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Itabuna: morre o médico Carlos Mattedi

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Morreu na madrugada desta quarta-feira (17) o médico Carlos Mattedi. Ele era endocrinologista e atendia na cidade de Itabuna, onde era muito conhecido.Querido pelos pacientes e amigos, Mattedi era descrito com uma pessoa simpática e bem humorada.

O médico enfrentava problemas de saúde nos últimos meses e estava internado em Salvador, onde faleceu nesta madrugada.  Mattedi, que era natural do Espírito Santo, era casado com a professora Acácia Pinho,  e com quem tinha uma filha. O corpo será cremado em Salvador.

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O Dr. Carlos Mattedi era um dos grandes incentivadores do Mutirão do Diabetes de Itabuna. “Lamentamos a morte de um grande parceiro, que além de profissional exemplar, nos deixa um grande exemplo de solidariedade e voluntariado”, disse o Dr. Rafael Andrade, coordenador do Mutirão.

 

Manoel Leal, notícias de jornal e outras histórias

Daniel Thame

daniel flicaHá exatos  20 anos, no início da noite de 14 de janeiro de 1998, seis tiros calaram Manoel Leal.

Ainda que assassinos e mandantes continuem protegidos pela impunidade, não se vai aqui repetir o que se escreveu ao longo dos anos, até por ser desnecessário, tanto o que já se falou sobre o crime.

O que vai se fazer aqui é uma homenagem.

Manoel Leal de Oliveira. O maior jornalista que já surgiu nesse chão grapiuna.

Manoel Leal de Oliveira, o cordeiro que às vezes brincava de ser lobo.

Manoel Leal, o que assumia os defeitos e não espalhava as virtudes que tinha.

Manoel Leal.

Nunca, em tempo algum, uma ausência se fez tão presente.

Desconheço, ao longo dos anos, uma conversa de bar que não tivesse convergido para seu nome. Que não remetesse a alguma história protagonizada ou inventada por ele.

Manoel Leal das malhas impagáveis, como a do soco que Carlito do Sarinha deu em Hamilton Gomes, quando na verdade Hamilton foi quem bateu em Carlito. “No meu jornal, amigo meu não apanha, só bate”.

Dos trocadilhos impagáveis com o amigo Hermenegildo, a quem dizia ser muito ágil, numa referência nada sutil à palavra ágio. Amigos, tanto que nas horas de aperto, lá estava Leal batendo às portas do ágil Hermenegildo. E sem pagar ágio.

Da piada infame que contava centenas de vezes, e só ele achando graça, na presença de Roberto Abijaude:
-Vocês árabes são muito unidos…

E completava:
-Também, vieram para o Brasil amarrados no porão do navio.

Da maldade com uma amiga paulista que fez comer o bago de jaca, até então uma fruta desconhecida para a mulher.

Do fogão novo enviado “por engano” para a casa do amigo Flávio Monteiro Lopes, apenas para que a esposa pensasse que ele tinha outra.

Das flores enviadas semanalmente para Nilson Franco, em nome de uma mulher misteriosa.

O Manoel Leal que pegava a máquina fotográfica e ficava na porta da Cesta do Povo fotografando as dondocas que escondiam o rosto com suas bolsas de grife. Isso num tempo (e bota tempo nisso!) em que Cesta do Povo era coisa de pobre.

De uma generosidade que não cabia no coração cambaleante.

E. vamos ao que interessa, de um talento para fazer jornal, do qual não apenas fui infinitas vezes testemunha como também co-autor, que é possível dizer sem correr o risco de cair no ridículo que nunca haverá alguém como Manoel Leal.
Esse faro para a notícia aliado a um destemor apavorante fez de A Região um jornal que não era apenas um veículo de comunicação.

A Região era aguardado nas bancas. Algumas de suas edições se esgotavam logo no domingo, menos de 24 horas após o jornal começar a circular.

E não eram apenas as Malhas Finas e Malhas Grossas, capazes de arrasar reputações ou garantir gozações ao longo de uma semana.

A notícia, muitas vezes exclusiva, muitas e muitas vezes corajosa, algumas vezes beirando a irresponsabilidade, era o combustível que alimentava o jornalista Manuel Leal.

