hanna thame fisioterapia animal
livros do thame

Posts Tagged ‘Walmir Rosário’

Mais que violência – brutalidade

Walmir Rosário

 

Walmir RosárioViolência: esse é um tema que não gosto de abordar em artigos ou qualquer outro tipo de escrita, já que acredito ser uma selvageria todos os tipos de violência, que vai desde o simples(?) constrangimento às vias de fato. Mas hoje a violência é cheia de requintes e brutalidades, praticadas em simples assalto para tomar o celular da primeira vítima que aparece com um desses aparelhos fáceis de comercializar, e portanto torna-o como o maior bem de consumo dos ladrões e outros malfazejos.

E para praticar esses crimes não importa a idade. Pelo contrário, as quadrilhas preferem os menores, amparados pelo artigo 104 do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), que os torna inimputáveis. O instituto que foi criado para amparar teve efeito contrário diante da esperteza dos bandidos, que passaram a utilizar o ECA como biombo da impunidade em várias modalidades criminosas.

Pior do que o péssimo uso do ECA é a forma pusilâmine das autoridades em relação à impunidade. E isso tem relação direta com as ondas de violência que acometem o Brasil. Se não há punição, uma parcela de marginais atua sem qualquer receio da reação legal das instituições. Essa leniência é vista constantemente pelos bandidos na arregimentação de menores para suas quadrilhas.

E essa ação dos bandidos em relação aos menores que praticam assaltos também foi copiada pelos movimentos chamados políticos, nos diversos protestos promovidos por partidos políticos e sindicatos. Além dos menores, a moda é o uso de máscaras para participar de um “protesto pacífico”. Não restam dúvidas se quem vai a um movimento e tem que se esconder é porque tem algo a esconder da sociedade.

Read the rest of this entry »

A lição de vida que dá o nordestino

Walmir Rosário

Walmir RosárioApós quase 50 anos venho rever a caatinga aqui para as bandas da divisa de Sergipe e Bahia e, dentre as novidades que vi, quase nada, a não ser o tamanho das cidades, num misto de crescimento e desenvolvimento. Ao invés das estradas carroçáveis e esburacadas, asfalto, um tanto cansado, é verdade, mas aceitável para os meios de transportes de hoje.

Nada mais de paus-de-arara, agora o sertanejo viaja em ônibus confortáveis, em pick-ups cabines duplas, carros modernos iguais aos que vemos nos grandes centros do Brasil. Pouca diferença no comércio, com supermercados oferecendo os melhores produtos das mais diversas regiões brasileiras e do exterior; lojas e boutiques acompanham os lançamentos mais recentes da Europa e Estados Unidos.

O sertanejo está com tudo, como sempre teve. Se antes não dispensava as notícias mais imediatas nos grandes aparelhos de rádio com seis, sete e até nove faixas, hoje dispõe da televisão a cabo e via satélite, além da internet que o conecta 24 horas com todo o mundo. Negocia sua safra com as cooperativas e empresas multinacionais via telefone celular, com equipados com os mais modernos apps.

Read the rest of this entry »

Na democracia é bem melhor

Walmir Rosário

Walmir Rosário Como ser humano, somos um animal gregário e buscamos viver em sociedade, o que implica numa série de regras a ser seguida para proporcionar uma convivência salutar. Esse é um princípio natural que devemos seguir como pessoas e mais ainda como cidadãos, por nossa obrigação assumida para com a sociedade em que vivemos.

Implícita nesta conduta está a obediência às regras preestabelecidas, a exemplo das normas jurídicas; da moral, de forma coletiva; e da ética, de maneira individual. Dentro desses princípios, a previsão de conflitos é muito pequena, pois a sociedade não pauta de forma retilínea, haja vistas as nossas visíveis diferenças.

