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Na Bahia, o povo diz o que quer da política

 Josias Gomes

josias gomesTermina o Carnaval, na Bahia e no Brasil, em meio ao qual as sombras que rondam a política brasileira pairaram ameaçadoras. O povo aproveitou a folia para expor veementemente sua insatisfação com os rumos do país.
Blocos, escolas de samba, grupos de foliões, expressões carnavalescas de diversos estados, de Norte a Sul do país, por suas alegorias, enredos, dizeres, marchinhas e fantasias reverberaram toda a insatisfação popular com o canhestro e ilegítimo governo federal, do momento.

No balanço desses dias, vai ser muito difícil encontrar algum exemplo de político que tenha testado sua popularidade, peito aberto, caminhando em meio ao povo, sem aparato de segurança, que tenha se saído bem.
Na Bahia, porém, há um belo exemplo de político de bem com o povo, no caso, o governador Rui Costa, do PT, que termina por redimir a própria política, sugerindo que o povo pode não estar propriamente insatisfeito com ela (a política).

Desde a Lavagem do Senhor do Bonfim, onde os possíveis candidatos costumam testar suas chances com o povo, especialmente em ano eleitoral, que é notável a diferença entre o tratamento popular dispensado a Rui Costa e o que é dedicado a seus adversários.

Nesse ritmo, o clima que rondou a presença do governador foi, todo o tempo, de muita alegria, com Rui sempre aplaudido, por onde quer que caminhasse, desde o ato ecumênico que marcou o início do cortejo, até o seu final.

Na oportunidade, o povo soteropolitano, irmanado com gente vinda de toda a Bahia, e do país, não deixou margem a qualquer dúvida sobre o acerto das decisões do atual governo baiano no campo da mobilidade urbana, da saúde e da educação, exemplos para todo o país.

Agora, mesmo, no Carnaval, Rui Costa não arrumou qualquer desculpa que lhe permitisse fugir do povo, e, acompanhado da esposa, e poucos assessores mais diretos, caminhou sempre muito tranquilamente em meio aos foliões.

Por onde passava, Rui Costa era amplamente aplaudido, com o povo gritando o seu nome, buscando abraça-lo, fazendo selfies, em passeios sem atropelos, embora cercado de muito calor humano a comprovar a aprovação dos baianos ao seu governo.

Ainda no Carnaval, Rui Costa foi prestigiar a saída do tradicional bloco Ilê Aiyê, onde sua presença foi saudada pelos brincantes e pelo povo. Também, nessa oportunidade, seus adversários arrumaram outra coisa para fazer, e, não foram.

São essas histórias do Carnaval e dos eventos mais tradicionais da Bahia que efetivamente revelam a enorme vantagem popular de Rui Costa, frente a seus adversários, o que enche de orgulho a todos aqueles, que, a meu exemplo, têm a honra de participar do seu governo.

Mas, retornando à questão: Haverá mesmo, no Brasil atual, uma rejeição popular à política? Afinal de contas, Rui Costa, é político, dos mais refinados, escolhido por Jacques Wagner para o governo, dentro de um processo claramente político e do mais amplo conhecimento público.

O que pode estar havendo, de verdade, é não um questionamento da política, mas, das práticas políticas em curso. Político correto, unindo discurso e prática, acertando na gestão, Rui é, na verdade, o exemplo escolhido pelo povo para dizer: “olha, a política deve ser assim; o político que a gente quer é desse jeito”.

Somente com uma leitura correta da realidade é que será possível encontrar a saída para a atual crise de identidade que tanto atormenta o mundo político, o que recomenda atentar com muita acuidade para o fenômeno Rui, que é um político, com clara definição partidária pelo PT, e, ao mesmo tempo, detentor de amplo e inegável apoio popular.

Josias Gomes é Secretário de Relações Institucionais e Deputado Federal licenciado.

Quem lê não se deixa enganar

João Palma

joão palma Desde minha estreia nesse espaço, junho passado, confesso que, pela primeira vez, titubeei (eita palavrinha) sobre o que escrever. Não que falte assunto, embora meu compromisso tem sido abordar questões relacionadas à leitura e, sobretudo, a falta que ela – a leitura – faz.

Acordei bem cedo e subi para, na paz da madrugada, só interrompida pelo ladrar de um ou outro cão, dedilhar meus mil e poucos caracteres, enviá-los para o blog e torcer pela publicação no sábado, quinzenalmente.

Pois bem, decidi ligar a tv num desses canais de notícias 24 horas para despertar melhor e me deu vontade de mandar parar o mundo para poder descer. Vi, mais uma vez, que no Brasil estamos à mercê de furacões mil vezes mais potentes que o Irma que arrebentou ilhotas paradisíacas no Caribe, partes de Cuba e pedaços da Florida. O mais violento furacão de todos os tempos naquela região.

