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Posts Tagged ‘Venezuela’

Especialistas da França e Venezuela orientam sobre produção de chocolate em Ilhéus

Curso ensina etapas da produção de chocolate (foto: Ana Lee)

Curso ensina etapas da produção de chocolate (foto: Ana Lee)

A fazenda Capela Velha e a Indústria de Chocolate da Bahia (ICB), em Ilhéus, serão cenários do curso de produção de chocolate Bean to Bar Experienceentre os dias 22 e 24 de julho. A consultora francesa Chloé Doutre-Roussel e a venezuelana Maria Fernanda Di Giacobbe irão guiar os alunos na experiência de conhecer detalhadamente todas as etapas da cadeia produtiva do cacau ao processamento do chocolate. Após dia de campo na fazenda, as aulas práticas de produção de chocolate serão realizadas na Indústria de Chocolate da Bahia (ICB), instalada desde o ano passado no polo industrial de Ilhéus e com capacidade de produção de 150 toneladas por ano.

 

Chloe Doutre e Maria Fernanda

Chloe Doutre e Maria Fernanda

Voltado para chocolateiros, aspirantes a chocolateiros, pesquisadores de cacau e estudantes, o curso inclui traslado do hotel para o local das aulas, almoços na fazenda e na fábrica de chocolate e emissão de certificado. Os alunos terão direito ainda a entrada gratuita e acesso livre a toda a programação durante os quatro dias do 11º Chocolat Bahia Festival, realizado de 18 a 21 de julho no Centro de Convenções de Ilhéus. O valor do investimento é R$ 2.500.

 

Autora do livro The Chocolate Connoisseur, Chloé Doutre-Roussel é conhecida no mundo inteiro como a Madame Chocolate. Maria Fernanda Di Giacobbe é embaixadora do Cacau da Venezuela e fundadora das marcas Cacao de Origem e KaKao Bombones Venezolanos.  O curso Bean to Bar Experience é uma realização do 11º Chocolat Bahia Festival. Mais informações no site www.chocolatfestival.com.

Raúl Castro adverte que o cerco está se fechando contra Cuba, mas país resistirá

Raul CastroO primeiro secretário do Partido Comunista de Cuba, Raul Castro Ruz, afirmou neste domingo (2) que seu país, assim como a Venezuela e a Nicarágua estão conscientes de que o cerco está se fechando, mas as novas tentativas dos Estados Unidos de derrubar a Revolução Cubana voltarão a fracassar, como aconteceu no passado.

“O aumento da guerra econômica, com o fortalecimento do bloqueio e a contínua aplicação da Lei Helms-Burton, perseguem o antigo desejo de derrubar a Revolução Cubana por meio da asfixia econômica e da penúria. Essa aspiração já fracassou no passado e fracassará novamente “, aponta o líder cubano em um artigo publicado no jornal Granma.

“Mais uma vez – diz Raúl Castro -, um cenário adverso foi criado e novamente a euforia em nossos inimigos ressurge e apressa-se a concretizar o sonho de destruir o exemplo de Cuba. Não será a primeira e nem a última vez que a Revolução Cubana terá que enfrentar desafios e ameaças. Corremos todos os riscos e resistimos invictos 60 anos”.

“Para nós, como para a Venezuela e a Nicarágua, está muito claro que o cerco está se fechando e nosso povo deve estar alerta e preparado para responder a cada desafio com unidade, firmeza, otimismo e fé inabalável na vitória”, escreve o dirigente revolucionário.

Leia a íntegra

Solidariedade Fake

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Cuba pede mobilização pela paz e contra a intervenção imperialista na América Latina

paz

(Granma)-O ministro das Relações Exteriores da República de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, pediu na terça-feira, 19 de fevereiro, em uma entrevista coletiva, que a Organização das Nações Unidas (ONU) apoie a soberania do povo venezuelano e não permita, em nenhuma circunstância, a interferência nos assuntos internos da nação, bem como a violação do direito internacional.

“Menos de um quarto dos Estados reconhecidos pela ONU interferem nos assuntos internos da Venezuela. Devemos separar propaganda da realidade», disse o chanceler.

«Medidas unilaterais e, portanto, ilegais, são aplicadas contra a República Bolivariana da Venezuela. Além disso, uma grande campanha de comunicação e política está em andamento; ela é, geralmente, o prelúdio de ações de maior escala do governo dos EUA», explicou Bruno Rodríguez.