Tráfico de Crianças, Importação de Cacau, Esquema dos “Cabritos” envolvendo autoridades, Fraude no Vestibular da Uesc, Liberação dos recursos do cacau para o  então governador Paulo Souto sem as garantias necessárias. E mais uma infinidade de notícias que A Região deu porque só Leal sabia ou porque só Leal tinha coragem de publicar.

Manoel Leal era um garimpeiro de notícias. Isso é raro.

Numa noite de 1996, véspera da eleição municipal. A Justiça determina a apreensão da edição do jornal.
Ordem cumprida com um batalhão de PMs armados até os dentes na porta da gráfica. Leal calmo.

Quando a polícia sai, pergunto:
-Você entregou o jornal assim, sem mais nem menos?

A resposta, seca, irônica.
-Menino, você não notou nada? Eles levaram mil jornais. O resto está aí no fundo.

A RegiãoNa madrugada, milhares de exemplares da edição apreendida eram espalhados pela cidade.

No episódio da denuncia de fraude no Vestibular da Uesc, talvez o maior furo da história do jornal e de toda a imprensa itabunense, a edição sendo impressa na gráfica, Manoel Leal liga aflito para minha casa:
-E se esse negócio não for verdade?

Duas horas da madrugada, morto de sono, igualmente aflito com a possibilidade de uma barrigada monumental, só consigo responder:
-Nós dois estamos fodidos.

No dia em que um navio trazendo cacau atracou no porto de Ilhéus,

Leal esqueceu-se que era jornalista (porque também era produtor) e postou-se feito um Dom Quixote diante da embarcação, tentando impedir o desembarque.

Simbólico, embora hoje soe apenas engraçado.

O tempo tem dessas coisas.

Há que se cobrar, até a punição dos responsáveis, que o assassinato de Manoel Leal seja esclarecido. Porque esse é um crime que, decorridos cinco, dez, cinquenta, cem ou quinhentos anos, vai permanecer como uma mancha na história da cidade

Há também que se resgatar histórias de alguém que, parafraseando Nietszche, era “humano demasiadamente humano”.

Nas virtudes, nos defeitos. Na vida e na morte.

Mesmo para quem, entendam como quiserem, não morreu.

Paulo Cardozo, arte e religião

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Faleceu na tarde desta quinta-feira (11), o Diácono Permanente de Ilhéus, Paulo  Cardozo. Ele estava internado na UTI do Hospital Calixto Midlej Filho, em Itabuna. O Diácono Paulo Roberto levou um tombo no último final de semana e foi diagnosticado com traumatismo craniano.

O corpo do diácono Paulo  Cardozo está sendo velado no Saf de Itabuna. A Missa de corpo presente será às 8 horas do sábado (13) e, em seguida, acontecerá o sepultamento no cemitério Campo Santo.

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Paulo Cardozo também era artista plástico, com um acervo importante na Ceplac e outras instituições regionais, além de colecionadores.

30 anos sem Henfil

henfil 2A morte do cartunista Henrique de Souza Filho, o Henfil, completa hoje (4) exatos 30 anos. Vítima da Aids, ele faleceu no Rio de Janeiro em 4 de janeiro de 1988. O cartunista contraiu o HIV em uma das transfusões que realizava com frequência, já que era hemofílico assim como seus irmãos, o  sociólogo Betinho e o músico Chico Mário.

O cartunista é o criador de tirinhas famosas nos anos 1970 e 1980, como a Graúna, o Fradim Cumprido e o Fradim Baixim. Engajado na vida política e social do país, seus traços criticavam a ditadura militar. Ele trabalhou para o semanário O Pasquim, cuja linha editorial era contrária ao regime da época. Mais tarde, participou de movimentos importantes, como a mobilização pela anistia a presos e exilados políticos e as Diretas Já!, cujo bordão é inclusive de sua autoria.

henfilSe fosse vivo, Henfil teria hoje 73 anos. Mineiro de Ribeirão das Neves, nasceu em 5 de fevereiro de 1944. Em outubro do ano passado, a história do cartunista foi retratada no documentário Henfil. Dirigido por Angela Zoe e lançado no Festival do Rio, o filme tem depoimentos de figuras próximas a ele, como seus colegas no semanário O Pasquim: Ziraldo, Jaguar, Sérgio Cabral e Tárik de Souza. “É um erro chamá-lo de cartunista, porque ele foi um multiartista”, diz Tárik de Souza em um dos depoimentos.

