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Lançamento do livro de Zé Dirceu em Ilhéus vira ´ato de resistência´

ze dirceu

Inicialmente previsto para a Academia de Letras de Ilhéus, que recuou em função da pressão de grupos de direita, em sua maioria ligados a Jair Bolsonaro, o lançamento do livro de memórias de Zé Dirceu, realizado na Tenda do Teatro Popular, que se revelou um espaço plural e democrático, reuniu cerca de 300 pessoas e transformou-se num ato de resistência.

dirceu livro (2) Recebido aos gritos de “Dirceu guerreiro do povo brasileiro” e “Lula Livre”, ele fez um pronunciamento de cerca de 40 minutos, em que, entre outras coisas, destacou que os governos Lula e Dilma realizaram grandes avanços no combate à fome e a pobreza, geração de empregos e expansão da economia, mas errou ao não aprofundar o diálogo com os movimentos sociais. Dirceu disse ainda que “o PT foi ingênuo ao criar um aparato policial judiciário que se voltou contra nós”.

O petista disse que o Governo Bolsonaro parece estar derretendo em 20 dias, com denuncias que podem chegar ao núcleo do poder, mas lembrou que “a base de apoio popular do presidente não pode ser desprezada”, citandos os evangélicos e o seu contato permanente com as classes  menos favorecidas. Dirceu também criticou a flexibilização do uso de armas. “Não precisamos de armas,  precisamos de escolas em tempo integral e de empregos para nossos jovens”.

No final do pronunciamento e antes de iniciar a sessão de autógrafos do livro, Zé Dirceu fez uma convocação à militância: é hora de resistir, ser vermelho, ser petista”, encerrado com o coro de “Lula Livre”.

 

O lançamento do livro reuniu, entre outros, o deputado federal Josias Gomes, o deputado estadual Rosemberg Pinto, o presidente estadual do PT na Bahia Everaldo Anunciação, e os ex-prefeitos de Itabuna, Geraldo Simões, Ibicaraí, Lenildo Santana, e Itororó, Adroaldo Almeida e lideranças de movimentos sociais como MST, MLT, sindicatos, etc.

Ilhéus: grupo ameaça desmontar tenda do TPI em protesto contra lançamento de livro de José Dirceu

dirceuUm grupo de ilheenses adeptos do antipetismo e que atua em sintonia com a ideologia de direita do atual presidente Jair Bolsonaro, do PSL, ameaça desmontar a tenda do Teatro Popular de Ilhéus. Localizada na Avenida Soares Lopes, a tenda do TPI será palco, no próximo dia 18, do lançamento do livro de memórias  petista José Dirceu. Dirceu foi ministro durante o governo Lula, e lança o livro após ter passado um período preso,

Revoltados com a presença do petista em Ilhéus desde o fim do ano passado, o grupo, que vem manifestando sua insatisfação nas redes sociais com a presença de Dirceu na cidade e elogiou a Academia de Letras de Ilhéus após a entidade anunciar que devido a uma reforma o livro do petista não seria lançado em sua sede, não descarta partir para o enfrentamento, desmontando a tenda.

Tem que tacar fogo logo em tudo”, disse uma internauta  nas redes sociais, mostrando todo seu destempero. O fato é que, o que era pra ser um simples evento, pode se transformar em caso de polícia.

Lideranças progressistas e defensoras da liberdade de expressão estão se mobilizando para garantir o lançamento do livro.

Vale ressaltar que Zé Dirceu já lançou seu livro em eventos concorridíssimos, em São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Brasília, Recife, João Pessoa e outras capitais brasileiras sem que em nenhuma delas houvesse qualquer tipo de protesto, desordem, ou qualquer tipo de intolerância. (com informações do Blog do Chicó e Ipolitica)

Rui Costa: o grande derrotado foi o PSDB de São Paulo

rui costaGovernador da Bahia, Rui Costa, no Valor Econômico:

