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Posts Tagged ‘Radio Difusora’

Jornalista Levi Vasconcelos comenta a Política baiana no “Bom Dia Bahia”

LeviLevi Vasconcelos, um dos mais informados e conceituados jornalistas políticos da Bahia, fará um balanço do que aconteceu esta semana no cenário político da capital baiana, a partir da manhã deste sábado, dia 07, no “Bom Dia Bahia”, da Rádio Difusora AM-640.

 
Editor da coluna “Tempo Presente”, do jornal “A Tarde”, Levi Vasconcelos é também editor do site *Bahia.ba*.
O convite para o jornalista fazer um comentário semanal no “Bom Dia Bahia” partiu do colega Ederivaldo Benedito-Bené, produtor do programa, que ele apresenta ao lado do advogado Andirlei Nascimento, das oito às dez e meia da manhã.

 
“Levi, excelente profissional, é um amigo desde o início de minha carreira em 1975. Fomos colegas de redação l no extinto “Jornal da Bahia”, na “Tribunal da Bahia” e em “A Tarde”. É um prazer tê-lo no “Bom Dia Bahia”, ao lado de Andirlei Nascimento e João Matheus Feitosa, noticiando, analisando e comentando os fatos da Política baiana”, afirmou Bené.

Tom Ribeiro pode assumir direção da Rádio Difusora

tom fgA Rádio Difusora, de Itabuna, pode ter o jornalista Tom Ribeiro como seu novo diretor-executivo. Uma reunião entre o apresentador e o prefeito Fernando Gomes, proprietário da emissora, deve definir os detalhes jurídicos da transição. A rádio tem passado por uma grave crise financeira, embora mantenha elevados índices de audiência e comunicadores de qualidade. A possível ida do comunicador é vista como uma nova fase para a emissora.

Líder de audiência das 12h às 14h no Balanço Geral (TV Cabrália/Rede Record), Tom Ribeiro tem 28 anos de comunicação, já tendo trabalhado por 9 anos na Difusora.

Tom confirma as negociações, mas ainda não há uma definição se assume o cargo.

Memórias de um Dinossauro

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“Marco ponta, seu puliça…”

 

Início da década de 80, do século passado. Aos vinte e poucos anos, integrava a briosa equipe de esportes da Rádio Difusora, em Osasco (SP), como repórter de campo.

 

Rebelde sem causa, comecei a inventar de ir além das minhas funções, imiscuindo no trabalho do narrador, do comentarista e da produção. Em bom português: enchendo o saco e criando caso com a equipe toda.

 

Até que o dono da rádio me chama e conta a seguinte historinha:

 

“Um dia a polícia resolveu dar uma batida na zona (puteiro em paulistês, brega em baianês) de uma cidadezinha local.

 

Mulheres de um lado, homens de outro.

 

A profissão delas, desnecessário perguntar. Então as nobres otoridades legitimamente constituídas passaram a perguntar a profissão dos homens.

 

-Engenheiro, disse um

-Contador, disse outro

-Professor, disse mais outro

-Bancário, disse um outro

-Agricultor,  disse outro

E fiquemos por aqui, antes que isso  vire um Guia de Profissões.

Ah, faltou mais um:

-Marco ponta esquerda, disse o baixinho atarracado

-Que c…. (c…  é o equivalente a porra em baianês) é isso de marco ponta esquerda?, Perguntou o policial, antes de dar um corretivo no sujeito (naquele tempo polícia perguntava antes de meter porrada, porque corretivo é só eufemismo).

Ao que o baixinho respondeu, todo cioso de suas funções:

-Eu sou lateral direito do time da cidade, portanto seu puliça, eu marco ponta esquerda.

 

Rebelde com causa aos 60 anos, às vezes é preciso aprender com lições jamais aprendidas.

Marcar ponta e ponto final!

Wadson Santos assume ´O Crime não Compensa`

wsO jornalista Wadson Santos é o novo apresentador do Programa O Crime não Compensa, da Rádio Difusora Sul da Bahia. Wadson assumiu o programa hoje. O Crime não Compensa vai ao das 16h às 18h, de segunda a sexta-feira.

Wadson está na Difusora há dez anos, na área de reportagem e cobertura dos bastidores da política grapiúna. “Estou honrado com o convite e vou realizar a missão. Não chego para substituir. Chego para conquistar meu espaço. Vou tentar colocar em prática tudo o que eu aprendi”, disse ele.

