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Posts Tagged ‘Sione Porto’

Consciencia negra e a luta pela igualdade racial

Sione Porto

sioneO importante dia da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro, em homenagem à morte de Zumbi, o lendário líder negro do Quilombo dos Palmares, teve como fato impulsor o resgate pela Igualdade e Liberdade Racial.

A escravidão no Brasil e no mundo teve alijamento que repercutiu por séculos, envolvendo os interesses da monarquia, elites aristocráticas e senhores dos engenhos de açúcar e café, principais recursos da época.

De um modo geral, a história transmitiu os horrores da época escravocrata, mas, muitas vezes, são escassas as informações, inclusive por culpa de quem sofreu preconceito, racismo e intolerância, já que tem vergonha de declarar e romper com o imobilismo, numa demonstração de maturidade social, preço do grande erro da sociedade, um câncer que já deveria ser extirpado da nação humana.

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Black Bloc: a violência pela violência

Sione Porto

No inicio de 2013, o Brasil despertou do seu berço esplêndido. O movimento de protestos populares nas ruas, promovido por manifestantes apartidários contra o valor abusivo das passagens de transporte urbano, a repressão estatal e a corrupção, ganhou força em estados do Sudoeste (Rio de Janeiro e São Paulo), na região central, e até em Brasília, cuja ousadia jamais foi vista, com invasão do Congresso Nacional.

Essa tática de protestos e resistência urbana à violência do autoritarismo estatal, cujas ações são divulgadas pelo grupo Mídia Ninja, cresceu no País com os adeptos do Black Bloc (homens de capas pretas), isto é, jovens mascarados  que deram segurança aos ativistas, surpreendendo a Polícia Militar desses estados e  do Distrito Federal.

Surgidos na Europa, com suas ideias espalhadas pelo ocidente, o Black Bloc explodiu em massa aqui no Brasil, com rostos cobertos no centro das metrópoles, organizando de forma ordenada os ataques aos símbolos do capitalismo, tendo como alvo principal o patrimônio público e privado, especificamente agências bancárias e grandes empresas, deixando o poder público inerte diante dos artefatos usados para ataque e defesa, as táticas de guerrilhas, como uso de paus, pedaços de ferro e coquetéis molotov.

No Brasil, o movimento assemelhado, também intitulado Black Bloc, não tem histórico anarquista, não possui relação com nenhum braço partidário de esquerda, seja partido comunista ou movimento sindical. Nasceu independente, representando o desejo pela transformação social, com crescimento na web, que, valendo-se dessa mídia tecnológica de apelo fácil e rápido, pôde angariar simpatizantes e arregimentar vândalos, diferente do movimento contracultura que explodiu na Itália em 1970 e chegou a outros países da Europa, como Dinamarca e Holanda.
Sobre esse movimento de contracultura foi razão de estudo por parte do anarquista Daniel Dylan Young, em 2001, que afirma que tal movimento não tem origem no Anarquismo, e sim no movimento radical italiano, na década de 1970, sem ligação com a esquerda partidária. Dez anos depois, em 1980, explodiu na Alemanha, numa situação de violência, envolvendo ambientalistas, ativistas anti-recessão, com ocupação de imóveis desocupados e despejos. Após a reunificação do país, desenvolveu políticas menos autoritárias para a sociedade, momento em que o movimento perdeu força, recuando no seu aspecto anarquista e na prática de violência e luta, assim como em outras partes da Europa.

Com a ferocidade policial contra um movimento pacífico desde seu início chocou os autonomistas (ou autonomen), que a partir daí conceberam a tática Black Bloc (apud Mota, 2013).

Já nos EUA, as manifestações de 1999 ocorreram em Seattle, O Black Bloc teve presença marcante, perdurando em várias cidades da América do Norte.

A luta por garantias individuais e coletivas são válidas, pois desmascarar os corruptos faz parte da cidadania. Destruir o bem público é a maneira mais arcaica de reivindicar direitos. LUTE POR IDEAIS, MAS DIGA NÃO À VIOLENCIA!