(…) Valor: Atribui-se a vitória de Jair Bolsonaro, em grande parte, ao antipetismo que teria contaminado os brasileiros, ante as denúncias de corrupção nos governos petistas. O governo errou em não fazer uma aliança para apoiar Ciro Gomes, do PDT?
Rui: Não foi o antipetismo que venceu a eleição, foi a antipolítica, a rejeição ao establishment. O povo votou contra os políticos que representavam a política tradicional, contra esse modelo de alianças do toma-lá-dá-cá. Foi esse o recado. Quem por interesse político-partidário quiser fazer a leitura de que foi antipetismo, que faça. O Ciro [Gomes] bateu no PT, o [Geraldo] Alckmin bateu forte no PT a campanha inteira. Se alguém queria votar contra o PT, votaria no Alckmin, governador de São Paulo, com experiência de gestão.

Valor: Então o senhor acha que o PT não saiu derrotado da eleição?
Rui: O Alckmin foi governador quatro vezes, e perdeu feio no Estado dele. Quem foi o grande derrotado em São Paulo: o PT ou o Alckmin? Quem tinha força eleitoral? Se eu perdesse na Bahia, o derrotado seria o PT, porque eu era o governador. Ao perder de forma tão fragorosa, o grande derrotado em São Paulo foi o PSDB.

Valor: Mas Bolsonaro é deputado há 27 anos, como o senhor acha que ele conseguiu se apresentar aos eleitores como “o novo”?
Rui: Aí só procurando um cientista político, um sociólogo, um psicólogo para explicar como ele conseguiu passar essa imagem. Mas conseguiu, mérito dele. Apesar de ser deputado há 27 anos, de ter participado de todas as votações, de todas as negociações na Câmara, ele conseguiu por alguma fórmula passar a imagem de que ele era o novo, e que não fazia parte dessa política tradicional. Ele encontrou uma fórmula de encantar e convencer os eleitores que ele era diferente de tudo isso que está aí.

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O custo do migrante: mitos x fatos

Juliette Robichez*

 

jullietteO Brasil pode se orgulhar de ser um novo polo atrativo para os migrantes do mundo inteiro. Com efeito, por se tornar, em tempo recorde – de 1988, data de adoção da Constituição Federal cidadã, até 2015, fim dos governos liderados pelo Partido dos Trabalhadores que metamorfosearam o país -, uma jovem democracia admirada no mundo inteiro, que conheceu uma estabilidade política excepcional, e por ter sido hasteada como uma das maiores economias do mundo neste mesmo período (passou da 13° posição em 2002 à 7° em 2013 no PIB Ranking Global segundo o Banco Mundial e a UN Global Data Bank), o país conheceu esse fenômeno novo na sua história contemporânea. Atraiu ondas de migrantes europeus fugindo a Espanha ou o Portugal enfrentando as dificuldades econômicas provocadas pela crise norte-americana do sub-prime de 2008, de deslocados forçados em razão de catástrofes naturais como o terremoto de 2010 que afligiu duramente o Haiti, ou da guerra que assola a Síria desde 2011 e, finalmente, de refugiados oriundos da Venezuela, país vizinho que sofre atualmente de uma hiperinflação e do crescimento da violência. A entrada inesperada dessas pessoas no território, leva legitimamente à tona a questão dos impactos da migração na economia do país.

 

a arabesSegundo a ONU, 2,3 milhões de Venezuelanos – sobre um total de 32 milhões – já deixaram seu país desde 2015; uns 50/60.000 se encontrariam no Brasil. Os dados estatísticos do Comitê Nacional para os Refugiados-CONARE apontam que o número de solicitações de reconhecimento da condição de refugiados venezuelanos disparou, passando de quatro, em 2010, a 17.865 sete anos depois. Todavia, se na mídia e nas redes sociais podemos perceber inquietações de alguns Brasileiros sobre o “êxodo” de estrangeiros no solo nacional, é necessário relativizar, preliminarmente, o risco de invasão. O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), em fevereiro de 2018, quando os Venezuelanos começaram a entrar em proporções maiores no estado de Roraima, tomou a precaução de denunciar a percepção distorcida entre os dados e a pretendida explosão de entrada dos migrantes. Com efeito, o número de migrantes pode ser considerado inexpressivo em termos absolutos quando comparado com o tamanho da população brasileira, a extensão territorial do país ou quando equiparado às mais de 65 milhões de pessoas forçadas a abandonar suas casas devido a guerras, violência ou perseguição total no mundo. O total de imigrantes, em situação regular e irregular, corresponde hoje a 1% da população total do Brasil, o que é pouco, segundo Camila Asano, Coordenadora dos Programas da ONG Conectas, Direitos Humanos, em comparação com a média mundial (3,7%) ou a situação dos Estados Unidos (14%).