Wadson Santos já apresentava o programa Boletim 640, nas manhãs de sábado. Questionado sobre as novidades da programação, ele afirma que O Crime não Compensa já tem um formato consolidado. “Espero manter o formato e imprimir, aos poucos, a minha cara no programa”. Até a semana passada, O Crime não Compensa era apresentado por Oziel Aragão, que partiu para a Interativa FM.

Wadson é bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Unime Itabuna e já é um nome consolidado no Rádio AM em Itabuna, atuando nas reportagens policial e política, além do jornalismo esportivo.

Radio Difusora sai do ar e direção suspeita de sabotagem

A Rádio Difusora Sul da Bahia ficou  fora do ar desde o início da tarde de ontem, durante o transmissão do programa Show da Tarde com Antônio Carlos. Inicialmente, de acordo com técnicos da emissora,  o motivo da interrupção na programação era uma falha na linha telefônica que viabiliza o sinal radiofônico para o parque de transmissão. A empresa prestadora do serviço de telefonia foi acionada assim que o problema foi identificado e, diante dos trabalhos de reparo para estabilização do sinal, está sendo levantada a hipótese de sabotagem nesse sistema.

Em novembro do ano passado, a emissora viveu o mesmo problema quanto o governador  Jaques Wagner esteve na rádio para entrevista  e  a transmissão foi interrompida.  Na época, a direção registrou uma notícia-crime na policia federal relatado o fato, sub a suspeita de um ato de vandalismo. Uma equipe técnica está no parque de transmissão para restabelece a programação na tarde de hoje.

Radio Difusora, 51 anos

RDA Radio Difusora de Itabuna completa 51 anos hoje (dia 21). Fundada em 1960, a emissora consolidou-se na liderança entre as rádios AMs no Sul da Bahia, com uma programação que mescla entretenimento, esportes e jornalismo.

A Difusora tem no seu cast profissionais como Orlando Cardoso, Cacá Ferreira, Oziel Aragão e Roberto de Souza.

Onze contra dois (e o Evo Morales nem jogou…)

Rádio Difusora Oeste, Osasco (SP), 1985. Para quem trabalha em radio pequena, cobrir uma partida da Seleção Brasileira é a glória. Assim, até um jogo mulambento entre Brasil e Bolívia no Estádio do Morumbi, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 86, no México, ganhava ares de decisão.

O Brasil, dirigido pelo saudoso Telê Santana, já estava classificado e o time era recheado de jogadores do São Paulo, como Oscar, Silas, Careca, Muller, Sidney e um Falcão já em fase outonal. Enfim, a velha e boa média com a sempre exigente torcida paulista.

Para nós da aguerrida Difusora Oeste, era a chance rara de poder contar (como estou contando aqui) que cobrimos um jogo da Seleção Brasileira. Grande m…, dirão alguns, diante da maneira como o nosso time nacional foi banalizado e transformado em mercadoria para as nikes e cbfs da vida. Mas, naquele tempo a Seleção ainda era uma instuição quase sagrada.

A equipe da rádio para o jogo em questão tinha Alceu de Castro na narração, Carlos Roberto nos comentários e eu como repórter de pista. Os “famosos quem?”.
Alceu, como eu já contei neste blog, era um sujeito simplório, vindo do interior, que adorava imitar o Fiori Giglioti. Sem muito estudo, quando cismava com uma palavra bonita usava toda hora, mesmo que ela não fizesse o menor sentido na transmissão.

Ao receber a escalação da Bolívia, com aqueles nomes todos em espanhol, parecia que Alceu havia se deparado com a escalação de um time grego ou polonês, com seus nomes impronunciáveis.

Vendo a dificuldade do narrador, Carlos Roberto passou dica:
-Ô Alceu, pega uns cinco ou seis nomes mais fáceis e toca a transmissão numa boa.

Alceu acatou a sugestão, mas talvez empolgado por estar narrando um jogo da Seleção Brasileira, em vez de cinco ou seis, ele só guardou o nome de dois jogadores da Bolívia: Garcia e Vaca.

E era um tal de “Garcia toca para Vaca”, “Vaca lança para Garcia”, “Vaca faz falta feia em Careca”, recheados pelo “bola com o número 8”, “olha o número 5 avançando pela ponta”. E a gente sem querer ou poder “escalar” mais alguns jogadores da Bolívia, com medo de que Alceu chutasse o pau da bandeira e a transmissão desandasse de vez.

O fato é que, jogando “só” com Garcia e Vaca, a Bolívia encarou o Brasil de igual para igual e arrancou um heróico empate em 2×2. Naquele tempo, empatar com o Brasil merecia o apodo “heróico”. Hoje, até Venezuela ganha da gente sem que Hugo Chavez decrete feriado nacional.

