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hanna thame fisioterapia animal





Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: 25/nov/2023 . 10:30

Hidroterapia: conheça a queridinha dos fisiovets!

ht hidro terHannah Thame

 

A Hidroterapia nada mais é que a prática de exercícios guiados em água. Os mais utilizados pelos pets são a hidroesteira e a natação.

 

Como funciona a Hidroterapia?

 

Você já percebeu que dentro da água o seu corpo é mais leve e que você realiza movimentos que provavelmente não conseguiria realizar fora dela?

 

Assim é com os animais!

 

Como assim Tia Hannah?

 

Por exemplo, um animal com paralisia nas patinhas pode ganhar mobilidade fazendo movimentos que seriam praticamente impossíveis em solo.

 

Quais os benefícios da Hidroterapia?

->Aumento da circulação sanguínea;

 

->Diminuição da dor;

 

->Aumento da flexibilidade e mobilidade;

 

->Fortalecimento dos músculos;

 

->Auxilia no equilíbrio, coordenação e manutenção da postura do pet

 

->Relaxamento do animal

 

->Estímulo sensorial

 

A terapia na água tem contraindicações?

 

Sim, não indicamos a hidroterapia para pets que tenham:

 

->Lesões na pele;

 

->Otites (inflamações no ouvido);

 

->Dermatopatias (doenças de pele);

 

->Doenças sistêmicas severas como cardiopatias, hepatopatias, doenças renais, hiper ou hipotensão.

 

Se a água relaxa a gente imagine os pequenos que já são relaxados por vida!

Via Litterarum Encontros em Prosa e Verso com Janete Ruiz Macedo

 

No Via Litterarum Encontros em Prosa e Verso desta semana, na TVI Itabuna e no youtube, Rafael Gama conversa com a professora e historiadora Janete Ruiz Macedo. O programa tem a participação de Gabriel Xavier no momento do poeta, Leila Oliveira na crônica da semana, além da indicação de leitura no Vitrine da Via entre elas o livro de poesias da potente @557381878272 e no novo quadro Contando Histórias , com Carmen Camuso apresentando um Itan de Ruy Póvoas.

Confira:

Ansiedade e autoestima: qual a relação?

Cleide Léria Rodrigues

 

cleideA ansiedade é totalmente influenciada pela maneira como pensamos. A baixa autoestima leva a comportamentos irracionais e pensamentos que desvalorizam e desmerecem a própria pessoa.

Sem querer, o sujeito está imerso em pensamentos negativos e catastróficos sobre suas capacidades , habilidades, atitudes e consequentemente  fica mais ansioso a cada tarefa que será executada.

Portanto trabalhar a autoestima e resgatar a autoconfiança ajuda a diminuir as inseguranças e a ansiedade.

Se você não está conseguindo sozinha(o) quero te ajudar a lidar com ansiedade e resgatar sua autoestima . Atuo orientando as pessoas a ver o mundo com mais calma e segurança e que mesmo diante dos desafios da ansiedade, depressão, da baixa autoestima é possível manter o equilíbrio emocional.

Começa agora mesmo fazendo  essa reflexão:

Pensar ansiosamente no futuro e esquecer o presente e mesmo assim, não viver nem o presente e nem o futuro!

A vida é feita de contradições.

A palavra “VIDA” tem a letra “V”, o resto é “IDA”…

Desfrute do presente e das companhias que te fazem feliz!

O amanhecer é a parte mais bonita do dia , porque estamos vivos.

Então levanta-te!

Você está tendo outra oportunidade de viver e de recomeçar novamente.

“Os dias bons te dão felicidade, os dias ruins te mantêm forte , as provas te mantêm humano , as quedas te mantêm humilde , mas a sua fé te mantêm de PÉ”!

Guiar pessoas diante do seu sofrimento, da sua dor , diante de situações difíceis que elas não consegue resolver sozinhas e possibilitar as pessoas a caminhar é minha missão enquanto psicóloga.

Um excelente dia para todos nós.

Um grande abraço!

 

Cleide Léria Rodrigues é Psicologia Clínica  – CRP03 18383

www.psicologacleiderodrigues.com.br

 

Irmão Sol, Irmã Lua

Daniel Thame

 

dt chapeuEle era trabalhador rural numa fazenda em Canavieiras, cidade que era o limite de seu mundo e para onde ia, todos os finais de semana, fazer a feira, composta de arroz, feijão, farinha, óleo, açúcar, sal e, de vez em quando, jabá, fato e chupa-molho.

Além, é claro, da garrafa de cachaça.

Ela era mulher de um trabalhador rural em Ipiaú, cidade que era o limite de seu mundo e para onde ia, todos os finais de semana, orar no culto na igreja evangélica que lhe oferecia o céu como compensação para a vida dura na terra.

 

Orava pela saúde do marido, cujo trabalho garantia o sustento da família, e por um futuro melhor para os três filhos.

Se essa fosse a vontade de Deus…

Quando vieram os sinais de que a crise provocada pela vassoura-de-bruxa era pior do que se imaginava, ele foi despedido da fazenda e mudou-se para Camacan, onde conseguiu um emprego de gari na prefeitura.

Como a bruxa não tinha limites e se alastrava por toda a região, o marido dela também perdeu o emprego. Tão logo chegaram a Ubaitaba, para onde se mudaram, ela conseguiu um emprego de doméstica. Meses depois, o marido a abandonou e sumiu no mundo, deixando-a sozinha com três crianças para cuidar.

Quando a prefeitura de Camacan, abalada pela decadência da cidade e com a arrecadação despencando, teve que demitir funcionários, os apadrinhados foram mantidos, ele, pobre gari, perdeu o emprego.

Foi tentar a vida em Itabuna, onde passou a viver de pequenos bicos e morar num barraco no Maria Pinheiro, bairro paupérrimo nas fraldas da periferia da cidade.

Em Ubaitaba, a patroa, empobrecida pela crise, não teve como manter a empregada. Penalizada, ainda deu o dinheiro para a viagem até Itabuna, o máximo aonde aquela pobre mulher poderia ir.

No mesmo bairro Maria Pinheiro, montou um barraco, misto de papelão e restos de madeira, e passou a trabalhar como lavadeira, ganhando o pão com o suor do seu rosto banhando as águas do Rio Cachoeira.

Os dois se cruzaram quando ele voltava do centro da cidade, onde acabara de ganhar 15 reais para limpar um terreno, e ela levava na cabeça uma imensa trouxa de roupas.

Ele se ofereceu para ajudar, ela aceitou.

No barraco, ele aceitou o café ralo que ela ofereceu.

Sorriram, escancarando os poucos dentes daquelas bocas que, na sequência, trocaram o primeiro beijo.

Dias depois, estavam morando juntos, dividindo a mesma cama sob um teto cheio de buracos em que, nas lindas noites de verão, podiam contemplar estrelas, distraídos.

A bruxa, que tantas vidas havia tragado, tantas tragédias pessoais e coletivas havia causado, abençoou aquele encontro mais do que improvável.

Virou, ainda que por linhas tortas, uma fada.

E eles, que nunca tiveram nada, juntaram o pouco que agora tinham e foram felizes para sempre!

——
Conto extraído  do livro  “Vassoura”- a história que Jorge Amado não viveu pra contar- Editora Via Litterarum





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