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Posts Tagged ‘TV Cabralia’

A TV Cabrália e a ´fumaça preta´

Daniel Thame

Essa história de fumaça preta e fumaça branca para a escolha do novo Papa me fez lembrar de uma história nos primórdios da TV Cabralia, comandada por Nestor Amazonas, lá pelo final dos anos 80.

Um cinegrafista e seu auxiliar, cujos nomes não vêm ao caso, foram vistos à noite na torre da emissora, em Itabuna, expelindo uma inconfundível fumacinha de aroma igualmente inconfundível.

Nestor não era fiscal do Ibama, mas ao saber que estavam ´queimando mato` no horário de trabalho, chamou os dois à sua sala. Bastava confirmar e o máximo que receberiam era uma bronca.

Mas ambos negaram e ainda se disseram indignados com aquela acusação injusta.

Nestor Amazonas, a quem a comunicação sulbaiana ainda  deve o merecido reconhecimento, não era dado a lero lero. Foi direto ao ponto:

-Se vocês não estavam fumando maconha tarde da noite na torre da tevê, então estavam trocando c…

E perguntou, didaticamente:

-Vocês preferem sair dessa sala como viados ou como maconheiros?

Ambos optaram pela fumaça preta.

O homem samambaia (rico come cada coisa)

Daniel Thame

 

daniel charge cuba zapTV Cabrália, início da década de 90. O recém inaugurado Hotel Transamérica, na paradisíaca (que certa feita um repórter da emissora confundiu com afrodisíaca, sabe-se lá porque) Ilha de Comandatuba, recebia famosos e endinheirados de São Paulo, Rio e Brasília.,

A gente tinha um esquema lá, que sempre que chegava alguém famoso era avisado. Para uma tevê regional, era uma festa entrevistar personalidades que só apareciam na então monopolista Rede Globo.

Os vips sentiam a nossa empolgação e quase sempre colaboravam, dando entrevistas para a Cabrália como se estivessem falando para o mundo. A gente fazia a gravação e ia almoçar no continente, porque a grana da diária não dava pra encarar um copo de água mineral no hotel, quanto mais um almoço.

Até que certa feita, fomos entrevistar o então governador de São Paulo, Orestes Quércia, que descansava no hotel com a família.

Político não pode ver um microfone, seja ele a BBC, seja ele do serviço de alto falante de Potiraguá.

E deu uma longa entrevista, que a gente poderia usar durante uma semana nos telejornais. Encerrada a gravação, Quércia convidou a equipe para almoçar.

Para quem iria pegar um rango mulambento, aquilo era o que se pode chamar de convite irrecusável.

Não recusamos. O almoço, como se previa, era um banquete. Todo tipo de saladas, pratos frios, pratos quentes, sobremesas. De se lamber os beiços.

Na equipe, havia um auxiliar de cinegrafista (função que hoje nem existe mais), sujeito simples, gente boa, que ficou observando como as pessoas se serviam, pra não passar vergonha.

O excesso de cuidados não evitou que ele, na hora de colocar a salada no prato, pegasse um vistoso pedaço de samambaia, que obviamente foi colocada na mesa como decoração. A gente percebeu, mas ninguém teve coragem de falar nada. Foi um milagre conter o riso.

O almoço estava uma delícia e todo mundo se fartou. Quércia foi muito simpático e fez questão de convidar a gente pra voltar outro dia, o que era apenas gentileza, não era pra valer.

Quando a equipe entrou na balsa pra pegar o carro e voltar pra Itabuna, o auxiliar de cinegrafista, exibindo o ar de felicidade de quem acabara de ser apresentado ao paraíso, saiu-se com essa:

-Almoço bom da porra! Só não gostei daquela salada. Rico tem cada gosto estranho.

Quase trinta trinta anos depois, tem gente que dá um braço para comer uma tal de Mulher Samambaia.

O cinegrafista e o pitú

 

Daniel Thame

daniel thame FlicaComeço da TV Cabrália. 1988. Tempo em que as equipes de reportagem corriam atrás da notícia sem preocupação em economizar na gasolina ou na diária do repórter, do cinegrafista, do auxiliar e do motorista.

Hoje, a equipe se limita ao repórter e ao cara que acumula as funções de motorista/cinegrafista/auxiliar. Não demora muito para se criar a “equipe de um só”.

