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Brasil deve colher 240 mil toneladas de cacau

A Tarde CacauOs produtores de cacau do Brasil devem colher mais de 240 mil toneladas na safra de 2015/16. Entre o início de maio e o dia 9 deste mês, as processadoras receberam mais de 100 mil toneladas do produto.

O crescimento foi de 26% em relação ao período anterior. A previsão é de que a produção de cacau da Bahia supere as 140 mil toneladas. O estado seguirá líder na produção nacional de cacau.

Mas a produção vem avançando na lavoura do Pará. A área que passou a dar frutos aumentou para 118.700 hectares. O acréscimo em relação à safra passada foi de 12 mil hectares. Esse ano, a produção no Pará deve chegar a 100 mil toneladas.

Pará pode ultrapassar Bahia na produção de cacau

Eliana FrançaO Pará vem apresentando um vertiginoso aumento na produção do cacau a tendência é que supere a Bahia nos próximos anos, mantida a taxa atual de expansão.

Presente no VII Festival Internacional do Cacau & Chocolate, em Ilheus, a secretária adjunta de Agricultura do Pará, Eliana França dos Santos Zacca (foto), revelou que o estado saltou de 65 mil toneladas em 2011 para 105 mil toneladas em 2015. A área cultivada se expande 13% ao ano, com frutos com maior produtividade e resistentes à doenças.

De acordo Eliana Zacca, o Pará também está investindo na produção de chocolates finos, agregando maior valor ao produto. O Estado também realiza seu Festival Internacional do Chocolate e Cacau, que este ano acontece em setembro.

Aumentam os investimentos na produção de cacau na América Latina

cacau queima 1(Por Sarah McFarlane/Agencia Reuters) – Um mercado em alta desencadeada por sucessivos déficits mundiais de cacau está ajudando investimento unidade em plantações de cacau em grande escala na América Latina. Há um histórico limitado de cultivo de cacau industrial de sucesso, com projetos anteriores na Ásia prejudicadas pela doença e pela forte concorrência de outras culturas, incluindo óleo de palma e borracha.

Mas o tempo está investidores dizem maduros como os pequenos agricultores da África Ocidental lutam para acompanhar a demanda, enquanto projetos na América Latina estão vendo resultados encorajadores com árvores que oferecem rendimentos muito mais elevados. Segundo a Organização Internacional do Cacau (ICCO), a produção de cacau mundial deverá ficar aquém da demanda para uma segunda temporada consecutiva em 2013/14, apesar da produção recorde de cima produtor Costa do Marfim.

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O novo Rei do Cacau: Equador ultrapassa Brasil é o maior produtor da América Latina

equador cacauO Equador, onde as sementes oleosas usadas para fabricar  chocolate são cultivadas desde épocas pré-colombianas, ultrapassou o Brasil como maior produtor de cacau da América Latina após ter ampliado o plantio e oferecer programas educacionais aos agricultores.

A produção de semente de cacau cresceu 13%  no ano passado, chegando a  220.000 toneladas, e o país sul-americano está a caminho de se tornar o quarto maior produtor do mundo até 2015, disse Iván Ontaneda, presidente da Associação Nacional de Exportadores de Cacau do Equador, conhecida como Anecacao.

O Equador, um país que faz parte da OPEP e é mais conhecido pelo petróleo bruto e pelas bananas, está tirando vantagem da demanda global crescente por chocolate para aumentar a produção e diversificar as exportações em um momento de desaceleração do crescimento econômico e em que o déficit comercial se ampliou e atingiu o pior nível em três anos.

A produção seguirá crescendo, pois as árvores plantadas em 2009 e 2010 começam a render frutos e os agricultores, ajudados por programas do governo, estão melhorando a colheita, disse Ontaneda.