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Zé Delmo: Bolsonaro, ricos e pobres…

Em tempo (o “em tempo” é necessário em tempos tão inverossíveis): a fala do ator José Delmo é uma ironia.

Rosemberg Pinto: “O Brasil do século 21 não pode retornar à década de 60″

Em discurso na tribuna da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), na noite desta terça-feira (23), o deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), reeleito para seu terceiro mandato com 101.945 votos, a segunda maior votação no estado, pediu a todos os brasileiros que façam uma reflexão antes de chegarem à cabine de votação, no próximo domingo (28). “A todos os pais e mães: como é que vamos entregar as nossas crianças a uma gestão que tem como principal expressão de candidatura, a exposição de uma criança com seus dedinhos em formato de arma?”, questionou.

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O parlamentar, que tem em uma das suas bandeiras a luta por um ensino público de qualidade, criticou as propostas do adversário do presidenciável Fernando Haddad (PT) para a área da Educação. “Como vamos entregar o Brasil a alguém que afirma que as universidades federais não têm razão de ser, porque é mais barato conceder bolsas de estudos aos pobres, sem entender ele que as universidades públicas vão além da construção e formação da sociedade, mas da construção do conhecimento científico brasileiro”, alertou.
Para Rosemberg, independentemente de ser contra ou a favor do PT, o eleitores brasileiros não podem permitir que a violência se sobreponha à paz ou a arma ao livro.
“O PT, governando o país, que também faça as reflexões dos erros que possam ter cometido. Mas, não podemos retornar o Brasil à década de 60. O Brasil do século 21 tem que ser o Brasil da paz, do conhecimento e do desenvolvimento”, conclamou.

Agentes externos provocaram uma “guerra híbrida” no Brasil, diz escritor

guerras(do Brasil de Fato) “Há uma Guerra Híbrida muito intensa sendo travada no Brasil neste momento e afeta todas os aspectos da vida de cada cidadão. Ao longo dos últimos dois anos, agentes externos vêm tentando muito sutilmente condicionar a população para voltá-la contra o Partido dos Trabalhadores, usando instrumentos como a Operação Lava Jato, apoiada pela NSA [agência norte-americana de inteligência]”, afirma o analista político norte-americano Andre Korybko, autor de “Guerras Híbridas – Das Revoluções Coloridas aos Golpes”, recém-lançado no Brasil pela Expressão Popular.

Na entrevista abaixo, Korybko, que vive em Moscou e se dedica ao estudo das estratégias do Estados Unidos na África e Eurásia, afirma que os EUA são os principais propulsores desses movimentos, que consistem em desestabilizar governos a partir de grandes manifestações de massa. São “a fagulha que incendeia uma situação de conflito interno”, como diz a apresentação do livro. Podem se transformar em golpe ou mesmo guerras não convencionais –daí a expressão guerra híbrida.

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“Brasil, ame-o ou deixe-o”

Em video ao vivo para manifestantes na avenida Paulista, Jair Bolsonaro diz que caminho para opositores é exílio ou cadeia.

Veja:

TSE abre investigações para investigar Bolsonaro por compra de mensagens contra o PT

zap(Agência Brasil)- O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Jorge Mussi abriu hoje (19) ação para investigar suspeitas de uso de sistemas de envio de mensagens em massa na plataforma WhatsApp custeados por empresas de apoiadores do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL). O pedido foi feito pela campanha do candidato Fernando Haddad (PT).

