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Rui: ´que Paulo Henrique Amorim sirva de inspiração`

Em nota publicada nas redes sociais, o governador Rui Costa lamentou a morte do jornalista Paulo Henrique Amorim

Rui PHA

 

Recebi com profunda tristeza a notícia da morte de Paulo Henrique Amorim, que exercia um papel fundamental no jornalismo brasileiro nesses tempos de ameaça ao estado democrático de direito. Cidadão baiano sim, pois tal título lhe foi concedido pela Assembleia Legislativa. Sem dúvida, era um dos maiores nomes da comunicação na atualidade. Tive a oportunidade de conhecer Paulo Henrique e vi de perto o quanto era querido por todos. Neste momento de dor, manifesto meus sentimentos aos familiares, amigos, colegas e admiradores do seu trabalho. Que a postura crítica e questionadora deste grande jornalista sirva de inspiração para os profissionais da imprensa brasileira.”

 

Paulo Henrique Amorim morre aos 77 anos

PHA

O jornalista Paulo Henrique Amorim morreu na madrugada desta quarta-feira (10) aos 77 anos. Amorim morreu em casa, no Rio de Janeiro, quando sofreu um infarto fulminante.

Paulo Henrique Amorim editava o  Conversa Afiada, um dos principais sites progressistas do país. O jornalista construiu uma carreira que vai do jornalismo impresso ao televisivo. Atuou como correspondente internacional em Nova Iorque nas revistas Realidade e Veja. Na televisão, passou pela extinta Manchete, pela Globo, Bandeirantes e TV Cultura.

Contratado pela Record em 2003, ele assumiu na ocasião a apresentação da edição noturna do Jornal da Record. Posteriormente foi deslocado para o programa Domingo Espetacular. No final do mês passado, ele foi afastado da atração após 14 anos no seu comando.

 

Gabriel Diniz morre em acidente com bimotor após show na Bahia

gabriel

Um acidente de avião bimotor matou no início da tarde dessa segunda-feira (27), O cantor Gabriel Diniz, dono do sucesso Jennifer. O passaporte do artista foi achado perto do local do acidente, em Sergipe. Outras duas pessoas morreram: o piloto e o co-piloto, cujos nomes ainda não foram divulgados.

Diniz fretou a aeronave após um show em Feira de Santana, na Bahia, no último fim de semana. Segundo informações do ‘Jornal Hoje’, o voo tinha decolado de Salvador e caiu em uma área de difícil acesso. um manguezal.

O cantor tinha postado sua felicidade por ter se apresentado no interior da Bahia nas redes sociais. Ele também reclamou de sentir dor de barriga e até chegou a postar vídeo enquanto recebia soro fisiológico na veia.

Gabriel Diniz virou uma das sensações da música brasileira com a música Jenifer, que conta com 231,9 milhões de visualizações do YouTube. Paraibano, o artista se destacou pela mistura do sertanejo com o forró.

Gabriela Viegas, Miss Ilhéus, será sepultada hoje

med

A miss Ilhéus 2018, Gabriela Viegas, foi encontrada morta neste sábado (4), em Belo Horizonte, Minas Gerais. Ela estudava Medicina pela Universidade Federal da Bahia (Ufba) e estava noiva do consultor fitness Lucas Ferrara. “Gabriela Viegas acaba de perder a batalha contra a depressão. Meus sinceros sentimentos aos amigos, família e a todos os amantes do mundo miss que sofrem ao descobrir da pior maneira que suas deusas não estão imunes a esta triste doença. Descanse em paz”, afirmou missólogo Ricardo Mello.

Gabriela era ativa nas redes sociais, e a última foto que ela postou foi em uma praia, há seis dias. O coach de misses Maycom Soares lamentou a morte da amiga, que sofria depressão. “Hoje eu perdi a amiga mais querida que eu tinha, que mais se preocupava comigo. Ela me amava do jeito que sou, não me julgava, só me amava. Qualquer dorzinha que eu tinha, ligava para ela. Ela sempre me ajudava. Ela foi a miss mais miss que eu tive. Mais grata, mais humana, mais solidária. O que farei da minha vida sem os conselhos dela, sem o amor dela?”.

O velório de Gabriela acontece no SAF, na Conquista, em Ilhéus, e será aberto ao público. O sepultamento está marcado para a manhã desta segunda-feira (6). Redação Pimenta com Correio24h.