Os 30 anos da morte de Henfil foi lembrado por seu filho, Ivan Cosenza, há dois dias, em postagem no seu blog As Cartas do Pai, onde ele publica rotineiramente mensagens direcionadas ao cartunista. “O que fico imaginando é quanta coisa teria feito em mais 30 anos, já que em 25 anos de profissão, produziu tanta coisa boa! Seus personagens até hoje são usados em campanhas sociais, sindicais, no movimento estudantil e em tantas outras campanhas”, escreveu. (Agencia Brasil)

Dentista morre em acidente na rodovia Ilhéus-Itabuna

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A dentista Karyne Datólli, de 33 anos,  faleceu na rodovia BR 415, trecho entre Itabuna e Ilhéus, na madrugada desta segunda-feira (25) de Natal.

Segundo conhecidos da vítima, após a Ceia de Natal, Karyne seguia para Ilhéus, quando, pouco após o Atacadão teria decidido retornar para Itabuna. Ao fazer o retorno, o veículo em que ela estava foi atingido por outro carro. O corpo dela foi arremessado para fora do veículo. O motorista do outro carro envolvido no acidente evadiu-se do local.

Morre no Rio, o artista plástico Frans Krajcberg

Troca de cartas entre Frans e Socorro Nobre inspirou filme Central do Brasil

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O artista plástico Frans Krajcberg morreu hoje (15) no Hospital Samaritano, em Botafogo, na zona sul do Rio. O escultor, pintor, gravador e fotógrafo, que nasceu, em 1921, em Kozienice, na Polônia, estava internado há um mês para tratar de infecções. Apesar de polonês, Krajcberg se considerava brasileiro. Ele chegou ao país em 1948, poucos anos após perder a família na Segunda Guerra Mundial.

frans 2Depois da cremação do corpo, as cinzas serão levadas para o sítio do artista, em Nova Viçosa, na Bahia, onde residia desde a década de 70, e tinha o seu ateliê e que deverá se transformar em museu. Aqui no Brasil morou também no Paraná, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais.

Krajcberg se destacou com um trabalho de esculturas feito com troncos e raízes queimadas, que marcou a sua luta contra a devastação das florestas e em defesa do meio ambiente.

A troca de correspondências entre Frans Krajcberg e a itabunense Socorro Nobre, que geraram o premiado documentário “Socorro Nobre” , em 1995, que  serviram de inspiração para o filme Central do Brasil, de Walter Salles, estrelado por Fernanda Montenegro, que concorreu ao  Oscar.

 

Nota de Pesar: Paulo da Anunciação morreu na luta, mas a luta não morre!

PauloAnunciação_PerfilA diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza Pública, Asseio, Conservação, Jardinagem e Controle de Pragas Intermunicipal (Sindilimp-BA) comunica e manifesta pesar pelo falecimento na manhã desta segunda-feira (30) de Antônio Paulo da Anunciação, nascido em 10 de março de 1957 em São Félix (BA), um dos fundadores do nosso Sindicato e uma das figuras mais destacadas do Movimento Negro brasileiro. Após alguns dias internado com graves problemas renais, ele teve uma parada cardíaca e não resistiu.

O corpo será velado a partir das 12 horas na Igreja Adventista de Pedras, Rua do Fogo, Distrito de Pedras, em Santo Amaro de Purificação. O sepultamento será no Cemitério Campo da Caridade. Convidamos todas e todos que puderem, participarem desta homenagem ao nosso companheiro.

Dentre as diversas lutas, o nome de Paulo da Anunciação ficou marcado no combate à demissão de funcionários em Salvador. No dia 17 de fevereiro de 1997 o então prefeito Antônio Imbassahy, na época no PFL, atacou o direito trabalhista de 4.741 funcionários da Prefeitura de Salvador. Trabalhadores que com muita garra se dedicaram a construir uma Salvador melhor foram demitidos sem receber nenhum centavo a título de rescisão contratual e foram chamados de “ilegais” e os contratos considerados nulos. O Sindilimp-BA não se calou e partimos para organizar a resistência contra este atentado.