Encerrada a transmissão, fomos todos tomar nosso fogo paulista (uma mistura de cachaça com groselha, verdadeira bomba, mas era o que o orçamento minguado permitia) em paz.

_________0-0-0-0-

Tempos de fogo paulista, pão com mortadela, calça velha azul e desbotada (porque só tinha uma). Não parecia, mas éramos felizes e só viríamos saber bem depois.

OZIEL ASSUME COMANDO DE PROGRAMA POLICIAL NA DIFUSORA

Oziel Aragão

O programa policial “O Crime Não Compensa”, exibido à tarde na Rádio Difusora de Itabuna, terá novos apresentadores. Sai a dupla Paulo Leonardo e Osvaldo Bispo, dando lugar a um time comandado por Oziel Aragão.

Há oito anos na Difusora, Oziel assume a missão como mais um desafio em sua carreira. Uma tarefa que ele vai dividir com Luísa Couto,  Ray Nascimento, Tamires Santana e Luiz Carlos Barroso.

O novo apresentador revela que “O Crime não Compensa” terá outras alterações, como novos quadros e vinhetas. O programa é o de maior audiência no rádio itabunense.

RADIO KARDEC

´Alan, chama o Jair pra mim´

Rádio Difusora Oeste, Osasco (SP), início da década de 80. Nossa briosa equipe estava fazendo a cobertura da festa “Destaques do Esporte”, dessas que acontecem até hoje e que têm troféus pra todo mundo, do “Craque do Ano”, do futebol ao ´cuspe à distância`, até aquele empresário amigo que, coincidência é claro, patrocina o evento ou a equipe de esportes. Ou as duas coisas.
O fato é que naquele dia tinha troféu demais e, pra todo mundo que era anunciado, eu dizia “daqui a pouco vamos ouvir o homenageado”.
E lá ia eu ouvir o homenageado, que invariavelmente dizia chavões do tipo “estou feliz por essa homenagem”, “vou guardar o troféu com carinho”, “não esperava esse prêmio” (se não esperava, aquele cheque de ontem foi o que? Contribuição para alguma obra social?) e outras frases feitas.

Eu estava achando aquilo tudo uma baboseira interminável, ainda mais que como o sujeito da antológica música Trem das Onze (“não posso ficar nem mais um minuto com você…”), tinha que pegar o ônibus das 11, ou encarar a pé o caminho para onde morava, num bairro distante da periferia. Pobre, pero feliz e cumpridor.
De saco cheio ou preocupado com ônibus das 11, nem me toquei quando (glória a Deus nas alturas!) anunciaram o último homenageado:
-E agora o troféu Destaque do Esporte vai para Jair Ongaro.
Prontamente, eu perpetrei:
-Daqui a pouco vamos ouvir o homenageado…

Antonio Baltazar, o Batata, podia perder o amigo, mas não perderia a piada, dada de bandeja e ao vivo nos microfones da nossa Difusora.
-Ô garoto, só se for ouvi-lo no Centro Espírita. Jair Ongaro morreu há mais de 20 anos.
Era homenagem póstuma e eu não havia prestado atenção.
Desliguei o microfone e sai de fininho. No ônibus lotado e cheio de gente sonolenta, ninguém riu de mim. Aliás, ninguém me notou, “famoso quem?” que eu era. E continuo sendo.
Apesar de minhas esporádicas incursões pelo espiritismo, doutrina que admiro e onde tenho amigos que prezo, nunca me atrevi a seguir o conselho do velho Batata.

Naquele lugar chamado eternidade e sem a necessidade terrena de fazer média, Jair Ongaro, sangue italiano, poderia dar uma resposta que chocasse até os ouvintes da Radio Difusora.
Imagina, então, os da Rádio Kardec.

ONZE CONTRA DOIS. E AINDA TERMINOU EMPATADO

Rádio Difusora Oeste, Osasco (SP), 1985. Para quem trabalha em radio pequena, cobrir uma partida da Seleção Brasileira é a glória. Assim, até um jogo mulambento entre Brasil e Bolívia no Estádio do Morumbi, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 86, no México, ganhava ares de decisão.

O Brasil, dirigido pelo saudoso Telê Santana, já estava classificado e o time era recheado de jogadores do São Paulo, como Oscar, Silas, Careca, Muller, Sidney e um Falcão já em fase outonal. Enfim, a velha e boa média com a sempre exigente torcida paulista.