Voltando à Cabrália. A equipe saiu para fazer uma matéria em Ubaitaba e aproveitou para fazer outra reportagem sobre a situação precária da rodovia Ubatã-Ipiaú. Duas boas reportagens, veiculadas nos telejornais da emissora.

Até aí, nada demais. Boas reportagens eram marca da Cabrália, uma espécie de pré-faculdade de comunicação no Sul da Bahia, tamanho o número de profissionais que formou. O problema foi a conta do almoço, que incluiu até pitú.

Nestor Amazonas, o mentor da TV Cabrália, hoje um dos mais completos profissionais de tevê do país, era um cara legal, mas não era dado a exageros, porque a emissora tinha dono e dono não costuma rasgar dinheiro.

Quando foi questionar a despesa, o cinegrafista esperneou:

-Ô Nestor, qualé? Eu to acostumado a comer bem na minha casa!

Nestor encerrou o assunto:

-Vou almoçar hoje na sua casa. Se tiver pitú, a tevê paga essa conta. Se não tiver, você paga.

Desnecessário dizer quem teve o salário desfalcado no final do mês.

TV Cabrália 30 anos: o rapaz de Ilhéus e a moça do posto de gasolina

Daniel Thame

 

Primórdios da TV Cabrália, final da década de 80, início da década de 90.

Cena 1
Nestor Amazonas, mentor e então superintendente daquela aventura que era implantar no Sul da Bahia a primeira emissora de televisão do Norte/Nordeste do Brasil, me chama na sala dele e diz:

-Tá vindo aí um rapaz de Ilhéus, muito bem recomendado. Você coloca ele como editor do Jornal do Meio Dia ou do Repórter Regional.

O JMD e o RR eram, então, os principais telejornais da emissora. Mas com Nestor era assim que as coisas funcionavam. “Coloca ele como editor” e não se fala mais nisso.

Ou, se fala. Quando o “rapaz de Ilhéus” entra no departamento de jornalismo, eu vejo que se tratava de um quase menino. Indicado pelo Nestor, mas ainda assim bastante novo para aquilo que eu imaginava para a função de editor. Feitas as apresentações de praxe, resolvi o problema:

-Você não tem cara de editor, você tem cara de repórter. A partir de amanhã, começa a trabalhar com a equipe de externa, fazendo reportagens.

No dia seguinte, com uma reportagem sobre a precariedade da Guarnição do Corpo de Bombeiros em Itabuna, aquele rapazinho que pela minha intuição não servia para editor iniciava uma das mais brilhantes carreiras de um repórter na Bahia, com passagens pela TV Cabrália e TV Santa Cruz, e rompendo as fronteiras regionais até chegar a Angola, na África, onde trabalhou em duas oportunidades. Aventurou-se pelo marketing político e, além de Itabuna, atuou em Salvador, Aracaju, Recife, Curitiba, Macapá e outras praças.

O nome desse rapaz é Maurício Maron, que dispensa apresentações.

Cena 2
Entro no estúdio da TV Cabrália, levando o roteiro do Jornal do Meio Dia. Naquele tempo não havia computador e as falas dos apresentadores eram escritas numa máquina de datilografia especial, com letras grandes, que ficavam ainda maiores quando colocadas num teleprompter, equipamento que permite passar ao telespectador a impressão (falsa) de que o apresentador ou a apresentadora “decoraram” todas aquelas notícias.

Com o papelório nas mãos, tenho a atenção desviada pra uma moça loira, bonita, vestida com um macacão de posto de gasolina, pronta para gravar o sorteio de alguns vales-combustível, uma promoção da TV Cabrália com o Posto Universal.

De novo movido pela intuição, peço para acenderem as luzes do estúdio, ligar o teleprompter, pego aleatoriamente uma das folhas do Jornal do Meio Dia, entrego para a moça e decreto:

-Senta aí na banqueta de apresentadora e leia isso pra mim.

Ninguém entendeu nada, a moça menos ainda. Mas, foi lá e leu, meio sem graça, mas com firmeza.

Nem esperei ela se levantar da banqueta. Sai do estúdio e fui direto para a sala de Ramiro Aquino, já ocupando a superintendência da emissora. Direto e objetivo:

-Ramiro, descobri uma apresentadora da porra!!!

