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São João da Bahia terá Elba Ramalho em dia dedicado às mulheres

Elba Ramalho - Foto - Rosilda Cruz - Bahiatursa

Uma festa dedicada ao respeito às mulheres. Com o tema “Respeita as Mina”, o São João da Bahia 2019 terá um dia totalmente dedicado a elas. No próximo 21 de junho (sexta-feira), a partir das 18 horas, as vozes femininas vão dominar os palcos espalhados pelos largos do Pelourinho, Tereza Batista, Quintas Berro d´Água, Pedro Arcanjo e do Cruzeiro de São Francisco. O grande destaque do dia será o show de Elba Ramalho.

O palco principal do projeto, instalado no Largo do Pelourinho, será aberto no dia 21 pela Orquestra Popular da Bahia, formada por três mulheres, Elen Wilson, Dheya Lessa e Elaine Fernandes. Jeanne Lima é a segunda atração da noite, seguida por Elba Ramalho, Colher de Pau e Marcia Short.

No Largo Tereza Batista, a programação conta com Rebeca Tarique, Lara Amelia, Cole Comigo, Mariana Fagundes e Cris Mel. No Quincas Berro d´Água, nomes como Julie de Assis, Cida Martinez, Nadia Maia e Maira Cajé. A grade do Pedro Arcanjo conta com Walquiria Santos, Menina Forrozeira, Geovana e banda, Gabriela Moraes e Odilani e Vitoria.

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As mulheres nas Academias de Letras: uma presença iniciada na Brasileira, da Bahia e de Ilhéus

Efson Lima

 

efsonPoucos sabem, mas a Academia Brasileira de Letras teve a participação de uma mulher na sua concepção, contribuindo para o nascimento do sodalício. Trata-se de Júlia Lopes de Almeida (1862-1934), ela foi indicada por Lúcio de Mendonça, um dos idealizadores da Academia Brasileira de Letras, para compor o quadro de fundadores. Entretanto, a sugestão não se confirmou. Era mulher e como mulher, entendia-se que não podia fazer parte do clube literário, então, decidiu-se pela participação do esposo.

 

A invisibilidade feminina parecia ser regra. Mas, em 06 de agosto de 1977, pela primeira vez, uma mulher foi eleita para pertencer ao quadro da Academia Brasileira de Letras, Rachel de Queiroz, projetando-a ainda mais no cenário nacional e possibilitando seus textos alcançarem um maior número de leitores.  Outras mulheres foram eleitas para o panteão da imortalidade literária brasileira: Dinah de Silveira de Queiroz; Nélida Piñon, que se tornou a primeira mulher a presidir a ABL, coincidentemente, no período do centenário; Lygia Fagundes Telles; Zélia Gattai; Ana Maria Machado; Cleonice Berardinelli; e a última a ser eleita para fazer parte do silogeu foi Rosiska Darcy de Oliveira em 2012. Portanto, até então, tivemos somente oito mulheres na ABL.

 

janeNa Bahia, a presença feminina foi registrada vinte um ano depois de fundada a Academia de Letras da Bahia, em 1938, com Edith Mendes da Gama Abreu. Muito tempo depois, marcando novo momento, a imortal Evelina Hoisel tomava posse, em 09 de abril de 2015, como primeira mulher presidente da Academia de Letras da Bahia, coincidentemente, como na Brasileira, na gestão de Hoisel foi comemorado o centenário da Casa de Arlindo Fragoso.  Em 2015, a Academia registrava oito mulheres. A presidência de Evelina chegou ao fim em março de 2019, quando a presidência do clube literário foi passada ao imortal Joaci Góes.

 

No interior da Bahia, precisamente, na Academia de Letras de Ilhéus, a presença feminina foi registrada pela primeira vez em 1984, naquele ano, Janete Badaró  (foto) foi eleita para a cadeira n.º 6. “Elas estão chegando”, Francolino Neto, um dos membros ativos da vida da Academia, assim prenunciava.  Foi essa advogada que mudou o curso da história do sodalício, tornando-se a primeira mulher a ingressar na ALI, demarcando novo momento no panorama literário da nação grapiúna. Em outro momento, tive a oportunidade de afirmar que Janete Badaró foi a nossa Rachel de Queiroz nas terras grapiúnas. Dois livros de sua autoria denotam a caminhada literária da mulher que ousou a ingressar em um espaço ocupado por homens.   É importante registrar a ativa atuação dela na fundação da “Ilhéus Revista” e os trabalhos desenvolvidos nesse periódico, consolidando assim a atuação literária da primeira imortal mulher na ALI.

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Casas Abrigo recebem mulheres em situação de violência doméstica

casas abrigoReceber proteção pode ser a diferença entre a vida e a morte de uma mulher. As Casas Abrigo administradas pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), representam a possibilidade de deixar para trás uma rotina de violência doméstica. Atualmente, as três unidades dispõem de 60 vagas, sendo 20 em cada uma. Elas ficam em três municípios diferentes da Bahia e estão à disposição de mulheres dos 417 municípios baianos.