Mussi rejeitou, no entanto, pedido de diligências como quebra de sigilo bancário, telefônico e de prisão dos supostos envolvidos, por entender que as justificativas estão baseadas em notícias de jornal e não podem ser decididas liminarmente.

Ontem (18), o jornal Folha de S. Paulo publicou reportagem segundo a qual empresas de marketing digital custeadas por empresários estariam disseminando conteúdo em milhares de grupos do aplicativo.

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Everaldo Anunciação: “Haddad é garantia de democracia e desenvolvimento do país”

everaldo“O Brasil está diante de dois caminhos, a consolidação da democracia ou risco de mergulhar o país na violência, na extinção de direitos trabalhistas e da venda do patrimônio nacional”. Essa é a opinião do presidente do diretório estadual do Partido dos Trabalhadores. Em conversa com o Blog do Thame, na manhã de hoje em Ilhéus, Everaldo defendeu uma ampla mobilização da sociedade em torno da candidatura de Fernando Haddad.

Veja a entrevista:

Blog do Thame- Que avaliação você faz das eleições baianas e da atual conjuntura nacional?

Everaldo Anunciação-  A votação no Nordeste e na Bahia é uma demonstração de um povo consciente, determinado e comprometido com a democracia. A reeleição de Rui Costa, com uma votação extraordinária, a eleição dos dois candidatos ao Senado, com Wagner e Coronel, e da maioria dos deputados federais e estaduais, consolida a liderança de um grupo que está voltado para as políticas públicas, com foco no social e no desenvolvimento.

A nível nacional, atravessamos uma eleição muito difícil do ponto de vista da democracia. A recente denuncia de Caixa 2 do candidato Bolsonaro, a utilização de fake news de forma ostensiva e patrocinada setor privado deve ser repudiado pela sociedade brasileira e exige uma apuração rigorosa do Ministério Público, da Polícia Federal e do Tribunal Superior Eleitoral, para que essa prática não se consolide.

Blog do Thame- Você entende que o Brasil está diante de dois caminhos, a consolidação da democracia ou um salto no escuro que pode desaguar no fascismo?

 

Everaldo Anunciação- As propostas que um candidato apresenta, defendendo a tortura, o desrespeito, a violência contra as minorias, a ameaça aos direitos trabalhistas, a venda do patrimônio nacional, são ameaças profundas, que quem já experimentou, viu o que aconteceu com esse país.

Esse não é o caminho. Mesmo que uma parcela do eleitorado tenha algumas restrições ao PT, não é o PT que está em jogo, o que está em jogo são questões que dizem respeito ao futuro da nação. Essa é uma decisão que cada um deve tomar.

E é lamentável que o candidato Bolsonaro se negue a participar de debates, para que os brasileiros possam conhecer suas idéias e refletir o que é melhor para o país, com a retomada do desenvolvimento, a geração de empregos e investimentos prioritários em educação.

 

Blog do Thame-Nessa reta final, mobilização total para garantir a vitória de Haddad…

Everaldo Anunciação- Vamos reforçar o debate de idéias, repudiar o ódio e a violência e dialogar intensamente com todos os segmentos da sociedade, para que possamos tomar uma decisão consciente, mostrando que Haddad é o melhor para o Brasil.

Fim de domingo tristonho no barzinho do Engelho Velho

Thais Alves

capoeiraAs pessoas afogavam suas mágoas, suas tristezas, seus medos, suas lutas e, principalmente, seus cansaços. Estamos na cidade da Bahia, se levantasse a cabeça até dava para ver os orixás do dique olhando todos para baixo.

Paulo grita uma palavra de ordem para política. Um senhor de 63 anos mestre em capoeira (veja bem, mestre em capoeira) chega junto e responde que naquele lugar as pessoas gostavam mais do opositor. “Votei no PT”, ele diz.

Paulo, possesso com o enfrentamento daquele velhaco, afinal porque as pessoas deviam pensar diferente? Mais da metade do país não concorda com ele, mas ali na sua vizinhança, aturar isso é insuportável.