Ramiro não perguntou nem como nem quem era a moça. Apenas autorizou contratar, sem maiores delongas.

O Posto Universal perdeu uma garota propaganda e a televisão ganhou uma apresentadora de primeira linha, que fez história na Cabrália apresentando o Jornal do Meio Dia e programas especiais (um deles de antologia, o dos 80 anos de Jorge Amado), passou pela TV Santa Cruz, trabalhou na TV Globo do Rio e de São Paulo e depois foi para a Rede Manchete/Rede TV, onde está até hoje, esbanjando talento e simpatia.

A moça do posto de gasolina atende pelo nome de Claudia Barthel, que como o ´velho´ e bom Maron, também dispensa apresentações.

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Nos tempos de hoje, em que a Uesc, FTC e Unime despejam jornalistas aos borbotões todos os anos (alguns deles já se achando um Willian Bonner, um Clóvis Rossi, ou  uma Fátima Bernardes)  histórias como essas parecem lenda, delírios de um quase ex-jornalista.

Mas, como outras que contarei “adelante”, foram reais, numa época em que havia menos formalismo e mais romantismo na profissão.

Se era melhor ou pior, quem sou eu pra dizer?

A TV Cabralia e o ´banho de Coca Cola`

e olha que o BBB nem tinha surgido ainda

Daniel Thame

A inauguração da TV Cabrália, em dezembro de 1987, não apenas levantou a auto-estima de Itabuna (afinal, tratava-se da primeira emissora de televisão numa cidade do interior do Norte/Nordeste, o que não era nem é pouca coisa), como produziu situações que hoje parecem lenda, mas que à época eram rotineiras.

Ainda não havia a global TV Santa Cruz, que só seria inaugurada um ano depois, e a Cabrália reinava soberana. E eu, que nem sabia como funcionava uma emissora de televisão, fui guindado à condição de gerente de jornalismo, pela extrema generosidade de Nestor Amazonas. Não sei quem foi mais maluco: ele, por me nomear, ou eu, por aceitar o cargo.

Segue o bonde…

Para se ter uma idéia do que a televisão representava, até eventos importantes eram marcados de acordo com a disponibilidade da equipe de jornalismo fazer a cobertura, para a devida veiculação nos telejornais.

É claro que não faltavam pedidos inusitados, que a gente não sabia se achava graça ou se mandava o sujeito pra puta que pariu.

E não é que um pai cismou que a equipe da Cabrália teria que cobrir a festa de aniversário da filha? Era o presente que ele havia prometido à pimpolha e ligava todo dia pra perguntar se a gente iria mesmo.

Não adiantava explicar que aquilo era impossível, alegar que se cobríssemos a festa da filha dele teríamos que cobrir outros tantos aniversários e por extensão, batizados, primeira comunhão, casamentos, velórios e quetais.

Resolvi apelar e pra me livrar do sujeito disse que se ele enchesse uma banheira com Coca Cola e colocasse a filha dentro, a gente iria fazer a cobertura do aniversário.

Pronto, dessa mala estamos livres.

Livres?

No dia seguinte, véspera do tal aniversário, o cara me liga e diz que havia comprado Coca Cola suficiente para encher uma banheira e dar um banho de refrigerante na filhota.

Não sei se além de chato, o cara era um gozador e resolveu sacanear comigo. Ou se era só chato mesmo e realmente ia dar um banho de Coca Cola na filha, só pelo prazer de vê-la na telinha da Cabrália.

Na dúvida, preferi ficar na dúvida mesmo.

O aniversário, com ou sem banho de Coca Cola, permaneceu para sempre no anonimato.

Todas as cores no ar…

Mensagem de Natal da TV Cabrália, Sul da Bahia, 1989

Paris, Mariana, Santa Catarina, Itabuna

A propósito dessa discussão sem sentido, sobre o que deve comover mais, os atentados em Paris ou a tragédia ambiental em Mariana (MG), vale reproduzir a crônica publicada no Blog do Thame em dezembro de 2008. Um exemplo de que a ação vale muito mais do que a indignação.