“Em termos de produção total nós ultrapassamos o Brasil em 2013”, disse Ontaneda, que é também CEO da exportadora de cacau Eco-Kakao SA, em entrevista em seu escritório em Guaiaquil. “Estimamos que em 2015 produziremos mais de 250.000 toneladas e nos tornaremos o produtor de cacau número 4 do mundo”. (da Revista Exame)

BRASIL TEM RECORDE NA PRODUÇÃO DE CACAU E PREÇOS CAEM

a boa notícia é também a má notícia

A produção brasileira de cacau na safra 2011/12 é a maior dos últimos 18 anos, de acordo com levantamento da TH Consultoria e Estudos de Mercado. A colheita atingiu 220 mil toneladas na temporada entre outubro de 2011 e setembro de 2012 (calendário internacional), conforme dados apurados recentemente pela consultoria. Trata-se de um volume 10,11% maior do que as 199,8 mil toneladas produzidas em 2010/11.

Somente a Bahia, maior produtor nacional da amêndoa, não registrava uma safra tão abundante há 14 anos. A TH estima que o Estado tenha colhido neste ciclo 155,6 mil toneladas de cacau, 3,6% acima das 150,2 mil toneladas da temporada 2010/11.

O Pará, que vem investindo em novos plantios e corresponde à maior parte da colheita fora da Bahia, também se destacou na safra. O volume colhido praticamente dobrou em cinco anos, de 32,5 mil toneladas em 2006/07, para 64,4 mil toneladas em 2011/12.

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PRODUÇÃO DE CACAU NO PARÁ CHEGA A 86 MIL TONELADAS

O Pará não para de produzir cacau. Já o Sul da Bahia…

O Pará deverá produzir em torno de 86 mil toneladas de cacau em 2012, segundo estimativa da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac). A informação foi divulgada durante a reunião do conselho gestor do Fundo de Desenvolvimento da Cacauicultura no Pará (Funcacau), presidido pelo secretário estadual de Agricultura, Hildegardo Nunes.

Ano passado, a produção de 70 mil toneladas fez circular uma renda de R$ 400 milhões, nos 45 municípios produtores atendidos pela Ceplac, e gerou R$ 48 milhões em Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS), informou o chefe do setor de Programas e Projetos da Ceplac, Luís Pinto. Neste ano, uma área de 128 mil hectares é cultivada por 15 mil produtores, 79% deles agricultores familiares. A lavoura cacaueira gera 40 mil empregos diretos e 120 mil indiretos no Estado.

 

PRODUÇÃO DE CACAU: A BAHIA PARA, O PARÁ NÃO PARA

Os números finais da colheita brasileira de cacau na safra 2011/12 ficaram próximos do previsto inicialmente pelo mercado. Segundo a TH Consultoria e Estudos de Mercado, na temporada encerrada em abril o país produziu 183,5 mil toneladas da amêndoa, queda de 8,7% sobre as 200,9 mil toneladas do ciclo anterior. Segundo Thomas Hartmann, sócio-diretor da empresa, o recuo foi determinado por problemas climáticos, situação bem diferente da que marcou 2010/11, quando a colheita, abundante, foi beneficiada pelo clima.

A Bahia, maior Estado produtor do país, foi responsável por 72% da safra brasileira, com 132,2 mil toneladas. A produção baiana foi 13,8% menor que no ciclo 2010/11. Embora a safra do Brasil tenha recuado no ciclo 2011/12, o resultado ainda foi o segundo maior desde 1996/97, em função do crescimento da produção de outros Estados, com destaque para o Pará, conforme Hartmann.

Os preços pagos ao produtor na Bahia continuam em queda, em linha com o mercado internacional. Na sexta-feira, ficaram entre R$ 74 e R$ 75 a arroba, ante R$ 77 a R$ 79 de uma semana atrás (dia 18). Os valores recuaram em relação a 2011, que registrou média de R$ 75 a R$ 76 a arroba. Segundo Hartmann, os preços estão voltando ao “vermelho” e já perto de não cobrir mais o custo de produção, avaliado em torno de R$ 70 a arroba.