Durante o acolhimento, a mulher recebe suporte para que não volte para a situação de violência em que se encontrava, como explica o secretário da SJDHDS, Carlos Martins. “Nós temos todo um trabalho de proteção, com equipe de psicólogos e assessores, que discutem a possibilidade de colocá-la em políticas de educação, profissionalização ou empreendedorismo, a depender do caso. Isso para que elas possam sair do abrigo com uma perspectiva de autonomia”.

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Mulheres conquistam espaço na Luteria do Neojiba

neoji2

Construir, restaurar e reparar instrumentos musicais é uma profissão não muito conhecida e, até pouco tempo atrás, executada basicamente por homens. Com o passar dos anos, a atividade vem ganhando mais representatividade feminina e o Atelier Escola de Luteria dos Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia (Neojiba), no bairro do Barbalho, em Salvador, segue a mesma tendência.

neojiAos 28 anos, Jéssica Almeida é luthier da unidade e especialista em consertar e restaurar arcos para instrumentos de corda, atividade conhecida como archeteria. A jovem, que chegou a integrar a Orquestra Castro Alves (OCA) do Neojiba, iniciou um novo capítulo na música ao descobrir o mundo de fabricação e reparo de instrumentos. “Eu tocava viola de arco e um dia precisei dar uma manutenção no meu instrumento. Me apaixonei pelo ofício na hora. Consegui entrar na Luteria do Neojiba e hoje ensino a outras meninas que querem ser archetier, assim como eu. Isso é muito gratificante”, afirma.

Aluna de Jéssica, a bolsista Daiane Ribeiro garante que, anos atrás, a ideia de estar ligada à archeteria era algo impossível. “Eu só conheci a luteria depois de começar a tocar violino. Nunca sofri preconceito por ser uma mulher inserida nesse mundo, mas a gente sabe que é algo que existe, porque muita gente não acredita que uma mulher é capaz de fazer algo extraordinário, como um instrumento musical”, avalia.

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Mulheres se destacam como protagonistas da agricultura familiar na Bahia

agric familiarA mulher rural tem papel destacado na produção de alimentos, na gestão das unidades produtivas familiares, na garantia da soberania alimentar e na preservação da biodiversidade. Para incentivar e apoiar o protagonismo feminino no campo, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), tem dedicado atenção especial à mulher rural, ampliando o acesso às políticas públicas.

No Bahia Produtiva, projeto executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR/SDR), dos 32.282 beneficiários, mais 17 mil são mulheres, o que representa quase 55% do público. Do total de 874 empreendimentos apoiados pelo projeto, 285 possuem mulheres como presidente, o que representa 32,61%.

A Cooperativa Mista dos Pequenos Cafeicultores de Barra do Choça (Cooperbac), localizada no município de Barra do Choça, no sudoeste baiano, que tem como protagonista uma agricultora familiar, Joahra Oliveira, é um dos empreendimentos contemplados pelo Bahia Produtiva.

A cooperativa está recebendo recursos do governo estadual da ordem de R$ 1,5 milhão, destinado à qualificação da produção de café de 155 agricultores familiares, que passarão a contar com estufas e despolpadores. A cooperativa também foi contemplada com a reestruturação da unidade agroindustrial.

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Mais de 45% das donas de negócios no Brasil se tornaram “chefes de domicílio”

Marly Brito, do Café com Cacau

Marly Brito, do Café com Cacau

Nos últimos dois anos, a proporção de mulheres empreendedoras que são “chefes de domicílio” passou de 38% para 45%. Com o avanço, a atividade empreendedora passou a conferir às donas de negócio a principal posição em casa, superando o percentual de mulheres na condição de cônjuje (situação verificada quando a principal renda familiar provém do marido). Esta posição caiu de 49% para 41% nos últimos anos, conforme constatou o relatório especial produzido pelo Sebrae. O estudo constatou ainda que as representantes do sexo feminino empreendem movidas principalmente pela necessidade de ter uma outra fonte de renda ou para adquirir a independência financeira. Hoje, as 9,3 milhões de mulheres que estão à frente de um negócio representam 34% de todos os donos de negócios formais ou informais no Brasil.

As análises feitas pelo Sebrae mostram que as mulheres empreendedoras são mais jovens e têm um nível de escolaridade 16% superior ao dos homens. Entretanto, elas continuam ganhando 22% menos que os empresários, uma situação que vem se repetindo desde 2015, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2018, os donos de negócio do sexo masculino tiveram um rendimento mensal médio de R$ 2.344, enquanto que o rendimento das mulheres ficou em R$ 1.831.

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Feira de Saúde realiza 177 atendimentos a mulheres no Conjunto Penal de Itabuna

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Depois de beneficiar o público masculino com 786 atendimentos em sua primeira etapa, realizada no dia 24 de setembro, a 3ª Feira de Saúde do Conjunto Penal de Itabuna realizou, na segunda-feira (22.10), 177 atendimentos a mulheres custodiadas na unidade. Com isso, vai a 963 o número de atendimentos prestados aos reeducandos no âmbito da Feira de Saúde, contando as duas etapas.