 

Sione Porto é membro da ALITA (Academia de Letras de Itabuna) e delegada de Polícia Civil

Diga não à violência

Sione Porto

Em termos de violência, as estatísticas das Delegacias Especializadas de Proteção à Mulher, desde 1985, têm demonstrado que as agressões, ameaças e estupros contra a mulher, vêm aumentando assustadoramente, em números preocupantes.

A ONU acaba de denunciar que há um surto global de ataques contra a mulher. Sete em cada dez serão estupradas ou vítimas de violência ao longo da vida (Revista IstoÉ, 6 de março de 2013).

Para mudar esse quadro é preciso atacar as causas históricas e culturais. As mulheres sempre foram vítimas de preconceito por parte da própria família, que as discriminava dos filhos varões, entendendo ser a mulher, educada apenas para ser esposa e mãe, devendo, portanto, obediência a seu marido.

Em 17/09/1997, época em que muitas mulheres não teriam coragem, a dona de casa E. P. S. (cidade preservada) prestou queixa, na Delegacia Circunscricional, contra o motorista de táxi N. P. S., seu marido, com quem era casada há vários anos, dizendo que, enquanto dormia, fora agredida com socos na cabeça, só porque estava frequentando uma paróquia, além de já ter sofrido outras agressões de rotina, ou seja, espancamentos diários.

Casos como esse e de agressões e espancamentos semelhantes têm registros diários nas delegacias brasileiras.

Para reverter essa situação, é necessário cuidar de uma nova educação, uma linha revisionista facilitadora no combate à violência contra mulher, com maior rigor e agilidade processual, na aplicação da lei Maria da Penha, a fim de acabar com o machismo do valentão, guerrilheiro afetado que gosta de bater.

Hoje a violência atinge todas as classes sociais, das mais pobres como as donas de casas simples, às tituladas, médicas professoras, dentistas, empresárias, advogadas, atrizes, modelos, etc.

Dentre os fatores estudados, estatísticas comprovam que o desencadeamento da violência doméstica contra a mulher, dá-se pelo machismo, ciúme exacerbado, inferioridade funcional e econômica, desemprego, alcoolismo e pelas drogas (campeão da violência), aliados a outras relevantes: as mentes perigosas, originadas pelas psicopatias mentais.

Mudar esse quadro de violência contra a mulher não é fácil, é tarefa árdua, que temos enfrentado no combate diuturno nas delegacias, inobstante não é impossível. As mulheres que não buscarem ajuda e não vencerem o preconceito, o medo, a dor, a humilhação e a vergonha, denunciando seus parceiros, vão apanhar sempre. Convém ressaltar, que os relacionamentos conturbados a problemáticos, não se reverterão pela obediência e pelo medo.

É necessário denunciar toda e qualquer violência contra a mulher. O homem sabe que bater na mulher é crime, todavia, continuam batendo, entendendo ser a mulher sua propriedade, ademais, confiando também na impunidade.

Todos os dias, no Brasil, chegam às delegacias, mulheres agredidas, com cabeça enfaixada, perna engessada, braço quebrado, olho inchado, corpo furado por armas brancas, chicotadas, pauladas, facãozadas, lesionadas por armas de fogo, quando não são assassinadas. O inimigo íntimo é o namorado, o amante, o companheiro, ás vezes também, é o pai, o irmão, o cunhado.

O faroeste da violência contra a mulher cresce em todo país, tal a irracionalidade do homem, impunidade e a fragilidade da lei. O Brasil ocupa a 7ª posição no ranking de países com maiores índices de homicídios femininos no mundo.

É imprescindível mudanças profundas com responsabilidade do tratamento ä dignidade e integridade da mulher.

A mulher não saiu do território bíblico só para ser a fêmea da espécie e apanhar. Deve, antes de tudo, ser respeitada e amada como pessoa humana. Denunciem. Não continuem dormindo com o inimigo.