Essa teoria seria importante caso transformada em realidade, o que a cada dia se torna mais impossível, dados os costumes de cada grupo da nossa sociedade. Os três princípios básicos estabelecidos e perseguidos pela Revolução Francesa – Liberdade, Igualdade e Fraternidade – seriam, enfim, transformados de lema a fonte segura do direito de cada um.

Embora estejamos acostumados a ouvir os ensinamentos acima desde nossa infância, eles se tornam meras futilidades quando existem interesses contrários aos poderes dominantes. O que não se consegue conceber é que esses princípios basilares venham sendo desrespeitados sob variados pretextos, todos de interesses menores, justamente pelos que juraram obediência à Constituição.

Read the rest of this entry »

José Adervan – foi o homem fica sua história

Walmir Rosário*

 

walmirEm 3 de março próximo José Adervan completaria 75 anos de existência, 66 deles vividos em Itabuna – sem levar em conta o período que passou em Salvador e Alagoinhas. A intenção dos amigos e família era elaborar uma edição especial do Jornal Agora para homenageá-lo, mas como ainda não conseguiram tornar a vida perene, nos deixou antes disso.

Lutou contra a enfermidade até não poder mais. E não poderia ser diferente para quem passou toda a vida superando obstáculos, sempre com a naturalidade que lhe era peculiar. Se as coisas estavam difíceis, aí era que ele apostava num salto mais alto. Contava que aprendeu isso com sua mãe, obstinada, como toda sergipana, em tornar vencer as dificuldades.

E Adervan, o mais baiano – grapiúna – dos sergipanos, costumava lembrar do dia em que chegou a Itabuna, numa data qualquer de 1951, em cima de um “pau-de-arara”, fugindo da terrível seca. Aos nove anos, o menino se deslumbrou quando o caminhão parou no terreno baldio onde hoje é o Fórum Ruy Barbosa, e resolveu fazer um reconhecimento daquela que seria a cidade do seu coração. Read the rest of this entry »

Beco do Fuxico sem boteco…só em Canavieiras

Walmir Rosário *

walmirNada mais enganador do que um título, um nome de rua, ou mesmo de um beco, que não combine com o enunciado. Segundo o Código de Defesa do Consumidor, isso pode ser classificado como propaganda enganosa ou abusiva e como tal deveria ter respaldo jurídico o indigitado que busca as regalias etílicas e gastronômicas num beco com esse nome.

Se, por ventura, não se vislumbre o direito líquido e certo do cliente interessado, que se consagre, pelo menos, a expectativa do direito. E essa relação não se pode ou deve negar ao frequentador desses ambientes bem falados e comentados por toda a sociedade. Mas, querelas à parte, que pelo menos se evite a propagação desses nomes estranhos ao produto, no caso em questão, o Beco.

Mas não é um simples beco. É batizado, crismado e registrado como Beco do Fuxico, portanto, deveria estar acompanhado de todos os atributos inerentes ao nome, como as tendas de serviços prestados pelos profissionais liberais que lidam com artes tanta, a exemplo de barbeiros, sapateiros, alfaiates, bem como empresários de menor porte, como os quitandeiros e donos de botequins. É assim o beco do fuxico em Canavieiras.

Mas nenhum destes senhores pode ser visto nas vetustas casas desse indigitado beco, localizado em pleno centro da cidade, caminho mais curto de quem busca a “passarela do álcool” tida e havida no sítio histórico, lá pras bandas do cais do porto. Caso o cliente – ou paciente – já venha necessitando recompor os líquidos perdidos numa empreitada qualquer, vai ficar na mão.

Definitivamente, o tal do beco do fuxico (grafado propositadamente com letras minúsculas) não é o menor e melhor caminho entre duas retas. Ao contrário, deve ser considerado um caminho tortuoso, perigoso e estranho a qualquer consumidor das iguarias etílicas. Melhor buscar outras rotas, pois ali não encontrará abrigo algum para satisfazer as necessidades do corpo e da alma.