OS NOSSOS “CATARINENSES”

parisA tragédia de Santa Catarina, que deixou dezenas de vítimas fatais e milhares de desabrigados e está fazendo com que o Brasil se mobilize numa emocionante corrente de solidariedade, me fez lembrar de um pecadilho cometido duas décadas atrás.

O tempo, senhor da razão (e das dores nas costas, dos cabelos brancos e ralos e otras cositas mas) permite essas reminiscências. Até porque, o tal pecadilho que aqui vou revelar em nada altera uma eventual recusa ou um improvável passaporte para o Reino dos Céus.
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TV Cabrália, 1992. Como ocorre agora, Santa Catarina enfrentava uma enchente apocalíptica e o Vale do Itajaí foi arrasado pela fúria das águas. A Rede Manchete, da qual a Cabrália era afiliada, fez uma campanha para arrecadar alimentos, remédios, roupas e cobertores para os flagelados.

A Cabrália entrou na campanha e em poucos dias arrecadou toneladas enchentesde donativos, que seriam enviados a Santa Catarina.

Uma noite, por volta das 20 horas, entro no estúdio abarrotado de solidariedade, onde mal havia espaço para as câmeras e a mesa do apresentador. De repente, me deu o estalo.

Naquele mesmo ano, moradores da Bananeira e do Gogó da Ema bairro paupérrimos da periferia de Itabuna, estavam sofrendo com as cheias do Rio Cachoeira. Nada que se comparasse à tragédia de Santa Catarina, mas centenas de famílias perderam seus parcos pertences e muitas estavam desabrigadas.

O raciocínio foi óbvio. Se a gente pedisse donativo pras vítimas das enchentes em Itabuna, é provável que o retorno seria nenhum. Já para os catarinenses, em função da comoção nacional que se criou, mal havia espaço para colocar tantas doações.

Veio o estalo. E com a cumplicidade do então Bispo Diocesano de Itabuna, Dom Paulo <Lopes de Faria (esse sim, com certeza, já habitando o Reino dos Céus), a quem consultei sobre a minha intenção, uma parte dos donativos foi entregue para uma igreja e dali seguiu para as famílias da Bananeira e do Gogó da Ema.

A outra parte, é bom que se diga, foi entregue aos catarinenses, que sem saber e por linhas tortas, haviam proporcionado um gesto de solidariedade aos itabunenses, irmãos de pátria e de infortúnio.

TV Record Cabrália amplia ações de apoio ao Mutirão do Diabético de Itabuna

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A TV Record/Cabrália mais uma vez será parceira do Mutirão do Diabético de Itabuna, que este ano acontece no dia 21 de novembro.  A parceria foi renovada durante um encontro que contou com as presenças do coordenador do Mutirão, Dr. Rafael Andrade, do diretor da TV Cabrália, Marcelo Almeida, do apresentador do Balanço Geral, Tom Ribeiro, e da gerente executiva da emissora, Cristine Ribeiro.

Além da divulgação do evento durante toda a programação a TV Cabrália fará a transmissão ao vivo para todo o sul, extremo sul e sudoeste da Bahia, com programa “Balanço Geral no Mutirão do Diabético”, comandado por Tom Ribeiro, com a presença de músicos, bandas e personalidades regionais. Os artistas da Rede Record e grandes nomes da musica baiana gravarão mensagens orientando as pessoas para a prevenção do diabetes e a mobilizando para o mutirão.

A parceria da TV Record/Cabrália inclui ainda entrevistas ao vivo com profissionais de saúde no Balanço Geral, levando informações, esclarecendo dúvidas e alertando sobre a necessidade de prevenção da doença; a Blitz Azul, que vai visitar residências que estiverem iluminadas com a cor azul durante o mês de novembro e o apoio à Pedalada Azul, evento que acontece no dia 14 de novembro que serve como mobilização para o Mutirão do Diabético.

Banho de Coca Cola

coca cA inauguração da TV Cabrália, em dezembro de 1987, não apenas levantou a auto-estima de Itabuna (afinal, tratava-se da primeira emissora de televisão numa cidade do interior do Norte/Nordeste, o que não era nem é pouca coisa), como produziu situações que hoje parecem lenda, mas que à época eram rotineiras.
Ainda não havia a global TV Santa Cruz, que só seria inaugurada um ano depois, e a Cabrália reinava soberana. E eu, que nem sabia como funcionava uma emissora de televisão, fui guindado à condição de gerente de jornalismo, pela extrema generosidade de Nestor Amazonas. Não sei quem foi mais maluco: ele, por me nomear, ou eu, por aceitar o cargo.