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A feira, promovida pela empresa Socializa – Soluções em Gestão, que operacionaliza o presídio em regime de cogestão com o Governo do Estado, teve parceria do curso de Enfermagem da Unime e do Grupo Se Toque. O atendimento às mulheres teve como mote principal o “Outubro Rosa”, com atenção especial às ações de prevenção ao câncer de mama. Foram realizadas palestras e orientações, com demonstrações práticas sobre o autoexame, bem como aferição de pressão arterial sistêmica e de glicemia capilar.

Feira 10

As internas também participaram de oficinas de beleza e de relaxamento muscular com massagens, e de educação física. Todas receberam orientações sobre alimentação e hábitos de vida saudáveis, e fizeram avaliação de peso corporal e IMC.

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Tornozeleiras eletrônicas serão priorizadas para mulheres e agressores domésticos

Foto_Mateus Pereira_GOVBAMulheres que alcançarem o direito de liberdade monitorada e homens que descumprirem a ordem de afastamento da vítima de violência doméstica, em Salvador e região metropolitana, são o público prioritário para o uso de tornozeleiras eletrônicas no estado.

A medida é resultado de termo de compromisso assinado pelos titulares das secretarias estaduais de Políticas para as Mulheres (SPM) e Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap), Julieta Palmeira e Nestor Duarte, respectivamente, nesta terça-feira (25).

Segundo Julieta Palmeira, as discussões não terminam com a assinatura. Elas seguem por um termo de compromisso mais amplo sobre as características e as situações de uso das tornozeleiras.

Para Nestor Duarte, a assinatura do termo é um passo pioneiro para a segurança das mulheres como um todo. Ele acrescenta que, atualmente, uma licitação está em curso para adquirir mais 3,2 mil tornozeleiras, das quais 600 terão botão de pânico, que poderá ser acionado pelas vítimas em caso de descumprimento da medida protetiva pelo agressor.

O ato de assinatura contou com a presença de integrantes da Rede de Proteção à Mulher em Situação de Violência, formada pela SPM, além de representantes de Delegacias das Mulheres, Defensoria Pública do Estado, Ministério Público e Tribunal de Justiça da Bahia.

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Gongombira oferece oficinas gratuitas para mulheres

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As inscrições para as oficinas gratuitas e exclusivas para mulheres, promovidas pela Organização Gongombira de Cultura e Cidadania, em Ilhéus,  com promoção do Estado da Bahia, seguem abertas até a próxima sexta-feira, dia 3. Para participar é necessário preencher o formulário disponível neste link e escolher a oficina que deseja.

As interessadas podem escolher entre as oficinas de Fotografia, Dança, Percussão, Turbantes e Penteados Afro, Encadernações e Projetos Editoriais Artesanais. As atividades fazem parte da terceira edição do projeto Mãe Ilza Mukalê (MIM III), que acontecerão durante todo o mês de agosto, no Terreiro de Matamba Tombenci Neto, localizado na Avenida Brasil, Alto da Conquista.

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Mulheres ocupam mercado de joalheria na Bahia

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Tradicionalmente um ofício masculino, a profissão de joalheiro tem mudado o perfil ao longo do tempo. De acordo com informações do Centro Gemológico da Bahia (CBG), a mudança tem sido percebida em sala de aula. Em 2017, dos 92 alunos que fizeram curso na instituição, 39 foram mulheres, o que representa mais de 40%.

2018_06_15_Centro Gemológico_Marcelo Ferrão (4)“Esse é um número bastante representativo, pois mostra que as mulheres podem estar onde elas quiserem. Apesar do curso de joalheria requerer força física, isso não é empecilho para a realização de um sonho em seguir uma nova carreira e conquistar o mercado de trabalho”, afirma a secretária de Desenvolvimento Econômico, Luiza Maia, que foi conhecer de perto o trabalho no CGB, órgão ligado à pasta.

A coordenadora do CBG, Mônica Correia, explica que, de quatro anos para cá, a demanda aumentou muito nos cursos de joalheria: “Acredito que o empoderamento feminino tem estimulado as mulheres a se desafiarem. Tivemos uma turma ano passado que dos 12 alunos, 10 eram mulheres”.

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Conjunto Penal de Itabuna oferece exames preventivos para internas

triagem CPITodas as 66 internas do Conjunto Penal de Itabuna (CPI) estão passando por exames preventivos para câncer de colo de útero e diversas outras doenças ginecológicas. A coleta das amostras de material para exames de citopatologia começou na sexta-feira (17) e seguirá durante semana. A empresa Socializa, que faz a administração do presídio em regime de cogestão com o Governo do Estado, arcou com o custo simbólico proposto pela profissional. Esse arranjo foi necessário porque poucas delas possuem a documentação necessária para a realização pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A iniciativa é uma extensão das atividades relacionadas à celebração do Dia da Mulher – 8 de março – e é realizada em parceria com uma clínica particular de Itabuna, da médica Mércia Margotto, que se prontificou a fazer a leitura das lâminas. A receptividade entre a população feminina interna do CPI foi total. Muitas delas nunca haviam feito o exame, como destacou uma delas. “Só tenho a agradecer. Tenho 53 anos e nunca tinha feito esse exame”, comentou essa interna.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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