Ele vai em casa e volta. Veja bem, o sujeito homem vai em casa. Podia ter respirado, podia ter tomando um banho, podia ter namorado a crush, podia ter aberto mais uma cerveja da geladeira e sentado no sofá para ver sorridente o tamanho do rombo no qual o país se afogava. Podia ter feito tanta coisa. Mas ele escolheu voltar ao bar. E o fez com uma faca. Foram, ao todo, treze golpes. 12 no senhor. 1 no braço do parente que tentou defender seu mais velho.

13 golpes de raiva. Pelas costas. Um senhor de 63 anos. Podia ser seu avô, podia ser seu pai. Foi Mestre Moa, agora meu ancestral.

Paulo contou que foi xingado, que estava bebendo desde de manhã, que estava arrependido. Foi encontrado no banheiro de casa. Um rastro de sangue no caminho simplesmente levou a polícia até ele. Paulo, também tinha uma vida. Não terá mais. Assassino bom é assassino morto, diriam alguns.

 

Eu digo que Paulo vai amargar alguns anos de reclusão e uma vida inteira de remorso. A vida que ele tinha, não terá mais. Porque voltou ao bar com uma faca. Porque não respirou. Porque não se controlou. Paulo matou. Minutos antes de entoar um grito de apoio ao seu candidato, que foi, na verdade, uma ameaça, uma afronta. Uma semente jogada pelo ódio.

Paulo, que bebeu o dia inteiro para comemorar a votação expressiva de seu mito, matou uma pessoa e feriu outra. Paulo matou uma pessoa. Matou porque odiou, porque se cegou, porque achou que podia, entendeu que deveria. Desses entendimentos silenciosos que a gente escuta com a cabeça e não com os ouvidos.

Dessas mensagens que eu também recebo nos grupos do zap, grupos de amigos, pessoas queridas até, pessoas de bem (como eu e como mestre moa), que com certeza não matariam ninguém, mas defendem quem mataria, quem matou, quem mata.

Eu penso que se Paulo estivesse armado a tragédia teria sido muito pior. Mas ele não estava, ele não precisou estar. Ele foi em casa, ele pegou uma faca, ele enfiou a faca 12 vezes nas costas de um senhor de 63 anos. Podia ser seu pai. Podia ser seu avô. Podia ter sido você. E foi. Foram 43 milhões de brasileiros. Quase metade do país, quase metade, QUASE.

Bahia: mestre de capoeira é morto a facadas por fã de Bolsonaro após declarar que votou no PT

moaBahia 247 – O mestre de capoeira conhecido como Moa do Katende (foto) foi morto com 12 facadas nas costas na madrugada desta segunda-feira (8), em um bar em Salvador, após dizer que tinha votado em Fernando Haddad (PT) para a presidência da República.

O autor do crime, Paulo Sérgio Ferreira de Santana, 36 anosque teria começado a discussão, manifestou aos gritos seu apoio a Jair Bolsonaro (PSL), de acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria da Segurança Pública do Estado da Bahia (SSP-BA). Ele também admitiu aos policiais  que estava consumindo bebida alcoólica desde o início da manhã de domingo. Em depoimento ele comentou ainda que estava arrependido.

Paulo Sérgio

Paulo Sérgio

Katende estava em um bar no bairro Engenho Velho de Brotas por volta das 2h40 desta segunda-feira. A SPP-BA informou que o suspeito chegou ao local gritando o nome de Bolsoraro. A analisar o corpo da vítima, a perícia constatou que foram desferidas 12 facadas na região das costas.

Amigos e parentes lamentaram a violenta morte. Um dos posts diz que “aguerrido defensor da cultura e do povo negro, sempre a frente pela qualidade de vida da população mais pobre e desfavorecida fará muita falta”. “Meus sentimentos à família desse grande Baluarte da Capoeira! Adeus, Mestre Moa Do Katende! A Capoeira está de luto!!”, escreveu outra pessoa.

Conhecido por posições extremistas, Bolsonaro defende a Ditadura Militar (1964-1985), a pena de morte e o porte de armas para a população. No dia 1 de setembro deste ano, o presidenciável também simulou “fuzilar” a “petralhada” do Acre.

 

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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