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Com ´aula nas ruas`, Itabuna protesta contra cortes na Educação

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A aula hoje foi nas ruas. Aula de cidadania, aula de mobilização, aula de defesa da Educação. Em Itabuna, estudantes, professores, sindicalistas e lideranças políticas ocuparam a avenida do Cinquentenário, no Dia Nacional de Mobilização contra os cortes do Governo Bolsonaro, que atinge do ensino básico às universidades.

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Um dos pontos altos do protesto foi a defesa da Universidade Federal do Sul da Bahia, que teve mais de 50% das verbas cortadas, o que pode comprometer o funcionamento da instituição.

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A manifestação, que superou o ato realizado no dia 15, também protestou contra a Reforma  da Previdência. O ato foi encerrado  na praça Olinto Leone, com um chamamento à greve geral, convocado pelas centrais sindicais para o dia 15 de junho.

Mobilização pela Educação tem protestos contra Bolsonaro em Itabuna

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Com palavras de ordem contra Bolsonaro e críticas ao sucateamento do ensino público, manifestantes participaram na tarde de hoje  (15), em Itabuna, do Dia Nacional de Mobilização pela Educação, que tem atos em todo o pais.

Professores, estudantes, pais, sindicalistas e dirigentes de partidos políticos se reuniram na caminhada pela avenida do Cinquentenário. Entre os estudantes, o clima era de indignação por terem sido chamados de “idiotas úteis”  pelo presidente Jair Bolsonaro, que ainda se referiu aos protestos como coisa de “imbecis”.  “Idiota e imbecil é quem quer acabar com a educação no Brasil, que prefere as armas aos livros”, disse a estudante secundarista Maisa Matos Souza.

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O Governo Federal  realizou cortes em todos os níveis da Educação, do ensino básico às universidades. A Universidade Federal do Sul na Bahia é uma das ameaçadas pelo corte de verbas, já que ainda está em fase de organização de sua estrutura, inclusive com a construção do campus/reitoria na divisa de Itabuna e Ilhéus.

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O protesto que, segundo os organizadores reuniu cerca de 5 mil pessoas, também incluiu críticas à Reforma da Previdência.

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A Frente Brasil Popular, CUT, CTB, UBES e UNE estão convocando uma greve geral para o dia  14 de junho.

Cortes na educação: a gota d’água vai virar um tsunami

Pedro Gorki

pedro gNa segunda-feira, 6 de maio, eu estava junto às centenas de estudantes que protestavam do lado de fora do Colégio Militar do Rio de Janeiro, no bairro da Tijuca. Dentro, o presidente Jair Bolsonaro, cujo governo anunciou, recentemente, o corte de 30% do dinheiro da educação. Enquanto Bolsonaro estava fechado, cercado por alto esquema de segurança, com medo da reação popular e de encarar os jovens que lá estavam, o protesto dos secundaristas ganhava o apoio da população, das pessoas que passavam a pé, nos carros, dos trabalhadores, de quem escutava as reivindicações e concordava com elas.
A reação popular contra os cortes na educação, liderada pelo movimento estudantil secundarista e universitário, pode resultar nas maiores manifestações do Brasil desde a posse presidencial em janeiro. Até Bolsonaro já sabe que essa foi a gota d’água que vai virar um tsunami. Bolsonaro não gosta muito de estudar e não é lá muito bom de história – a ponto de falar que a ditadura no Brasil não existiu ou que os ditadores assassinos de países como o Chile e o Paraguai foram pessoas importantes. Mas ao ignorar ou desconhecer que, neste mesmo continente, foi a juventude que enfrentou e derrubou os regimes mais autoritários, pode ter cometido um erro que as ruas não vão perdoar. Nós vamos para cima.

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Itabuna tem protestos contra Reforma da Previdência

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Centrais sindicais como a CUT, Força Sindical e CTB e partidos políticos como o PCdoB, PT e PSOL promoveram na tarde desta terça-feira, uma manifestação contra a Reforma da Previdência.

O ato faz parte da mobilização nacional do  1º. de Maio, em repúdio contra a reforma proposta pelo presidente Jair Bolsonaro, que penalizará e comprometerá a aposentadoria de milhões de trabalhadores brasileiros.

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Durante a manifestação, também ocorreram protestos contra o sucateamento e risco de privatização da Petrobrás, Caixa e Banco do Brasil.

A nota lamentável é a baixíssima participação popular no ato em Itabuna. Anestesiada e manipulada pelos grandes  veículos de comunicação e pela fábrica de fake news, que criminaliza sindicatos e partidos de esquerda, a população se comporta como o chinelo que aplaude a barata, aos gritos de ´Mito, Mito, Mito`.

 

1º de Maio: centrais sindicais se unem em protesto contra a Reforma da Previdência

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Em resposta ao avanço da tramitação da reforma da Previdência do governo de Jair Bolsonaro (PSL) no Congresso Nacional, a CUT e demais centrais sindicais – Força Sindical, CTB, Intersindical, CSP-Conlutas, Nova Central, CGTB, CSB e UGT -, além das frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, convocam os trabalhadores e trabalhadoras a ocuparem as ruas no 1º de maio em defesa da aposentadoria.

