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Absolutamente verdadeiro

“Depois de muitas irregularidades, tempestades e trovões, o cooperativismo perdeu o entusiasmo, o ânimo e o pique na Região Cacaueira da Bahia. Como exercitar, operar, fazer cooperativismo em uma região de mentalidade individualista, egocêntrica e egoísta? Isso é terrível”.

 (do saudoso jornalista Eduardo Anunciação. Profético)

Eduardo Salles defende ações para revitalização da região do cacau

eduardo sallesO ex-secretário estadual da Agricultura, Eduardo Salles,  candidato a deputado estadual (PP), que é Filho, neto e bisneto de agricultores do Sul da Bahia,afirma que a cacauicultura é uma das maiores responsáveis pelo desenvolvimento da Bahia e que a sua revitalização é uma de suas metas. “Muito já fizemos por essa região nos últimos quatro anos, mas precisamos fazer muito mais”, disse ele, destacando que dentre outras iniciativas “continuo defendendo maior fiscalização sanitária nas importações, maior taxação de produtos derivados do cacau importados e a redução do prazo do drawback, de dois anos para seis meses”.

Eduardo Salles destacou que a diversificação das culturas é uma das prioridades, e lembrou que nesse sentido o Instituto Biofábrica de Cacau (IBC) foi revitalizado, tendo distribuído gratuitamente nos últimos cinco anos 6,8 milhões de mudas de cacau e essências florestais e de fruteiras, a agricultores familiares. Só neste ano foram distribuídas 1,65 milhão, e a previsão é de que no próximo ano esse número possa chegar a 4 milhões de mudas.

Dentre as ações que tiveram sua ajuda quando ex-secretário da Agricultura para serem concretizadas na região do cacau, Eduardo Salles destaca a inclusão da amêndoa de cacau na Política de Preço Mínimo da Conab (PGPM), com o valor de R$ 75,00 a arroba, a proibição de importação de Cacau da Costa do Marfim, o decreto elaborado pela Secretaria do Meio Ambiente que permite a regularização de sistemas agroflorestais, inclusive a cabruca, viabilizando o manejo e a retirada de espécies exóticas e o desenvolvimento da economia florestal, além da inclusão do cacau no FNE Verde do Banco do Nordeste, medida que permitiu a ampliação do prazo de carência para 8 anos e mais 12 anos para pagamento, nas operações de refinanciamento das dívidas dos produtores e concessão de novos créditos.

Eduardo Salles destacou ainda o lançamento do Plano Estadual da Borracha Natural, que visa dentre outros objetivos a ampliação da área plantada de 32 mil para 100 mil hectares em consórcio com o cacau, e a construção de um terminal pesqueiro em Ilhéus, onde pescadores e marisqueiras podem acessar serviços e comprar gelo 15% mais barato e óleo diesel com subsídio de 40%.

Projeto na Região Cacaueira propõe tombamento de jequitibás

 O jequitibá é uma das espécies mais tradicionais da região cacaueira, considerado um verdadeiro tesouro entre os produtores. Tradicionalmente a árvore é encontra em meio ao cultivo do cacau, que na região sul da Bahia é plantado no sistema cabruca, em meio a Mata Atlântica, que visa produzir e preservar o ambiente.

Em virtude disto o Instituto Cabruca em parceria com a Ceplac deu inicio a um trabalho de identificação de Jequitibás centenários, preservados nas fazendas no sul do estado, com o intuito de encontrar os maiores Jequitibás da região e sugerir aos órgãos responsáveis, o tombamento destas árvores como patrimônio histórico, cultural e paisagístico de seus municípios, ao mesmo tempo ampliar as visitas ao local, estimulando o turismo rural.

O projeto teve inicio pelos municípios de Ipiaú e Ubatã, e quando encontradas, as árvores são cadastradas, coletadas as sementes e recebem uma pequena placa de identificação. Um bom exemplo está na Fazenda Segredo, localizada na região da água Branca, zona rural de Ipiaú, que guarda um exemplar com 45 metros e 33 centímetros de altura, 9 metros e 20 centímetros de diâmetro e com aproximadamente 400 anos.

Na Fazenda Boa Lembrança, localizada em Ubatã, que também recebeu a visita do projeto, por lá o Jequitibá é considerado uma árvore de estimação e foi até batizado com o nome de Sandó, em homenagem ao patriarca da propriedade. Sandó, até o momento, está sendo considerado o maior Jequitibá do município com 56 metros de altura e 7 metros e 60 centímetros de diâmetro.

Além da beleza exuberante de um jequitibá, estudos recentes associam a presença desta árvore somente em solos que são ricos em nutrientes, ou seja, que são bons para a cacauicultura. Para valorizar a preservação das árvores nas propriedades, o Instituto Cabruca, anunciou um concurso que premiará a fazenda que preservar o maior Jequitibá do sul da Bahia. (fonte: site Mercado do Cacau)

CEPLAC: MAYNART COBRA MOBILIZAÇÃO POLÍTICA

Maynart lembra que tem ligações com o setor rural

       “Quero firmar compromisso com o Cenex, o Cepec e os funcionários da Ceplac de continuar lutando pela instituição no campo político de onde sou oriundo”. A afirmação foi feita hoje, 31, pelo administrador de empresas Juvenal Maynart Cunha ao assumir o cargo de superintendente de Desenvolvimento da Região Cacaueira da Ceplac na Bahia em substituição ao fiscal federal agropecuário e pesquisador Antonio Zózimo de Matos Costa durante reunião administrativa de posse conduzida pelo diretor substituto da instituição Edmir Celestino Ferraz em ato que antecedeu à cerimônia de posse festiva ainda a ser marcada.

       “Sou pessoa que vem do mundo político e acredito no poder que a política representa para transformar a sociedade. Acredito que vai acontecer o que fiz durante minha carreira nos órgãos a que servi. Este é desafio que não tenho medo. A minha experiência vai contribuir para encontrar soluções locais”, afirmou Maynart. O novo dirigente lembrou sua origem na região de Ipiaú, as vinculações de sua família com a cacauicultura baiana, além de sua boa relação com pesquisadores e técnicos por ter atuado como diretor administrativo e financeiro de órgãos estaduais como Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), Ibametro e Sudic.

       O superintendente lembrou que no aspecto organizacional tem a mesma cultura que os servidores da Ceplac: respeito à hierarquia e noções de responsabilidades às exigências do serviço público. “A sociedade requer uma classe política diferente e tenho um desafio pessoal: provar que a competência política é capaz de exercer obrigações de Estado” resumiu Juvenal Maynart, acrescentando que o mundo político tem que ser sensível ao desafio que vive o Sul da Bahia há 25 anos em crise pela ocorrência da vassoura de bruxa, que considerou uma tragédia que se abateu sobre a região.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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