Morre em Ilhéus o jornalista Marcos Correia

mcO jornalista Marcos Aurélio da Silva Correia faleceu, aos 66 anos, na noite desta terça-feira, 23 de abril, no Hospital São José, em Ilhéus, onde encontrava-se internado desde o último dia 5, em virtude de complicações respiratórias. O corpo do jornalista está sendo velado no SAF, no bairro da Conquista, e o seu sepultamento ocorrerá às 14h30min, no cemitério São Jorge, no Alto do Basílio.

Marcos Correia chegou a Ilhéus em 1987, quando começou a trabalhar na Prefeitura Municipal, na assessoria de comunicação, e a partir daí passou a residir na cidade. Ele foi assessor de comunicação social do município na gestão do prefeito Newton Lima, trabalhou nos jornais Diário da Tarde e A Região, e foi sócio fundador do Diário de Ilhéus (ao lado de Damiana Gomes, Getúlio Pinto e Carlos Moura Makalé), veículo impresso que surgiu em 24 de julho de 1999, após a extinção do Diário da Tarde.

Prestou também assessoria de imprensa ao extinto Instituto de Cacau da Bahia (ICB), à Unimed Ilhéus, Câmara Municipal, à Viação São Miguel, além de ter atuado em assessorias políticas. Natural de Recife, Marcos Correia iniciou a carreira de jornalista no Diário de Rio Claro, no interior de São Paulo. Em seguida, transferiu-se para Ilhéus juntamente com sua mãe, dona Isaura Silva.

Considerado um profissional crítico e combativo, atuou ainda como editorialista e redator do Diário de Ilhéus, do qual era também diretor. Há cerca de dois anos, o jornalista, que tinha o hábito de fumar, já apresentava problemas respiratórios. A internação no Hospital São José ocorreu após o transcurso de seu aniversário, no dia 4 de abril.

A ideia de morte aos opositores está viva no Brasil de hoje

A0 PÉ DA GOIABEIRA lopes

No fim do ano passado, o governo estadunidense divulgou um relatório-bomba endereçado a Henry Kissinger, então secretário daquele país. O documento, emitido pelo diretor da CIA, William Egan Colbim, em abril de 1974, mostra – mais do que as práticas fascistas, criminosas e assassinas adotadas pelos generais golpistas do Brasil – o nível de subserviência com que os militares cultivaram as relações com os Estados Unidos. Percebe-se que o capitão Bolsonaro, fã de carteirinha dos torturadores da época, tem a quem puxar.

Poderia causar espanto e indignação a parte do relatório que fala de uma reunião privada entre o general Geisel (presidente de plantão) e os generais Milton Tavares de Souza, Confúcio Dantas de Paula Avelino e João Figueiredo: é que nesse encontro, segundo a CIA, foi discutida a continuidade da “política de execuções sumárias” do regime, adotada desde o governo do general Emílio Garrastazu Médici.

É inacreditável (para quem não viu ”de perto” as atrocidades perpetradas contra o opositores da ditadura) o nível das práticas utilizadas para “eliminar” o perigo causado pela “ameaça subversiva”, bem como a urgência com que o assunto foi comunicado aos “patrões”, via Kissinger. E para que não reste dúvida, “ameaça subversiva” era a denominação dada pelos militares aos grupos políticos e sociais que lutavam pelo retorno da democracia brasileira.

Ainda no documento, o diretor da famigerada CIA informa a Kissinger que, na referida reunião, o general Milton detalhou todo o “trabalho” executado pelo Centro de Inteligência do Exército (CIE) nos últimos anos do governo Médici.

Coube ao mesmo  general Milton dar a boa notícia, sobre o trabalho da “inteligência” militar: “Cerca de 104 pessoas nesta categoria foram sumariamente executadas pelo CIE durante o ano passado, ou pouco antes”. O relatório da CIA acrescenta que “Figueiredo apoiou essa política e insistiu em sua continuidade”.

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Durante desfile em Belo Horizonte, em 1970, homem é torturado no pau-de-arara, “ao vivo” – transportado por dois índios “fantasiados” de militares, e visivelmente constrangidos

Diga-se que veio a público apenas uma parte do relatório da CIA, a parte “mais doce”, digamos assim, o que no0s condu8z `à reflexão óbvia: Se a execução sumária de 104 cidadãos brasileiros pelo alto comando do exército foi considerada algo passível de ser divulgado, imaginem o que mantiveram em segredo.