Nesta terça-feira (23), a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, por 49 votos a favor e 18 contra, o parecer do relator da reforma, deputado delegado Marcelo Freitas (PSL-MG). Os únicos que votam contra o fim do direito à aposentadoria foram os deputados do PT, PC do B, Psol, PSB, Pros,PDT, Avante e Rede.

E, pela primeira vez na história, as centrais sindicais brasileiras se uniram em um ato unificado de 1º de maio, especialmente para lutar contra a reforma da Previdência de Bolsonaro que acaba com o direito à aposentadoria de milhões de brasileiros e brasileiras.

Durante o ato do Dia Internacional dos Trabalhadores, os sindicalistas vão anunciar os próximos passos da luta para impedir a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 06/2019, que trata das profundas mudanças nas regras da aposentadoria.

“As centrais estão construindo a data da greve geral. Por isso, é importante a realização de grandes atos do 1º de maio no Brasil inteiro”, diz o Secretário-Geral da CUT, Sérgio Nobre.
15 de maio, Dia Nacional de Luta

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Itabuna tem protestos contra a Reforma da Previdência

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A  Frente Brasil Popular, com o apoio da CUT e da CTB, promoveu hoje pela manhã em Itabuna um ato contra a Reforma da Previdência, que ameaça os direitos da classe trabalhadora.

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O ato, realizado na Praça Adami, reuniu dirigentes dos sindicatos dos bancários, comerciários, construção civil, professores, servidores públicos e saúde e saneamento,  além de movimentos sociais e estudantes da rede pública de ensino, que também fizeram uma caminhada na avenida do Cinquentenário, com faixas e cartazes em defesa dos trabalhadores e do ensino universalizado e de qualidade.

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Pela manhã, cerca de dois mil e duzentos  operários da Trifil, a maior empresa de Itabuna, paralisaram as atividades por uma hora. Os bancos só abrirão ao meio dia, em função da paralisação de uma hora dos bancários. Cartazes e gritos de Fora Temer também marcaram as manifestações, que ocorrem em todo o País.

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Ainda hoje, a partir das 15 horas, a APLB/Sindicato promove uma passeata na avenida do Cinquentenário, seguida da ato público na Praça Adami.

Bancários protestam em Itabuna contra demissões e fechamento das agências do BB e da Caixa

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O Sindicato dos Bancários de Itabuna e Central dos Trabalhadores do Brasil promoveram hoje em Itabuna atos contra a proposta de desmonte do Banco do Brasil e da Caixa, feita pelo Governo Federal, com o fechamento de agências e demissão de cerca de 20 mil trabalhadores em todo o país.

Os protestos acontecerem em frente ás agências do BB e da Caixa e também incluíram críticas a PEC que limita os gastos públicos e pedidos de `Fora Temer`.

Itabuna terá protesto contra a PEC 241

temer-traiCentrais sindicais e movimentos sociais farão mobilização nacional, nesta sexta (11), contra a PEC dos Gastos Públicos, a 241/55, e a MP 746, de reestruturação do Ensino Médio. Haverá paralisação de vários serviços, segundo a organização em Itabuna, onde haverá caminhada a partir das 15h, com concentração no Jardim do Ó.

Os atos programados para amanhã também são protesto contra as reformas da Previdência e Trabalhista e, ainda, o pedido de saída do presidente Michel Temer.

Em Itabuna, a Frente Brasil Popular, composta por esses movimentos, decidiu que vai “paralisar os serviços da Emasa, Correios e escolas públicas”. Também haverá protestos durante o dia nas áreas da saúde, comércio, bancos, Nestlé, IFBA, UESC e UFSB. As paralisações foram aprovadas em assembleias dos trabalhadores, segundo a Frente.

A caminhada está programada para ocorrer no centro de Itabuna. A concentração começa às 15h, no Jardim do Ó. A passeata percorrerá a Avenida do Cinquentenário e o encerramento do ato de protesto será encerrado na Praça Adami, de acordo com a organização. A expectativa é de que 2 mil pessoas participem da manifestação. (do Pimenta)

Temer diz que 40 pessoas foram a ato contra ele na Paulista e PM de SP diz que foram 35

 (do Blog Sensacionalista)- O presidente Michel Temer reforçou ontem  a entrevista que deu na última sexta-feira dizendo que os protestos contra ele são de “pequenos grupos, grupos mínimos, movimentos populares sem muito peso” e que seriam “40, 50, cem pessoas” e que seriam um grupo inexpressivo.

protestiTemer disse isso após assistir à cobertura do ato pedindo eleições diretas de grandes grupos de comunicação. “Vi umas três pessoas debaixo de uma árvore em Copacabana de manhã e agora vi mais umas 40 na grande avenida Paulista, onde o verdadeiro brasileiro trabalha nas instituições financeiras americanas que representam o cerne da nossa população e cultura.”

A conta de Temer, no entanto, foi prontamente rebatida pela Polícia Militar de São Paulo. De acordo com o coronel Melquisedeque Metralhadora, a PM usou helicópteros e um software de última geração da multinacional Alstom para chegar ao número de 35 manifestantes.

