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Em defesa da Educação

A Bahia Solar e o Lixo Radioativo

 

Josias Gomes

josias 2O Sol é como uma mãe. Foi do sol que surgiram outros planetas e a vida no universo se tornou democrática.

O fogo do Sol não se apaga nem com água. Porque o sol é absoluto, nasceu da explosão dos átomos.

Assim é a Bahia, mãe generosa. Semelhante ao Sol, qualquer poeira cósmica, que tente ofuscar a sua luz, a fará mais forte e iluminada.

Antes da escuridão necessitamos de luz.

Introduzimos este texto com a analogia solar porque o mundo precisa de luz, educação, ciência, arte. Devemos estar atentos à beleza da vida. Sempre seremos respeitosos e generosos com quem jamais nos ergueu a voz.

A nossa existência no planeta Terra pode nos proporcionar momentos iluminados. Mas, para os brutos, só resta a natureza morta, que engana olhar dos míopes de existência ou de quem não sabe enxergar uma luz viva.

Antes de entrarmos no mar morto e infecundo que foi o escândalo, a afronta e pequenez inaceitável do dito deputado Delegado Waldir, ‘o poeira cósmica’, façamos uma reflexão: uma poeira cósmica-mórbida tem alguma relevância diante do Sol invicto?

Delegado leigo, já que o senhor se tornou deputado, agraciado com votos de gente da sua estrutura mental, faço uma recomendação: desça do personagem Conga num circo de quinta categoria.

Respeite a Casa do Povo. O que o senhor fez, ofendendo a Bahia, foi para merecer a nossa mais alta repulsa.

Não vou entrar no mérito da sua fala em relação ao PT, porque não posso levar a sério um deputado que é “líder” do desgoverno mais incompetente e reprovado da história do Brasil.

O sujeito é filiado ao PSL, partido oficial dos laranjas e milicianos, e se acha no direito de dirigir insultos.
Se oriente, mente oca!

Quanto a chamar a Bahia de lixo, não posso me conter em dizer que você é apenas um analfabeto político e funcional.

A Bahia e os baianos merecem respeito!

Também não aceitamos as suas desculpas. Sabemos que este é o pensamento fétido que pessoas como você e os seus apoiadores verdadeiramente têm.

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PT, PSB, PSOL e PCdoB da Bahia exigem que PSL respeite o povo baiano

Na última quarta-feira, 22 de maio, o líder do PSL, partido do presidente Bolsonaro, atacou o Estado da Bahia durante uma sessão no Congresso nacional. O deputado goiano Delegado Valdir disparou seu ódio contra nosso Estado a plenos pulmões dizendo que “a Bahia é um lixo. A Bahia é um lixo governado pelo PT”.

É de causar espanto que declarações com tamanho ódio e xenofobia encontrem no Congresso Nacional um ambiente propício para serem reproduzidas. O deputado delegado Valdir reproduziu algo que nós baianos e nordestinos conhecemos muito bem, um preconceito há muito alimentado contra o nordeste, contra nosso povo, contra nossas tradições e a nossa cultura.

Entendemos também que tamanho ódio é fruto de um ressentimento e inconformismo com a manifestação que o povo baiano deu nas urnas nas eleições de 2018. Aqui o projeto político de privatizações, entrega da soberania nacional, retirada direitos e ataques as liberdades democráticas de Bolsonaro não obteve respaldo, vencendo em apenas 4 dos 417 municípios baianos.

Os partidos políticos que assinam essa nota manifestam seu mais profundo repúdio e indignação com essa declaração de um deputado que é a liderança do partido do governo federal no Congresso. Diferenças políticas com um partido que administra o governo do Estado não estão acima do respeito para com o povo da Bahia. Temos orgulho da Bahia, orgulho do nosso povo, da nossa cultura e das nossas tradições. Somos os filhos e filhas de Luiza Mahin, Maria Filipa, Manoel Faustino, João de Deus, Sabino e Joana Angélica, herdeiros de uma História de resistência contra a tirania e opressão.

Salvador, 23 de maio de 2019.

Lídice da Mata
Deputada Federal e Presidenta do PSB/BA

Everaldo Anunciação
Presidente do PT/BA

Everaldo Augusto
Presidente do PCdoB/BA

Fábio Nogueira
Presidente do PSOL/BA

Robinson pede arquivamento da proposta de reforma da previdência

robO deputado estadual Robinson Almeida (PT) pediu ao presidente da Comissão Especial da Reforma da Previdência, deputado Marcelo Ramos (PR), que a PEC 6/2019 seja arquivada pela Câmara Federal. A solicitação foi feita nesta segunda-feira (20) na sessão especial sobre a reforma da previdência e seus impactos na Bahia, realizada na Assembleia Legislativa, sob a presidência do deputado estadual Fabrício Falcão (PC Do B).