É esse tempo sombrio que nos espreita em cada recanto do Planalto Central da República, na perspectivav de voltarmos a um tempo sem lei e sem paz, quando fica proibido pensar ou agir fora dos manuais militares.

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Criança constrange o general João Figueiredo, o último ditador da série verde-oliva

Por enquanto, as execuções ainda não são “oficiais”: restringem-se aos habitantes da periferia das grandes cidades, num ensaio de faxina “social” que ainda não atingiu (salvo as exceções de Marielle, Jean Willis e Márcia Tiburi) o estágio de “faxina ideológica”, propriamente.

Virose

Do youtuber Felipe Neto, após o capitão Bolsonaro dizer que o holocausto deve ser perdoado:

“Nosso presidente tem a capacidade mental de uma azeitona”

 

(As diatribes do Barão e sua equipe são publicadas às terças e sábados, quer chova, quer faça sol)

 

Um rio que morre…

 A cor esverdeada e o mal cheiro que exala do leito, revelam a morte dolorosa do Rio Cachoeira, em Itabuna. Uma agonia provocada pela estiagem, mas principalmente pelo descaso com um rio que viu a cidade nascer, crescer e, suprema ironia, matá-lo aos poucos...


A cor esverdeada e o mal cheiro que exala do leito, revelam a morte dolorosa do Rio Cachoeira, em Itabuna.
Uma agonia provocada pela estiagem, mas principalmente pelo descaso com um rio que viu a cidade nascer, crescer e, suprema ironia, matá-lo aos poucos…

Luto em Potiraguá: morre Theodomiro Borges

teodomiro

Faleceu hoje em Vitória da Conquista, aos 102 anos de idade, o pecuarista Theodomiro Nascimento Borges, uma das pessoas mais queridas de Potiraguá, onde residia.

Ele estava internado no Hospital São Vicente de Paula, desde o último domingo. O corpo  será transladado para  Potiraguá e será velado na sua própria residência, na Praça Getúlio Vargas. O sepultamento será amanhã. O prefeito Jorge Cheles deve decretar luto oficial de três dias.

Theodomiro Borges deixa quatro filhos e 11 netos. (com informações do Blog do Edyy )

A nossa permanente impermanência

 

Eulina Lavigne

eulina lavigneDesde o início do ano estou lidando com a minha impermanência diante de fatos que geram mortes coletivas e individuais. Morte de pessoas que serão sempre, para mim, referência de amor, de sabedoria, de aprendizados inesquecíveis.

E sempre que a morte se revela para mim de forma tão abrupta, lembro o quanto a minha e a nossa vida é efêmera, principalmente para aqueles que acreditam que a vida se encerra quando o nosso corpo físico sucumbe. Lembramos o quanto precisamos olhar para a nossa vida e fazer dela valiosa.

vida e morteA grande maioria das tradições espirituais do mundo, inclusive o Cristianismo, reconhece a continuidade da vida após a morte. Acontece que fui ensinada a negar, rejeitar a morte e a acreditar que ela é o fim de tudo. Fui ensinada a ter medo da morte como se ela fosse um bicho papão que devemos manter à distância. E, sendo assim, eu corria alucinadamente para usufruir de todas as coisas materiais, a ter o melhor carro, o melhor apartamento, a melhor bolsa e assim fui me distanciando de mim.

Sogyal Rinpoche no livro tibetano do viver e do morrer, concluiu que os efeitos desastrosos da negação da morte vão muito além da esfera individual: eles afetam o planeta inteiro. Pois esta falta de visão a longo prazo está levando as pessoas a devastarem o nosso planeta e a destruírem os nossos recursos naturais como não se houvesse o amanhã.

Passei então a refletir sobre isto e há muito tempo ando nesta busca de mim e confesso que ainda tenho medo da morte, embora seja muito menos. Ainda tenho um caminho longo a percorrer comigo.

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Governador lamenta morte do jornalista Ricardo Boechat

boechat band
O governador Rui Costa lamentou, por meio das redes sociais, a morte do jornalista Ricardo Boechat, ocorrida nesta segunda-feira (11). “É com imenso pesar que recebo a notícia da morte do jornalista e radialista Ricardo Boechat, uma das mais importantes referências do jornalismo brasileiro da atualidade. A sua morte representa uma perda não apenas para a família e para os amigos, mas para toda a sociedade brasileira, em razão do relevante papel que exercia no jornalismo brasileiro e na defesa do Estado Democrático de Direito. Expresso, em meu nome e de todos os baianos, a mais profunda solidariedade a todos, sua família, amigos e companheiros de trabalho por essa perda inestimável”, disse Rui.