“Isso, se somarmos os vendedores de churrasquinho, água mineral e cerveja em lata. Há também o risco de o número estar exagerado porque nossa inteligência pode ter contado cinco torcedores do Internacional, vestidos com a camisa do time, como arruaceiros de vermelho.”

Dia de protestos em Itabuna e Ilhéus contra a Lei da Terceirização

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Manifestantes que protestam contra o Projeto de Lei da Terceirização bloquearam a rodovia Ilhéus-Itabuna no trecho de entrada ao bairro Teotônio Vilela. Eles queimaram pneus e o congestionamento chega a 5 quilômetros. A pista só deve ser liberada no final da manhã. Os transportes coletivos também não estão funcionando em Ilheus.

Em Ilhéus, os sindicatos dos Bancários e dos Comercíários promovem manifestação da Praça Adami. Nas agencias bancárias, o atendimento só é feito nos caixas eletrônicos.

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100 dias: o que está em jogo é o futuro do país

 

Ricardo Kotscho no Balaio do Kotscho

 

ricOs governos, por melhores ou piores que sejam, passam. Os países ficam.

É nisso que deveríamos pensar neste dia 10 de abril de 2015, uma sexta-feira: o que está em jogo no momento não é o destino de um governo, mas o futuro do nosso país.

Na nossa jovem democracia, que acaba de completar 30 anos, nunca tivemos os primeiros 100 dias de um novo governo tão tumultuados, com tantas crises e conflitos ao mesmo tempo, como neste Dilma-2.

A esta altura do campeonato nacional, tão grave é a situação, que não adianta ficar discutindo quem é o culpado e quem tem razão, quem errou ou acertou nas suas previsões, quem roubou mais ou menos. Estamos todos no mesmo barco, à deriva.

O fato é que completamos este período simbólico com uma junta civil formada por Dilma, Temer e Levy no comando do país, um Congresso conflagrado, em que a maioria governista virou minoria, a base aliada em frangalhos e a oposição liderada pelo principal partido aliado, o PMDB de Eduardo Cunha, sem falar nos estragos já causados pela Operação Lava Jato nos principais indicadores econômicos.

Para se ter uma ideia do clima, esta semana, durante um debate promovido pelo Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais, em Belo Horizonte, a primeira pergunta que me fizeram foi sobre o perigo de termos novo golpe militar. Não corremos este risco. Respondi que a maior ameaça à democracia não vem dos quartéis, mas da aliança conservadora jurídico-parlamentar-midiática liderada pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e o ministro do STF Gilmar Mendes, em parceria com o Instituto Millenium.

São eles que determinam a agenda política e inspiram estes grupos cinzentos de indignados e revoltados formados nas redes sociais, que marcaram novas manifestações contra o governo para o próximo domingo, dia 12. Ganharam tanta força nestes 100 dias que, a seguir nesta marcha, daqui a pouco vão querer revogar a Lei Áurea e implantar a pena de morte no país, com o apoio de paneleiras e marchadeiros sem noção mobilizados em torno de um único objetivo: “Fora Dilma!”.

O que os move é apenas o sentimento de vingança, inconformados com a quarta derrota seguida para o PT de Lula e Dilma. O que eles querem, afinal, além de derrubar o governo? Para colocar em seu lugar que projeto de país?

Se o que os mobiliza fosse o combate à corrupção, por que não gritam também “Fora Cunha!” e “Fora Calheiros”, os presidentes da Câmara e do Senado que estão sendo investigados pela Operação Lava Jato? Será que alguma das suas emergentes lideranças está preocupada mesmo em salvar a Petrobras ou apenas quer rifa-la na bacia das almas para o primeiro gringo que aparecer?

Por que não levam para as marchas faixas e cartazes com os nomes dos bancos e das empresas investigados na Operação Zelotes no maior propinoduto de sonegação fiscal da nossa história? Por que não pedem a lista dos maganos flagrados com contas secretas no HSBC da Suíça? Por que não cobram da Justiça mais agilidade nos processos dos mensalões tucanos e dos trensalões paulistas?

O quadro é tão nebuloso que a oposição oficial dos tucanos e agregados está mais perdida do que cachorro em dia de mudança, sem saber se dá as caras nos protestos ou fica mais uma vez na janela para ver a banda passar, torcendo de longe. Já não sinto neles e nos seus celerados porta-vozes da imprensa o mesmo ânimo dos dias que antecederam o 15 de março, que pode ter sido apenas um tardio espasmo pós-eleitoral.

Seja como for, aconteça o que acontecer no domingo, ainda temos pela frente 1.360 dias de governo Dilma-2, agora sob a direção da dupla Temer & Levy e com a presidente no papel de rainha. Em lugar do flácido “presidencialismo de coalização” da envelhecida Nova República, estamos inaugurando o parlamentarismo monárquico. Pelo menos nisso, ficamos mais parecidos com a Inglaterra…

E vamos que vamos.

Juca Kfouri: “não se faz política com ódio”

Entrevista do jornalista Juca Kfouri à TV!Brasileiros:

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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