Exemplo mais vivo e vibrante pode ser visto e vivenciado em Itabuna, no Beco do Fuxico, este grafado com iniciais maiúsculas, como manda as regras da Língua Portuguesa, que em pretéritos dias de glórias era dividido em alto beco, médio beco (já extinto, etilicamente falando) e alto Beco. Lá, do ABC  da Noite aos Artigos Para Beber, passando pela Confraria do Alto Beco do Fuxico, desfilam garbosamente os apreciadores da arte de levantamento de copo.

Caso buscasse antes uma informação, teria feito uma parada estratégica pelas bandas da rua 13 – que embora as placas nomeie personalidades outras não levadas a sério –, ai, sim teria encontrado o aconchego do tamanho de sua necessidade. Embora seja rua larga e asfaltada, não é o local mais apropriado para a prática das culturas etílicas, não afeita à alta velocidade dos carros, motos e bicicletas e sim ao bate-papo tranquilo e gostoso de uma mesa de bar.

Como para um bom bebedor meia dose não basta, tive que estacionar no passeio da Bomboniere Lua de Mel, sentado a uma confortável cadeira, lata de cerveja na mão, meota de cachaça embaixo dela, longe das vistas de quem não a aprecia e poderia, ainda sair denegrindo a boa imagem da canjebrina ou dos meus bons costumes. E não é por falta de opção. Se por acaso tivesse eu a verve de um Castro Alves diria que bares são semeado à mão cheia, mesmo sem ser um bendito.

Inconformado com tal situação, já propus aos conhecedores da arte de aturar pileques que se debruçassem – não sobre a mesa – ao estudo da possibilidade de abrir desses estabelecimentos que comercializam bebidas e petiscos em artéria de nome tão cativante. E, pelos meus cálculos, não seria um negócio ruim, daqueles praticados pelos dirigentes da Petrobras em Pasadena, pois seria bem fácil arregimentar uma carteira de bons clientes.

Um deles, o José Cloves, está revendo os manuais de administração e já começa a elaborar um plano de negócio para dar cabo a hercúlea empreitada. Agora que busca a reconhecida gratidão após anos de trabalho, nada mal para um ilustre aposentado se livrar da inatividade. Até porque tem prática do serviço e pode se dar ao luxo ao rechaçar a negativa de um cliente em aceitar uma cerveja servida em sua mesa sem que ele tenha pedido, retrucando em alto e bom som.

– Não quer não, pois então a Casa aceita! – E enche o copo até passar a régua.

Confesso que se tal empreendimento venha a ser concretizado faremos uma festança de inauguração com direito a uma reunião de trabalho da Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias e Etc. (Alambique). O presidente Daniel Thame só aguarda a data.

* Apreciador da bela arte

Dois anos Alambique. Festa no ABC da Noite

Walmir Rosário, Caboclo Alencar e Daniel Thame: nascia a Alambique

A gloriosa e beboriosa Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc.; a , Alambique , completa dois anos de fundação nesta terça-feira, dia 21.

Dois anos de incontáveis imortaalcoolizações, quase todas elas no ABC da Noite, no Beco do Fuxico, em Itabuna, sob as bênçãos do Caboclo Alencar.  Umas 100, pra ser mais ou menos exato, porque em matéria de apreciadores de Dona Brnaquinha, a categoria só perde para a legião de literatos que aflora nesse chão grapiuna.

E como não tem, e nem pretende ter, a pompa e circunstância de suas co-irmãs Academia de Letras de Itabuna (Alila) e Academia Grapiuna de Letras (Agral), com seus imortais de farda, fardão e camisola de dormir (dá, Jorge  Amado), os dos anos da Alambique serão comemorados no mesmo ABC da Noite de sempre, a próxima sexta-feira, dia 24, com direito a batidas (cada um paga a sua) e uma cachacinha de se beber de joelhos, essa sim cortesia da academia alambiquista.