 

Sione Porto é advogada e delegada de polícia em Itabuna

A violência urbana

Sione Porto

Nasceu com a humanidade. Sempre existiu. Cresceu com a sociedade contemporânea. Faz vítima todos os dias. Cabe aos estados, no plano constitucional, o seu combate. Parte da sociedade mundial já foi atingida pela violência urbana, não somente o Brasil. EUA viveu tempos difíceis com as gangues de Nova Iorque, muito bem retratadas no filme homônimo de Martin Scorsese (Gangs of New York, 2002). A cidade de Los Angeles viveu momentos críticos quando o Tribunal do Júri, em 1992, absolveu três policiais brancos e um hispânico que espancaram o taxista negro Rodney King, após uma perseguição em alta velocidade. Revoltados, milhares de pessoas promoveram saques, incêndios, assassinatos e depredações, ao longo de seis dias após o veredicto, sendo necessária a intervenção do Exército nas ruas.

Vários estudos estão direcionados à violência urbana e ao combate à disseminação, que antes era privilégio dos grandes centros, eixo Rio-São Paulo, porém chegou, hoje, à maioria das cidades da federação. O impacto decorre do crescimento populacional, má distribuição demográfica, da privação da educação, desigualdades sociais, geração de emprego e renda. A explosão de revolta contra miséria gerou laboratório de agressividade. Na atualidade, é pauta de várias análises multidisciplinares. Esse caráter endêmico é abrangido por  múltiplos aspectos, dentre esses, temos três fenômenos a considerar:

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Livro ´Corpo e Alma´ revela essência da poesia

Será lançado nesta  sexta-feira (21),  às  19  horas, no  Hotel Tarik  Plaza, o livro Corpo e Alma,  da  escritora Sione Porto,  integrante da Academia de Letras  de Itabuna (ALITA). Corpo e Alma contém 60 poemas, e tem  capa e ilustrações  webdesigner Denise Moura da Silveira Netto, do  Rio  de  Janeiro.

De acordo  com  Sione Porto,que é delegada de Polícia Civil e faz sua  primeira  incursão pela literatura, “o livro  é  fruto de emoção,  sentimento,  paixão pelas  pessoas,  uma celebração  do  amor à vida”,  Para ela, “a poesia  é o  cerne da existência”.  Sione  também  pretende lançar “Corpo e Alma”  em  Ilhéus e outras cidades baianas.

Sione Porto lança livro de poemas Corpo e Alma

Sione Porto lança no próximo dia 21 o livro de poemas Corpo e Alma. Bacharel em Direito e delegada da Polícia Civil, Sione é membro da Academia de Letras de Itabuna (ALITA) e autora de vários textos literários publicados em jornais e revistas do Sul da Bahia. Corpo e Alma, com 120 páginas, contém 60 poemas, além de ilustrações da webdesigner Denise Moura da Silveira Netto, do Rio de Janeiro, que também é responsável pela capa do livro.

“O livro é fruto de emoção, sentimento, paixão pelas pessoas, uma celebração do amor à vida”, afirma Sione, para quem “a poesia é o cerne da existência”. “O ser humano está muito atrelado às questões materiais, deixando de lado a parte espiritual e valores que dão sentido à vida. Busco resgatar esses valores através da poesia”, afirma. Corpo e Alma tem prefácio de Marcos Bandeira, presidente da ALITA, que destaca a sensibilidade e o talento literário da autora: “Sione escreve com as tintas da sensibilidade e da paixão, seus poemas saltam das páginas do livro e tocam o coração do leitor”, destaca Marcos Bandeira.

O lançamento do livro acontece às 19 horas do dia 21 de setembro, no Hotel Tarik Plaza em Itabuna.

DELEGADA PEDE PRISÃO PREVENTIVA DE SUSPEITOS DE ASSASSINAR MENINA DE 4 ANOS

Delegada Sione Porto apura assassinato brutal

De acordo com informações concedidas ao blog do Rick pela delegada Sione Porto, uma das responsáveis pelas investigações do caso que vitimou a pequena Ana Ketilin de Jesus na madrugada de ontem, três homens foram detidos ainda onten sob suspeita de envolvimento com o crime.

“Recebemos várias denúncias de que eles se escondiam no condomínio Pedro Fontes. Eles vão ser interrogados hoje e vou pedir a prisão preventiva deles”, disse Dra.Sione.