Para nós da aguerrida Difusora Oeste, era a chance rara de poder contar (como estou contando aqui) que cobrimos um jogo da Seleção Brasileira. Grande m…, dirão alguns, diante da maneira como o nosso time nacional foi banalizado e transformado em mercadoria para as nikes e cbfs da vida. Mas, naquele tempo a Seleção ainda era uma instuição quase sagrada.

A equipe da rádio para o jogo em questão tinha Alceu de Castro na narração, Carlos Roberto nos comentários e eu como repórter de pista. Os “famosos quem?”.
Alceu  era um sujeito simplório, vindo do interior, que adorava imitar o Fiori Giglioti. Sem muito estudo, quando cismava com uma palavra bonita usava toda hora, mesmo que ela não fizesse o menor sentido na transmissão.

Ao receber a escalação da Bolívia, com aqueles nomes todos em espanhol, parecia que Alceu havia se deparado com a escalação de um time grego ou polonês, com seus nomes impronunciáveis.

Vendo a dificuldade do narrador, Carlos Roberto passou dica:
-Ô Alceu, pega uns cinco ou seis nomes mais fáceis e toca a transmissão numa boa.

Alceu acatou a sugestão, mas talvez empolgado por estar narrando um jogo da Seleção Brasileira, em vez de cinco ou seis, ele só guardou o nome de dois jogadores da Bolívia: Garcia e Vaca.

E era um tal de “Garcia toca para Vaca”, “Vaca lança para Garcia”, “Vaca faz falta feia em Careca”, recheados pelo “bola com o número 8”, “olha o número 5 avançando pela ponta”. E a gente sem querer ou poder “escalar” mais alguns jogadores da Bolívia, com medo de que Alceu chutasse o pau da bandeira e a transmissão desandasse de vez.

O fato é que, jogando “só” com Garcia e Vaca, a Bolívia encarou o Brasil de igual para igual e arrancou um heróico empate em 2×2. Naquele tempo, empatar com o Brasil merecia o apodo “heróico”. Hoje, até Venezuela ganha da gente sem que Hugo Chavez decrete feriado nacional.
Encerrada a transmissão, fomos todos tomar nosso fogo paulista (uma mistura de cachaça com groselha, verdadeira bomba, mas era o que o orçamento minguado permitia) em paz.

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Tempos de fogo paulista, pão com mortadela, calça velha azul e desbotada (porque só tinha uma). Não parecia, mas éramos felizes e só viríamos saber bem depois.

MP ACUSA VEREADORES DE ENVOLVIMENTO COM MÁFIA DOS CONSIGNADOS

O promotor Inocêncio Carvalho, do Ministério Público Estadual, disse no programa Cacá Ferreira (Rádio Difusora), que entrou com uma ação civil pública contra vereadores de Itabuna, por suposto envolvimento em um esquema para a obtenção fraudulenta de empréstimos consignados.

Entre os vereadores que estariam envolvidos com a maracutaia, o representante do MP citou Solon Pinheiro, Raimundo Pólvora, Clovis Loiola, Ricardo Bacelar, Roberto de Souza e Wenceslau Júnior. Segundo Carvalho, há provas consistentes de que eles cometeram a fraude.

O esquema funcionava a partir do aumento fictício dos valores contidos nos contracheques de assessores, que desse modo aumentavam sua margem para a contratação dos empréstimos. Além dos vereadores, o MP pede a condenação do ex-diretor Administrativo da Câmara, Alisson Cerqueira, e do ex-chefe de Recursos Humanos, Kleber Ferreira. O Banco do Brasil e o Bradesco também estão no polo passivo da ação.

O promotor disse na entrevista a Cacá Ferreira que o ex-chefe de RH era beneficiado com uma pensão alimentícia concedida de modo fraudulento. Essa artimanha permitia que a esposa de Ferreira fosse contemplada com uma “mesada” de R$ 3 mil. O vereador Wenceslau Junior alega que  nunca se beneficiou  de eventuais empréstimos tomados pelos assessores que prestaram serviços ao seu gabinete e disse que protocolou ofício junto à Vara da Fazenda Pública autorizando a quebra dos sigilos bancários, fiscais, telefônicos e eletrônicos.

Fora da política e sem rádio, Fernando Gomes curte as praias de Ilhéus

Depois de confirmar que não vai mais disputar eleições e de vender a Rádio Difusora, o ex-prefeito de Itabuna Fernando Gomes aproveita as delícias do verão de Ilhéus.

Fernando Gomes pode ser visto na praia do Condomínio Jóia do Atlântico, brincando com as crianças e circulando sem a paparicação dos tempos de poder.

Nem aqueles chatos que pedem pra pagar uma cervejinha se aproximaram.

As fotos são do Blog do Rick.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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