Pode rolar até uma Weber Haus, cortesia do fabricante após incontáveis ´jabás`  neste blog, caso a marvada e bem vinda chegue a tempo.

O presidente vitalício, ditatorialício e imortalício da Alambique, Daniel Thame, e o vice igualmente vitalício, ditatorialício e imortalício, Walmir Rosário, receberão os  imortaldools para o ágape.

Eduardo Anunciação, um agitador

Walmir Rosário

Do alto de sua sabedoria, o jornalista e escritor Antônio Lopes costuma nos ensinar que começamos a desconfiar que estamos ficando mais velhos quando os nossos amigos vão nos deixando. E nos deixando de vez, partindo desta para a melhor, como costumam dizer as pessoas chegadas aos elogios fáceis e gratuitos para consolar as famílias e os amigos do de cujus.

E essa constatação vai ficando mais presente nas pessoas de minha geração. Desaparecem os amigos de infância e os que conseguimos fazer durante os anos, seja m na escola, no trabalho, nas atividades de lazer, nas mesas de botecos. Não importa, chegada a hora, vencida a obrigação, o sujeito tem de adimplir o contrato firmado com o Pai Eterno. Podemos, até, resmungar que não seria chegada a hora, mas não importa, a morte é implacável.

Eduardo, muito além de grande jornalista

Nesta sexta-feira (15) chegou o dia aprazado de Eduardo Anunciação. E ele teimou em não cumprir o aprazado, relutando em fazer a última viagem, ficando mais um tempo por aqui. Teimoso como ele só, buscou a ajuda médica, passou por cirurgia, relutou ao ócio durante o restabelecimento, continuou a trabalhar até não mais aguentar.

Essa atitude é própria da natureza do jornalista que preza sua profissão, na maioria das vezes remando na contracorrente, por se colocar – de forma intransigente – contra a intolerância, se indignando contra as desigualdades. Como dizia Voltaire, “Eu posso não concordar com o que você diz, mas defenderei até a morte o direito de dizê-la”.

E assim Eduardo Anunciação viveu seus 67 anos na plenitude dos seus direitos. Agitador, sim, esse seria o melhor adjetivo para qualificá-lo. Sim, pois antes do jornalismo foi líder estudantil, vereador, agitador cultural, jornalista. Essa foi a sua trajetória, que está gravada na mente de seus contemporâneos e registrada nos veículos de comunicação.

Como vereador, inovou ao se eleger com apenas 18 anos por um partido de direita, a Arena, embora tenha dedicado seu mandato às causas de Itabuna, principalmente à cultura. Junto com figuras de sua idade – ou poucos mais velhos – promoveram, nos fins dos anos 1960 e início de 70 a maior revolução cultural de Itabuna.

Read the rest of this entry »

A CONTRATAÇÃO DO SÉCULO: ADRIANO VESTE A CAMISA DA ALAMBIQUE

Revelado o verdadeiro motivo da saída de Adriano do Corinthians: ele teria chegado ao treino de ontem com aquela cara indefectível de quem tinha tomado umas caninhas a mais.

O sonho de Adriano é jogar no Flamengo. Caso não dê certo, ele terá portas abertas no time da Academia de Letras, Artes, Letras, Musica, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias e Quetais, a Alambique.

A  Alambique, que tem este blogueiro, Daniel Thame, como presidente vitalício, imortalício e ditatorialício, está disposta a cometer loucuras para trazer o “alcoolatleta”: três garrafas de batidas do Caboclo Alencar, doses livres de cachaça de Itarantim e uma caixa semanal de cerveja no bar Artigos para Beber, no Alto Beco do Fuxico (Itabuna/Bahia); além de um barraco mobiliado com caixotes de madeira, latões de gasolina, televisão preto e branco, rádio AM/FM e um fogão movido a álcool no Gogó da Ema. Ah, e uma galinhota pilotada pelo vice-presidente da Alambique, Walmir Rosário.

Irrecusável. 