A comoção nacional pela morte do cão no Carrefour e a indiferença diante do aumento da miséria

Ninguém chora por ela...

Ninguém chora por ela…

Por Kiko Nogueira, no Diário do Centro do Mundo

Nunca a morte de um cão foi tão chorada pelos brasileiros.

Nunca a condenação de brasileiros à miséria foi tão desprezada.

O assassinato bárbaro de um cachorro pelas mãos, segundo denúncias, de seguranças do Carrefour incendiou o país.

Nos últimos dias, milhares foram às redes sociais — onde mais? — deixar seu justo lamento e seu protesto contra o ocorrido em Osasco.

Na capa do jornal, o cãozinho santificado

Na capa do jornal, o cãozinho santificado

A comoção envolveu esquerda e direta, ricos e humildes, anônimos e famosos.

Luciano Huck e a mulher Angélica fizeram posts combinados.

“Chocado. É muita crueldade”, escreveu ele no Instagram.

“Como pode existir ‘gente’ com tanta maldade no coração”, questionou ela.

A tragédia anunciada hoje pelo IBGE, em contrapartida, foi recebida com silêncio.

Em um ano, o número de pobres no país aumentou em 2 milhões.

A extrema pobreza chegou a 15,2 milhões em 2017.

A quantidade de crianças que vive em domicílios pobres aumentou de 42,9% para 43,4% do total da população com até 14 anos.

54,8 milhões de compatriotas de Luciano vivem com menos de R$ 406 por mês.

Os índices são, au complet, um desastre ferroviário.

Ninguém se revoltou, ninguém propôs uma campanha em solidariedade às meninas e meninos cujo futuro está destruído.

É nosso normal.

A indiferença é a essência da desumanidade, disse Bernard Shaw. Somos o que somos.

 

A morte: uma grande aventura

 

Eulina Lavigne

eulina lavigneEste é o título do livro compilado por dois estudantes, dos Escritos de Alice Bailey e o mestre Tibetano, Djwhal Khul, que nos convida a assim pensar sobre a morte.

Embora a morte, por enquanto, seja a única certeza que temos na vida, o livro nos instiga a pensar a morte como algo que não pode ser evitado, e que é o Portador de Mudanças. Sendo assim podemos tornar o processo da morte uma parte planejada da totalidade do propósito inteiro de nossa vida.

Segundo eles se assim pensarmos podemos ver a vida com um colorido diferente e com mais leveza.

Para mim esta reflexão faz bastante sentido, na medida em que sabendo da nossa imortalidade podemos projetar, programar a nossa vida e esta transição como se fossemos para uma aventura sem nada nas mãos e com a bagagem de experiências que a vida nos proporcionou. Neste momento vamos de mãos vazias e, se espera, com a consciência um pouco mais ampliada do que chegamos.

Ao longo da nossa vida, morremos um pouco a cada pensamento novo, a cada mudança de casa, ou de escola, ou de várias renúncias que fazemos em nossa trajetória.  Vamos, aos poucos, vivenciando renúncias para a chegada da renúncia maior.  A escolha de nos prepararmos para essa grande aventura é nossa.

mortePodemos sofrer por antecipação, quando deixamos de viver o presente na ansiedade de viver o futuro para correr o suficiente para não morrer logo. E terminamos morrendo, e muitas vezes, antes do tempo. Que complicação!

Isto me lembra uma história que li sobre duas lagartas amigas. Um dia, durante as férias, se despediram uma da outra e foram visitar a família. Até chegarem na casa dos seus familiares foi uma longa trajetória a ponto do processo de transformação em borboleta se iniciar. Uma das lagartas apressou o seu passo para chegar logo a casa da família para contar a novidade. O seu corpo estava se transformando, não sabia em que ainda, mais que aquilo deveria ser bastante interessante. Ela contava tudo isto para a família com muita alegria e desejosa que tudo terminasse logo para ver o resultado. Do resultado já sabemos. A lagarta transformou-se numa linda borboleta azul.

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Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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