A delegada também informou, que em depoimento, o pai, a mãe e uma tia da garota também informaram que a casa onde moram foi invadida por cerca de 15 homens encapuzados, com arma de grosso calibre.

Segundo o relato da família, eles interrogavam os moradores do bairro à procura de pessoas associadas ao tráfico de drogas na região. “Duas gangues disputam os pontos de tráfico na região, uma do Novo Horizonte e a outra do Pau Caído”, explicou Sione Porto.

EVANGÉLICAS SÃO BALEADAS DURANTE CULTO EM ITABUNA

Uma mulher e uma adolescente foram baleadas, na noite deste domingo (12), dentro de uma igreja evangélica em Itabuna, no sul baiano. De acordo com a delegada responsável pelas investigações, Sione Porto, Wilma Camilo da Silva, de 31 anos, e a filha de 15 anos foram baleadas após uma troca de tiros que teve início no meio da rua e terminou dentro do templo religioso.

As vítimas foram atingidas no pé e no calcanhar, mas passam bem. Informações preliminares apontam que um homem e um adolescente teriam se refugiado no prédio durante um tiroteio que havia começado nas imediações do local. “Descobrimos depois que eles não estavam fugindo. Na verdade, Wagner (Nascimento Cordeiro) e o menor são rivais e estavam trocando tiros um com o outro”, explicou a delegada. No confronto, os dois acusados também foram atingidos e socorridos para o Hospital de Base em Itabuna. Duas armas foram apreendidas com a dupla responsável pelos disparos. Os criminosos estão custodiados na unidade médica e devem prestar depoimento nos próximos dias.

CASSAÇÃO HISTÓRICA

Sione Porto

 

O dia 11 de julho de 2012 vai ficar para sempre na história do Brasil, quando o  Senado Federal, atendeu aos ditames do seu regimento interno e das leis que regem seu provimento, sem olvidar as aspirações do povo brasileiro, cassando o senador da República Demóstenes Torres, do Partido Democratas e procurador do Ministério Público do estado de Goiás, nascido em Anicuns, município do interior goiano, por 56 votos a favor, apenas 19 contra, e 5 abstenções,  devido à relação com  “máfia dos caça-níqueis”.

Torres foi descoberto numa relação direta com o contraventor Carlinhos Cachoeira, em que foram flagradas, pela Polícia Federal, 298 ligações telefônicas, corrupção, enriquecimento ilícito, quebra de decoro parlamentar e favorecimento à empresa Delta, acreditando a Procuradoria do Ministério Público Federal que o ex-senador seja sócio oculto, o qual ficará inelegível ate 2027, denúncia apresentada em todo território nacional, através da mídia, em março de 2012.

Essa proclamação histórica, de veredicto dos mais esperado, refletiu em cada semblante de velhos, adultos e jovens brasileiro, que, enfim, a prática de corrupção e de escândalos foi punida e o vale-tudo dos políticos inescrupulosos não teve um final em pizza, como ocorria ao longo dos anos.

Magnânimo, o Senado da República não se curvou a pressão dos advogados de defesa e suas brilhantes teses. Estamos perto da carta de alforria para libertarmos das excrescências do cabresto em que vive o povo brasileiro, escravo da impunidade e da venda  que cobre os olhos dos seus  julgadores. Hoje, nossos filhos, nossos netos sentirão orgulho do Senado Federal que cumpriu com sua missão de lisura e ética, dando exemplo de novos rumos de governo e respeito aos eleitores brasileiros.

Em resumo, os senadores mostraram que são capazes de julgar corretamente e acreditar que os fins não justificam os meios sujos, que a corrupção e o enriquecimento ilícito, carregando dinheiro nas cuecas, são crimes, humilham o trabalhador que ganha a vida com o suor do seu rosto.

Difícil era acreditar na segunda cassação de um senador (o primeiro foi Luis Estevão). Imaginávamos que haveria mais uma armadilha para mantê-lo no poder, como alguns corregilionários queriam. Excelente a reflexão dos senhores senadores, que a opinião pública, sobretudo por meio das redes sociais, iria cobrar muito alto, caso não agissem com consciência, dignidade e respeito ao povo brasileiro. Fica o bom exemplo para o mundo, que não nos ignora, que o país não é mais aquele descrito na obra Brasil:500 Anos de Corrupção, do ilustre criminalista Sergio Habib, publicada pela Editora SAFE.