Segue o bonde…

Para se ter uma idéia do que a televisão representava, até eventos importantes eram marcados de acordo com a disponibilidade da equipe de jornalismo fazer a cobertura, para a devida veiculação nos telejornais.

É claro que não faltavam pedidos inusitados, que a gente não sabia se achava graça ou se mandava o sujeito pra puta que pariu.

E não é que um pai cismou que a equipe da Cabrália teria que cobrir a festa de aniversário da filha? Era o presente que ele havia prometido à pimpolha e ligava todo dia pra perguntar se a gente iria mesmo.

Não adiantava explicar que aquilo era impossível, alegar que se cobríssemos a festa da filha dele teríamos que cobrir outros tantos aniversários e por extensão, batizados, primeira comunhão, casamentos, velórios e quetais.

Resolvi apelar e pra me livrar do sujeito disse que se ele enchesse uma banheira com Coca Cola e colocasse a filha dentro, a gente iria fazer a cobertura do aniversário.

Pronto, dessa mala estamos livres.

Livres? No dia seguinte, véspera do tal aniversário, o cara me liga e diz que havia comprado Coca Cola suficiente para encher uma banheira e dar um banho de refrigerante na filhota.

Não sei se além de chato, o cara era um gozador e resolveu sacanear comigo. Ou se era só chato mesmo e realmente ia dar um banho de Coca Cola na filha, só pelo prazer de vê-la na telinha da Cabrália.

Na dúvida, preferi ficar na dúvida mesmo.

O aniversário, com ou sem banho de Coca Cola, permaneceu para sempre no anonimato.

 

TV Cabrália, 27 anos.

Com o produtor Luiz Henrique, o repórter Mauricio Maron, Jaques Wagner e o cinegrafista Sebastião Ribeiro. Carnaval de Itabuna,. inicio dos anos 2000.

Com o produtor Luiz Henrique, o repórter Mauricio Maron, Jaques Wagner e o cinegrafista Sebastião Ribeiro. Carnaval de Itabuna,. inicio dos anos 2000. El tiempo pasa…

 

A TV Cabrália completa 27 anos  nesta sexta-feira, 12 de dezembro.

Primeira emissora de televisão do interior do Norte/Nordeste, com sede em Itabuna, Sul da Bahia, a TV Cabrália foi um divisor de águas na comunicação regional.

Nestor Amazonas hoje em São Paulo, foi o alquimista que gestou uma tevê ~unica em seu tempo

Nestor Amazonas hoje em São Paulo, foi o alquimista que gestou uma tevê  única em seu tempo

Programas como o Cabrália Bom Dia, Jornal do Meio Dia, Repórter Regional, Cabrália Esportiva e Cabrália Rural durante mais de uam década valorizaram a programação regional, um marco na filosofia da emissora criada por Luiz Viana Neto e Henrique Marquez e gestada na genialidade ainda não devidamente reconhecida de Nestor Amazonas.

Este blogueiro, ex-jornalista em atividade e escritor extemporâneo, orgulha-se de ter sido o primeiro funcionário registrado pela TV Cabrália, onde ocupou o cargo de gerente de Jornalismo por 13 anos, até mergulhar nas aventuras e desventuras da assessoria política, em sucessivos governados do PT nas esferas municipal, estadual e federal.

Orgulho, entre outras coisas, de ter modestamente contribuído para o surgimento de profissionais como  Claudia Barthel, Mauricio Maron, Vilma Medina, Adriana Quadros, Eduardo Lins, Madalena Braga, Andrea Silva, Renata Smith, Roger Sarmento, Paulo Lawinsky. Delza Schaun, Rita Santana, Dirceu Góes, Paula Maciel e Patricia Abreu , que com seu talento romperam as fronteiras regionais. (Perdão se esqueci alguém e provavelmente esqueci, 27 anos não são 27 dias, quando se está chegando perto dos 60)

 Alvíssaras ao nosso primeiro e eterno amor!