SEBASTIÃO NERY É O NOVO IMORTAL DA ALAMBIQUE

Sebastião Nery com Daniel Thame e Walmir Rosário: imortalcoolizado

Criada em Itabuna e já devidamente instalada em Ilhéus, a Academia de Letras, Artes, Biritas, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc, a gloriosa  ALAMBIQUE,       expande-se para o Brasil inteiro. Na segunda-feira (26) durante um lauto almoço en petit comite oferecido pelo jornalista José Adervan em seu palacete no Góes Calmon (como diriam os centenários colunistas sociais), foi imortacoolizado o jornalista Sebastião Nery, um dos mais longevos e respeitados profissionais de comunicação do país.

Pilotando um vinho bourbon dos mais honestos (francês legítimo), Nery passou à imortalidade sob as bênçãos desse blogueiro, presidente vitalício, imortalicio e ditatorialicio da Alambique e do vice Walmir Rosário, que preferiram uma cachaça mineira igualmente  honesta.

Inspirado pela imortalidade que lhe foi concedida em terras grapiúnas, Sebastião Nery, que nasceu em Jaguaquara, na Bahia, perpetrou uma das histórias mais engraçadas do ágape, em tarde finas iguarias e bebidarias.

Ao questionar o cartunista Jaguar, bebedor sacramentado e juramentado, porque ele, passando dos 80 anos, não largava o copo, ouviu uma resposta lapidar:

-Nery, se largar o copo eu perco e equilíbrio e caio.

Eis aí um alambiquista nato!

ALAMBIQUE: MAIS DOIS IMORTALCOOLIZADOS

um brinde aos novos alambiqueiros

A sala do diretor do jornal Agora, José Adervan, que dispõe de um farto e variado estoque de cachaça, está se tornando a sede provisória da Academia de Letras, Artes, Musica, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc. (ALAMBIQUE).

         Na noite de quinta feira, em meio ao consumo de quatro garrafas da espetacular Piragibana e de alguns tragos na Claudionor, foram imortalizados por este blogueiro, presidente vitalício e imortalício e pelo vice Walmir Rosário, dois novos alambiqueiros: o empresário de transportes coletivos João Duarte e o recém nomeado diretor da Agência de Controlo dos Serviços Públicos Municipais, Jorge Vasconcelos.

         Além da cachaça, ainda rolou uma picanha de primeira e uma calabresa de lamber os beiços, já que no quesito receber bem,  Adervan faz jus à imortalidade que lhe foi devidamente concedida pela  Alambique.

         E assim, de imortal em imortal e de gole em gole (bota gole nisso) a academia se consolidada como uma alternativa bem humorada e anárquica aos fardões que pululam no eixo Ilhéus-Itabuna.

TEM FUXICO E FESTA NO BECO. E TEM “ARCOOOOL” TAMBÉM

nóis viemos aqui pra beber ou pra tirar foto?

Fundado em 28 de outubro de 1981, o Bar do Ithiel completa 30 anos nesta sexta-feira (28) e é alvo de comemorações no Alto Beco do Fuxico. A partir das 18 horas, desta sexta, a Confraria do Alto Beco do Fuxico se reúne para bebemorar a data, relembrando os frequentadores do antigo Bar do Ithiel, que atualmente se divide em “Artigos para Beber” e “Whiskytório”.

 Na festa dos 30 anos os confrades do Alto Beco do Fuxico farão reunião conjunta com a Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopia e Etc. (Alambique) para inaugurar um toldo de proteção contra sol e chuva. Toda a festa será regada com cachaça de alambique (naturalmente) e mocofato, uma das especialidades do cardápio dos confrades e acadêmicos.

               Na condição de presidente vitalício e imortalício da Alambique, estarei lá, ao lado do vice Walmir Rosário, que além de igualmente vitalício e imortalício, é também bequista juramentado.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

Busca por data
dezembro 2017
D S T Q Q S S
« nov    
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31