“O que se ver é uma proposta de reforma da previdência que quer tirar dos pobres para dar aos grandes banqueiros de nosso país, porque o regime de capitalização é isso, senhor presidente. Por isso peço ao senhor que arquive esse proposta, porque esse projeto é contra o interesse nacional, contra os trabalhadores do campo e da cidade e vai causar, se aprovada, um caos econômico e social nos municípios brasileiros”, disse o parlamentar, que citou o Chile como exemplo malsucedido. “Essa experiência de capitalização já foi usada no Chile e provocou uma legião de idosos pobres que não conseguem ao final de sua vida manter, sequer, 50% da sua renda para ter uma vida digna”, ilustrou Robinson. Além de deputados, o evento na Assembleia Legislativa contou com a participação de diversas entidades sociais e sindicais, como a Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Campanha Lula Livre vai promover mutirão de diálogo em todo o país

lula l

A iniciativa na eleição do ano passado, onde as pessoas foram para espaços públicos conversar com eleitores indecisos, e ficou conhecida como Vira Voto, é a inspiração do Mutirão Lula Livre, marcado para os dias 25 e 26 de maio. Os comitês vão às ruas em todo o país para explicar para a população os equívocos do processo injusto ao qual o ex-presidente está sendo vítima. “Vamos para as calçadas com banquinhos, bater de porta em porta, falar com trabalhadores nas empresas etc. É hora do olho no olho”, afirma Rosane Silva, do Comitê Nacional Lula Livre.

Grupos organizados em defesa de Lula pelo Brasil terão no site oficial da campanha jornais, vídeos, entrevistas, fotos entre vários outros materiais para subsidiar o trabalho dos voluntários. Previsto inicialmente para acontecer somente no domingo 26, o evento foi ampliado para o sábado, dia 25. “Um fim de semana inteiro contempla mais formatos de ações que um único dia já que a realidade de cada região tem suas particularidades”, explica a secretária nacional da Mulher do PCdoB, Liège Rocha.

“Importante todos irmos às ruas e conversar com maior número de pessoas sobre a injustiça que é ter Lula preso exatamente no momento em que nosso país passa por uma crise profunda, que recai sobre as costas dos mais pobres. Lula foi condenado injustamente pelo juiz que se tornou ministro do principal beneficiado da prisão, já que o Lula liderava as pesquisas e seria eleito presidente se nossa democracia não estivesse sendo tão duramente atacada”, defende Guilherme Simões, da coordenação nacional do MTST e Frente Povo Sem Medo.

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O que significa Bolsonaro no poder

 Jessé Souza, no GGN

jesse de souzaA eleição de Jair Bolsonaro foi um protesto da população brasileira. Um protesto financiado e produzido pela elite colonizada e sua imprensa venal, mas, ainda assim, um “protesto”. Uma sociedade empobrecida – cheia de desempregados, de miseráveis e violência endêmica, cujas causas, segundo a elite e a grande imprensa que a mantém, é apenas a “corrupção política” – elege o mais nefasto político que os 500 anos de história brasileira já produziu. Segundo a imprensa comprada, a corrupção é, inclusive, culpa do PT e de Lula manipulando a informação e criando uma guerra entre os pobres. Sem compreender o que acontece, a sociedade como um todo é manipulada e passa a agir contra seus melhores interesses.

A única classe social que entra no jogo sabendo o que quer é a elite de proprietários. Para a elite, o que conta é a captura do orçamento público via “dívida pública” e juros extorsivos, e ter o Estado como seu “banco particular” para encher o próprio bolso. A reforma da previdência é apenas a última máscara desta compulsão à repetição. Mas as outras classes sociais, manipuladas pela elite e sua imprensa, também participaram do esquema, sempre “contra” seus melhores interesses.

 A classe média real entrou em peso no jogo, como sempre, contra os pobres para mantê-los servis, humilhados e sem chances de concorrer aos privilégios educacionais de que desfruta. Os pobres entraram no jogo parcialmente, o que se revelou decisivo do ponto de vista eleitoral, pela manipulação de sua fragilidade e pela sua divisão proposital entre pobres decentes e pobres “delinquentes”. Esses dois fatores juntos, a guerra social contra os pobres e entre os pobres, elegeram Bolsonaro e sua claque.

Foi um protesto contra o progresso material e moral da sociedade brasileira desde 1988 e que foi aprofundado a partir de 2002. Estava em curso um processo de aprendizado coletivo raro na história da sociedade brasileira. Como ninguém em sã consciência pode ser contra o progresso material e moral de todos, o pretexto construído, para produzir o atraso e mascará-lo como avanço, foi o pretexto, já velho de cem anos, da suposta luta contra a corrupção. Sérgio Moro incorporou esta farsa canalha como ninguém.

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Itabuna tem protestos contra Reforma da Previdência

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Centrais sindicais como a CUT, Força Sindical e CTB e partidos políticos como o PCdoB, PT e PSOL promoveram na tarde desta terça-feira, uma manifestação contra a Reforma da Previdência.

O ato faz parte da mobilização nacional do  1º. de Maio, em repúdio contra a reforma proposta pelo presidente Jair Bolsonaro, que penalizará e comprometerá a aposentadoria de milhões de trabalhadores brasileiros.

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Durante a manifestação, também ocorreram protestos contra o sucateamento e risco de privatização da Petrobrás, Caixa e Banco do Brasil.

