:: 3/jun/2023 . 8:53
A Imprensa na Era da Inteligência Artificial: enfrentando desafios e preservando a Verdade
Andreyver Lima
Em meio a um mundo em constante transformação, a imprensa desempenha um papel fundamental em conectar o público com realidades distantes e complexas. Através de diversas mídias, jornalistas têm a responsabilidade de narrar os fatos de forma completa e precisa, criando consciência e promovendo um mundo melhor informado. Contudo, no contexto distópico em que vivemos, enfrentamos desafios ainda maiores, com a propagação de fake news, manipulação e pós-verdade.
Nesse cenário, a inteligência artificial surge como um fator adicional de complexidade e desafio para a imprensa. Com avanços tecnológicos rápidos, a disseminação de informações falsas pode ser potencializada, exigindo um olhar atento e crítico por parte dos jornalistas. A capacidade da inteligência artificial de criar conteúdo e disseminar informações suscita a necessidade de verificar, filtrar e contextualizar os dados para garantir a precisão e a confiabilidade das notícias.
Diante dessa realidade, a responsabilidade de transmitir informações precisas e verificadas torna-se ainda mais crucial. A luta contra as tendências negativas, como fake news, manipulação e pós-verdade, ganha uma dimensão ampliada. É fundamental que a imprensa continue na linha de frente, preservando a credibilidade e combatendo a desinformação. A busca pela verdade e pela informação de qualidade nunca foi tão importante como agora.
Neste Dia da Imprensa, é oportuno refletir sobre o papel essencial que a imprensa desempenha na sociedade e na defesa da verdade. Com os desafios da era da inteligência artificial, a missão dos jornalistas se torna ainda mais nobre e indispensável. Que a imprensa continue a desempenhar seu papel vital como guardiã da boa informação em meio às transformações e avanços tecnológicos.
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Andreyver Lima é jornalista, comentarista político, âncora do podcast Café iPolítica e editor do blog Seja Ilimitado.
O futebol elegante de Carlos Riela

Fluminense de Itabuna. Em pé. Luiz Carlos,Orlando Anabizu, Valdemir Chicão, Amilton, Ronaldo Dantas e Boquinha_ Agachados. Vanderlei (Teiú), Santinho, Jonga, Carlos Riela e Fernando Riela
Walmir Rosário
Essa é a minha opinião, quem achar que estou errado, que me corrija, mas não acredito que terei vozes discordantes, só se o distinto não gostar, ou sequer já assistiu a uma partida do bom futebol. É preciso que o atleta, para ser considerado um craque completo, tenha mais do que os cinco sentidos, quem sabe seis ou sete, além de uma ou duas especialidades e muito gosto pela bola.
Pra começo de conversa, o craque em questão deve ter em boa conta os cinco sentidos humanos, como a boa visão: ver de onde o jogo vem e pra onde deve ir; audição: escutar tudo o que os jogadores do seu time e os adversários conversam; olfato: sentir no vento o cheiro da bola e dos adversários; paladar: um dos mais importantes, pois tem que comer a bola, encará-la como se fosse um delicioso prato de comida em frente a um esfomeado; e o tato: saber como vem a bola e dar o efeito necessário para desviá-la do concorrente.
Mas o meu craque, que passarei a descrevê-lo agora, tem muito mais que isso, ultrapassa a simples ciência pelos gramados, bem sofríveis ou ruins, à época, é verdade, e ele conseguia pelo tipo de arrepio de sua pele, dominar a jogada; com equilíbrio, dominava a bola; e com a intuição despachava a pelota para o companheiro que sabia se colocar na área e marcar o gol.
Pelo que já noticiei, passamos por oito sentidos em uma só jogada e poderíamos enunciar mais com a ajuda da ciência. Mas vamos ficar por aqui, não sem antes de anunciar outra qualidade maior deste meu craque: O DNA. Basta verificar o sobrenome dele para finalizar alguma discussão que por ventura surja, mas não creio. Eu estou me referindo a Carlos Riela, que com os irmãos Fernando, Leto e Lua proporcionavam o espetáculo no Campo da Desportiva Itabunense, ou qualquer campo adversário.
Grupo Brasileiro forma sua primeira orientadora de motoristas

Letícia da Silva Correia recebeu o certificado de orientadora de motoristas das mãos do diretor Paulo Carletto
O Grupo Brasileiro promoveu a certificação de nove motoristas que participaram do Programa de Treinamento Intensivo de Motoristas Orientadores e Instrutores, projeto pioneiro que tem como objetivo o desenvolvimento comportamental e a capacitação técnica de profissionais selecionados internamente.
Uma mulher integra a nova turma de orientadores, a motorista Letícia da Silva Correia, natural de Salvador, mãe de dois filhos, um garoto de 13 anos e uma adolescente de 18 anos. Ela iniciou a dirigir ônibus urbanos na capital do estado, no ano de 2007. Desde pequena era fissurada em carros e, hoje, ama a profissão que exerce. No Grupo Brasileiro ingressou em 2022, através da Cidade Sol, onde se sente muito bem acolhida e só tem elogios a fazer “uma empresa que abraça os funcionários e que realmente se preocupa com eles”.
A cerimônia de entrega dos certificados contou com a presença do diretor-executivo do Grupo Brasileiro, Paulo Carletto, da diretora da Unidade do SEST SENAT em Itabuna, Nácia Martins, do gerente da Unidade Rota Sul e Extremo Sul da Bahia, Vladimir Almeida, e do gerente da Unidade Cidade Sol Regional Salvador, Juscelino Peixoto. Estiveram presentes ainda, as coordenadoras de Recursos Humanos, Administrativa e de Suprimentos do GB, respectivamente, Jaciara Santos, Carina Vivas e Patrícia Zanotelli, consultoras, professores e instrutores.
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