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Pedreiro é preso depois de tentar estuprar universitária

pedreiroUm pedreiro de 33 anos, acusado de tentar estuprar uma universitária, 19, foi preso, pelo delegado José Ribeiro Lopes, titular da Delegacia Territorial (DT), de Guanambi, que cumpriu mandado de prisão preventiva. Jairo da Silva Brito foi à unidade policial atendendo intimação do delegado, que investiga o caso.

O crime ocorreu no último dia 23, quando a estudante de enfermagem e duas colegas aceitaram carona oferecida por Jairo, que dirigia um Ônix branco. Logo após deixar as duas garotas, o pedreiro levou o carro com a estudante para a estrada Velha de Mutans, onde tentou estuprá-la. A vítima disse que só escapou porque lutou contra ele, chegando a morder sua mão.

Na delegacia, apesar de Jairo negar o crime, alegando que as lesões no corpo da mulher poderiam ter sido causadas por qualquer um, a vítima o apontou como culpado da violência que sofreu e as duas amigas o reconheceram como o motorista que lhes ofereceu carona naquele dia.

Sem antecedentes pela polícia, Jairo encontra-se agora custodiado na carceragem da 22ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Guanambi), à disposição da Justiça. O veículo, de propriedade do pedreiro, foi encaminhado ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) para perícia.

 

“Eles estavam em carro importado, só pode ter sido roubado”, diz universitária atropelada por um casal de negros

o ´desabafo´ da universitária na rede social. racismo explicito

Os comentários de uma aluna do curso de Publicidade e Propaganda da Pontíficia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), pelo Twitter, revoltaram internautas e geraram uma repercussão nas redes sociais na madrugada deste sábado (31). Chamada de racista, Marina Ceresa chegou a ser repreendida pelo Centro Acadêmico da universidade e teve que se explicar em outra publicação. Tudo aconteceu quando a jovem estava a caminho da universidade quando, segundo ela, um carro com um casal negro quase a atropelou. “Acabei de quase ser atropelada por um casal de negros. Depois vocês falam que é racismo né, mas TINHA QUE SER, né?”, disse a estudante, que completou em outra mensagem: “E estavam num carro importado, certo que é roubado”.

Marina ainda fez outro comentário. “Eu não sou racista, aliás, eu não tenho preconceitos. Mas, cada vez que aprontam uma dessas comigo, nasce 1% de barreira contra PRETOS em mim”, disse. Por conta da repercussão instantânea, a universitária resolveu deletar sua conta no Twitter, mas decidiu manter ativo seu perfil no Facebook, pelo qual divulgou uma nota se desculpando pelo ocorrido. “Estou postando essa nota de esclarecimento porque eu olhei para o que eu escrevi e percebi que eu fui muito errada em colocar aquelas palavras de efeito. Eu não sou racista, não tenho nenhum tipo de preconceito. [Estou] pedindo desculpas a todos os meus amigos negros pelas palavras horríveis que escrevi, pelas brincadeiras de mal gosto que foram feitas. Espero que sejam aceitas, vocês sabem que eu não sou desse tipo. Rafinha Bastos disse que o humor não tem limites, mas hoje descobri que a “zueira” maldosa e negativa tem”, desabafou. (do Bahia Noticias)

Universitária envolvida em fuga de preso do PCC em Porto Seguro

As equipes da 23ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin) – Eunápolis e da 1ª Delegacia Territorial (DT) – Porto Seguro descobriram que havia um esquema montado para facilitar a fuga do assaltante Rivaldo Freitas Oliveira , o “Maicão”, que na fuga assassinou com quatro tiros o policial militar Luiz Cláudio Dias do Santos, no último sábado (26). Quatro pessoas foram presas e um homem identificado como “Joel Chaveiro” está sendo procurado pela polícia.

         No dia da fuga, o preso Erion Messias dos Santos alegou estar passando mal na carceragem da 1ª DT de Porto Seguro para atrair os policiais até o xadrez. Dois investigadores foram socorrer o preso e, no momento em que um deles abriu a cela, foi rendido por “Maicão” que portava um revólver calibre 38. O outro agente também foi rendido e teve sua arma roubada pelo assaltante. “Maicão” fugiu atirando contra os policiais quando encontrou o PM na portaria da delegacia. Luiz Claudio percebeu a ação e sacou a arma, mas foi atingido antes pelo fugitivo.

         Um homem em uma motocicleta preta já esperava “Maicão” para dar-lhe fuga. . O policial militar foi socorrido, mas acabou não resistindo aos ferimentos e morreu. Erion, que alegou estar passando mal naquela noite, foi interrogado e afirmou ter sido obrigado por “Maicão” a participar da farsa.

         A polícia apurou ainda que a arma chegou até “Maicão” através da ala feminina da DT. A mulher de “Maicão”, Kelly Santos de Jesus, que encontra-se custodiada lá, foi ouvida e indicou outras duas presas, “Gorda” e “Edileuza”, como as responsáveis pela arma ter chegado a “Maicão”. Ambas foram interrogadas e confessaram ter agido em conjunto para repassar uma encomenda ao criminoso: um saco de chá, entregue a elas por uma mulher de prenome “Tina”. Apesar do peso do saco, elas disseram que não sabiam que ali tinha um revólver 38.

         A arma teria sido repassada para as presas por uma abertura na grade de ventilação que dá acesso ao pátio. “Gorda” e “Edileuza” foram autuadas em flagrante e vão responder por participação na morte do soldado PM Luiz Claudio. Logo em seguida a polícia localizou “Tina” e uma suposta namorada de “Maicão”, de prenome “Mari”. Na ocasião da prisão de “Maicão” ele havia assaltado a faculdade onde “Mari” estuda e feito a mulher refém.

         A polícia apura o envolvimento de “Mari” no assalto, uma vez que as investigações apontam que ela pode ter fornecido detalhes sobre a rotina do estabelecimento de Ensino. Ela negou a participação no esquema montado para libertar “Maicão”, mas foi delatada por “Tina” que afirmou ter se encontrado com ela e “Joel Chaveiro” para arquitetar a ação. Joel teria ficado responsável por conseguir a arma, enquanto “Mari” iria providenciar um carro para dar fuga ao namorado.

Esquema

         Na última terça-feira (22), “Tina” e “Beto” foram até a porta da delegacia e a mulher ficou observando a movimentação na unidade enquanto “Joel Chaveiro” entregou o revólver de calibre 38, utilizado na fuga, a uma das presas pela abertura na grade de ventilação. Ela também confessou ter ficado na porta da delegacia e dado o “ok” a “Joel”, que avisou “Maicão” por celular, sobre o momento ideal para o início do plano que resultaria na fuga do preso.

         “Tina” e “Mari” tiveram as prisões preventivas decretadas e encontram-se custodiadas na carceragem da unidade policial. “Joel Chaveiro”, que mora num sobrado no bairro Baianão, em Eunápolis, ainda está foragido. “Tina” disse ter aceitado participar do esquema por uma quantia de R$ 200, que seria paga por um comparsa de “Maicão”, conhecido pelo apelido de “Betão”.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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