É gratificante saber que existem políticos criteriosos, que dedicam a vida pública sem fisiologismo, mantendo suas fichas limpas. Espera-se que o Senado Federal continue exercendo sua jornada em defesa da ética, a favor da Democracia, que é o papel do Parlamento.

Sione Porto

Delegada de Polícia, graduada em Direito, com especializaçãoem Direito Penale Processual Penal, e membro da Academia de Letras de Itabuna (ALITA).

TAXISTA LEVOU CLÉBIA LISBOA AO BAIRRO SÃO CAETANO ANTES DO DESAPARECIMENTO

Já se passaram dois meses desde o desaparecimento da estudante de Administração da FTC e ex-funcionária da ex-funcionária da sucursal o jornal A Tarde em Itabuna, Clébia Lisboa.

A estudante desapareceu no dia 30 de dezembro do ano passado ao sair do pensionato onde residia, no Pontalzinho, para comprar verduras. Ela havia programado passar o Ano Novo com um grupo de amigas no litoral de Ilhéus.

No final de janeiro, a polícia remeteu inquérito ao Ministério Público, solicitando um novo prazo para as investigações.

De acordo com a delegada Sione Porto, que comanda as investigações, um taxista foi a ultima pessoa a ver Clébia com vida. Em depoimento à polícia, ele afirmou que levou Clébia do centro de Itabuna ao bairro São Caetano por volta das 19 horas do dia 30 de dezembro, onde ela disse que iria se encontrar com um rapaz. A estudante foi deixada em frente a uma farmácia, na avenida Princesa Isabel.

 

Sione Porto disse ainda que ontem (1º.) recebeu relatórios das empresas de ônibus Rota e Águia Branca. O nome de Clébia não consta da lista de passageiros. “ Entendo o clamor da sociedade, mas trata-se de um caso complexo, onde não foi encontrado o corpo para comprovar que houve homicídio. E estamos fazendo todas as investigações necessárias, mas ainda não é possível desvendar esse caso nem apontar eventuais culpados”, disse a Dra. Sione Porto ao blog do Thame.

CASO CLÉBIA LISBOA: POLICIA ENVIA INQUÉRITO AO MP E PROSSEGUE INVESTIGAÇÕES

Clébia Lisboa: um crime ainda sem castigo

A delegada Sione Porto, da 1ª. DP em Itabuna, enviou ao Ministério Público o inquérito sobre o desaparecimento da estudante Clébia  Lisboa, ex-funcionária do jornal A Tarde.

 

Clébia está desaparecida desde o dia 31 de dezembro, quando saiu de casa, no bairro Pontalzinho,  para fazer compras e não mais retornou.

No inquérito, com cerca de 140 páginas, constam depoimentos, estratos bancários e fitas de vídeo. Entre os depoimentos está o do ex-namorado de Clébia, o estudante de Direito Silvio Paulo Maciel..

O inquérito não aponta culpados pelo desaparecimento de Clébia e a delegada vai prosseguir com as investigações, anexando novos documentos e ouvindo outras testemunhas.

Apesar da confirmação de agressões físicas de Silvio a Clébia, incluindo uma ocasião em que ele a empurrou da escada de casa (Clébia morava numa quitinete da mãe de Silvio),  a Dra. Sione Porto diz que não existem indícios suficientes para acusá-lo pelo desaparecimento. Silvio apresentou vídeos em que aparece numa festa em Olivença, ao lado a mãe e da nova namorada, nos dias  30 e 31 de dezembro.

Além de Silvio  Maciel, apontado pelo pai da estudante, Crispiniano Lisboa, como principal suspeito pelo sumiço da filha, a  polícia segue várias linhas de investigação, entre elas supostas dívidas contraídas por Clébia junto a agiotas. “Trata-se de um caso em que não se pode afirmar se Clébia está viva ou morta, daí o rigor das investigações, para evitar precipitações ou injustiças”, afirma a delegada Sione Porto.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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