A resposta do prefeito Imbassahy e da repressão foi atacar os trabalhadores. Em uma manifestação pacífica os trabalhadores foram agredidos pelos policiais militares. No dia 18 de junho de 1997 o companheiro Paulo da Anunciação foi barbaramente agredido, teve seus cabelos “rastafári” cortados à faca, preso sem nenhuma assistência médica e passando mal. Edivaldo Rocha teve sua família ameaçada e teve que colocar seus parentes em uma vida na prática clandestina. O companheiro Luiz Carlos Suíça era seguido ostensivamente e seus familiares ameaçados. Para proteger seus filhos teve de colocá-los também na clandestinidade.

Paulo da Anunciação foi funcionário da Limpurb, fundador e coordenador do Sindilimp-BA, Secretário de Políticas Sociais da Central Única dos Trabalhadores-CUT; militante do Movimento Negro Unificado-MNU; responsável pela Secretaria Municipal de Combate ao Racismo e depois Secretário Estadual sobre Combate ao Racismo do PT. Suplente de vereador pelo Partido dos Trabalhadores-PT, (1997-2000), efetivou-se em fevereiro de 1999. Suplente de deputado estadual pelo PT, (1999-2003), efetivou-se em junho de 2000, na vaga de Paulo Jackson.

Polícia conclui que morte de Thayná Verena foi acidental

taynaA Polícia Civil de Ilhéus concluiu, após investigações do Núcleo de Homicídios, a investigação da morte da estudante Thayná Verena. A jovem caiu de um carro em movimento na Avenida Soares Lopes em 17 de janeiro de 2016. A conclusão da polícia é de que a morte foi mesmo acidental.

Na época, o então namorado da adolescente chegou a ser conduzido por dirigir alcoolizado e liberado após prestar depoimento e pagar fiança. Ele disse, em depoimento na delegacia, que Thayná teria tentado sentar na janela do carro, mas ele não deixou e ela se jogou do carro.

A família mostrou desconfiança sobre a versão do namorado e solicitou investigação do ocorrido.
Testemunhas foram ouvidas e uma reconstituição do caso foi realizada, além da perícia feita no dia do acidente.

Che 50 anos, o Mito não morreu

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(Pesquisa e texto de Zédejesusbarreto)

Meio século depois de assassinado no interior da Bolívia, em 9 de outubro de 1967, os ideais revolucionários do guerrilheiro Ernesto Che Guevara continuam pulsantes, sobretudo nessa Latino-América ainda tão desigual, polarizada e injusta.

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Como foi a execução

Quase um ano depois de ter se embrenhado com alguns companheiros de sonhos nas matas bolivianas plantando sementes do que imaginava ser o começo de uma grande revolução no continente sul-americano, isolado, doente, traído por alguns camponeses e cercado por tropas do exército do ditador René Barrientos, o guerrilheiro Che Guevara foi emboscado, ferido e aprisionado na região da Quebrada del Churro, próxima ao vilarejo de La Higuera. Atingido por um tiro na perna foi aprisionado junto com o companheiro Simon ‘Willy’, ambos levados para uma escolinha de chão e paredes de barro, no vilarejo, onde passou a noite no chão com pés e mãos amarradas, esperando o destino.

Não era mais a figura daquele homem bonito, altivo e encantador que conhecemos pela extraordinária fotografia de Alberto Korda, em posters e camisetas mundo afora. Não. Aquele Guevara era um homem envelhecido para os seus quase 40 anos de idade, magérrimo, faminto, desidratado e padecido pelos constantes ataques de asma.

No dia seguinte de sua prisão, por volta do meio dia, chegou a ordem do governo central da Bolívia para se ‘proceder à eliminação do señor Guevara’. Execução sumária. O autor dos tiros de fuzil semiautomático foi o sargento Mário Terán, orientado pelo seu coronel Zenteno Anaya para que preservasse o rosto. Era preciso criar a versão de que ele teria sido morto em combate.

Ainda na tarde de 9 de outubro o corpo de Che, amarrado às ferragens de pouso de um helicóptero, foi levado à cidade próxima de Vallegrande, onde restou colocado sobre uma lavanderia nos fundos do hospital local Nuestro Señor de Malta. As fotos que conhecemos do corpo de Che estendido foram feitas lá, a notícia se espalhando e atraindo muita gente para vê-lo.