Ventinho leve se comparado aos furacões brasileiros que, escondidos em ternos bem cortados e cabelos gomalinados, invadem cofres públicos com seus redemoinhos medonhos para sumirem com o nosso dinheiro que só será encontrado (se for encontrado) enfiado em offshore e empresas de fachada em paraísos fiscais.

Afronta nossa dignidade esse cenário de horror provocado por gente que faz da vilania uma demonstração de destreza e, da política, um meio de enriquecimento. Sim, sabemos que não há inocentes no inferno, nem vestais nas casas de tolerância. Certo é que pagamos por nossos erros todas as vezes que elegemos lobos em peles de cordeiro, ratos em trajes elegantes e bandidos com discursos eloquentes.

Não podemos esperar que meia dúzia de juízes e um pouco mais de procuradores saneiem e passem o país a limpo. Estamos entorpecidos com a espetacularização da corrupção mas é certo que esqueceremos rápida e facilmente. Não nos lembrávamos do anão que ressurgiu gigante e que guardava em um apartamento o dinheirinho da feira da semana. Guardado, por sinal, com tanta displicência que é de se imaginar que existam muitos outros apartamentos atulhados de dinheiro vivo por esse brasilzão afora.

Os italianos, depois da Operação Mãos Limpas, nos anos 1990, a Lava Jato de lá, tornaram Silvio Berlusconi presidente e primeiro ministro e se cansaram da caça aos corruptos. É fato que a corrupção na Itália, vai bem, grazie!

Bom pra você? Procure ler a entrevista do ex-magistrado italiano Gherardo Colombo ao jornalista Marcelo Godoy, no jornal Estado de São Paulo, de 27 de março de 2016.

Dá um Google aí e prepare-se.

 João Palma é idealizador do projeto diadelertododia

El destino incierto de la especie humana

Fidel Castro

fidel-castroUna enorme ignorancia envuelve no solo a esta, sino también sus infinitas formas de experiencias. Incluso las huellas digitales de los gemelos univitelinos, nacidos de un mismo óvulo, se diferencian a lo largo de los años. No en balde Estados Unidos, el país imperialista más poderoso que ha existido se autoengaña al asumir como doctrina un párrafo de la Declaración Universal de Derechos Humanos donde se afirma: “todos los hombres nacen libres e iguales en dignidad y derechos, y, dotados como están por naturaleza de razón y conciencia, deben comportarse fraternalmente los unos con los otros”.

Nada de eso puede ser ignorado. Hay muchas más cualidades en los principios religiosos que los que son únicamente políticos, a pesar de que estos se refieren a los ideales materiales y físicos de la vida. También muchas de las obras artísticas más inspiradas nacieron de manos de personas religiosas, un fenómeno de carácter universal.

Los hombres de ciencia ocupan hoy un lugar privilegiado en los centros de investigación, laboratorios y la producción de medicamentos destinados a la salud humana, a vencer las distancias, concentrar las energías, perfeccionar los equipos de investigación que puedan operar en la tierra y el espacio. Alguien debiera poder explicar de forma sosegada por qué puede observarse desde un observatorio a cinco mil metros de altura sobre el nivel del mar una estrella cuya luz tardó 12 mil millones de años luz; es decir, a 300 mil kilómetros por segundo, en llegar a la tierra. ¡Una insólita medalla de oro! ¿Cómo puede explicarse eso, especialmente cuando se hace referencia a la unión de las estrellas que según eminentes científicos dieron lugar a la teoría del Big Ban?

¿Qué quedaría después? Nadie podría, sin embargo, negar la afirmación de eminentes científicos que tras decenas de años de rigurosos estudios arribaron a la conclusión de que tales fenómenos son absolutamente posibles. Otro hecho de notable trascendencia es que la posibilidad de estos fenómenos es absolutamente real.

Es en este punto que las religiones adquieren un valor especial. En los últimos miles de años, tal vez hasta ocho o diez mil, han podido comprobar la existencia de creencias bastante elaboradas en detalles de interés. Más allá de esos límites, lo que se conoce tiene sabor de añejas tradiciones que distintos grupos humanos fueron forjando. De Cristo conozco bastante por lo que he leído y me enseñaron en escuelas regidas por jesuitas o hermanos de La Salle, a los que escuché muchas historias sobre Adán y Eva; Caín y Abel; Noé y el diluvio universal y el maná que caía del cielo cuando por sequía y otras causas había escasez de alimentos. Trataré de trasmitir en otro momento algunas ideas más de este singular problema.

fidel

Combinação que não combina…

mistura fina

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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