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Cristiano Ronaldo devorou Neymar

O português mostrou ao brasileiro que a coroa tem dono…

O menino de 45 milhões de euros

Daniel Thame

 daniel thame FlicaO Real Madrid investiu  45 milhões de euros (R$ 164 milhões) na contratação do atacante  Vinícius Junior, do Flamengo.

Alguém que chegasse de Marte e batesse os de marciano nas folhas esportivas imaginaria que pela montanha de dinheiro investida, trata-se de um craque consagrado no Brasil, com uma carreira consolidada, repleto de títulos importantes, seguindo o caminho natural do brilho, fama e fortuna na Europa.

Estaria redondamente enganado o tal marciano.

Vinicius Junior tem apenas 16 anos. Isso mesmo, um menino de 16 anos contratado por um dos gigantes do futebol mundial por uma quantia estratosférica para alguém dessa idade, numa disputa ferrenha com outro gigante, o Barcelona.

45 milhões de euros por uma promessa! Que pode, mas também não pode, se converter num fora de série, num extra classe.

O currículo de Vinicius Junior: boas performances nas categorias de base, um título da Copa São Paulo e outro do Sul Americano sub 17, onde foi eleito o melhor jogador do torneio. Pimba: 45 milhões de euros.

vjuniorPelo time profissional do Flamengo, alguns minutos em campo e nenhum lampejo de genialidade. Não que se exija isso de um menino de 16 anos em meio aos marmanjos. Mas Pelé, aos 17 anos (um a mais do que Vinicius) já era Campeão do Mundo pela Seleção principal e Maradona, também aos 17 já exibia o talento que logo depois o transformaria em El Diez, o gênio que está só abaixo de Pelé.

Certo, não há como fazer comparações diante de realidades tão distintas. Os tempos são outros e o dinheiro que circula hoje no mundo da bola é algo com o qual os craques de antigamente nem sonhavam.

Mas não há como imaginar o quanto valeria um Pelé ou um Maradona hoje. Messi, por exemplo, está cotado em algo como 350 milhões de euros. Coisa de mais de 1 bilhão de reais.

E não muito recentemente os chineses andaram tirando o brasileiro Oscar (que nem se confirmou o craque que poderia ser) do Chelsea por 220 milhões de reais. Os mesmos chineses que pagaram quase 200 milhões de reais por Huck, que não é craque nem aqui nem na China.

Não adianta explicar, o marciano não vai entender nada. Ou achar que esses terráqueos, definitivamente enlouqueceram.

O que, em se tratando do futebol e otras cositas mas, está coberto de razão.

santos 1É gol- Promessa por promessa, toda a sorte do mundo para o itabunense Sandry Roberto, de 14 anos, revelado pelo Colégio Ciso e AABB de Itabuna, atualmente nas categorias de base do Santos, convocado para a Seleção Brasileira Sub 15, para a disputa do Campeonato Sul Americano.

É pênalti- Onde vai parar essa republiqueta bananeira em que nos transformaram?

O pior é que parece que não vai parar, porque o buraco é sempre mais (e mais, e mais, e mais) embaixo.

Brasileirão ou Brasileirinho?

Daniel Thame

 daniel thame FlicaComeça neste final de semana o Campeonato Brasileiro de 2017, que os exagerados chamam de Brasileirão e os mais exagerados ainda chamam de maior campeonato de clube do mundo.

A menos que os campeonatos da Inglaterra, Espanha, Alemanha e até da Itália sejam disputados em outro mundo e a Champions League em outra galáxia, a megalomania é digna de certos juízes que mourejam na nessa republiqueta bananeira.

O Campeonato Brasileiro (não chega a ser um brasileirinho, façamos a concessão) pode ser um dos mais equilibrados do planeta, mas isso não tem nada a ver com o poderia técnico dos clubes que o disputam.

Ao contrário, o equilíbrio se dá justamente porque temos até bons times como o Palmeiras, o Flamengo, o Santos, o Atlético Mineiro; times equilibrados como Cruzeiro, Corinthians, Fluminense, Grêmio e Atlético Paranaense;  mas não temos nenhum super time, desses que despontam como favoritos.

Nenhum time em que o torcedor saiba a escalação de cor.

Nenhum fora de série, a menos que se entenda Guerrero, Lucas Limas, Robinho, Fred, Diego, Guerra, Cueva como foras de série.