Contam, então, que a partir daí os milicos da ditadura boliviana mandaram decepar as mãos do guerrilheiro, colocadas num vaso de vidro com formol e enviadas à perícia em Buenos Aires. No dia 11, o cadáver foi atirado numa vala próxima das cabeceiras de uma pista de pouso local e os restos mortais de Guevara só foram localizados 30 anos depois; daí, por um acordo entre governos, foram transferidos para Santa Clara, em Cuba, os ossos sepultado então com honras de chefe de Estado com a presença do companheiro e comandante Fidel Castro. O comandante Fidel fez um pronunciamento pela TV ao povo cubano no dia 15 de outubro de 1967, anunciando a morte de Che. Comoção.  Um herói, mito e exemplo em Cuba, ainda hoje e sempre.

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Estudante de Direito morre em acidente na BR 415

estudanteA estudante de Direito Luíse Gomes Carvalho, de 20 anos,  faleceu em acidente ocorrido nesta madrugada de segunda (19), no trecho Itabuna-Itapé da BR-415. A vítima estava em uma picape Toyota Hilux e retornava para Itabuna.

O motorista perdeu o controle da direção do veículo em uma curva. De acordo com informações, ela e os ocupantes da picape retornavam de uma festa junina em Itapé, também no sul da Bahia.

O veículo era dirigido por um primo da de Luíse. A estudante teria ido à festa apenas para acompanhar os primos, que visitam a cidade, de acordo com versões. A família de Luíse é da Igreja Batista Teosópolis. A vítima estudava Direito na FTC de Itabuna. (do Pimenta)

Itabuna: subtenente da PM morre após contrair bactéria

Luana

O 15o. Batalhão da Policia Militar em Itabuna emitiu nota lamentando o falecimento da subtenente Glacyluana Araujo Oliveira, de 39 anos,  ocorrido por volta das 6 horas da manhã desta terça-feira, 09. Glacyluana estava lotada no 15º BPM e integrava a corporação há 18 anos. Segundo o comando-geral da PM, a policial apresentava quadro de saúde debilitado há, pelo menos, 10 dias, após contrair infecção provocada por  bactéria.

Luana, como era mais conhecida, estava internada desde a tarde de ontem (8), no Hospital São Lucas, em Itabuna, com infecção na garganta, que se agravou, e ela não resistiu, devido ao alto nível de leucocitose (aumento da taxa sanguínea de leucócitos acima do limite superior da normalidade). A subtenente foi diagnosticada com uma leucemia aguda.

O velório está ocorrendo no SAF, desde às 10hs, e o sepultamento ocorrerá às 16hs, no cemitério Campo Santo, em Itabuna.

Laudo confirma que ossada é da menina Gabrielly

“Temos todo o aparato de inteligência da polícia nos auxiliando e, em breve, solucionaremos este caso”. A afirmação é do delegado João Uzzum, responsável pela 1ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), de Feira de Santana, e foi dita, na manhã desta quarta-feira (26), depois de revelar, durante coletiva de imprensa, que uma ossada encontrada às margens da Avenida Eduardo Fróes da Mota, em Feira IX, era da garota gaby, de 7 anos, desaparecida desde 21 de janeiro deste ano.

João Uzzun destacou que a Força Tarefa criada para apurar o crime já tem uma linha de investigação, mas que não iria adiantar nada para não atrapalhar o trabalho que vem sendo realizado com muita dedicação e afinco desde que o caso chegou até à Polícia Civil. O laudo confirmando que o material encontrado era de Gabrielly foi elaborado pela Coordenação de Genética Forense do Departamento de Polícia Técnica (DPT). A família já havia sido informada antecipadamente sobre o resultado dos exames.

De acordo com o delegado, os exames foram feitos a partir do crânio da garota, uma vez que o restante do material encontrado no local apresentava aspecto de que teria sido queimado. Exames detalhados vão dizer se esses fragmentos seriam também de Gabrielly. O ponto exato onde foi encontrada a ossada estaria a aproximadamente cinco quilômetros do condomínio Solar da Princesa, no bairro Gabriela, onde a vítima residia. O material genético do crânio e da mãe da garota foram enviados à Salvador há cerca de um mês para análise e o resultado foi 100% compatível.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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