabo de descobrir uma daquelas apresentadoras que vão fazer história”.

Nestor foi menos retórico:

-Contrata.

Com uma semana, a agora ex-moça do posto já estava apresentando o jornal do Meio Dia, depois dividiu comigo e com Eduardo Lins (esse é outra história ´gaboniana´) uma experiência fantástica chamada Jornal da Semana, espécie de precursor e primo pobre do Mosaico Baiano, passou pela TV Santa Cruz e foi brilhar na Rede Globo e na Rede Manchete, depois Rede TV, Jovem Pan , onde, nas idas de uma de minhas filhas, Hannah Thame, para especializações em Medicina Veterinária, não apenas a recebia em sua casa (eu a chamo de Mãe de Adotiva de Hannah em Sunpolo), como quando a apresentava ao pessoal das tevês sempre repetia a mesma história: “essa menina é filha do rapaz que me tirou do sorteio do posto e me transformou em profissional de televisão…

 

O nome dessa moça, hoje dedicada a viagens esotéricas mundo afora mas sem se afastar   das comunicações, atende pelo nome de Cláudia Barthel.

 

Dona de um talento que não cabe nem na maior das telas e uma virtude rara nessa máquina de egos chamada televisão: gratidão.

 

No caso aqui, o grato sou eu!

 

E vamos aos nossos comerciais…

 

Quer fazer seu gato feliz?

 

Hannah Thame

 

Quem nunca viu um vídeo na internet de um gato super feliz com uma caixa de papelão?

 

Quase impossível não é mesmo?

 

Por quais motivos, os gatinhos e os tutores amam tanto caixas de papelão?

Antes de tudo, precisamos nos lembrar de que os gatos são caçadores e eles usavam esconderijos na natureza como tocas para proteção e também como estratégia para capturar presas

Vantagens da caixa de papelão:

Material barato e de fácil acesso

A fragilidade e maleabilidade do papelão propiciam um agradável arranhador para os felinos afiarem suas garras;

Versatilidade para brincadeiras;

Esconderijo agradável;

O papelão mantém a temperatura mais fresca quando está calor e mais quente quando está frio, é um ótimo isolante térmico;

Favorece o enriquecimento ambiental e evita que o animal fique estressado

A caixa de papelão une fácil acessibilidade, baixo custo, conforto, maleabilidade, incentiva os instintos naturais e ajuda a controlar a temperatura e evitar o estresse.

Quer melhor?

Que tal levar uma caixa para o seu felino hoje?

 

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Viajar te deixa sem palavras e depois te transforma em um contador de histórias

Gilza Pacheco

Poucas coisas na vida são melhores que viajar. É maravilhoso poder conhecer novos locais, outras culturas e fugir da rotina, às vezes não encontramos palavras para expressar tudo!

Compartilhar experiências, conhecer novas culturas, inspirar ideias. Estas são apenas algumas das maravilhas que recebemos ao realizar uma viagem.

Chegando de uma viagem fantástica, percebi de como são simples os ingredientes de que precisamos para sermos felizes. Não vamos ficar aqui para sempre, sabemos disso… Por essa razão, levei dias verdadeiramente como turista, tudo fiz para que a minha viagem fosse realmente agradável, e foi… Passei por locais bonitos, experimentei as novidades e carreguei o essencial. Sei que aqui estou de passagem. E quero que essa passagem seja a mais agradável possível, a mais feliz…Pois cedo ou tarde irei embora, mas depois de viver suficientemente tudo que tenho direito para ser feliz e fazer as pessoas, com meu exemplo, também felizes!

De avião saí dia 10 de dezembro de São Paulo com destino a Martinica. No Porto FORT-DE-FRANCE, embarquei a bordo do MSC Poesia. Batizado em 2008 por Sofia Loren, chegando dia 11 ao aeroporto da cidade POINTE-À-PITRE, Le Raizet que conecta a outras Ilhas Caribenhas.

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Cacau na África, a opressão aos negros

Cleber Isaac Ferraz

 

Em março o preço do cacau bateu recorde de preços e o título de nossa coluna foi “ Preço do Cacau Bateu Recorde e Isso não é motivo para Euforia”.

Estamos em maio; o preço do cacau caiu do patamar de R$ 1000;00 para R$ 500;00 e a euforia sumiu como previmos.

Também não é motivo para depressão; no patamar acima de 500 reais a cultura é viável economicamente e viabilizar salario dignos;  condições de trabalho e além disso financiar a preservação do sistema florestal em seu entorno.

Depressão tem que estar o povo africano; e as pessoas com consciência; pela forma que Nestlé; Cargill e Barry ; vem conduzindo o mercado de cacau na África.

Apenas ingênuos ainda insistem que o preço de cacau é definido por uma bolsa; o cacau de Gana e Costa do Marfim é tabelado pelo Governo; e hoje está bem abaixo do valor de mercado internacional o que distorce todo mercado global.

Explico :

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Dente Mole e Abençoada

Vânia Fagundes

 

Estrada de  Camamu. Destino Barra Grande, praia de Taipu de Fora. Sem poeira, porém com muita  lama. Chegamos ao pedágio. Coisa nova por aqui. Uma pequena fila de carros. Vidro do motorista aberto, somos saudados por um funcionário antes de chegarmos à cabine.

 

O motorista indaga:

– E aí, cara, o site não explica como funciona direito. Vocês cobram pelo carro e o motorista?! A gente pretende ir à Vila algumas vezes.

Boca bem aberta, uma cadência ao falar.

– Rapaz, é o seguinte: abençoada não paga (eu me senti a tal abençoada); criança com dente mole também não. Validade de 30 dias.

Quatro passageiros, uma abençoada e um dente mole

Apenas dois pagantes, além do carro. Dúvida Tostines: carro anda sem motorista?!

Seguimos. Paramos em um supermercado para nos abastecer. Dois saltam do carro. Dente mole e abençoada ficam. De repente o Dente mole fala.

– Vó, tô soltando muitas bufinhas. E o meu dente não tá mole.





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