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EUA promovem cerco militar à Venezuela

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(Brasil247, com Cubadebate e Opera Mundi) – Os recentes movimentos de tropas dos EUA, relatados por fontes públicas e pela mídia, confirmam que Washington está se preparando para se aproximar militarmente da República Bolivariana da Venezuela sob o pretexto de uma suposta “intervenção humanitária”.

Cuba assegurou em 13 de fevereiro, por meio de uma declaração do governo revolucionário, que os Estados Unidos pretendem fabricar “um pretexto humanitário para iniciar uma agressão militar contra a Venezuela” e denunciaram voos militares na região do Caribe como parte dos preparativos.

Embora fontes em Washington e alguns dos países envolvidos tenham sido rápidos em negar denúncias cubanas, as últimas informações disponíveis ratificam e ampliam a evidência de um cerco militar premeditado contra Caracas.

“Os Estados Unidos silenciosamente acumulam seu poder militar perto da Venezuela”, disse o jornalista e especialista militar britânico Tom Rogan no jornal Washington Examiner. “Uma importante presença naval e marítima dos Estados Unidos está operando perto da Colômbia e da Venezuela. Seja por coincidência ou não, essas implantações dão à Casa Branca uma gama crescente de opções “.

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Governo de Cuba diz que ´agressão contra a Venezuela deve parar

vene cubaO Governo de  Cuba condenou e rejeitou fortemente a tentativa de impor, através de um golpe, um governo fantoche que serve aos Estados Unidos na Venezuela, e manifestou sua solidariedade para com o Governo constitucional do presidente constitucional Nicolás Maduro. De acordo com o governo cubano, os objetivos reais de ações contra a Venezuela são controlar os vastos recursos dessa nação irmã e destruir o valor de seu exemplo, como um processo emancipatório e de defesa da dignidade e a independência da Nossa América.

O presidente Miguel Diaz-Canel disse que “a soberania de nossos povos é determinada hoje na atitude em relação à Venezuela. Apoiar o direito legítimo da nação irmã de definir seu destino é defender a dignidade de todos”.

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O custo do migrante: mitos x fatos

Juliette Robichez*

 

jullietteO Brasil pode se orgulhar de ser um novo polo atrativo para os migrantes do mundo inteiro. Com efeito, por se tornar, em tempo recorde – de 1988, data de adoção da Constituição Federal cidadã, até 2015, fim dos governos liderados pelo Partido dos Trabalhadores que metamorfosearam o país -, uma jovem democracia admirada no mundo inteiro, que conheceu uma estabilidade política excepcional, e por ter sido hasteada como uma das maiores economias do mundo neste mesmo período (passou da 13° posição em 2002 à 7° em 2013 no PIB Ranking Global segundo o Banco Mundial e a UN Global Data Bank), o país conheceu esse fenômeno novo na sua história contemporânea. Atraiu ondas de migrantes europeus fugindo a Espanha ou o Portugal enfrentando as dificuldades econômicas provocadas pela crise norte-americana do sub-prime de 2008, de deslocados forçados em razão de catástrofes naturais como o terremoto de 2010 que afligiu duramente o Haiti, ou da guerra que assola a Síria desde 2011 e, finalmente, de refugiados oriundos da Venezuela, país vizinho que sofre atualmente de uma hiperinflação e do crescimento da violência. A entrada inesperada dessas pessoas no território, leva legitimamente à tona a questão dos impactos da migração na economia do país.

 

a arabesSegundo a ONU, 2,3 milhões de Venezuelanos – sobre um total de 32 milhões – já deixaram seu país desde 2015; uns 50/60.000 se encontrariam no Brasil. Os dados estatísticos do Comitê Nacional para os Refugiados-CONARE apontam que o número de solicitações de reconhecimento da condição de refugiados venezuelanos disparou, passando de quatro, em 2010, a 17.865 sete anos depois. Todavia, se na mídia e nas redes sociais podemos perceber inquietações de alguns Brasileiros sobre o “êxodo” de estrangeiros no solo nacional, é necessário relativizar, preliminarmente, o risco de invasão. O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), em fevereiro de 2018, quando os Venezuelanos começaram a entrar em proporções maiores no estado de Roraima, tomou a precaução de denunciar a percepção distorcida entre os dados e a pretendida explosão de entrada dos migrantes. Com efeito, o número de migrantes pode ser considerado inexpressivo em termos absolutos quando comparado com o tamanho da população brasileira, a extensão territorial do país ou quando equiparado às mais de 65 milhões de pessoas forçadas a abandonar suas casas devido a guerras, violência ou perseguição total no mundo. O total de imigrantes, em situação regular e irregular, corresponde hoje a 1% da população total do Brasil, o que é pouco, segundo Camila Asano, Coordenadora dos Programas da ONG Conectas, Direitos Humanos, em comparação com a média mundial (3,7%) ou a situação dos Estados Unidos (14%).