O desempenho dos times  brasileiros na Libertadores, em que a classificação de quase todos para próxima fase virá mais pela mediocridade dos adversários que pela qualidade demonstrada até aqui, é um sinalizados de quantas anda (ou não anda) o futebol brasileiro. O “poderoso”  Palmeiras andou perdendo até para times marca bufa da Bolívia e o Gremio para times igualmente marca bufa do Chile.

Na Sulamericana, o Fluminense suou sangue para passar pelo Liverpool, não o inglês, mas o genérico uruguaio, o Cruzeiro caiu diante de um timeco paraguaio e pior ainda fez o outrora glorioso São Paulo, eliminado em pleno Morumbi pelo Defensa y Justicia (quem?), time molambento que estava fazendo sua primeira partida internacional fora da Argentina.

O fato é que nossos times só conseguem contar com veteranos que já não tem mercado na Europa ou na China, uruguaios, argentinos, paraguaios, chilenos, peruanos e venezuelanos por quem europeus e chineses não se interessam e promessas que não passam disso, promessas.

Esse bolodório todo significa que o Campeonato Brasileiro será um retumbante fiasco?

Não necessariamente.

O tal equilíbrio entre os times, lampejos de craque de alguns jogadores acima citados e a paixão do torcedor pelo seu time (seja ele formado por gênios da bola ou notórios pernas de pau) pode garantir um campeonato que ainda que não seja um primor de técnica, nem por isso será menos emocionantes, numa luta ferrenha pelo título na parte de cima e contra o rebaixamento na parte de baixo da tabela.

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É gol- Real Madri e Juventus farão a final da Champions League.  Justo, justíssimo. Um ataque avassalador contra uma defesa quase intransponível. Cristiano Ronaldo x Buffon. Imperdível.

É pênalti- O juiz vibrou mesmo com o gol do Flamengo na decisão do Carioca? Tempos estranhos, tempos estranhos no mundo da bola. Só da bola?

Quem vai dormir com a Orelhuda?

Daniel Thame

 

daniel thame FlicaA mais importante competição de clubes do planeta, a Champions League, chega à reta final com quatro times na briga pela desejada ´Orelhuda`.

Real Madrid, Atlético de Madrid, Juventus e Mônaco vão lutar pelo título.

Dois times da Espanha, um da Itália, um da França. Nenhum da Inglaterra ou da Alemanha, que ficaram pelo meio do caminho.

As quartas de final que definiram os quatro semifinalistas deixaram gigantes pelo meio do caminho e trouxeram surpresas na batalha da semifinal.

O Barcelona, por exemplo, parecia redivivo depois daqueles heroicos 6×1 sobre o PSG (heroísmo que incluiu um juiz gatuno, é bom que se diga). Só parecia. Diante de uma Juventus excepcionalmente bem na defesa e com um candidato a cracaço de bola, o argentino Dybala, o Barça de Messi, Suarez e  Neymar naufragou com um 0x3 em Turim e um melancólico 0x0 em Barcelona, num jogo onde apenas Neymar parecia querer alguma coisa com a bola, já que o M e o S do trio MSN estavam com a cabeça e os pés na lua. A Juve está vivíssima!

O Real Madri, de Cristiano Ronaldo (cada vez mais letal), Bale, Sérgio Ramos,  Casemiro e Cia passou pelo poderoso Bayern de Munique em dois jogos eletrizantes, decidido na prorrogação, um dos gols de Cristiano Ronaldo num impedimento que até cego marcaria, não tivessem os juízes uma compulsão freudiana em ajudar os espanhóis. O Bayern, de novo, ficou pelo meio do caminho e o Real já nem sabe onde pode colocar outra taça, tantas que já conquistou.

orelhudaSurpresa, mas nem tanto, foi o Mônaco ter eliminado o tradicional Borussia Dortmund, com vitórias na Alemanha e na França. O time francês tem um ataque poderoso, com o renascido Falcao Garcia e outro candidato a cracaço, Mbappé. A dupla vem triturando defesas e embora seja o menos tradicional dos quatro semifinalistas, o Mônaco, que também está a caminho do título francês, não pode ser descartado na briga pelo título.

Na disputa menos badalada, o Atlético de Madrid acabou com o conto de fadas do Leicester inglês. 1×0 na Espanha e 1×1 na Inglaterra, na menos empolgante das disputas. Comandado por Diego Simeone, o Atlético é o mais argentino dos times europeus. Fechado na defesa, mortal dos contra ataques, jogando sempre por uma bola. Não é por acaso que vem sempre chegando perto do título. Resta saber se finalmente chegará à praia…

Favorito?