 

Tá bom, mas tá ruim. Produção de cacau aumenta, preço cai

Enquanto o semi-árido baiano sofre com a maior seca já registrada na história do Estado, a região sul comemora os bons resultados da produção de cacau. De acordo com a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), a safra baiana deverá superar 130 mil toneladas do produto, um incremento de 8% em relação ao ano passado.

No entanto, apesar da boa colheita, o preço do commodity tem caído no mercado internacional. Enquanto a arroba custava R$ 77em 2011, ela custa agora R$ 66. Informações do Globo Rural.

OLHA O CACAU DO PARÁ AÍ, GENTE!

Com custos mais baixos, Pará aumenta a produção de cacau.

O cacau do Pará pode contribuir de forma decisiva na meta do governo de levar o país de volta ao patamar de produção dos anos 80, de 400 mil toneladas anuais.
Com clima e vegetação favoráveis, além de custos mais competitivos, o Estado vem elevando a área de cacau entre 8.000 e 10 mil hectares anualmente, segundo Jay Wallace Mota, da Ceplac.
As estimativas sobre a safra paraense são divergentes, variam entre 48 mil e 60 mil toneladas. Mas a maior participação do Estado na produção nacional é consenso.
Como a agricultura familiar predomina no Pará, as despesas com mão de obra são menores do que na Bahia.

Enquanto nós caçamos bruxas, os paraenses colhem cacau

Além disso, os produtores têm mais liberdade no manejo das plantações do que na Bahia, que enfrenta mais restrições em razão do sistema de plantio -no Estado do Nordeste, o cacau é integrado à Mata Atlântica.
Com mais autonomia para podas de árvores vizinhas, os paraenses conseguem enfrentar melhor a vassoura-de-bruxa (doença que atinge as lavouras), além de ter a possibilidade de desenvolver atividade complementar, como o plantio de seringueiras ou a produção de açaí.
Ao mesmo tempo, o cacau do Pará é vendido a preços abaixo do produto baiano, pois cabe ao produtor arcar com o elevado custo do frete.
Apesar do avanço, a produção no Pará não é suficiente para incentivar a instalação de indústrias no Estado.
Para atrair os processadores, o Pará persegue a meta de atingir uma produção anual entre 120 mil e 150 mil toneladas, segundo Mota.  (da Folha de São Paulo)

 

COSTA DO MARFIM LIDERA PRODUÇÃO DE CACAU. BRASIL É O 6º

Cacau da Bahia: só 5% da produção mundial

 

A Costa do Marfim manteve a liderança na produção mundial de cacau em 2011, com 35%, seguida de Gana, com 24%. Na sequencia vem a Indonésia, Nigéria, República dos Camarões, Brasil.

O Brasil, que há três décadas era o maior produtor de cacau do planeta, hoje é responsável por apenas 5% das amêndoas colhidas, revezando-se com o Equador na sexta colocação.

A produção mundial de cacau em 2011 chegou a 4,25 milhões de toneladas. (fonte:  Organização Internacional do Cacau)  

NESTLÉ INVESTIGA TRABALHO ESCRAVO NA PRODUÇÃO DE CACAU

crianças africanas na roça de cacau

A Nestlé, o maior grupo de alimentos do mundo, anunciou que vai investigar se o cacau comprado por suas empresas utiliza trabalho infantil.

No mês passado, a BBC filmou crianças cortando cacau na Costa do Marfim. Uma das crianças disse que não vê sua família há três anos.

O vice-presidente de operações da empresa, José Lopez, diz que está claro que a forma atual da cadeia do cacau, que envolve trabalho infantil entre os intermediários, não é sustentável.

O caminho do cacau até o chocolate vendido nas lojas é complexo e cheio de intermediários. As sacas de cacau são enviadas da África para Europa e Estados Unidos sem rótulos que indiquem a origem do produto.

A Nestlé quer começar a rastrear o caminho percorrido pelo cacau desde a sua origem até as lojas. Ativistas dizem que esse tipo de promessa já foi feito antes, e cobram resultados mais concretos da investigação. A investigação da Nestlé começará em dezembro.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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