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Maradona defende Lula livre e eleições na Venezuela: “escolho a democracia”

maradona

O ex-jogador de futebol argentino Diego Maradona diz estar feliz com a vitória de Nicolás Maduro na Venezuela porque “os Estados Unidos teriam atacado tudo, como estão fazendo na Argentina, como estão fazendo no Brasil, e em todos os países que querem levantar a cabeça”.

Numa postagem no Instagram, ele também comentou a prisão do ex-presidente Lula e disse que “está provado que Lula não fez nada de errado”. Aqueles que acham que voltaremos à “era dos desaparecidos, como estão tentando ‘desaparecer’ Lula, estão enganados”, declarou. “Eu escolho a democracia”, concluiu.

Nicolás Maduro é reeleito presidente da Venezuela

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(Brasil m247, com Agência Venezuelana de Notícias) – Com 92 por cento dos votos apurados, o Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela difundiu um boletim de apuração dando conta da tendência irreversível dos resultados. Nicolás Maduro foi reeleito com 5.823.728 votos. Seu principal concorrente, Henri Falcon, alcançou 1.820.552 votos.

“Uma vitória da paz e da democracia”, disse Maduro, que no discurso feito em seguida à proclamação dos resultados, anunciou que convoca um encontro de todas as forças políticas para promover a reconciliação nacional.

A presidente do Conselho Nacional Eleitoral (CNE)da Venezuela, Tibisay Lucena ressaltou que desde as primeiras horas deste domingo (20), o processo eleitoral transcorreu com tranquilidade em todo o país.

Tibisay Lucena assinalou que recebeu denúncias de vários tipos e que todas foram atendidas e que estas foram em menor número que em eleições anteriores. As denúncias se referiam principalmente à realização de atividades de boca de urna.

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Raúl Castro: “a tarefa estratégica e urgente é a defesa conjunta da Venezuela”

raul e maduro(do Granma)-  Como homenagem à memória do Comandante da Revolução Bolivariana Hugo Chávez Frías, cinco anos após o seu desaparecimento físico, realizou-se a 15ª Cúpula da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América – Tratado de Comércio dos Povos (ALBA-TCP), no Palácio Miraflores, em Caracas, na Venezuela..

Precisamente, essa foi a razão emocional da primeira atividade pública da reunião, que reuniu em um terraço da sede do governo venezuelano os líderes e chefes de delegações, para testemunhar juntos a cerimônia que diariamente é feita às 16h25 da tarde — hora da morte de Chávez — para honrar o líder latino-americano do Quartel da Montanha, com o disparo de uma salva de canhão.

Em seguida, seguiu a foto oficial da reunião e uma saudação para o povo venezuelano, que durante algumas horas se concentrou na Avenida Urdaneta, nos arredores da instituição governamental. «Eu trago uma saudação amorosa, comprometida e revolucionária da ALBA para a Venezuela», disse o presidente Nicolás Maduro Moros com aplausos, acompanhados pelos presidentes Raúl Castro Ruz, Daniel Ortega Saavedra e Evo Morales Ayma, bem como pelo primeiro-ministro da Dominica Roosevelt Skerrit e outros chefes de delegações e convidados ao encontro.

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A América não tem dono

A frase responde à chamada Doutrina Monroe, atribuída ao presidente James Monroe, e parecia por momentos que tinha sido guardada em um recanto das diversas administrações dos Estados Unidos; contudo, nunca ficou morta.

Hoje, o governo dos Estados Unidos liderado pelo presidente Donald Trump, torna-a mais presente do que nunca, a partir de sua candidatura apresentada para presidir a Casa Branca, sob o lema de sua campanha: ‘Make America great again’, (em português: Tornar grande outra vez a América).

Essa foi a política de 2017, no momento em que ocupou o cargo político más alto de uma nação: investiu contra os imigrantes, defendeu o protecionismo econômico, e relativamente à nossa Ilha, espezinhou muitos dos avanços obtidos durante o anterior governo de Barack Obama.