TV Cabralia renova parceria com o Mutirão do Diabético

Reunião TV Cabrália  Mutirão PARCERIA 1A TV Cabralia/Record Bahia mais uma vez será parceira do Mutirão do Diabético de Itabuna, que este ano acontece no dia 15 de novembro.  A parceria foi renovada durante um encontro que contou com as presenças do coordenador do Mutirão, Dr. Rafael Andrade, e do diretor da TV Cabrália, Marcelo Almeida. Promovido pelo Hospital de Olhos Beira Rio e pela ASDITA, o Mutirão do Diabético de Itabuna chega à sua 10ª edição,  consolidado como maior evento de prevenção e tratamento do diabetes no Brasil

Além da divulgação do evento durante toda a programação a TV Cabrália fará a transmissão ao vivo para todo o sul, extremo sul e sudoeste da Bahia, com programa “Balanço Geral no Mutirão do Diabético”, comandado por Tom Ribeiro, com duração de uma hora e meia. Em comemoração aos 10 anos do Mutirão, diversas novidades com os artistas da Rede Record estão previstas, mobilizando as pessoas para a prevenção do diabetes.

Reunião TV Cabrália PARCERIA 2Para a TV Cabrália, é motivo de orgulho apoiar um evento de grande alcance social, que mobiliza milhares de pessoas e faz de Itabuna um exemplo para o Brasil”,  afirmou Marcelo Almeida. “A parceria com a TV Cabrália deu uma nova dimensão ao Mutirão, que hoje é reconhecido em todo o país. Além disso, as campanhas educativas veiculadas pela emissora, vão permitir que as pessoas tenham um conhecimento maior sobre a doença e saibam os cuidados que devem ser observados”, destacou o Dr. Rafael Andrade.

 

Prefeitura de Itabuna e TV Record Bahia apoiam Mutirão do Diabético

A Prefeitura de Itabuna e a Record Bahia/TV Cabrália assinaram o convênio de parceria com o Hospital de Olhos Beira Rio e a Associação dos Diabéticos de Itabuna para a realização do Mutirão do Diabético, que acontece no próximo dia 9 de novembro. A assinatura do convênio contou com a participação do prefeito Claudevane Leite, o vice-prefeito Wenceslau Junior, o diretor  da TV Cabrália Marcelo Almeida, o coordenador do Mutirão, Dr. Rafael Andrade, a diretora do HOBR Rose Cordeiro e o apresentador do Balanço Geral Tom Ribeiro.

Considerado o maior evento de prevenção do diabetes do Brasil e incluído no calendário da Federação Internacional do Diabetes, o Mutirão do Diabético atendeu  de 13 mil pessoas em 2012, entre procedimentos médicos no Hospital de Olhos Beira Rio e ações de prevenção na Feira de Saúde, realizada na praça Rio Cachoeira. Para 2013, a meta é atingir 15 mil atendimentos. Cerca de 800 voluntários, entre oftalmologistas, enfermeiros, estudantes das áreas de saúde e pessoal de apoio, participam do mutirão.

“A Record Bahia/TV Cabrália tem entre seus objetivos apoiar projetos que beneficiem a sociedade e o Mutirão do Diabético é um exemplo de ação com resultados práticos, que atende principalmente a população mais carente”, afirmou Marcelo Almeida. Para o prefeito Claudevane Leite, “é motivo de orgulho para Itabuna promover o maior evento de diabetes do país e vamos ampliar essa parceria, porque o poder público deve priorizar a área de saúde”. Vane garantiu ainda que o município vai atender os pacientes que, após a avaliação feita no mutirão, precisem de tratamento para impedir os efeitos negativos do diabetes.

“O Mutirão do Diabético é muito importante para a cidade, porque presta um serviço essencial para a população, ajudando a prevenir uma doença silenciosa, em que o tratamento na fase inicial é fundamental”, ressaltou o vice-prefeito Wenceslau Junior.  “A Prefeitura de Itabuna e a Record Bahia/TV Cabrália são dos grandes parceiros do Mutirão do Diabético, que a cada ano ganha uma nova dimensão”, destacou o Dr. Rafael Andrade, lembrando que “é preciso que cada vez mais as instituições e as pessoas abracem essa causa, fazendo de Itabuna um referencial no tratamento e prevenção da doença”.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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