A nota lamentável é a baixíssima participação popular no ato em Itabuna. Anestesiada e manipulada pelos grandes  veículos de comunicação e pela fábrica de fake news, que criminaliza sindicatos e partidos de esquerda, a população se comporta como o chinelo que aplaude a barata, aos gritos de ´Mito, Mito, Mito`.

 

Os camaradas Marinho

comunismo

Aeroporto do Congonhas. Retornando do Chocolat Festival São Paulo. Uma moça me aborda pra empurrar uma dessas promoções em que você  “ganha” uma malinha molambenta de no máximo 100 reais, mas em compensação paga quase 400 reais pela assinatura anual de duas revistas. Despesas de Correio, porque as revistas também são de graça, dizem, com o melhor dos sorrisos.

Ou a melhor das caras de pau.

Então tá.

Quando notei que as revistas em questão eram da Globo, mais pra me livrar da moça do que por ser verdade (não sou tão sectário assim), perpetrei:

-Moça, eu sou do PT, não assisto, nem leio, nem ouço nada da Globo.

E ela, com as duas mãos no bolso(naro?)

-Mas senhor, a Rede Globo também é petista…

Vôo rápido. Adios Sunpolo. I Am to go back to Bahia.

 

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O preço da Liberdade

Josias Gomes

 

josiasQuanto vale a liberdade de expressão? Sabemos que a liberdade não se negocia, não pode ser precificada. Esse texto tem o compromisso histórico de alertar muitos jovens que apoiam regimes totalitários e golpes militares com toda força que os opressores conseguiram penetrar em suas mentes.

O jovem, por si só, é um libertário e contestador nato, contudo num mundo opressor teriam as suas palavras e ações silenciadas. Durante os regimes democráticos, todo cidadão tem o direito de concordar ou não com um modelo político.

Na Ditadura Militar, não!

Uma ilustração clara é a do jornalista Reinaldo de Azevedo, que falou: “Eu escrevi uma matéria contra o Bolsonaro e fui ameaçado de morte. Eu escrevi quatro livros contra o PT e nunca fui ameaçado de morte”.

Cálice é uma canção de Chico Buarque e Gilberto Gil, feita durante os anos atômicos da Ditadura Militar. Escolhi essa canção emblemática que foi censurada pelos milicos porque tem diversas metáforas que denunciavam um Brasil amputado e podemos fazer analogias com os dias atuais.

Cálice é uma canção poética poderosa que se refere ao silêncio obrigado da população brasileira. De uma maneira magistral, Chico e Gil (com interpretação livre) denunciam a tragédia vivida pelo povo brasileiro, comparando com o calvário que Jesus sofreu até a sua crucificação.

Em um verso da canção eles cantam: “Como beber dessa bebida amarga”. O vinho, que é para celebrar a vida, está cheio de sangue, amargo, adulterado por censura, desaparecimentos, torturas e morte. O cale-se da Ditadura é feito de ópio.

Jovens, não caiam no canto da serpente. Este canto triste pode durar décadas, gerações, e amanhã vocês podem ser senhores e senhoras arrependidos.

Provavelmente, muitos jovens não conheçam a canção Cálice, porque existe um processo de alienação brutal provocado pela mídia, indústria cultural, onde tentam apagar a memória de luta do povo, artistas e intelectuais brasileiros. Cálice é um hino da minha geração que lutou por um mundo livre, plural, sem vinhos envenenados de ódio e paranoia.

Luto para que os jovens tenham a liberdade de discordar de qualquer sistema político, tenham o direito sagrado de contestar, inclusive, desse texto.

“Mesmo calada a boca, resta o peito”.

Josias Gomes é deputado federal licenciado e secretário de Desenvolvimento Rural da Bahia (SDR-BA).

Formando em universidade particular presta homenagem ao PT: “não teria como pagar”

tony 2Ao se formar em publicidade e propaganda, na Universidade Cruzeiro do Sul, em São Paulo, Antônio Augusto Granai Salmim, o Tony, decidiu fazer uma homenagem ao PT. A instituição, privada, fica num bairro de classe média alta, o Jardim Anália Franco, e é provável que a maioria dos presente ali não pense como ele. Mas Tony não se importou. Pelo contrário. Quis assinalar sua diferença.

“Decidi fazer a homenagem pois tanto eu quanto muitos outros colegas só conseguimos pagar uma universidade particular graças ao programas de financiamentos que ganharam força principalmente no governo Lula, época em que meus pais se formaram na mesma faculdade e nas mesmas condições que eu, além de militantes também. No fundo, um pouco de provocação aos presentes também, pois, por se tratar de um ambiente elitista, sabia que a maioria teria um pensamento político diferente do meu”, disse ele. (Diario do Centro do Mundo)

Rui Costa: “Os pobres não podem pagar pela reforma da Previdência”

Reeleito no primeiro turno com 76% dos votos, o governador Rui Costa, da Bahia, concedeu uma longa entrevista ao editor de Nocaute, Fernando Morais. Nos três blocos seguintes, ele fala da infância pobre, de sua trajetória política, fala do Brasil de hoje e do Brasil do futuro, e, claro, de Lula.

Veja os três blocos da entrevista:

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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