 

Agora, pretendem investir com essa mesma força sobre nossos povos de América Latina. Um dos altos cargos da administração Trump, o secretário do Estado Rex Tillerson, fez por estes dias uma turnê por diversos países da região. O motivo? Como foi anunciado, 2018 será o ano das Américas, daí que procura incentivar a divisão e a submissão entre os governos do continente.

Pouco antes de começar uma viagem muito acompanhada pela mídia, que abrangeu México, Argentina, Peru, Colômbia e a Jamaica, Tillerson insistiu nessa ideia, e asseverou: «às vezes, esquecemos a importância da Doutrina Monroe e o que significa para o nosso hemisfério, por isso acho que hoje é tão relevante como quando foi escrita».

O governo dos Estados Unidos pretende que a América Latina seja tornada, mais uma vez, seu quintal, e tudo isto acontece em um momento de expectativas, prévio à Cúpula das Américas, que terá lugar no mês de abril no Peru.

 

No evento será necessário para a unidade regional, quebrada por fatores como a escalada da direita em alguns países como o Brasil, Argentina e, recentemente, o Chile com o presidente eleito Sebastián Piñera, bem como a perseguição a líderes políticos e lideres representativos (Dilma Rousseff, Luiz Inácio Lula da Silva e Cristina Fernández).

É preciso então, o impulso de mecanismos regionais como a Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América–Tratado de Comércio dos Povos (ALBA-TCP), e a Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac).

VENEZUELA: UMA PEDRA NO SAPATO

Um dos propósitos da turnê de Tillerson pelos países da América Latina se foca na Venezuela, uma pedra em seu sapato e o de sua administração, para defender a tristemente célebre frase ‘América para os americanos’.

O país bolivariano ficou atento com a assinatura do Acordo de Convivência Democrática pela Venezuela, entre o governo do presidente Nicolás Maduro e a oposição.

Depois de meses de diálogos realizados na República Dominicana, os temas debatidos foram solucionados; contudo, a assinatura só foi concretizada pela parte do governo, a oposição não quis assinar.

Segundo declarações do chefe da delegação governamental, Jorge Rodríguez, isto teve a ver com pressão exercida por Tillerson.

O secretário de Estado, quem visitava nesse momento a Colômbia, comunicou-se com o dirigente da oposição Julio Borges, e essa foi a causa pela que a outra parte não assinou o acordo.

Vários foram os apelos para que o lado opositor cumprisse seu acordo e assinasse, em prol de encontrar a paz na Venezuela.

No entanto, a estada do funcionário estadunidense em Bogotá também transcendeu, e fez um apelo para restaurar a democracia na Venezuela e antecipou que não reconheceria os resultados das próximas eleições na nação da América do Sul, pactuadas para o primeiro quadrimestre deste ano.

Referindo-se a essa turnê, Maduro asseverou: «Venezuela não é ameaçada por ninguém, se ele quer declarar um embargo petroleiro dos EUA contra a Venezuela, Venezuela superará qualquer ameaça».

Não obstante, séculos antes de tudo isto acontecer, o libertador Simón Bolívar alertava acerca das pretensões imperialistas do país norte-americano: «os Estados Unidos parecem destinados pela Providência para encher a América de miséria, em nome da liberdade».

DOUTRINA MONROE:
– É o baseamento que justifica as diversas intervenções dos Estados Unidos na região e seus desejos expansionistas.
– Resume-se na frase: ‘América para os americanos’.
– Promovida como uma estratégia de política exterior do presidente James Monroe (1817-1825). Considera o continente todo sob controle dos Estados Unidos.
– No decurso do tempo é usada como plataforma para defender as intervenções norte-americanas, considerando que seus interesses se encontram em risco ou sob a justificação de embandeirar a emancipação dos novos países.
– Tem uma especial relação com o Destino Manifesto, no qual se expressa o credo de que os Estados Unidos estavam destinados a espalhar-se entre o Atlântico e o Pacífico.

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Maduro diz que está preparado para “ameaça de embargo do petróleo”

maduroDa Agência EFE no site da Agência Brasil.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse nesse domingo (4) que seu país está preparado para a “ameaça de um embargo do petróleo”, depois que os Estados Unidos e a Argentina disseram estar estudar sanções à commodity do país caribenho.

“Rex Tillerson visitando a Argentina acaba de nos ameaçar com um embargo petrolífero. Estamos preparados  – Venezuela, trabalhadores da indústria petrolífera, nos ameaça o imperialismo, estamos preparados para ser livres e nada nem ninguém vai nos deter”, disse Maduro em mensagem veiculada no Facebook.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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