Nenhum. Por ora, a Orelhuda namora os quatro embora só vá se casar com um.

Quem será o felizardo?

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E pênalti- Corinthians e São Paulo, eliminados da Copa do Brasil, fazem a melancólica semifinal do Paulistinha. O popular abraço e enforcado, onde o prêmio de consolação vale tanto quanto uma nota de três reais.

 

É gol- A queda do Barça foi um baque no sonho de Neymar em ser escolhido o melhor do mundo pela FIFA. E é com correr, porque Dybala e Mbappé esão chegando. E Messi, definitivamente, está saindo.

Todos vivos. Dois muito vivos, um na enfermaria e dois na UTI

Daniel Thame

dthame Reta final da primeira fase da Copa Libertadores e a vida não está fácil para os cinco brasileiros que disputam a competição.

Se em anos anteriores superar a primeira fase era um passeio, esse ano é quase certo que alguns sairão precocemente da disputa.

Até agora, os cinco estão matematicamente vivos, mas apenas dois respiram sem sobressaltos.

Corinthians e Atlético Mineiro devem se classificar tranquilamente, mesmo sem apresentar um futebol que os credencie ao título.

O time paulista enfrenta o fraquíssimo Cobresal em casa e se classifica com um empate. Remontado por Tite após o ataque chinês que levou seus principais jogadores, o alvinegro vem jogando para o gasto, com um esquema tático bem definido,  no velho 1×0, 1×1 e basta.

Os mineiros também jogam   por um empate contra o igualmente fraquíssimo Melgar em Belo Horizonte e devem golear. O Galo, treinado por Diego Aguirre, tem apresentado o melhor futebol entre os brasileiros na Libertadores, o que não é muita coisa mas já é alguma coisa.
O Grêmio não está em situação confortável, mas não está no desespero. Num grupo equilibrado, onde apenas o Toluca do México se sobressaiu, os gaúchos disputam a  segunda vaga com San Lorenzo e LDU. Quatro pontos em dois jogos e a classificação estará garantida. Nada que um time copeiro não consiga.

filme Já o São Paulo e o Palmeiras respiram por aparelhos. Certo que o São Paulo depende só dele, mas precisa vencer o fortíssimo River Plate no Morumbi e depois superar o The Strongest na desumana altitude de La Paz. Está com jeito de missão impossível para um time que até agora vive dos lampejos de Ganso e dos gols de Calleri.

O Palmeiras depende de uma combinação tão absurda de resultados que a classificação ganha ares de milagres. Precisa ganhar do genérico River Plate do Uruguai, em casa, e ainda torcer para que Nacional do Uruguai e Rosário Central da Argentina não façam um jogo de compadres em que o empate classifica os dois.

Resumo da opera bufa: Timão, Galo e Grêmio sobrevivem. São Paulo e Palmeiras já podem encomendar o velório.

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É gol- Você ouviu falar em Bruno Henrique? Pois esse brasileiro que caiu com o Goiás para a Série B do Brasileiro, detonou o Real Madrid na vitória de 2×0 do Wolfsburg da Alemanha, pela Champions League. Fascinante esse esporte chamado futebol em que davis podem eventualmente derrotar golias.

 

É pênalti- Quando é que a polícia e a justiça vão tratar uma parte das torcidas organizadas como elas efetivamente são: bandidos organizados? A morte de um cidadão que estava no lugar errado e na hora exata durante uma briga de gangs do Palmeiras e Corinthians deveria por um ponto final nesse barbárie.

Deveria, mas não vai.

Barcelona X Real Madrid disputado por cães. E não é que tem cachorro ai melhor do que meio time do São Paulo…

O adestrador de cachorros Davide Zimmari decidiu dar uma nova cara ao clássico entre Real Madrid e Barcelona. Fã de futebol, ele aproveitou o talento com animais para promover um novo espetáculo no circo em que trabalha e reinventou, de maneira bizarra, o superclássico espanhol apenas com cachorros.

Para realizar o feito, Zimmari montou um cenário parecido com um estádio de futebol no meio do picadeiro do circo. Fantasiado de árbitro e ao som do hino da Uefa Champions League, o adestrador entra no “gramado” com cães vestidos com as camisas dos craques de Real Madrid e Barcelona, como Iniesta, Xavi, Messi e Cristiano Ronaldo.

A partida ocorre com Zimmari jogando balões para os cachorros, que empurram a “bola” em direção ao gol. A partida termina com “Messi” fazendo um gol de pênalti.

 

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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